Guia de Medicamentos Genéricos 4
Introdução em Farmácia Hospitalar
1 Ambroxol (cloridrato):
FORMA(S) FARMACÊUTICA(S):
Xarope - 3mg/ml e 6mg/ml
Solução oral - 7,5mg/ml
INDICAÇÕES
Broncopneumonias. Bronquites e outras patologias broncopulmonares nas quais está indicada a eliminação das secreções.
POSOLOGIA
Adulto: 30mg VO, 3 vezes ao dia. Crianças até 2 anos: 7,5mg VO, 2 vezes ao dia. Crianças de 2 a 5 anos: 7,5mg VO, 3 vezes ao dia. Crianças acima de 5 anos: 15mg VO, 3 vezes ao dia.
CONTRAINDICAÇÕES:
Gravidez (1º e último trimestre). Hipersensibilidade ao ambroxol e outros componentes da fórmula. Pacientes com alterações hepáticas e/ou renais.
EFEITOS ADVERSOS
Pirose, dispepsia, diarreia, náusea, vômito. Erupções cutâneas.
INTERAÇÕES
Aumenta a concentração pulmonar da amoxicilina, cefuroxima, eritromicina e doxiciclina.
PRECAUÇÕES
A solução oral contém cloreto de benzalcônio que, quando inalado acidentalmente, pode causar broncoespasmo
2 Ambroxol (cloridrato):
FORMA(S) FARMACÊUTICA(S):
Xarope - 3mg/ml e 6mg/ml
Solução oral - 7,5mg/ml
INDICAÇÕES
Broncopneumonias. Bronquites e outras patologias broncopulmonares nas quais está indicada a eliminação das secreções.
POSOLOGIA
Adulto: 30mg VO, 3 vezes ao dia. Crianças até 2 anos: 7,5mg VO, 2 vezes ao dia. Crianças de 2 a 5 anos: 7,5mg VO, 3 vezes ao dia. Crianças acima de 5 anos: 15mg VO, 3 vezes ao dia.
CONTRAINDICAÇÕES:
Gravidez (1º e último trimestre). Hipersensibilidade ao ambroxol e outros componentes da fórmula. Pacientes com alterações hepáticas e/ou renais.
EFEITOS ADVERSOS
Pirose, dispepsia, diarreia, náusea, vômito. Erupções cutâneas.
INTERAÇÕES
Aumenta a concentração pulmonar da amoxicilina, cefuroxima, eritromicina e doxiciclina.
PRECAUÇÕES
A solução oral contém cloreto de benzalcônio que, quando inalado acidentalmente, pode causar broncoespasmo
3 Furosemida:
FORMA(S) FARMACÊUTICA(S):
Solução injetável - 10mg/ml
Comprimido - 40mg
INDICAÇÕES
Tratamento de hipertensão arterial leve e moderada, edema, devido a distúrbios cardíacos, hepáticos, renais e queimaduras. Insuficiência cardíaca congestiva, insuficiência renal aguda, edema agudo de pulmão.
POSOLOGIA
Adulto: 40mg a 80mg/dia VO. Tratamento inicial com 20mg a 80mg/dia. Dose de manutenção: 20mg a 40mg/dia. Criança: 1mg a 3mg/kg/dia. Doses elevadas (acima de 400mg) podem ser utilizadas em casos de oligúria ou anúria.
CONTRAINDICAÇÕES:
Gravidez. Amamentação. Pacientes com insuficiência renal, pré-coma, coma hepático associado com encefalopatia hepática, hipovolemia, desidratação, hipersensibilidade à furosemida ou sulfonamidas e demais componentes da fórmula.
EFEITOS ADVERSOS
Aumento de excreção de potássio, cálcio, magnésio, sódio, cloro, água e outros eletrólitos. Desidratação e hipovolemia em idosos. Sintomas e/ou sinais de distúrbios eletrolíticos e alcalose metabólica podem se manifestar (polidipsia, cefaléia, confusão, dores musculares, tetania, fraqueza muscular, distúrbio do ritmo cardíaco, desconforto, distensão e dor abdominal).
INTERAÇÕES
Pode elevar os níveis séricos de glicose, colesterol e triglicerídeos. Potencializa os efeitos ototóxicos dos aminoglicosídeos e os efeitos nefrotóxicos das cefalosporinas s aminoglicosídeos Antiinflamatórios não esteroidais (indometacina, ácido acetilsalicílico) podem atenuar a ação da furosemida e sua administração concomitante. Pode causar insuficiência renal aguda no caso de hipovolemia ou desidratação preexistente. Aumenta a toxicidade do salicilato e do lítio. Tem seus efeitos diminuídos pela indometacina, fenitoína e sucralfato. Antagoniza o efeito relaxante muscular da tubocurarina.
PRECAUÇÕES
Verificar necessidade de ajuste de dose de drogas antidiabéticas. Ao administrar curarizantes em pacientes em uso com furosemida podem ocorrer sintomas relacionados à hiponatremia e hipopotassemia, hipotensão arterial, hiperuricemia, elevação de glicemia, surdez transitória.
