Socorro em Acidentados com Choque Elétrico
NR 10 - Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade
1 Acidentes com choque elétrico:
Introdução:
Choques de altíssima tensão são capazes de arremessas as pessoas com violência. Mas, em choques que envolvem equipamentos eletrônicos e fiações residenciais, a corrente pode deixar a vítima presa ao lugar recebendo uma descarga contínua.
Ter conhecimento do que fazer em caso de choque elétrico é muito importante pois, além de estar ajudando a evitar consequências para a vítima, como queimaduras graves ou parada cardíaca, também irá ajudar a pessoa faz o salvamento contra os perigos da energia elétrica.
Realizar os primeiros socorres frente a um choque elétrico pode ser a diferença entre a vida e a morte de uma pessoa, pensando que os 3 primeiros minutos após o choque são decisivos para socorro da vítima.
Agora iremos entender o que devemos fazer caso encontramos uma pessoa sendo eletrocutada.
Procedimentos:
Primeiramente , devemos cortar ou desligar a fonte de energia, mas sem tocar na vítima;
Depois, afastar a pessoa da fonte elétrica que estava causando o choque, utilizando materiais não condutores e secos como uma madeira, o plástico, ou panos grossos ou borracha;
Ligar para uma ambulância;
Observar se a pessoa está respirando e consciente;
Caso ela esteja consciente: Acalmar a vítima até chegar a equipe médica;
Se ela estiver inconsciente e não respirando: Começar a massagem cardíaca e a respiração boca-a-boca. Para aprender a respeito desse procedimento, recomendamos o estudo da apostila Parada Cardiorrespiratória, estados de choque e socorro a objetos estranhos que também se encontra nesse curso;
Se ela estiver inconsciente, mas respirando: Deitar ela de lado, colocando em posição lateral de segurança. Veja agora o passo a passo:
Posição lateral de segurança:
A posição lateral de segurança, ou PLS. é uma técnica indispensável para vários casos de primeiros socorros, pois irá ajudar a dar a garantia que a vítima não tenha risco de asfixia caso ela vomite.
Esta posição tem que ser usada sempre que uma pessoa estiver inconsciente, mas continua respirando, e não irá apresentar qualquer problema que possa colocar a vida em risco.
Passo a Passo da Posição Lateral de Segurança:
Para estar colocando uma pessoa na posição lateral de segurança, se recomenda que:
- Deitar a pessoa de barriga para cima e ajoelhar-se do seu lado;
- Tirar os objetos que possam magoar a vítima, como óculos, cintos ou relógios;
- Esticar o braço que está mais perto de você e dobrar, criando um ângulo de 90º, como a imagem acima mostra;
- Segurar a mão do outro braço da pessoa e passar por cima do pescoço, colocando junto do rosto da pessoa;
- Dobrar o joelho que está mais longe de você;
- Rodar a pessoa para o lado do braço que está apoiado no chão;
- Inclinar a cabeça ligeiramente para trás, para ajudar em sua respiração.
Esta técnica nunca pode ser aplicada em pessoas com suspeita de lesões graves na coluna vertebral, como ocorre em vítimas de acidentes de carro ou de uma queda de uma grande altura, pois isso pode agravar possíveis lesões que existam na coluna.
Riscos:
As probabilidades de salvar uma pessoa eletrocutada diminuem com o tempo e a partir do 4º minuto depois de ter recebido o choque elétrico, as chances de sobrevivência são menores a 50%.
Dessa maneira, os primeiros socorros tem que ser feitos o mais rápido possível , em especial o primeiro passo para estar evitando que a corrente elétrica faça vários danos ao organismo e resulte em problemas mais graves.
Os principais problemas do choque elétrico:
Fora o risco imediato de morte, quando a corrente é muito alta, o choque elétrico também pode prejudicar o corpo de outras maneiras, como:
Queimaduras:
A maioria dos acidentes com choques elétricos somente provocam pequenas queimaduras na pele do local do choque, mas quando a voltagem é muito grande, o excesso de eletricidade pode estar afetando os órgãos internos.
Quando a eletricidade consegue alcançar até os órgãos internos ela pode criar graves problemas em seu funcionamento, e assim, a pessoa pode precisar fazer um tratamento para insuficiência renal, cardíaca ou de um outro órgão que foi afetado.
