1
Recomendação técnica de procedimentos medidas de proteção contra quedas de altura
2
Noções Básicas de Desenho Arquitetônico e Construção Civil
3
Técnicas em Construção Civil
4
Noções de Construção Civil e Desenho Arquitetônico
5
Introdução à Leitura e Interpretação de Projetos na construção Civil
6
Catálogo de Madeiras Brasileiras para a Construção Civil I
7
Elaboração de Projetos Arquitetônicos I
8
Plano de Gerenciamento Integrado de Resíduos da Construção Civil - PGIRCC
9
Descarte Correto dos Resíduos da Construção Civil
Introdução à Leitura e Interpretação de Projetos na construção Civil
Noções básicas de Construção Civil e Desenho Arquitetônico
1 Leitura e interpretação de projetos na construção civil :
Leitura e Interpretação de Projetos no Brasil e no mundo tem experimentado uma série de mudanças do ponto de vista teórico/conceitual, visto que contribui com as gerências das empresas, proporcionando a estas um exame bem detalhado das dimensões estratégicas que devem nortear e permitir a adequada priorização dos projetos, bem como criar mecanismos de controle e descarte dos mesmos. Na opinião de Limmer, planejar significa projetar o futuro para atuar com eficiência no presente, ou seja, definir metas e objetivos a serem alcançados em determinado tempo (prazo) e a partir dessas diretrizes empreenderem as ações necessárias para atingir os objetivos propostos. Mediante o exposto, temos a configuração da temática baseada na aplicação da gestão de projetos na construção civil, objetivando analisar a gestão de projetos e sua eficácia no desenvolvimento de obras de construção civil.
A leitura e interpretação de projetos de arquitetura e engenharia nas obras voltadas para a construção civil, tem sido, desde algum tempo, objeto de estudos e discussões que tem seu foco voltado principalmente para as empresas que elaboram e executam grandes construções. A indústria da construção civil na opinião de Barcaui et al, nos dias atuais, se diferencia das demais por possuir características próprias quanto à elaboração de seus produtos. Essa elaboração seleciona e qualifica um mercado o qual há pouco tempo atrás não evoluía por falta da implementação de uma gestão que ousasse quebrar as regras tradicionais metodológicas até então sempre empregadas nesse setor. Os objetivos propostos consistiram em geral, conforme mencionado em parágrafo anterior. E específicos visando verificar a gestão de projetos, bem como seu histórico e sua implementação no desenvolvimento de obras da construção civil; demonstrar a importância da gestão do tempo sobre os aspectos da produtividade junto à construção civil; e descrever o papel dos indicadores de desempenho de processos produtivos e seus impactos para a construção civil. Embora as teorias e modelos sobre planejamento tenham origem nas ciências administrativas, o planejamento em si não é uma “disciplina” exclusiva do curso de Administração. É, principalmente, uma poderosa ferramenta de gestão que pode ser aplicada em praticamente todas as áreas de conhecimento e ao desenvolvimento profissional e pessoal. Portanto, o planejamento deve ser visto como uma rota a ser seguida que oferece a possibilidade de tomar decisões conscientes e por iniciativa própria ao invés de deixar essa responsabilidade outras pessoas ou acontecimentos e apenas assumir a responsabilidade pelo cumprimento dos compromissos que lhe forem delegados.
Dessa forma, o planejamento não só pode, como deve, ser constantemente revisado e ajustado. Assim, as ocorrências que interfiram no planejamento, podem ser analisadas o planejamento ajustado, de acordo com a nova realidade. Mediante o exposto, demonstra-se a relevância deste trabalho tendo em vista que poderá servir de escopo para pesquisas futuras já que abordará aspectos conceituais acerca do planejamento de obras e a gestão de projetos, disciplinas atreladas em função do desempenho positivo de atividades diversas, neste caso, a construção civil.
Diversas são as inovações e reformulações trazidas pela NBR 15.575, especialmente os aspectos técnicos e as responsabilidades de cada agente, tornando-a muito mais abrangente. Os projetistas receberam atenção especial, passando a ter normas mais rigorosas a cumprir, entre as quais a necessidade de especificar a vida útil projetada (VUP), que consiste no período estimado de tempo (em anos) em que o edifício atenderá às exigências dos usuários, classificando-se em mínimo (M), intermediário (I) e superior (S).
