O Diálogo Para a Boa Governança

Gestão no Serviço Público

1 Governança, Diálogo Federativo e Participação Social

Dificuldades no Brasil

    • Complexidade do sistema federativo brasileiro

    • Caráter recente da participação organizada da sociedade civil na política pública brasileira

    • Escassez de mecanismos de coordenação e articulação entre União, Estados e Municípios, assim como intragovernos

    • Estrutura específica do modelo de repartição de recursos entre as instâncias de poder

    • Lógica de atuação historicamente setorial dos programas do Governo Federal

Sérios obstáculos a uma abordagem integrada da ação de governo, tal como requerida por um projeto de fortalecimento da base produtiva e da oferta de serviços públicos em regiões menos desenvolvidas do País.

Avançar na concepção e implantação de mecanismos democráticos de participação social, modelos de gestão, montagem e aplicação de arranjos institucionais de cooperação vertical e horizontal.

2 DESAFIOS DA COOPERAÇÃO HORIZONTAL

Nível Federal - entre os diversos órgãos e políticas setoriais:

Estrategicamente - Estabelecer mecanismo de governança nacional para o desenvolvimento regional:

  • Sistema Nacional de Desenvolvimento Regio

Conselho Nacional de Integração de Políticas Regionais e Territoriais

Estrategicamente

    • Estabelecer mecanismo de governança nacional para o desenvolvimento regional:
        ◦ Sistema Nacional de Desenvolvimento Regio

Conselho Nacional de Integração de Políticas Regionais e Territoriais

Operacionalmente

    • Estabelecer mecanismo de governança nacional para o desenvolvimento regional:
        ◦ Sistema Nacional de Desenvolvimento Regio

Conselho Nacional de Integração de Políticas Regionais e Territoriais

Nível Estadual

  • Avançar na territorialização das ações do PPA e sua articulação nas Regiões Elegíveis da PNDR,

 

  • Promover a articulação dos planos e políticas nacionais setoriais com maior impacto no território.

 

Nível Estadual

  • Avançar na territorialização das ações do PPA e sua articulação nas Regiões Elegíveis da PNDR,

 

  • Promover a articulação dos planos e políticas nacionais setoriais com maior impacto no território.

 

Nível Municipal - entre os municípios no âmbito sub regional:

Entre os estados integrantes de uma macrorregião:


    • Estrategicamente - avançar na articulação de planos e projetos estruturantes para a macrorregião

PNDR I

Estrategicamente – Superar o olhar localista sobre o território - município no contexto regional - estimular a constituição de Consórcios Públicos

3 DESAFIOS DE COOPERAÇÃO VERTICAL

Entre o Governo Federal e os estados:

    • PNDR I - baixa interação entre o Governo Federal e os estados federados na execução da Política.

    • Criação de secretarias de Desenvolvimento Regional, preferencialmente combinadas com a função de política urbana nos estados (papel dos Fóruns Nacionais de Secretários)

    • Câmaras Estaduais de Articulação de Políticas de Desenvolvimento Regional

    • RPEs deve ser instituídas, de comum acordo com os governos estaduais, nas regiões menos desenvolvidas no Estado, devendo contar com alguma instância de coordenação.

Entre os Estados e os municípios:

Construção de instâncias intermediárias de governança entre o governo estadual e o poder municipal (Ex: Coredes).

Princípios e diretrizes sugeridos para a nova PNDR:

Princípios : 

    • Garantia da participação social nos processos de formulação, regulamentação e implementação da PNDR;


    • Respeito aos princípios e pactos federativos estabelecidos nos processos de formulação, regulamentação e implementação da PNDR.

Diretrizes :

    • Estruturar o Sistema Nacional de Desenvolvimento Regional, nos níveis estratégico, tático e operacional;


    • Introduzir ou reforçar a dimensão territorial nas principais políticas e planos federais de caráter setorial;

    • Territorializar o PPA articulá-lo aos PPAs estaduais.