4 Bromexina (cloridrato)
FORMA(S) FARMACÊUTICA(S)
INDICAÇÕES
POSOLOGIA
CONTRA-INDICAÇÕES
EFEITOS ADVERSOS
INTERAÇÕES
PRECAUÇÕES
5 Carbocisteína
FORMA(S) FARMACÊUTICA(S)
INDICAÇÕES
POSOLOGIA
CONTRA-INDICAÇÕES
EFEITOS ADVERSOS
INTERAÇÕES
PRECAUÇÕES
6 Betametasona (valerato)
FORMA(S) FARMACÊUTICA(S)
INDICAÇÕES
POSOLOGIA
CONTRA-INDICAÇÕES
EFEITOS ADVERSOS
PRECAUÇÕES
7 Clobetasol (propionato):
FORMA(S) FARMACÊUTICA(S):
Creme dermatológico - 0,5mg/g
Pomada dermatológica - 0,5mg/g
Solução capilar - 0,5mg/ml
INDICAÇÕES
Dermatoses como psoríase (excluindo a forma em placas disseminadas), eczemas, líquen plano e lúpus eritematoso discóide.
POSOLOGIA
Aplicar pequena quantidade na área afetada, 1 a 2 vezes ao dia, até que ocorra a melhora (não usar por um período superior a 4 semanas).
CONTRAINDICAÇÕES:
Rosácea, acne, dermatite perioral, lesões cutâneas por vírus ou fungos. Hipersensibilidade à droga. Crianças menores de 12 anos.
EFEITOS ADVERSOS
Alterações locais como: ressecamento da pele, hipertricose, erupções acneiformes, hipopigmentação, dermatite perioral, dermatite de contato alérgica, infecção secundária, irritação, estrias e miliária. Síndrome de Cushing. Supressão do eixo hipotálamo-pituitária-adrenal com insuficiência glicocorticóide após retirada.
PRECAUÇÕES
A utilização em face, regiões axilar e inguinal deve ser cuidadosa. Não deve ser usado por períodos prolongados ou em grandes áreas durante a gravidez. Tratamento da psoríase requer acompanhamento cuidadoso.
8 Dexametasona:
FORMA(S) FARMACÊUTICA(S):
Elixir - 0,1mg/ml
Solução injetável - 2mg/ml e 4mg/ml (fosfato dissódico de dexametasona)
INDICAÇÕES
Insuficiência adrenocortical. Hiperplasia adrenal congênita. Tireoidite não-supurativa. Hipercalcemia associada às neoplasias. Manejo paliativo das leucemias e linfomas. Doenças reumatológicas, tais como LES, artrite reumatóide, psoriática ou gotosa, espondilite anquilosante e osteoartrite. Doenças dermatológicas como pênfigo, dermatite esfoliativa e dermatite seborréica. Estados alérgicos. Doenças oftalmológicas como iridociclites, neurite óptica, ceratite e inflamações de câmara anterior. Doenças respiratórias como sarcoidose e pneumonite aspirativa. Patologias hematológicas como púrpura trombocitopênica e anemia hemolítica.
POSOLOGIA
Individualizada para a patologia envolvida. Antiinflamatório em adultos: 0,75mg a 9mg/dia VO, de 6/6h ou 12/12h. Reposição fisiológica em adultos: 0,03mg a 0,15mg/kg/dia VO. Antiinflamatório em crianças: 0,08mg a 0,3mg/kg/dia VO. Reposição fisiológica em crianças: 0,03mg a 0,15mg/kg/dia VO. A dose de dexametasona administrada IV ou IM é individualizada para cada patologia envolvida.
CONTRAINDICAÇÕES:
Hipersensibilidade ao fármaco. Micoses sistêmicas, a menos que se considere necessária para controle das reações causadas pela anfotericina B. Uso concomitante com vacinas de vírus vivos. Tuberculose. Doença de Cushing. Amebíase, estrongiloidíase e diverticulites. Herpes simples.
EFEITOS ADVERSOS
Retenção de sódio e água, hipocalcemia e alcalose hipoclorêmica. Hipertensão arterial. Diminuição da massa muscular, osteoporose e fraturas espontâneas. Pancreatite, distensão abdominal, esofagite ulcerativa, aumento do apetite, ganho de peso, náusea, úlcera péptica e hemorragia digestiva alta. Tromboembolismo e tromboflebite. Síncope e taquiarritmias. Retardo de cicatrização, eritemas, petéquias, equimoses, sudorese aumentada, hirsurtismo, hiperpigmentação e outras erupções cutâneas como urticária. Edema angioneurótico. Convulsões, catatonia, aumento de pressão intracraniana, vertigens, cefaleia, insônia, psicoses e agravamento de psicopatias prévias. Irregularidades menstruais, supressão do crescimento de crianças e intolerância à glicose. Catarata, aumento da pressão intra-ocular, glaucoma e exoftalmia. Diminuição ou aumento no número de espermatozoides. Insuficiência adrenal aguda. Síndrome de Cushing.