O cálculo da VUP leva em consideração cada componente da edificação, como a parte estrutural, os pisos, as vedações, o revestimento, a pintura e outros. A vida útil projetada será um dos parâmetros para distinguir as obras com alto padrão de qualidade das obras com o padrão mínimo exigido pela NBR 15.575. Isso demandará do empreendedor maior atenção no momento de veicular tal informação no material publicitário do produto, porquanto os dados divulgados vinculam o empreendedor; e caso o empreendimento não corresponda ao material de publicidade, o consumidor poderá ser indenizado.
Para que um empreendedor divulgue sua construção como de “alto” ou “superior” padrão, ela deve satisfazer plenamente as exigências da NBR 15.575 para cada categoria. A nova norma também destinou espaço para abordar a atividade dos construtores e dos incorporadores, expandindo o leque das suas obrigações e tornando expressas exigências que antes estavam presentes apenas em outras normas. Destaca-se a elaboração mais cuidadosa e detalhada do manual de operação, uso e manutenção, mais conhecido como o Manual do Proprietário. Esse instrumento deverá trazer as informações técnicas da edificação, os prazos de garantia (que não se confundem com a vida útil projetada), além das orientações para o uso e a manutenção, tudo de acordo com a nova NBR 15.575. Os consumidores serão os maiores beneficiados com as futuras construções, mas não poderão eximir-se de conhecer as suas garantias e, principalmente, as suas obrigações, entre as quais a manutenção da edificação na forma prevista no manual do proprietário.
A NBR 15.575 é sobretudo uma norma que objetiva uma construção civil sustentável e de melhor qualidade, o que certamente exigirá maior interação e troca de informações entre todos os agentes envolvidos. Assim, ela não poderá passar despercebida pela indústria da construção civil de Criciúma, pois no momento em que o mercado imobiliário da cidade está aquecido, é fundamental que os protagonistas conheçam as especificidades técnicas da norma e, principalmente, os reflexos jurídicos que seu desatendimento poderá acarretar. Portanto, apesar de todos os desafios que surgirão, aqueles que se adaptarem às novas regras poderão oferecer um produto diferenciado aos consumidores e à sociedade, dentro de um novo conceito de construção civil.
Construção civil é o termo que engloba a confecção de obras como casas, edifícios, pontes, barragens, fundações de máquinas, estradas, aeroportos e outras infraestruturas, onde participam engenheiros civis e arquitetura em colaboração com técnicos de outras disciplinas.
Após estudar este capítulo, você deverá ser capaz de:
• Elaborar um bom projeto arquitetônico,utilizando métodos simples, definir a planimetria e a altimetria de um terreno;
• Analisar a topografia de um terreno;
• Utilizar melhor a topografia dos terrenos.
2 Técnicas de Construção Civil:
Conceito:
Sabemos que para se executar qualquer projeto devemos antes de mais nada, realizar uma entrevista com o interessado em executar qualquer tipo de construção.Devemos considerar que geralmente o cliente é praticamente leigo, cabendo então ao profissional orientar esta entrevista, para obter o maior número possível de dados.
Sem sabermos as características do terreno, é quase impossível executar-se um bom projeto. As características ideais de um terreno para um projeto econômico são:
Sem sabermos as características do terreno, é quase impossível executar-se um bom projeto. As características ideais de um terreno para um projeto econômico são:
a) Não existir grandes movimentações de terra para a construção;
b) Ter dimensões tais que permita projeto e construção de boa residência;
c) Ser seco;
d) Ser plano ou pouco inclinado para a rua;
e) Ser resistente para suportar bem a construção;
f ) Ter facilidade de acesso;
g) Terrenos localizados nas áreas mais altas dos loteamentos;
h) Escolher terrenos em áreas não sujeitas a erosão;
i) Evitar terrenos que foram aterrados sobre materiais sujeitos a decomposição orgânica.
b) Ter dimensões tais que permita projeto e construção de boa residência;
c) Ser seco;
d) Ser plano ou pouco inclinado para a rua;
e) Ser resistente para suportar bem a construção;
f ) Ter facilidade de acesso;
g) Terrenos localizados nas áreas mais altas dos loteamentos;
h) Escolher terrenos em áreas não sujeitas a erosão;
i) Evitar terrenos que foram aterrados sobre materiais sujeitos a decomposição orgânica.
