Vara de manobra, nós e permissão de trabalho

NR 35 - Trabalho em Altura

1 Vara de Manobra e andaimes:

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Introdução:

 

A vara de manobra é uma solução que irá ajudar o usuário a ficar ancorado no começa das atividades do trabalho em altura, para estar eliminando o risco de queda.  Em atividades como troca de lâmpadas, comumente o trabalhador faz o seu acesso por uma escada e quando possível, vai prender ou se ancorar em alguma estrutura para estar  fazendo o seu trabalho. Porém, desta maneira eles está correndo o risco de queda de altura pela subida ou descida da escada.

Usando uma vara de manobra, é mais fácil e simples  fazer a montagem de uma linha de vida vertical temporária, a partir do chão o de um lugar seguro.

 

Composição:

 

A vara de manobra se compõe de um gancho de 55 a 110 mm e um vara extensiva leves e resistentes. Ela também irá acompanhar um cordelete de 3mm para abrir o ganho, um mosquetão oval trava rosca e  10 metros de corda estáticas de 12 mm de acordo com as normas do Ministério do Trabalho NR 18 e 35 para instalação e conexão do trava quedas de corda.

Observação:

  • Lembre -se que esse dispositivo precisa ser operado com cautela perto das redes elétricas.
  • O ponto de ancoragem precise ser selecionado e definido por um engenheiro civil ou mecânico. Não é possível permitir que o trabalhador selecione seu ponto de ancoragem de maneira aleatória, fixando a sua ancoragem num lugar de resistência não apropriada.

Não pode se aceitar trabalhar em altura sem estar eliminando o risco de queda, e a vara de manobra é o equipamento que se mais usa para estar acessando um ancoragem acoplando uma linha de vida a partir de uma longa distância.

 

Utilização da Vara de Manobra:

 

  • Para iniciar, temos que ter certeza a respeito do lugar onde vamos estar utilizando para estar realizando a ancoragem é seguro e vai atender as exigências normativas para sistema de prevenção contra queda no trabalho em altura;
  • Regular a extensão da vara de manobra de acordo com a altura necessária. De acordo com cada fabricante, as varas de manobras podem estar alcançando de 6 a 10 metros de altura;
  • Estar abrindo o gatilho do conector usando uma corda auxiliar;
  • Retirar a vara de manobra.
  • Colocar o trava quedas de corda na linha de vida vertical.                                                                                                                                 

 

Andaimes tubulares:

 

São estruturas muito comuns de serem vista no dia a dia, como em obras, reformas e limpezas de fachadas. Mas, mesmo que todos os cuidados sem feitos, ainda existem alguns perigos. A NR 18 fala sobre o meio ambiente e as condições de trabalho necessárias na industrias e construção civil, de maneira que se garanta a segurança dos trabalhadores.

Mas, mesmo que as estruturas precisem seguir uma série de padrões técnicos, e geralmente não é isso que acontece, o que vai deixar em perigo os trabalhadores em canteiros de obras.  Nesse sentido, os riscos podem ser suavizados procurando por medidas de segurança no trabalho e, também trocando os andaimes tubulares pelas funcionalidades das plataformas elevatórias.

 

Principais riscos:

 

O trabalho em altura sempre se associa a riscos . Mas, os perigos podem ser menores, e existem formas de estar prevenindo acidentes. A construção civil, apenas por si, já é uma área que vai exigir cuidados rigorosos para estar manuseando materiais e equipamentos pesados.

Sendo assim, além de fazer a busca por profissionais experientes e capacitados, é primordial oferecer um estrutura de trabalho segura que irá ajudar na execução dos serviços. Deste modo, o trabalho em altura precisa ser feito por pessoas cadastradas e autorizadas, de maneiro que sigam as normas técnicas estabelecidas.

A seguir, veja quais são os riscos do uso de andaimes tubulares e por que trabalhadores necessitam seguir uma série de cuidados e usar EPIs corretos.

 

Queda de pessoas:

 

A utilização de sistemas de ancoragem e acessórios é primordial para diminuir os riscos de quedas, sendo que estamos falando a respeito de serviços feitos em alturas. Mas, mesmo tendo todos os cuidados, a queda ainda é um risco real.