Problemas cardíacos:
Quando uma pequena corrente elétrica atravessa o peito e consegue adentrar até ao coração pode criar uma fibrilhação auricular, que é um tipo de arritmia cardíaca que precisa ser tratada no hospital para estar evitando colocar em risco a vida da vítima.
Já quando a corrente elétrica é muito elevada, como em caso de choques em postes de alta tensão, a corrente é tão elevada que interfere com a atividade elétrica do coração para o músculo, pode gerar uma parada cardíaca que pode resultar em uma morte.
Lesões neurológicas:
Todas as correntes elétricas podem afetar os nervos de alguma maneira, sendo assim, quando acontecem choques elétricos fortes ou repetidos, a estrutura dos nervos pode ficar afetada, resultando em uma neuropatia. A neuropatia pode estar gerando sintomas como dor ou dormência nas pernas e braços, problemas para mexer os músculos ou tonturas frequentes, por exemplo.
2 Socorros em Caso de Desmaio, Convulsão ou Neurose Histérica:
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Socorros em caso de Desmaio:
Quando uma pessoa desmaia é necessário estar observando se ela está respirando e se apresenta pulso, e se a pessoa não respirar, é necessário pedir ajuda médica, ligando de imediato para o 192, e começar a massagem cardíaca.
Mas, quando alguém desmaia, porém está respirando, os primeiros socorros são:
- Deitar a pessoa no chão, com a barriga para cima, e colocar as suas pernas mais altas que o corpo e a cabeça, cerca de 30 a 50 centímetros no chão;
- Afrouxar as roupas e abrir os botões para ajudar a respiração;
- Ir comunicando com a pessoa, ainda que ela não continue respondendo, referindo está ali para ajudá-la;
- Verificar possíveis lesões que são causadas pela queda e se estiver sangrando, parar a hemorragia;
Caso a pessoa demora mais de 1 minuto para acordar, se recomenda chamar uma ambulância através do número 192 e estar verificando se ela está respirando, começando a massagem cardíaca, caso não esteja.
Quando a pessoa recuperar a consciência , sendo capa de ouvir e falar, deve-se ficar pelo menos 10 minutos sentado, antes de voltar a andar, pois pode acontecer um novo desmaio.
O que não pode ser feito em caso de desmaio:
Quando ocorre o desmaio, não podemos
- Alimentar e nem dar água, pois pode acontecer uma asfixia
- Usar cloro, álcool ou qualquer produto com cheiro forte para a pessoa respirar e nem sacudir a pessoa, pois pode ter acontecido alguma fratura e pode estar piorando a situação.
Caso exista alguma dúvida, a melhor coisa que podemos fazer é estar esperando pela ajuda médica, desde que a pessoa não esteja em perigo e respirando.
O que devemos fazer em caso de desmaio:
Se acontecerem sintomas de que se a pessoa vai desmaiar, como palidez, visão embaçada e tonturas, se recomenda se deitar-se no chão ou sentar e deixar a cabeça entre os joelhos, de barriga para cima, e colocar as pernas mais altas que o corpo e a cabeça, uma vez que assim podemos evitar uma queda, e também ajuda na circulação de sangue para o cérebro.
Uma outra coisa que devemos fazer é respirar com calma e estar entendendo qual é a causa do desmaio, podendo ser calor ou medo por exemplo, é podemos levantar 10 minutos depois e somente se não existirem mais sintomas.
Quando devemos ir ao médico:
Se não foi preciso chamar a ajuda médica, depois do desmaio, se recomenda ir ao hospital se:
- Ocorram desmaio durante a semana seguinte;
- Seja o primeiro desmaio;
- Caso apareçam sinais de hemorragia interna, como sangue na urina e fezes negras, como um exemplo:
- Apareçam sintomas de perda de ar, dificuldades para falar ou vômito em excesso, depois de acordar.
Tais sintomas podem ser um sintoma de problemas graves de saúde, como as doenças cardíacas, hemorragia interna, neurológicas ou outras, por exemplo, por isso se faz de grande importância que o indivíduo siga ao hospital nestes casos.
Convulsão:
As convulsões, ou crises convulsivas são causadas por um aumento em excesso e sem ordem da atividade elétrica das células cerebrais, no caso os neurônios. A atividade elétrica com alteração, é em diversos casos, o que causa as alterações motoras de uma crise convulsiva, várias vezes se caracteriza por movimentos desordenados, repetitivos e rápidos por todo o corpo.