Mas como nem sempre estas características são encontradas nos lotes urbanos, devemos levá-las em consideração quando da visita ao lote, levantando os seguintes pontos:
a) Deve-se identificar no local o verdadeiro lote adquirido segundo a escritura, colhendo-se todas as informações necessárias;
b)Verificar junto a Prefeitura da Municipalidade, se o loteamento onde se situa o terreno, foi devidamente aprovado e está liberado para construção;
c)Números das casa vizinhas ou mais próximas do lote;
d) Situação do lote dentro da quadra, medindo-se a distância da esquina ou construção mais próxima.
e)Com bússola de mão, confirmar a posição da linha N-S.
f) Verificar se existem benfeitorias.(água, esgoto, energia)
g) Sendo o terreno com inclinação acentuada, em declive, verificar se existe viela sanitária vizinha do lote, em uma das divisas laterais ou fundo;
h) Verificar se passa perto do lote, linha de alta tensão, posição de postes, bueiros,
i) Verificar se existe faixa non edificandi .( de não construção)
j) Verificar a largura da rua e passeio.
Obs.: Todos esses dados poderão ser acrescidos no questionário anterior.
b)Verificar junto a Prefeitura da Municipalidade, se o loteamento onde se situa o terreno, foi devidamente aprovado e está liberado para construção;
c)Números das casa vizinhas ou mais próximas do lote;
d) Situação do lote dentro da quadra, medindo-se a distância da esquina ou construção mais próxima.
e)Com bússola de mão, confirmar a posição da linha N-S.
f) Verificar se existem benfeitorias.(água, esgoto, energia)
g) Sendo o terreno com inclinação acentuada, em declive, verificar se existe viela sanitária vizinha do lote, em uma das divisas laterais ou fundo;
h) Verificar se passa perto do lote, linha de alta tensão, posição de postes, bueiros,
i) Verificar se existe faixa non edificandi .( de não construção)
j) Verificar a largura da rua e passeio.
Obs.: Todos esses dados poderão ser acrescidos no questionário anterior.
Geralmente, estes dados colhidos na visita ao terreno não são os suficientes, e na maioria das vezes, devemos pedir previamente que se execute uma limpeza do terreno e um levantamento planialtimétrico, algumas modalidades para limpeza do terreno, que devemos levar em consideração e sabermos defini-las:
1-Carpir - Quando a vegetação é rasteira e com pequenos arbustos, usando para tal, unicamente a enxada.
2-Roçar - Quando além da vegetação rasteira, houver árvores de pequeno porte, que poderão ser cortadas com foice.
3-Destocar - Quando houver árvores de grande porte, necessitando desgalhar, cortar ou serrar o tronco e remover parte da raiz. Este serviço pode ser feito com máquina ou manualmente.
2-Roçar - Quando além da vegetação rasteira, houver árvores de pequeno porte, que poderão ser cortadas com foice.
3-Destocar - Quando houver árvores de grande porte, necessitando desgalhar, cortar ou serrar o tronco e remover parte da raiz. Este serviço pode ser feito com máquina ou manualmente.
Serviços serão executados de modo a não deixar raízes ou tocos de árvore que possam dificultar os trabalhos. Todo material vegetal, bem como o entulho terão que ser removidos do canteiro de obras.
3 Técnicas de construção civil:
Cobertura:
A cobertura é o elemento de proteção, que pode ser: cerâmico, de fibrocimento,alumínio, de chapa galvanizada, etc...