O sistema de ancoragem é projetado para estar suportando a carga e os impactos da queda, porém isso acontece porque os andaimes tubulares não são estruturas totalmente seguras. A NR-18 irá estabelecer o uso de guarda-corpo, rodapé e ponto de entrada e saída, porém, ainda assim podem existir riscos.

 

Acesso perigoso:

 

Os andaimes tubulares tem que adentrados por uma entrada que tenha um sistema de fechamento por cancela ou algo parecido. Assim , existe uma barreira física contra quedas, porém, pode acontecer problemas no deslocamento dos trabalhadores. Para usar andaimes em balanço, fachadeiros ou suspensos, é obrigatório conter a Anotação de Responsabilidade Técnica no projeto.

 

Queda de objetos:

 

Também são usados como um suporte para os materiais que são usados na obra. Porém, um simples descuido pode acarretar em um acidente gravem como a queda de ferramentas e outros objetos. Além disso, alguns outros fatores externos servem para ajudar que o perigo aumente, como as condições climáticas adversas, por exemplo, ventos fortes que podem balançar o andaime.

 

Choque elétrico:

 

Por ser um trabalho que é realizado em altura, várias vezes, os trabalhadores ficam expostos pertos à rede elétrica, mas quando se trata de reformas prediais ou outros serviços parecidos. A rede de alta tensão gera descargas elétricas com muita força e que, variando a sua intensidade, podem ser fatais.

Sendo assim , é fundamental prestar atenção ao entorno, procurando a presença da rede elétrica de alta tensão e estar avaliando a possibilidade de montar o andaime tubular naquele lugar. Um simples toque acidental nos fios é o suficiente para estar recebendo choques elétricos graves. Por isso, é necessário ter cuidado antes de estar montando perto de redes elétricas.

 

Defeitos de estruturas:

 

Os andaimes que são desenvolvidos de tubos que se encaixam e criam uma estrutura certa para estar atingindo alturas elevadas. Porém , eles podem mostrar problemas, como defeitos na estrutura, montagem imprópria, degradação e deformações, e até problemas por serem produtos ultrapassados.

Certos tipos de defeitos não são apenas perceptíveis a olho nu, como a deterioração interna dos tubos. Dessa maneira, isso também atrapalha a inspeção e pode ser um perigo a mais para os trabalhadores.

2 Medidas de segurança para andaimes:

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Medidas que precisam ser realizadas:

 

Serviços de construção civil necessitam de normas e regras, como as da  ABNT. Aqueles que fabricam os andaimes indicam instruções técnicas e informações a respeito dos procedimentos de montagem, desmontagem e a especificação a respeito dos materiais, posições de ancoragem e outros detalhes. 

Mas, os responsáveis por conta do projeto também necessitam estar seguindo as leis para estar protegendo a saúde e a integridade física dos trabalhadores. Então, independentemente do equipamento que vai ser usado, é de grande importância estar seguindo as medidas de segurança.

 

Manuseio correto:

 

Procedimentos operacionais precisam seguir as especificações que foram dadas pelo fabricante do andaime tubular, porém essa é uma das medidas que vão garantir a segurança durante os serviços. Por isso, o projeto vai precisar conter os requisitos da tarefa e as diretrizes que foram seguidas, com todas as orientações presentes. Sendo assim é necessário mostrar o detalhamento da tarefa, os sistemas de proteção que vão ser usados e as competências e responsabilidades.

 

Manutenção em dia:

 

Como já foi falado anteriormente, a inspeção dos alimentos nem sempre identificar todas as questões para estar garantindo a segurança total durante a manutenção preventiva. Sendo assim, é imprescindível estar conferindo o estado da estrutura regularmente para estar verificando se está tudo em ordem.

Fora das condições dos tubos e da parte estrutural, o piso de trabalho dos andaimes, o forro e outros detalhes também precisam ser inspecionados. 

Dessa maneira, o encaixo acidental ou movimentação inadequada são identificados e corrigidos.