Além desses sintomas, a convulsão também pode acontecer pela perda temporária de consciência, ranger de dentes, aumento da salivação, perda de controle do processo urinário e defecação.
Os procedimentos a se realizar em caso de convulsão:
- Ter calma e acalmar as pessoas ao seu lado;
- Não deixar que a caia com violência ao chão;
- Deixar o indivíduo em um lugar sem nenhum objeto que ela possa se debater e estar se machucando;
- Usar um material macio para estar encostando a cabeça do indivíduo, como um travesseiro, casaco dobrado ou qualquer outro material que seja macio;
- Estar posicionando a pessoa de lado de maneiro que o excesso de saliva ou vômito (pode estar ocorrendo em alguns casos) saiam para fora da boca;
- Desapertar as roupas para que a pessoa consiga estar respirando melhor;
- Ficar ao lado da pessoa até que a consciência dela volte;
- No final da convulsão, a pessoa vai se sentir confusa e cansada, e devemos explicar para ela o que aconteceu. Veja quanto tempo durou a crise convulsiva, caso seja mais que 5 minutos sem algum sinal de melhora, procure alguma ajuda médica.
O que devemos fazer em caso de convulsão:
- Não segurar os movimentos da vítima, somente estar se prontificando de que nada perto irá machucar a pessoa;
- Em hipótese alguma colocar a mão dentro da boca da vítima, pois as contrações musculares na crise convulsiva tem grande força e inconsciente a pessoa vai poder mordê-lo;
- Não jogar água no rosto da vítima.
Histeria:
Identificação e tratamento:
A histeria é um transtorno psicológico onde os seus sintomas surgem mais ainda em casos de ansiedade extrema, onde a pessoa não tem controle na sua forma de agir e emoções, reagindo de maneira exagerada ou perdendo a consciência, por exemplo.
O tratamento para a histeria tem que ser realizada com terapia tendo o foco de fazer com que a pessoa consiga estar tendo controle dos seus sentimentos e estar se sentindo relaxada.
Os sintomas de histeria:
Pessoas que tem histeria geralmente se irritam com uma facilidade maior, fora que apresentam sintomas de dependência emocional de algumas outras pessoas. Alguns outros sintomas que indicam histeria são:
- Sensação de pesos nos braços e pernas e câimbras;
- Dificuldade e paralisias para estar movimentando os membros;
- Aumento dos batimentos cardíacos;
- Inchaço do pescoço;
- A sensação de perda de ar;
- Constante dor de cabeça;
- Amnésia;
- Desmaio;
- Tremores;
- Tiques nervosos;
- Sensação de bola na garganta;
- Movimentos musculares violentos.
Estes sintomas, assim como os traços de personalidade, mesmo que sejam mais comuns nas mulheres, também podem estar afetando homens que sofrem com uma ansiedade constante. Geralmente, os sintomas acontecem nas crises, que podem ocorrer durante alguns dias, semanas ou penas horas.
Um outro aspecto comum da personalidade das pessoas que sofrem deste distúrbio são a falta de vontade própria, uma necessidade em excesso de sentir amor próprio e simpatia extrema, que pode variar com instabilidade emocional.
Nos dias de hoje, o termo histeria tem sido pouco usado, uma vez que pode acontecer uma confusão na hora do diagnóstico, além de poder gerar em preconceito, o que pode aumentar ainda mais os sintomas que são apresentados pela pessoa.
Causas:
Esses sintomas iniciam quando uma grande carga de emoção e afeto fica reprimida, criando um grande sentimento de ansiedade e culpa. Além disso, existem alguns fatores hereditários que também se envolvem, uma vez que o distúrbio se faz mais comum dentro da mesma família.
A histeria é mais comum nas pessoas que cresceram ou vivem num lugar familiar instável e com grande tensão, pois isso atrapalha a capacidade de estar lidando com as emoções.
Nos casos mais raros, os sintomas de histeria podem acontecem depois da morte de alguém muito próximo ou pela perda de um grande amor.
Tratamento para a histeria:
A melhor maneira de estar tratando a histeria é com psicoterapia com um psicólogo, de maneira a estar identificando os jeitos de estar lidando com o excesso de ansiedade e estar aprendendo a lidar de maneira melhor com as próprias emoções.
As vezes, pode ser preciso procurar um psiquiatra para começar a usar remédios ansiolíticos para estar diminuindo a sensação de constante ansiedade, mais ainda durante as crises.
3 Coma alcoólico e embriaguez:
Colocar imagem aqui 123:
Coma alcoólico:
O coma alcoólico ocorre quando a pessoa fica inconsciente por conta dos efeitos em excesso de álcool no organismo. Em geral, ela acontece quando se bebe sem controle, ultrapassando a capacidade do fígado de estar metabolizando o álcool, o que irá levar a intoxicação do cérebro de vários órgãos do corpo. Se for verificado mais que 3 gramas de álcool por litro de sangue, existe um maior risco de coma alcoólico.
Esta condição se considera um estado grave, e se não for tratada rapidamente, pode estar levando à morte, por conta da perca de capacidade respiratória, perca do ritmo dos batimentos cardíacos, além da perda dos níveis de glicose no sangue e outras complicações como desenvolver arritmias e coma acidótico, por exemplo.
Quando observar sinais que dão sinais que indicam o coma alcoólico, como a falta de sentidos, sono profundo onde a pessoa não responde a estímulos e chamados ou tem dificuldades para estar respirando, é de grande importância contactar o SAMU ou uma ambulância com maior rapidez possível, para estar diminuindo o agravamento da situação que pode gerar a morte ou graves sequelas neurológicas.
Fatores que indicam o coma alcoólico:
Um sinal de coma alcoólico é ficar desacordado ou perder os sentidos depois de um consumo excessivo de bebida alcoólica. Os sinais que podem acontecer antes do coma alcoólico são:
- Sono em excesso;
- Perda da consciência ou desmaio;
- Dificuldade para estar articulando frases ou palavras;
- Perda de concentração;
- Perda de reflexo e sensibilidade;
- Dificuldade para estar andando ou mantendo-se de pé.
Isso ocorre pois, mesmo o álcool tendo um efeito de desnibição, o consumo em excesso desta substância tem um efeito reverso, e acaba gerando uma depressão do sistema nervoso. Depois do excesso de álcool, a inibição em excesso do sistema nervoso central pode levar à incapacidade estar mantendo a respiração, perca dos batimentos cardíacos e a perca da pressão arterial, que pode ocasionar à morte, se o tratamento não for feito de maneira correta.
Os sinais e sintomas acontecem quando o fígado, que é o responsável por estar metabolizando e ajudando a eliminar o álcool, já não consegue estar metabolizando todo o álcool que é ingerido, o que irá levar ao aumento da concentração desta substância a níveis tóxicos no sangue.
Procedimentos:
Primeiramente, é importante ficar atento ao surgimento de sintomas que vão anteceder o coma alcoólico, em especial a dificuldade de estar articulando frases ou palavras, desorientação, vômitos e sonos, pois se a pessoa ainda tem um nível de consciência e consiga se alimentar, é necessário prevenir a piora, pela hidratação com água e pela ingestão de alimentos, em especial aqueles que contém açúcar.
Mas, caso consiga identificar alguns dos sintomas que indicam que exista o coma alcoólico é preciso chamar com urgência o atendimento médico, para que a pessoa possa ser socorrida o mais rápido possível.
Fora isso, até a chegada do SAMU, é preciso manter a pessoa deitada de lado, na chamada posição lateral de segurança para estar diminuindo possíveis sufocamentos com o vômito. Para não deixar que ocorra a hipotermia, é preciso garantir que a pessoa esteja coberta e em um lugar quente, para que não ocorra corrente de ar frio ou exposição a mudanças bruscas de temperatura.
Não se recomenda usar líquidos, medicações ou alimentos, caso a pessoa não fique consciente, pois pode estar aumentando o risco de engasgar. Também não indicamos estar induzindo o vômito na pessoa inconsciente e nem dar um banho de água fria para estar tentando acordar a pessoa. Se a pessoa apresentar uma parada da respiração ou de batimentos cardíacos, se indica começar a manobra de reanimação cardiopulmonar.
Tratamento:
O tratamento do coma alcoólico pela equipe médica é realizado por meio de soro diretamente na veia da vítima para a hidratação, para estar ajudando a acelerar a eliminação do álcool e sua recuperação, além da glicose intravenosa, reposição de vitamina B1 e a regularização dos níveis de eletrólitos, se os mesmos forem alterados.
Se for necessário, o médico pode estar indicando a aplicação dos medicamentos antieméticos ou anticonvulsivantes, de acordo com os sintomas que foram apresentados pelo paciente. É feito um monitoramento contínuo dos dados vitais da pessoa, pois assim se faz possível que aconteça uma piora do quadro e uma parada respiratória ou cardíaca.
Depois da recuperação, se indica estar alertando o paciente e a família a respeito dos perigos do alcoolismo, e se for preciso, estar encaminhando a pessoa a um centro especializado em tratamento do alcoolismo.
Embriaguez:
A intoxicação alcoólica ( ou embriaguez) é uma condição temporária que tem como causa o consumo do álcool. Sintomas como o aumento da sensação de bem-estar e confiança social, ou batimento cardíaco acelerado podem acontecer mesmo com níveis baixos de álcool no sangue. Em níveis crescentes de álcool no sangue, podem estar acontecendo sinais de tontura, náuseas, vômitos, alterações na fala ou a perda de controle sobre os movimentos do corpo. Nos casos graves, a intoxicação alcoólica cria um coma e até a morte. A intoxicação por álcool é geralmente trata com o uso de fluidos. Algumas pessoas que têm uma intoxicação leve a moderada no geral se recuperam bem, mesmo que possam sofrer a chamada ressaca, tendo sinais de dor de cabeça, vômitos e náuseas por 1 ou 2 dias.
Os riscos:
A intoxicação por álcool é causada por uma ingestão em excesso de álcool, que é uma condição muito comum. A taxa de absorção de álcool e o risco associado de intoxicação alcoólica variam não somente da quantidade de álcool, porém também do contexto em que foi consumido. Pessoas que geralmente não bebem álcool várias vezes tendem a ficar embriagadas mais rapidamente e mais severamente do que as que bebem com mais regularidade, mesmo que isso não seja o caso. Adultos e mulheres mais jovens tendem a ficar intoxicados com mais facilidade do que os homens, por conta da diferença no tamanho do corpo e a capacidade de estar processando álcool. Fazer o consumo de bebida alcoólica com o estômago vazio, beber com rapidez ou fazer o uso de bebidas mais fortes do que as que a pessoa tem costume, pode estar aumentando o risco de intoxicação.
Sintomas:
Os sintomas irão variar dependendo do nível de álcool no sangue e se o indivíduo bebe álcool com regularidade. Os primeiros sinais de intoxicação vão incluir batimento cardíaco rápido, sensação de bem-estar e confiança, vermelhidão da pele e um caminhar instável. Esses sintomas mais graves geralmente são desinibição, vômitos, náuseas, atenção reduzida, fala arrastada, a perda de controle dos movimentos corporais, perda de consciência (apagões), sonolência. Pessoas gravemente intoxicadas podem ficar muito frias, desidratadas e podem chegar a ter convulsões.
Diagnóstico:
Geralmente, o diagnóstico é feito considerando sintomas da pessoa que foi afetada e um exame físico. Os níveis de álcool podem ser medidos no sangue, ou na respiração usando bafômetro.
Tratamento:
O tratamento da intoxicação alcoólico geralmente envolve administrar líquidos e tratar de vômitos e náuseas. Pessoas intoxicadas ligeiramente ou moderadamente irão eventualmente processar o álcool e melhorar com o tempo. Já aqueles com a intoxicação alcoólica grave podem necessitar de uma avaliação médica ou hospitalização para estar recebendo líquidos pela via intravenosa (direto na veia) e para estar no gerenciamento de eventuais complicações (como as convulsões ou problemas para respirar).
Prevenção:
Não fazer o consumo ou uma ingestão moderada pode prevenir por completo a intoxicação alcoólica. Algumas estratégias que vão ajudar a prevenir a intoxicação alcoólica podem ser ser espaçar as bebidas alcoólicas com não alcoólicas (idealmente água), contar drinques, escolher bebidas com um menor teor alcoólico e realizar uma refeição antes de estar bebendo álcool.
Recuperação:
A recuperação depois de um episódio de intoxicação varia da quantidade de álcool que foi ingerida. Diversas pessoas terão dores de cabeça, náuseas e apatia, porém isso não acontece mais de um ou dois dias.