Depois de erguidas as paredes, procede-se com o fechamento superior, ou seja, é dado o acabamento final da edificação com o principal objetivo de proteger os espaços internos da ação das intempéries, ventos e dar proteção em geral. As coberturas são variadas em suas tipologias e formatos, podendo ser embutido em platibandas ou aparentes. A cobertura incorpora outros componentes que se integram nessa área da edificação:
Depois de erguidas as paredes, procede-se com o fechamento superior, ou seja, é dado o acabamento final da edificação com o principal objetivo de proteger os espaços internos da ação das intempéries, ventos e dar proteção em geral. As coberturas são variadas em suas tipologias e formatos, podendo ser embutido em platibandas ou aparentes. A cobertura incorpora outros componentes que se integram nessa área da edificação:
- Telhas;
- Isolamentos térmicos e acústicos;
- Reservatórios de água fria;
- Reservatórios de água quente;
- Sistema de captação solar;
- Sistema de recolhimento das águas;
- Impermeabilizações específicas.
- Isolamentos térmicos e acústicos;
- Reservatórios de água fria;
- Reservatórios de água quente;
- Sistema de captação solar;
- Sistema de recolhimento das águas;
- Impermeabilizações específicas.
No caso dos telhados temos, além das telhas que são visíveis na parte externa, uma série de estruturas internas para montagem e sustentação do telhado. Os materiais empregados podem ser em madeira ou metálicos. Quanto às telhas, podemos encontrar: telhas cerâmicas, de concreto, asfálticas, metálicas, etc.
4 ESTRUTURAS DE MADEIRA:
Cobertura:
Para facilitar, podemos dividir a estrutura em armação e trama (Figura 6.1).A armação é a parte estrutural, constituída pelas tesouras, cantoneiras, escoras, etc... e a trama é o quadriculado constituído de terças, caibros e ripas, que se apoiam sobre a armação e por sua vez servem de apoio às telhas.
Materiais utilizados nas estruturas:
- madeira:Podemos utilizar todas as madeiras de lei para a estrutura de telhado (Tabela 6.1), no entanto a peroba tem sido a madeira mais utilizada.
Caso se utilize madeiras que não conste na Tabela 6.1 devemos verificar se as mesmas possuem as características físicas e mecânicas a seguir:- resistência à compressão (fc), a 15% de umidade, igual ou superior a 55,5 MPa.- Módulo de ruptura à tração igual ou superior a 13,5 MPa.
Caso se utilize madeiras que não conste na Tabela 6.1 devemos verificar se as mesmas possuem as características físicas e mecânicas a seguir:- resistência à compressão (fc), a 15% de umidade, igual ou superior a 55,5 MPa.- Módulo de ruptura à tração igual ou superior a 13,5 MPa.
As madeiras da Tabela 6.1 estão divididas em grupos segundo as suas característicasmecânicas. A cabreúva vermelha, coração de negro, faveiro, anjico preto, guaratã e taiuvatêm alta dureza, portanto devemos ter cuidado ao manuseá-las.As madeiras serradas das toras já são padronizadas em
bitolas
comerciais. No entanto,existem casos onde o dimensionamento das peças exigem peças maiores ou diferentes, assim sendo deve-se partir para seções compostas (nestes casos estudadas na disciplina Estruturas de Madeira).
bitolas
comerciais. No entanto,existem casos onde o dimensionamento das peças exigem peças maiores ou diferentes, assim sendo deve-se partir para seções compostas (nestes casos estudadas na disciplina Estruturas de Madeira).
- vigas: 6 x 12cm ou 6 x 16cm, comprimento 2,5; 3,0; 3,5; 4,0; 4,5; 5,0m
- caibros: 5 x 6cm ou 5 x 7 (6 x 8)cm, comprimento 2,5; 3,0; 3,5; 4,0; 4,5; 5,0m
- ripas: 1,0 x 5,0cm; geralmente com 4,50m de comprimento e são vendidas por dúzia.
Obs. Para bitolas diferentes ou comprimentos maiores, o preço da peça aumenta.
- caibros: 5 x 6cm ou 5 x 7 (6 x 8)cm, comprimento 2,5; 3,0; 3,5; 4,0; 4,5; 5,0m
- ripas: 1,0 x 5,0cm; geralmente com 4,50m de comprimento e são vendidas por dúzia.
Obs. Para bitolas diferentes ou comprimentos maiores, o preço da peça aumenta.