 

Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva:

 

Os EPIs são indispensáveis no canteiro de obras, botas, capacete, luvas e óculos de proteção. Em caso dos serviços que são realizados em andaimes, existem outros requisitos que precisam ser seguidos. Veja a seguir :

  • Uso obrigatório de cinto do segurança do tipo paraquedista, que tenha duplo talabarte, cabos de fibra sintética, ganchos com abertura mínima de 50 mm e trava dupla;
  • Ferramentas manuais e com armação, que vão impedir as quedas acidentais:
  • Trabalhadores com crachá de capacitação e identificação que podem manusear o andaime, além de estar com o documento com a data do último exame médico ocupacional e realização do treinamento.

Uma outra alternativa para uso dos andaimes tubulares são as plataformas elevatórios, que vão oferecer vários benefícios para a obra, e são muito seguras. Os equipamentos podem atingir grandes alturas e suportam um peso maior na comparação a um andaime, além de ajudar a movimentação dentro do canteiro. Sendo assim, são opções excelentes para estar aumentando a produtividade.

 

Nós e amarras:

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Todas as pessoas que trabalham em grandes alturas precisam ter conhecimento a respeito de uma série de fatores que podem gerar influência na segurança, uma delas consiste no processo de nós e amarras que são utilizados no acesso por cordas.

Existem diversas maneiras de se recorrer ao uso de nós, e o tipo e a forma pode mudar significativamente de pessoa para pessoa. A ideia é que eles precisam ser idênticos entre si, pois existem fatores que orientam questões de segurança e padrões que precisam ser seguidos. 

Por isso, sempre se recomenda que o profissional ganhe um treinamento qualificado, e se possível por um técnico em acesso por cordas, que poderá não apenas reutilizá-lo como realizar a sua fixação de maneira assertiva.

A seguir iremos ver os tipos de nós mais utilizados:

 

Nó oito duplo e oito guiado:

 

Esse tipo de nó é o mais utilizado, principalmente se tratando de resgate urbano, acesso por corda, salvamento em altura, para escalada, entre outros.

Geralmente , ele pode ser utilizado várias vezes que for necessário ancorar a corda em uma outra pessoa ou em algum outro ponto, por exemplo, encordoamento de escaladores, ancoragens e macas.

 

Nó borboleta:

 

Também chamado de Borboleta Alpina ou Nó de Alpinista, esse nó é muito usado para a formação de um laço fixo no centro de uma corda deixando que ela acabe sofrendo uma maior tensão em sentidos opostos, fazendo uma alça no meio dela. Ela também pode ser usada para estar isolando um ponto da corda, se ela apresentar algum dano.

 

Nó orelha de coelho:

 

Muito utilizado para estar promovendo ancoragem de acesso por cordas, como no caso de uma escalada, procurando o equilíbrio entre as duas escoras, agregando maior redundância para montagem de uma ancoragem equalizada em V.

 

Nó pescador simples:

 

Basicamente, é usado para unir duas linhas de diâmetro idêntico. Se considerar também um dos mais seguros quando realizado de forma dupla, agregando ainda mais resistência.

 

Nó nove:

 

Muito parecido ao nó oito, sendo que tem uma volta a mais na hora de ser realizado, podendo ser mais confiável e seguro para cargas.

 

Nó de travagem:

 

São utilizados para estar rematando a ponta de uma corda de maneira a engrassa-la ou até mesmo estar evitando que ela acabe desfiando.

Nó direito:

 

Um dos mais famosos, ainda que é um tipo que muitos aprendem na fase de escoteiros. Ele irá permitir ligar duas cordas de bitola igual e também para materiais iguais que não necessitem de um grande emprego de força.

Para estar realizando este nó é preciso apenas estar cruzando os chicotes duas vezes, sempre que o mesmo tiver que passar por cima.

 

Nó cabeça de cotovia:

 

Também conhecido como nós de pescador ou nó de burro, sendo utilizado basicamente para estar fazendo a união de cordas de bitola iguais ou próximas, sendo ainda muito finas, molhadas ou até mesmo escorregadias.

 

Nó de escota:

 

Esse nó tem a finalidade de estar unindo cordas de bitola ou aqueles materiais que sejam diferentes. Para isso, basta somente sobrar o chicote da corda que seja mais grossa criando uma espécie de argola. No meio dela ainda deve passar a corda mais fina, que no final, após rodear deverá ainda trilhar.