INTERAÇÕES
Pode aumentar a necessidade de insulina ou hipoglicemiantes orais. Antiácidos diminuem sua absorção. Fenitoína, fenobarbital e rifampicina podem aumentar o metabolismo. Pode alterar a resposta aos anticoagulantes cumarínicos. Diuréticos e anfotericina B aumentam risco de hipocalemia. Pode inibir a resposta à somatotropina e reduzir os efeitos de salicilatos, vacinas e toxoides. Pode aumentar a possibilidade de arritmias ou toxicidade ao digital associada à hipocalemia. Os efeitos combinados com drogas antiinflamatórias não esteroides ou álcool podem resultar em aumento da ocorrência ou gravidade de ulceração gastrointestinal.
PRECAUÇÕES
Usar com cautela em pacientes acima de 60 anos, com infarto agudo do miocárdio, úlcera péptica, insuficiência renal, osteoporose, convulsões, hipertensão, cirrose, infecções crônicas, insuficiência cardíaca congestiva, tromboembolismo, colite ulcerativa, abscessos, diverticulite, distúrbios convulsivos e miastenia gravis. A pressão arterial, peso, exames laboratoriais rotineiros, incluindo glicemia e potássio, devem ser avaliados em períodos regulares. Controlar fatores de risco para doença coronariana. Dieta rica em proteína é recomendável em tratamento prolongado. Recomenda-se uso de antiácidos nos intervalos das refeições, em tratamentos prolongados. O uso prolongado de grandes doses deve ser acompanhado de testes da função do eixo hipotálamohipofisário-adrenal. A retirada brusca da medicação, após uso prolongado, pode causar insuficiência corticoadrenal secundária, cujo risco é minimizado pela redução gradual da dosagem.
9 Hidrocortisona (succinato sódico):
FORMA(S) FARMACÊUTICA(S):
Pó liofilizado para solução injetável - 100mg e 500mg
INDICAÇÕES
Insuficiência adrenal. Anafilaxias. Doenças reumatológicas como: LES, artrite reumatóide, bursite aguda e subaguda e artrites psoriáticas e gotosas. Doenças dermatológicas como pênfigo, psoríase severa e dermatite esfoliativa. Reações alérgicas. Doenças oftalmológicas como herpes zoster, neurite óptica, conjuntivite alérgica e inflamação de câmara anterior. Retocolite ulcerativa. Linfomas, leucemias em adultos e leucemia aguda em crianças. Exacerbações agudas de esclerose múltipla. Doenças respiratórias como sarcoidose sintomática, tuberculose fulminante ou disseminada (em associação com quimioterapia antituberculosa).
POSOLOGIA
Adultos: 1mg a 2mg/kg/dia IV, ou 1g/dia IV, por 3 dias, para doenças graves. Crianças: 0,03mg a 0,2mg/kg/dia IV. A dose e a duração da terapia deverão ser ajustadas à resposta clínica do paciente.
CONTRAINDICAÇÕES:
Hipersensibilidade ao fármaco. Infecção fúngica sistêmica.
EFEITOS ADVERSOS
Inibição da secreção de ACTH pela hipófise. Aumento da excreção renal de potássio e retenção de sódio. Predisposição à osteoporose. Hiperglicemia. Úlcera péptica e hemorragia digestiva. Pancreatite aguda. Tuberculose recorrente. Infecção oportunista. Insônia e quadros psicóticos. Glaucoma. Catarata. Imunodepressão. Síndrome de Cushing.
INTERAÇÕES
Barbitúricos, efedrina e rifampicina aumentam o metabolismo da hidrocortisona. Diuréticos depletores de potássio aumentam risco de hipocalemia. Aumenta o risco de arritmias induzidas por glicosídeos cardíacos.
PRECAUÇÕES
Infarto agudo do miocárdio recente. Úlcera péptica. Doença renal. Hipertensão arterial. Insuficiência cardíaca congestiva. Tromboflebites. Osteoporose. Hipotireoidismo. Diabetes. Cirrose hepática. Convulsões. Miastenia gravis. Tuberculose. Transtornos mentais.
10 Doxazosina (mesilato):
FORMA(S) FARMACÊUTICA(S):
Comprimido - 2mg e 4mg
INDICAÇÕES
Síndrome de retenção urinária. Sintomas irritativos associados à hiperplasia prostática benigna.
POSOLOGIA
Adulto: 1mg/dia VO, ao deitar. Em função da resposta terapêutica, aumentar até uma dose máxima de 8mg/dia, em intervalos de 1 a 2 semanas. Idosos: iniciar com 0,5mg/dia VO.
CONTRAINDICAÇÕES:
Hipersensibilidade à doxazosina, outros quinazolínicos e antagonistas alfa-adrenérgicos.
EFEITOS ADVERSOS
Náusea, vômito, diarreia, constipação. Boca seca. Congestão nasal. Conjuntivite. Visão turva. Tontura, vertigem, cefaleia, parestesias, zumbido, adinamia, mialgias, fadiga, nervosismo, insônia, depressão. Palpitações, hipotensão ortostática, taquicardia, edema periférico, dispneia. Poliúria e incontinência urinária. Diminuição da libido.
INTERAÇÕES
Betabloqueadores, diuréticos, inibidores da ECA, losartan, álcool, anestésicos, antidepressores, nifedipina, bloqueadores dos canais de cálcio, nitratos e outros anti-hipertensivos podem potencializar os efeitos hipotensores da doxazosina. Antiinflamatórios não esteroidais e drogas simpaticomiméticas podem reduzir os seus efeitos antihipertensivos.
PRECAUÇÕES
Usar com cautela em pacientes com insuficiência hepática ou renal. Pode causar hipotensão arterial importante e síncope com a primeira dose, se aumentar a dose rapidamente ou se outros anti-hipertensivos forem associados.
11 Finasterida:
FORMA(S) FARMACÊUTICA(S):
Comprimido revestido - 5mg
INDICAÇÕES
Hiperplasia prostática benigna. Síndrome de retenção urinária.
POSOLOGIA
Adulto: 5mg/dia VO, ao deitar. Embora possa ser observada melhora precoce, uma tentativa terapêutica de pelo menos 6 meses pode ser necessária para estabelecer se uma resposta benéfica foi ou não atingida.
CONTRAINDICAÇÕES:
Hipersensibilidade ao fármaco. Menores de 18 anos. Diabetes mellitus com alterações vasculares. Anemia falciforme. Depressão severa.
EFEITOS ADVERSOS
Impotência sexual, diminuição da libido, diminuição do volume da ejaculação. Dor e aumento da mama. Reações de hipersensibilidade.
INTERAÇÕES
Não foram encontradas interações medicamentosas significativas com o uso de finasterida. Embora extensivamente metabolizada pelo fígado, não existem evidências de interações com outras drogas metabolizadas pelo sistema do citocromo P450.
PRECAUÇÕES
Usar com cautela em pacientes com insuficiência hepática. Alimentos podem diminuir a biodisponibilidade. Mulheres com potencial de engravidar devem evitar o manuseio da medicação.
12 Terazosina (cloridrato):
FORMA(S) FARMACÊUTICA(S):
Comprimido - 2mg
INDICAÇÕES
Síndrome de retenção urinária. Sintomas irritativos associados à hiperplasia prostática benigna.
POSOLOGIA
Adulto: 1mg/dia VO, ao deitar. Em função da resposta terapêutica aumentar, em intervalos de 1 a 2 semanas, até uma dose máxima de 20mg/dia. Idosos: iniciar com 0,5mg/dia VO.
CONTRAINDICAÇÕES:
Hipersensibilidade à terazosina ou outros antagonistas alfa-adrenérgicos.
EFEITOS ADVERSOS
Náusea, vômito, diarreia, constipação. Boca seca. Congestão nasal. Conjuntivite. Visão turva. Tontura, vertigem, cefaleia, parestesias, zumbido, adinamia, mialgias, fadiga, nervosismo, insônia, depressão. Palpitações, hipotensão ortostática, taquicardia, edema periférico, dispneia. Poliúria e incontinência urinária. Diminuição da libido.
INTERAÇÕES
Betabloqueadores, diuréticos, inibidores da ECA, losartan, álcool, anestésicos, antidepressores, nifedipina, bloqueadores dos canais de cálcio, nitratos e outros anti-hipertensivos podem potencializar os efeitos hipotensores da terazosina. Antiinflamatórios não esteroidais e drogas simpaticomiméticas podem reduzir os seus efeitos antihipertensivos. Diminui os efeitos da clonidina.
PRECAUÇÕES
Usar com cautela em pacientes com insuficiência renal. Pode causar hipotensão arterial importante e síncope com a primeira dose. Esses efeitos ocorrem frequentemente em pacientes usando betabloqueadores, diuréticos, dietas hipossódicas e doses iniciais acima de 1mg.
13 Zopiclona:
FORMA(S) FARMACÊUTICA(S):
Comprimidos - 7,5mg
INDICAÇÕES
Insônia (uso limitado para curtos períodos).
POSOLOGIA
Individualizada. Pode ser iniciada com 3,75mg VO, ao deitar. Dose máxima de 15mg/dia.
CONTRAINDICAÇÕES:
Hipersensibilidade ao fármaco. Insuficiência respiratória severa. Gravidez. Lactação. Crianças abaixo de 15 anos.
EFEITOS ADVERSOS
Sensação de boca amarga ou seca. Náusea e vômito. Hipotonia muscular. Sonolência matinal. Sensação de embriaguez. Cefaleia. Astenia. Reações paradoxais: agressividade, irritabilidade, excitação e depressão. Incoordenação, alucinações, pesadelos, amnésia, cefaleia e dependência. Reações de hipersensibilidade (erupção cutânea, urticária, eritema, angioedema e reações anafilactóides).
INTERAÇÕES
Álcool, analgésicos opióides e anestésicos aumentam o efeito sedativo. Eritomicina inibe o metabolismo, ocasionando profunda sedação.
PRECAUÇÕES
Evitar o uso nos casos de insuficiência hepática e renal, idosos, história de abuso de drogas, doenças psiquiátricas. Evitar dirigir ou usar máquinas que necessitem de atenção.
14 Baclofeno:
FORMA(S) FARMACÊUTICA(S):
Comprimido - 10mg
INDICAÇÕES
Espasticidade (rigidez) muscular em esclerose múltipla. Mielopatia.
POSOLOGIA
Adulto: dose inicial 5mg VO, 3 vezes ao dia. A cada 3 dias, pode-se aumentar a dose em 5mg, até atingir a dose necessária. Dose ideal: 30mg a 75mg/dia. Dose máxima: 80mg/dia.
CONTRAINDICAÇÕES:
Hipersensibilidade ao fármaco. Três primeiros meses da gravidez. Úlcera péptica.
EFEITOS ADVERSOS
Sonolência, tontura, alucinação, confusão mental, cefaleia, parestesias, ataxia, fadiga muscular e hipotonia. Distúrbio da acomodação visual. Hiperglicemia. Boca seca, alteração do paladar, náusea, dor abdominal, constipação e diarreia. Depressão respiratória. Hipotensão. Enurese, retenção urinária, impotência e dificuldade para ejacular
INTERAÇÕES
Álcool, anestésicos gerais, antidepressores do SNC, inibidores da MAO, opiáceos, benzodiazepínicos, anticonvulsivantes, clindamicina, guanabenz e sulfato de magnésio podem aumentar os efeitos/ toxicidade. Aumenta o efeito dos diuréticos, inibidores da ECA e antagonistas da Angiotensina II. Antiinflamatórios não esteroidais reduzem sua excreção.
PRECAUÇÕES
Amamentação. Diabetes. Epilepsia. Estados confusionais. Gravidez. Idosos. Insuficiência respiratória, hepática e renal. Psicose. Acidente vascular cerebral. Não ingerir bebida alcoólica. Ajustar as doses de antidiabéticos orais ou de insulina, se necessário.
15 Cloreto de potássio:
FORMA(S) FARMACÊUTICA(S):
Solução oral - 60mg/ml
INDICAÇÕES
Utilizado no tratamento da hipopotassemia e na reposição do potássio.
POSOLOGIA
Adultos, idosos e adolescentes: 15 a 30ml (36mEq a 7mEq de potássio) VO, até 3 vezes ao dia. Lactentes: 2,5ml VO, até 4 vezes ao dia. 6 meses a 2 anos: 5ml VO, até 4 vezes ao dia. Crianças: 2 a 6 anos: 7,5ml VO, até 4 vezes ao dia.
CONTRAINDICAÇÕES:
Insuficiência renal com oligúria, anúria ou azotemia. Doença de Addison não tratada. Adinansia episódica hereditária. Desidratação aguda.
EFEITOS ADVERSOS
Náusea, vômito, flatulência, dor ou desconforto abdominal, diarreia, epigastralgia. Pode ocorrer rash cutâneo e exantema. Em caso de intoxicação, paralisia e flacidez muscular, confusão mental, redução da pressão sanguínea, choque, arritmias e bloqueio cardíaco completo.
INTERAÇÕES
Pode intensificar os efeitos antiarrítmicos da quinidina. Os adrenocorticóides podem diminuir seus efeitos. Fármacos com atividade anticolinérgica podem aumentar a gravidade das lesões gastrointestinais produzidas pelo cloreto de potássio. Antiinflamatórios não esteroidais podem aumentar o risco de efeitos colaterais gastrointestinais e causar hiperpotassemia. Sais de cálcio, por via parenteral, podem precipitar arritmias cardíacas. A ciclosporina pode causar hiperpotassemia devido ao hipoalaldosteronismo. A heparina aumenta o risco de hemorragia gastrointestinal. Resinas de troca iônica podem causar retenção de fluído devido ao aumento de ingestão de sódio. Substitutos de sal ou inibidores da ECA podem causar hiperpotassemia. Transfusões sanguíneas, diuréticos poupadores de potássio, leite com baixo teor salino e outros fármacos contendo potássio promovem possível hiperpotassemia, sobretudo em pacientes com insuficiência renal.
PRECAUÇÕES
Não se recomenda seu uso em pacientes digitalizados com bloqueio cardíaco grave ou completo. O medicamento pode ser diluído com um pouco de água ou suco, administrado durante as refeições ou logo após as mesmas. Deve ser administrado após as refeições, pois a presença de alimento no estômago não altera a absorção do mesmo e evita a irritação gástrica.
16 Betaxolol (cloridrato):
FORMA(S) FARMACÊUTICA(S):
Solução oftálmica - 0,5pcc
INDICAÇÕES
Glaucoma crônico de ângulo aberto. Hipertensão ocular.
POSOLOGIA
Uma gota no saco conjuntival, 2 vezes ao dia.
CONTRAINDICAÇÕES:
Hipersensibilidade ao fármaco. Asma brônquica ou doença obstrutiva pulmonar grave, bradicardia sinusal, bloqueio AV de 2º e 3º graus. Choque cardiogênico. Insuficiência cardíaca descompensada.
EFEITOS ADVERSOS
Oculares: desconforto, lacrimejamento, sensação de corpo estranho, diminuição da acuidade visual, eritema, prurido, ceratite, anisocoria e fotofobia. Sistêmicos: bradicardia, bloqueio cardíaco, ICC, dispneia, broncoespasmo, asma, insônia, tontura, vertigem, cefaleia, depressão, letargia, urticária, alopécia, epidermólise tóxica, glossite.
INTERAÇÕES
Betabloqueadores e depletores de catecolaminas, como a reserpina, podem produzir hipotensão e bradicardia acentuadas.
PRECAUÇÕES
Por tratar-se de um betabloqueador, considerar as precauções e interações dessas drogas. Insuficiência cardíaca congestiva. Evitar exposição à luz. Pode ocorrer redução da resposta terapêutica com o tempo.
17 Cetorolaco de trometamina:
FORMA(S) FARMACÊUTICA(S):
Solução oftálmica - 0,5pcc
INDICAÇÕES
Indicado para alívio do prurido ocular devido à conjuntivite alérgica e redução da dor e fotofobia em cirurgias refrativas.
POSOLOGIA
Uma gota no saco conjuntival 4 vezes ao dia, até 7 dias. Após cirurgias, usar por 3 dias.
CONTRAINDICAÇÕES:
Pacientes com hipersensibilidade anterior demonstrada a qualquer dos ingredientes da formulação.
EFEITOS ADVERSOS
Dor aguda e ardor transitório à instilação, irritação ocular, reações alérgicas, infecções oculares superficiais e ceratite superficial.
INTERAÇÕES
Sensibilidade cruzada com ácido acetilsalicílico, derivados do ácido fenilacético e outros agentes antiinflamatórios não esteroidais. Com alguns antiinflamatórios não esteroidais, há aumento do potencial de sangramento dos tecidos oculares.
PRECAUÇÕES
Pacientes com tendência hemorrágica ou que estejam recebendo outras medicações que podem prolongar o tempo de sangramento. Não fazer uso concomitante do produto com lentes de contato. Gravidez e lactação. Se uma dose excessiva for colocada acidentalmente no olho, este deverá ser lavado abundantemente com água ou soro fisiológico.
18 Cromoglicato dissódico:
FORMA(S) FARMACÊUTICA(S):
Solução oftálmica - 4pcc
INDICAÇÕES
Afecções alérgicas conjuntivais.
POSOLOGIA
Uma gota, 4 vezes ao dia, no saco conjuntival.
CONTRAINDICAÇÕES:
Pacientes com hipersensibilidade anterior demonstrada a qualquer dos ingredientes da formulação.
EFEITOS ADVERSOS
Dor aguda e ardor transitório à instilação, irritação ocular, reações alérgicas, infecções oculares superficiais.
INTERAÇÕES
Não utilizar concomitantemente com outras soluções oftálmicas.
PRECAUÇÕES
Evitar uso nos três primeiros meses da gravidez. Cuidados na administração para manter a esterilidade do produto. É desaconselhável uso de lentes de contato durante a utilização do produto.
19 Timolol (maleato):
FORMA(S) FARMACÊUTICA(S):
Solução oftálmica - 0,25pcc e 0,5pcc
INDICAÇÕES
Pressão intra-ocular elevada. Glaucoma crônico de ângulo aberto. Tipos específicos de glaucoma secundário. Pacientes com ângulo estreito e história de fechamento de ângulo estreito espontâneo ou induzido no olho contralateral
POSOLOGIA
Uma gota da solução a 0,25pcc em cada olho afetado, 2 vezes ao dia. Se não houver resposta satisfatória, pode ser aumentado para 2 gotas da solução a 0,25pcc em cada olho afetado, 2 vezes ao dia, ou 1 gota da solução a 5pcc em cada olho afetado, 2 vezes ao dia.
CONTRAINDICAÇÕES:
Hipersensibilidade aos componentes da fórmula. História de asma brônquica ou doença pulmonar obstrutiva grave. Bradicardia sinusal, bloqueio AV de 2º ou 3º grau, choque cardiogênico e insuficiência cardíaca congestiva.
EFEITOS ADVERSOS
Conjuntivite, ceratite, blefarite e diminuição de sensibilidade corneana. Distúrbios visuais. Bradicardia, arritmias, hipotensão, síncope, bloqueio cardíaco, doença cérebro-vascular, ICC, palpitação, parada cardíaca, broncoespasmo, insuficiência respiratória, dispneia, cefaleia, astenia, fadiga. Reações de hipersensibilidade.
INTERAÇÕES
Bloqueadores dos canais de cálcio, depletores de catecolaminas e outros bloqueadores betaadrenérgicos podem aumentar a predisposição à hipotensão e bradicardia.
PRECAUÇÕES
Usar com cautela em pacientes com contra-indicações de uso sistêmico de betabloqueadores, em especial asmáticos ou com doenças cardíacas graves. Insuficiência cardíaca deve ser controlada antes do início da terapia com timolol. Esperar 15 minutos após aplicação para colocar lentes de contato. Gravidez e lactação: ainda não foi estabelecida a segurança.
20 Tobramicina:
FORMA(S) FARMACÊUTICA(S):
Solução oftálmica - 0,3pcc
INDICAÇÕES
Infecções bacterianas externas dos olhos e anexos sensíveis à tobramicina.
POSOLOGIA
Casos leves a moderados: instilar 1 a 2 gotas no olho afetado a cada 4h. Infecções graves: instilar 2 gotas no olho afetado de hora em hora, até obter melhora. A partir desse momento, reduzir gradativamente a freqüência das instilações antes da sua suspensão.
CONTRAINDICAÇÕES:
Pacientes com hipersensibilidade à tobramicina e aos aminoglicosídeos. Lactação.
EFEITOS ADVERSOS
Toxicidade ocular localizada e hipersensibilidade, inclusive prurido, inflamação das pálpebras e hiperemia conjuntival.
INTERAÇÕES
Uso simultâneo de outras drogas nefrotóxicas, incluindo outros aminoglicosídeos, vancomicina, algumas das cefalosporinas, ciclosporinas e cisplatinas. Drogas potencialmente ototóxicas como ácido etacrínico ou talvez a furosemida podem aumentar o risco de toxicidade dos aminoglicosídeos. Tem-se sugerido que o uso simultâneo de antieméticos como dimenidrinato pode mascarar os primeiros sintomas da ototoxicidade vestibular. Cuidado também é necessário se outras drogas com ação de bloqueio neuromuscular são administradas concomitantemente. As propriedades de bloqueio neuromuscular dos aminoglicosídeos podem ser suficientes para provocar sérias depressões respiratórias em pacientes recebendo anestésicos em geral e opióides.
PRECAUÇÕES
Restringir uso na gravidez a casos em que é indispensável. Suspender amamentação.
21 Dopamina (cloridrato):
FORMA(S) FARMACÊUTICA(S):
Solução injetável - 5mg/ml
INDICAÇÕES
Tratamento de choque de múltipla etiologia, especialmente o cardiogênico. Síndrome de baixo débito. Como droga de segunda linha no tratamento de bradicardias sintomáticas.
POSOLOGIA
Administrar IV diluído em soro glicosado a 5%, solução fisiológica a 0,9%, solução de lactato de Ringer ou solução de dextrose a 5%. Neonatos: a dose usual varia de 1 a 20µg/kg/min em infusão contínua. Crianças: a dose usual varia de 1 a 20µg/kg/minuto em infusão contínua, podendo chegar a um máximo de 50µg/kg/min. Adultos: a dose inicial é de 1 a 5µg/kg/min em infusão contínua, podendo chegar até a 50µg/kg/min. Elevações de doses são efetuadas em função da resposta terapêutica, com aumentos de 1 a 4µg/kg/minuto a intervalos de 10 a 30 minutos. Doses baixas de 1 a 5µg/kg/min são consideradas “doses renais ou dopaminérgicas”, determinando aumento do fluxo plasmático renal e mesentérico. Doses de 5 a 10µg/kg/min são consideradas “doses cardíacas”, determinando aumento do fluxo plasmático renal, freqüência cardíaca, contratilidade e débito cardíaco. Doses de 10 a 20µg/kg/min são consideradas “doses vasopressoras”, determinando aumento da pressão arterial.
CONTRAINDICAÇÕES:
Pacientes com feocromocitoma. Hipersensibilidade a sulfitos.
EFEITOS ADVERSOS
Arritmias ventriculares e supraventriculares, taquicardia, bradicardia, palpitações, dor no peito, dispneia. Hipertensão ou hipotensão arterial. Cefaleia, náusea e vômito. Vasoconstrição periférica, estase vascular, intumescência ou formigamento dos pés e mãos, frio e dor nas mãos ou pés.
INTERAÇÕES
Os efeitos da dopamina são prolongados e intensificados por inibidores da MAO, bloqueadores alfa e beta-adrenérgicos, anestésicos gerais e fenitoína. Digitálicos ou levodopa: uso concomitante pode aumentar o risco de arritmias cardíacas. Diminui os efeitos antianginosos dos nitratos.
PRECAUÇÕES
Deve ser utilizado com extrema cautela em pacientes anestesiados com ciclopropano, halotano ou outros anestésicos halogenados. Deve ser usado numa dose de 1/10 da usual, em pacientes em tratamento com inibidores da MAO. Segurança em crianças não foi estabelecida. Corrigir a volemia antes da administração. Cuidado na administração IV, pois o extravasamento pode causar necrose tecidual. Monitorizar cuidadosamente os parâmetros hemodinâmicos.
22 Lista de Genéricos Classificados por Classe Terapêutica:
23 Lista de Genéricos Classificados por Referência:
24 Lista de Genéricos Classificados por Ordem Alfabética:
25 Outros Parte 1:
Medicamentos que não podem ter Genéricos:
De acordo com a Resolução de nº 10, de 2 de janeiro de 2001, que revogou a Resolução 391/99, os medicamentos que não podem ter Genéricos são os seguintes
1. Medicamentos isentos de registros, de acordo com o art. 23 da Lei 6.360, de 23/9/75.
• Produtos cujas fórmulas estejam inscritas na Farmacopéia Brasileira, codex ou formulários aceitos pelo Ministério da Saúde.
• Preparados homeopáticos constituídos por simples associações de tinturas ou por incorporação a substâncias sólidas.
• Os solutos concentrados que sirvam para obtenção extemporânea de preparações farmacêuticas e industriais, considerados produtos oficinais.
• Produtos equiparados aos oficinais, cujas fórmulas não se achem inscritas na Farmacopéia ou nos formulários, mas sejam aprovados e autorizados pelo Ministério da Saúde.
• Medicamentos novos, destinados exclusivamente a uso experimental sob controle médico, podendo inclusive ser importados, mediante autorização expressa do Ministério da Saúde.
• A isenção neste caso só será válida pelo prazo de até três anos. Findo o prazo, o produto ficará obrigado a ter registro, sob pena de apreensão pelo Ministério da Saúde.
2. Medicamentos isentos de prescrição médica, EXCETO:
• Antiácidos simples, antiácidos com antifiséticos ou carminativos, antifiséticos simples e carminativos.
• Analgésicos não narcóticos.
• Balsâmicos e mucolíticos.
• Antiinflamatórios não esteróides de uso tópico.
3. Soluções parenterais de pequeno volume (sppv), soluções injetáveis de grandes volumes (spgv) unitárias, isentas de fármacos, tais como: água p/ injeção, solução de glicose, cloreto de sódio, demais compostos eletrolíticos ou açúcares.
4. Produtos biológicos, imunoterápicos, derivados do plasma e sangue humano.
5. Produtos obtidos por biotecnologia, excetuando-se os antibióticos, fungicidas e outros, critério da ANVISA.
6. Fitoterápicos.
7. Medicamentos que contenham vitaminas e/ou sais minerais.
8. Anti-sépticos de uso hospitalar.
9. Anticoncepcionais e hormônios de uso oral.
Medicamentos isentos de Bioequivalência
1. Os estudos de bioequivalência são dispensados para os seguintes tipos de medicamentos:
• Medicamentos administrados por via parenteral (intravenosa, intramuscular, subcutânea ou intratecal), como soluções aquosas que contêm o mesmo fármaco, na mesma concentração em relação ao referência e excipientes de mesma função, em concentrações compatíveis.
• Soluções de uso oral contendo o mesmo fármaco, na mesma concentração em relação ao medicamento de referência e que não contêm excipientes que afetem a motibilidade gastrointestinal ou absorção do fármaco.
• Pós para reconstituição que resultem em soluções que cumpram os requisitos (1.1. e 1.2.).
•Gases.
• Soluções aquosas otológicas e oftálmicas que contêm o mesmo fármaco, nas mesmas concentrações em relação ao referência e excipientes de mesma função, em concentrações compatíveis.
• Medicamentos de uso tópico não destinados a efeito sistêmico, contendo o mesmo fármaco, na mesma concentração em relação ao referência e excipientes de mesma função, em concentrações compatíveis, destinadas ao uso otológico e oftálmico, que se apresentam na forma de suspensão, devem ser apresentados os resultados de estudos farmacodinâmicos que fundamentem a equivalência terapêutica.
• Medicamentos inalatórios ou sprays nasais administrados com ou sem dispositivo, sob a forma de solução aquosa e contendo o mesmo fármaco, na mesma concentração. Em relação ao referência e excipientes de mesma função, em concentrações compatíveis.
• Medicamentos de uso oral cujos fármacos não sejam absorvidos no trato gastrointestinal.
26 Outros Parte 2:
2. Casos em que a bioequivalência pode ser substituída pela equivalência farmacêutica
• Medicamentos Genéricos de liberação imediata com várias dosagens, mesma forma farmacêutica e formulações equivalentes, fabricadas pelo mesmo produtor, no mesmo local de fabricação, o estudo de bioequivalência deverá ser realizado com a MAIOR DOSAGEM, ficando as de menor dosagens isentas, caso os perfis de dissolução dos fármacos entre todas as dosagens sejam comparáveis.
Não sendo possível utilizar a maior dosagem no estudo de bioequivalência, deve-se justificar tecnicamente. Esta regra se aplica aos fármacos que apresentam farmacocinética linear na faixa terapêutica.
• Para medicamentos isentos de prescrição médica que contenham os fármacos, ácido acetilsalicílico, paracetamol, dipirona ou ibuprofeno, na forma farmacêutica sólida, haverá isenção de estudo de bioequivalência, caso o perfil de dissolução seja comparável ao medicamento de referência.
• Medicamentos de aplicação tópica, exceto os previstos no item 1.6., na mesma concentração, em relação ao medicamento de referência e excipientes de mesma função, em concentrações compatíveis.