- peças metálicas: As peças metálicas utilizadas em estruturas de telhado são os pregos, os parafusos,chapas de aço para os estribos e presilhas.Os pregos mais utilizados são:
22 X 42 ou 22 X 48 - para pregar as vigas;
22 x 42 ou 19 x 39 - para pregar os caibros;
15 x 15 - para pregar as ripas
22 X 42 ou 22 X 48 - para pregar as vigas;
22 x 42 ou 19 x 39 - para pregar os caibros;
15 x 15 - para pregar as ripas
Os pregos obedecem as normas EB-73 e PB-58/ ABNT. A designação dos pregos com cabeça será por dois nºs. aXb .
Peças utilizadas nas estruturas de telhado:
As tesouras são muito eficientes para vencer vãos sem apoio intermediários (Figura6.2). São estruturas planas verticais que recebem cargas paralelamente ao seu plano,transmitindo-as aos seus apoios. Geralmente são compostas por:
Estes vãos são para as madeiras secas. Caso não se tenha certeza, devemos diminuir ou efetuar os cálculos utilizando a Tabela 6.2 mais precisa e que leva em consideração o tipo de madeira e de telha:Para vãos maiores que 3,50 m devemos utilizar bitolas especiais o que não é aconselhável pelo seu custo.As terças são peças horizontais colocadas em direção perpendicular às tesouras e recebem o nome de cumeeiras quando são colocadas na parte mais alta do telhado (cume), e contra frechal na parte baixa (Figura 6.5).As terças devem ser apoiadas nos nós das tesouras
5 Cobrimento ou telhamento:
O mercado oferece uma diversidade de materiais para telhamento de coberturas, cuja escolha na especificação de um projeto depende de diversos fatores, entre eles o custo que irá determinar o patamar de exigência com relação à qualidade final do conjunto, devendo-se considerar as seguintes condições mínimas:
a)Deve ser impermeável, sendo esta a condição fundamental mais relevante;
b)Resistente o suficiente para suportar as solicitações e impactos;
c)Possuir leveza, com peso próprio e dimensões que exijam menos densidade de estruturas de apoio;
d)Deve possuir articulação para permitir pequenos movimentos;
e)Ser durável e devem manter-se inalteradas suas características mais importantes;
f)Deve proporcionar um bom isolamento térmico e acústico.
b)Resistente o suficiente para suportar as solicitações e impactos;
c)Possuir leveza, com peso próprio e dimensões que exijam menos densidade de estruturas de apoio;
d)Deve possuir articulação para permitir pequenos movimentos;
e)Ser durável e devem manter-se inalteradas suas características mais importantes;
f)Deve proporcionar um bom isolamento térmico e acústico.
Chapa de aço zincado:
a)Existem perfis ondulados, trapezoidais e especiais;
b)Podem ser obtidas em cores, com pintura eletrostática;
c)Permitem executar coberturas com pequenas inclinações;
d)Podem ser fornecidas com aderência na face inferior de poliestireno expandido para a redução térmica de calor;
e)Principais fornecedores: Chapas Dobel (sueca), Mini Kalha Tekno e Perkrom.
b)Podem ser obtidas em cores, com pintura eletrostática;
c)Permitem executar coberturas com pequenas inclinações;
d)Podem ser fornecidas com aderência na face inferior de poliestireno expandido para a redução térmica de calor;
e)Principais fornecedores: Chapas Dobel (sueca), Mini Kalha Tekno e Perkrom.
Telhas autoportantes:
a)Executadas com chapas metálicas ou concreto protendido, em perfis especiais (autoportantes) para vencer grandes vãos, variando de 10 a 30 metros, em coberturas planas e arcadas, sem a existência de estrutura de apoio;
b)Utilizadas em construções de galpões industriais, agrícolas, esportivos, hangares etc;
c)Principais fornecedores: Kalha Tekno, Imasa, Pimental, Macmetal, Cimasa, Cassol, Consid etc.
b)Utilizadas em construções de galpões industriais, agrícolas, esportivos, hangares etc;
c)Principais fornecedores: Kalha Tekno, Imasa, Pimental, Macmetal, Cimasa, Cassol, Consid etc.