 

3 Permissão de trabalho:

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Introdução:

 

A Permissão de Trabalho (PT) ou Permissão para Trabalho, ela vai permitir o trabalho nas áreas de risco por um certo tempo. Sendo assim, a empresa vai se certificar que apenas os trabalhadores necessários no desempenho da atividade adentrem na área de risco.

Não deixando que aconteçam o acesso de pessoas estranhas, a Permissão de Trabalho irá evitar que essas pessoas possam estar se acidentando ou ficando doentes por exposição aos agentes de risco do ambiente.

 

Função da Permissão de Trabalho:

 

A Permissão de Trabalho tem como objetivo certificar a respeito da observação dos requisitos mínimos de saúde e segurança dos trabalhadores envolvidos, como também as pessoas próximas.

 

Pessoas que podem emitir a Permissão de Trabalho:

 

O empregador precisa emitir uma autorização por escrito das pessoas que foram autorizadas, de acordo com a natureza da atividade, a emitir e assinar as Permissões de Trabalho.

Com relação a aqueles que podem estar emitindo a Permissão de Trabalho, no geral são os empregados que pertencem ao SESMT ou ao corpo de bombeiros da empresa, se houber.

No geral, o empregado autorizado a  estar assinando a Permissão de trabalho é aquele responsável pela área ou setor pelo qual o trabalho vai ser feito, em conjunto com o SESMT e/ou corpo de bombeiros da empresa, caso houver.

 

Como é realizada a permissão de trabalho:

 

Ela irá consistir num documento que é redigido em três vias ( uma a ser entregue no lugar de trabalho, uma outra arquivada pela área de Segurança do Trabalho e uma outra entregue a uma chefia imediata), que irá conter uma autorização para um determinado trabalho fazer uma atividade.

No documento vão estar as orientações formais a respeito de como estar desempenhando a atividade com o foco de evitar acidentes. A autorização é entregue pelo colaborador ao seu supervisor, antes de estar executando qualquer trabalho.

A permissão não serve somente para a segurança do funcionário, com o também para estar esclarecendo dúvidas possíveis a respeito de todas as fases do trabalho.

 

Antes de começar o trabalho:

 

  • Antes de começar o trabalho, as etapas da Permissão de Trabalho são as seguintes:
  • Realizar a visita do local do trabalho e anotar todos os lugares que podem estar oferecendo algum risco.
  • Fazer o preenchimento do formulário (análise de risco) ainda no lugar com a ajuda da equipe que é envolvida na atividade, para que elas sejam contemplados todos os detalhes. Vão ser descritas de forma objetiva as etapas de trabalho, fazendo a verificação dos perigos e as medidas preventivas a serem executadas.
  • Solicitar assinaturas dos participantes e supervisores no verso do formulário.
  • Fazer a elaboração da permissão de trabalho, fazendo a adaptação do modelo de acordo com a atividade que está sendo executada.

 

Na hora do trabalho:

 

  • O trabalhador necessita estar certificando que o lugar está isolado e sinalizado (placas, alarmes, cartazes, etc). 
  • Precisa seguir com atenção todas as etapas estabelecidas pela PT (Permissão de Trabalho).
  • Deixar o PT em um lugar que é visível a todos os supervisores.
  • Realizar a leitura em voz alta dos procedimentos e recolhimento da assinatura dos participantes.
  • Se acontecer algo fora do previsto, todos eles precisam parar o serviço e estar divulgando o ocorrido para toda a equipe, tendo como objetivo apresentar as medidas e falhas preventivas para estar evitando a  reincidência.

 

Depois do trabalho:

 

Precisa ser feita uma inspeção completa, retirando tudo o que pode ter ficado no serviço (lixo, peças e estruturas soltas, materiais inflamáveis , ferramentas). 

A pessoa  que fica responsável pela atividade deverá estar devolvendo a ficha para estar fazendo o arquivo na área de segurança do trabalho.

 

Quando estar emitindo a Permissão de Trabalho:

 

A permissão de trabalho precisa ser emitida e preenchida sempre que acontecer a realização de serviços como:

  • Trabalho em espaços confinados;
  • Trabalho à quente (solda e corte de qualquer natureza);
  • Trabalho em altura;
  • Escavações ou escoramentos, demolição, perfuração;
  • Trabalho em Alta Tensão;
  • Entre outros tipos de trabalho, conforme necessário.

 

Obrigações referentes à permissão de trabalho à; luz das NRs:

 

Veja abaixo uma llista de NRs, com os itens que estabelecem os requisitos para as permissões de trabalho em diversas atividades em que seja preciso cirar uma Permissão de Trabalho.

NR 33:

Ela vai Estabelece os requisitos mínimos para a identificação de espaços confinados e para o reconhecimento, a avaliação, o monitoramento e o controle dos riscos existentes, de forma a garantir a segurança e saúde dos trabalhadores que neles interagem direta ou indiretamente.

A norma também vai dispor ao que  cabe ao empregador manter arquivados os procedimentos e Permissões de Entrada e Trabalho por cinco anos.

Além disso, irá prever:

Os procedimentos para trabalho em espaços confinados e a Permissão de Entrada e Trabalho devem ser avaliados no mínimo uma vez ao ano e revisados sempre que houver alteração dos riscos, com a participação do Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho – SESMT e da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA.

 

NR 34:

                                                                                                                                                                                                                  

A NR 34 estabelece os requisitos mínimos e as medidas de proteção à segurança, à saúde e ao meio ambiente de trabalho nas atividades da indústria de construção, reparação e desmonte naval.

A NR também prevê que toda documentação prevista Norma deve permanecer no estabelecimento à disposição da Auditoria-Fiscal do Trabalhodos representantes da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes -CIPA e dos representantes das Entidades Sindicais representativas da categoria, sendo arquivada por um período mínimo de cinco anos, incluindo a Permissão de Trabalho.

Fora disso, ela vai estar definindo o que consiste a Permissão de Trabalho - PT em documento escrito que contém o conjunto de medidas de controle necessárias para que o trabalho seja desenvolvido de forma segura, além de medidas emergência e resgate, e deve: 

Ser emitida em três vias, para: afixação no local de trabalho, entrega à chefia imediata dos trabalhadores que realizarão o trabalho, e arquivo de forma a ser facilmente localizada; 

  • Conter os requisitos mínimos a serem atendidos para a execução dos trabalhos e, quando aplicável, às disposições estabelecidas na APR; 

Ser assinada pelos integrantes da equipe de trabalho, chefia imediata e profissional de segurança e saúde no trabalho ou, na inexistência desse, pelo responsável pelo cumprimento desta Norma; 
Ter validade limitada à duração da atividade, restrita ao turno de trabalho, podendo ser revalidada pelo responsável pela aprovação nas situações em que não ocorram mudanças nas condições estabelecidas ou na equipe de trabalho.

NR 35:

Já essa NR vai estabelecer os requisitos mínimos e as medidas de proteção para o trabalho em altura, envolvendo o planejamento, a organização e a execução.

Ela exige o arquivamento da Permissão de Trabalho, mas não determina um período minimo de arquivamento, ficando este, portanto, a critério da empresa, e determina:

35.2.1 Cabe ao empregador: 

b) assegurar a realização da Análise de Risco – AR e, quando aplicável, a emissão da Permissão de Trabalho – PT;

As atividades não rotineiras devem ser previamente autorizadas mediante Permissão de Trabalho.

Agora,para as atividades não rotineiras as medidas de controle devem ser evidenciadas na Análise de Risco e na Permissão de Trabalho.

A Permissão de Trabalho tem que ser emitida, aprovada pelo responsável pela autorização da permissão, disponibilizada no local de execução da atividade e, ao final, encerrada e arquivada de forma a permitir sua rastreabilidade.

A Permissão de Trabalho tem que conter:

 

  • Os requisitos mínimos a serem atendidos para a execução dos trabalhos;
  • As disposições e medidas estabelecidas na Análise de Risco;
  • A relação de todos os envolvidos e suas autorizações.

A PT tem que ter validade limitada à duração da atividade, restrita somente ao turno de trabalho, ou podendo ser reavaliada pelo responsável ou por aprovar situações em que não acontecem mudanças nas condições estabelecidas ou na equipe de trabalho.

 

Também encontramos os requisitos para as permissões de trabalho nas NR 37;NR 20;NR 12;NR 31;NR 30.