Telhas de alumínio:
a)É o material mais leve, e de maior custo;
b)Fornecidas em perfil ondulados e trapezoidais;
c)Refletem 60% das irradiações solares, mantendo o conforto térmico sob a cobertura. São resistentes e duráveis;
d)Cuidado deve ser observado para não apoiar as peças diretamente sobre a estrutura de apoio em metal ferroso, as peças devem ser isoladas no contato;
e)Principais fornecedores: Alcan, Alcoa, Asa, Belmetal etc.
b)Fornecidas em perfil ondulados e trapezoidais;
c)Refletem 60% das irradiações solares, mantendo o conforto térmico sob a cobertura. São resistentes e duráveis;
d)Cuidado deve ser observado para não apoiar as peças diretamente sobre a estrutura de apoio em metal ferroso, as peças devem ser isoladas no contato;
e)Principais fornecedores: Alcan, Alcoa, Asa, Belmetal etc.
Telhas plásticas:
a)Fornecidas em chapas onduladas e trapezoidais, translúcidas e opacas, de PVC ou Poliester e em cores;
b)Principais fornecedores: Goyana, Tigre, Plagon, Trorion etc.
b)Principais fornecedores: Goyana, Tigre, Plagon, Trorion etc.
Telhas cerâmicas:
a)São tradicionalmente usadas na construção civil;
b)Tipos principais: francesa, colonial, plan, romana, plana ou germânica.
b)Tipos principais: francesa, colonial, plan, romana, plana ou germânica.
Telhas de vidro:
a)Formatos similares às telhas cerâmicas;
b)Utilizadas para propiciar a iluminação zenital.
b)Utilizadas para propiciar a iluminação zenital.
Telhas de fibrocimento:
a)São fabricadas com cimento portland e fibras de amianto, sob pressão;
b)Incombustíveis, leves, resistentes e de grande durabilidade;
c)Fácil instalação, existindo peças de concordância e acabamento, e exigindo estrutura de apoio de pouco volume;
d)Perfis variados e também autoportantes, com até 9,0 m de comprimento.
b)Incombustíveis, leves, resistentes e de grande durabilidade;
c)Fácil instalação, existindo peças de concordância e acabamento, e exigindo estrutura de apoio de pouco volume;
d)Perfis variados e também autoportantes, com até 9,0 m de comprimento.
Telhas de chapas compensadas e aluminizadas:
a)Feitas com lâminas de madeira compensada, coladas a alta pressão;
b)Incombustíveis;
c)Alta resistência mecânica, suportando peso de cinco pessoas;
d)Refletem os raios solares, permitindo temperaturas interiores mais baixas;
e)Dimensões das peças: C = 2,2 m, L = 1,00 m, e = 6 mm.
b)Incombustíveis;
c)Alta resistência mecânica, suportando peso de cinco pessoas;
d)Refletem os raios solares, permitindo temperaturas interiores mais baixas;
e)Dimensões das peças: C = 2,2 m, L = 1,00 m, e = 6 mm.
Telhas de concreto:
a)Telhas produzidas com traço especial de concreto leve, proporcionando um telhado com 10,5 telhas por metro quadrado e peso de 50 kg/m2;
b)Perfis variados com textura em cores obtidas pela aplicação de camada de verniz especial de base polímero acrílica;
c)Alta resistência das peças, superior a 300 kg.
b)Perfis variados com textura em cores obtidas pela aplicação de camada de verniz especial de base polímero acrílica;
c)Alta resistência das peças, superior a 300 kg.
6 ESTRUTURAS DE APOIO TIPO TESOURAS:
As armações tipo tesouras correspondem ao sistema de vigas estruturais treliçadas, ou sejam, estruturas isostáticas executadas com barras situadas num plano e ligadas umas ao outras em suas extremidades por articulações denominadas de nós, em forma de triângulos interligados e constituindo uma cadeia rija, apoiada nas extremidades.
Tipos de tesouras:
Independente do material a ser utilizado na execução de estruturas tipo tesoura, as concepções estruturais são definidas pelas necessidades arquitetônicas do projeto e das dimensões da estrutura requerida, onde podemos ter os seguintes esquemas: