Psicopedagogia Fazendo Diferença na Educação I

Psicopedagogia Básica

1 O que é e para que serve a Psicopedagogia?

Normalmente o paciente que chega ao consultório de Psicopedagogia, vem encaminhado pela escola devido algum insucesso escolar. Porém, as famílias sempre questionam qual é o trabalho do Psicopedagogo, não entendem se é um trabalho de professor particular ou se é um trabalho de psicólogo. E sempre respondemos, nem um, nem outro. 

Não temos como separar aprendizagem (cognitivo) do emocional, sempre uma área vai estar misturada com a outra, uma complementa a outra. Muitas vezes elas se confundem e até se “atrapalham” juntas no processo de desenvolvimento do ser humano.

A primeira coisa que o Psicopedagogo faz quando uma família chega ao consultório, é escutar as queixas tanto familiares, como escolares sobre a criança e investigar a trajetória de vida dela. Após esta escuta inicial, que é de suma importância, realiza-se uma avaliação individual com o paciente. É como sempre falamos para as famílias, é necessário fazer um “cheque list” em todas as áreas que envolvem o cognitivo e o emocional.  Apenas após esta etapa podemos iniciar a intervenção psicopedagógica específica para cada indivíduo.

A terapia tem como objetivo devolver à criança o prazer de aprender e resgatar as lacunas que foram ficando ao longo do processo de aprendizagem. Este caminho pode tanto ser rápido, como pode tornar-se uma terapia em longo prazo. Tudo depende do envolvimento da criança e da família, e também das demandas que precisam ser resgatadas.

Não podemos esquecer o processo de parceria que precisa ser instaurado entre a família e o terapeuta, e não menos importante, a parceria com a escola. É dever do psicopedagogo entrar em contato com a escola e instrumentalizá-la na forma como ajudar este aluno. Somente com o triângulo (terapeuta, família e escola) alcançaremos resultados positivos e o conquistaremos o sucesso no processo terapêutico realizado com a criança. Ninguém consegue atingir o todo sendo uma ilha e trabalhando sozinho.

O trabalho psicopedagógico pode ser tanto um resgate desse ser humano, de sua inserção ao cotidiano escolar e prazer em aprender, como só aumentar a dificuldade que este tem. Por isso, a importância de procurar um profissional qualificado e que se recicle constantemente dentro da sua área. Caso contrário, o prejuízo pode ser maior ainda.

2 Definindo a Atuação Psicopedagógica:

Considerando a escola responsável por grande parte da formação do ser humano, o trabalho do Psicopedagogo na instituição escolar tem um caráter preventivo no sentido de procurar criar competências e habilidades para solução dos problemas. Com esta finalidade e em decorrência do grande número de crianças com dificuldades de aprendizagem e de outros desafios que englobam a família e a escola, a intervenção psicopedagógica ganha, atualmente, espaço nas instituições de ensino.

O papel do psicopedagogo escolar é muito importante e pode e deve ser pensado a partir da instituição, a qual cumpre uma importante função social que é socializar os conhecimentos disponíveis, promover o desenvolvimento cognitivo, ou seja, através da aprendizagem, o sujeito é inserido, de forma mais organizada no mundo cultural e simbólico que incorpora a sociedade. Para tanto, prioridades devem ser estabelecidas, dentre elas: diagnóstico e busca da identidade da escola, definições de papéis na dinâmica relacional em busca de funções e identidades, diante do aprender, análise do conteúdo e reconstrução conceitual, além do papel da escola no diálogo com a família.

 


 

Na abordagem preventiva, o psicopedagogo pesquisa as condições para que se produza a aprendizagem do conteúdo escolar, identificando os obstáculos e os elementos facilitadores, sendo isso uma atitude de investigação e intervenção.

Trabalhando de forma preventiva, o psicopedagogo preocupa-se especialmente com a escola, que é pouco explorada e há muito que fazer, pois grande parte da aprendizagem ocorre dentro da instituição, na relação com o professor, com o conteúdo e com o grupo social escolar como um todo.

 

trabalhar as questões pertinentes às relações vinculares professor-aluno e redefinir os procedimentos pedagógicos, integrando o afetivo e o cognitivo, através da aprendizagem dos conceitos, nas diferentes áreas do conhecimento”.

O trabalho psicopedagógico terá como objetivo principal trabalhar os elementos que envolvem a aprendizagem de maneira que os vínculos estabelecidos sejam sempre bons. A relação dialética entre sujeito e objeto deverá ser construída positivamente para que o processo ensino-aprendizagem seja de maneira saudável e prazerosa. O desenvolvimento de atividades que ampliem a aprendizagem faz-se importante, através dos jogos e da tecnologia que está ao alcance de todos. Com isso, há a busca da integração dos interesses, raciocínio e informações que fazem com que o aluno atue operativamente nos diferentes níveis de escolaridade. Por isso, a educação deve ser encarada como um processo de construção do conhecimento que ocorre como uma complementação, cujos lados constituem de professor e aluno e o conhecimento construído previamente.


 

O psicopedagogo pode atuar em diversas áreas, de forma preventiva e terapêutica, para compreender os processos de desenvolvimento e das aprendizagens humanas, recorrendo a várias estratégias objetivando se ocupar dos problemas que podem surgir.

Numa linha preventiva, o psicopedagogo pode desempenhar uma prática docente, envolvendo a preparação de profissionais da educação, ou atuar dentro da própria escola. Na sua função preventiva, cabe ao psicopedagogo detectar possíveis perturbações no processo de aprendizagem; participar da dinâmica das relações da comunidade educativa a fim de favorecer o processo de integração e troca; promover orientações metodológicas de acordo com as características dos indivíduos e grupos; realizar processo de orientação educacional, vocacional e ocupacional, tanto na forma individual quanto em grupo.


Numa linha terapêutica, o psicopedagogo trata das dificuldades de aprendizagem, diagnosticando, desenvolvendo técnicas remediativas, orientando pais e professores, estabelecendo contato com outros profissionais das áreas psicológicas, psicomotora. Fonoaudiológica e educacional, pois tais dificuldades são multifatoriais em sua origem e, muitas vezes, no seu tratamento. Esse profissional deve ser um mediador em todo esse processo, indo além da simples junção dos conhecimentos da psicologia e da pedagogia.

Neste contexto, o psicopedagogo institucional, como um profissional qualificado, está apto a trabalhar na área da educação, dando assistência aos professores e a outros profissionais da instituição escolar para melhoria das condições do processo ensino-aprendizagem, bem como para prevenção dos problemas de aprendizagem.

Por meio de técnicas e métodos próprios, o psicopedagogo possibilita uma intervenção psicopedagógica visando à solução de problemas de aprendizagem em espaços institucionais. Juntamente com toda a equipe escolar, está mobilizado na construção de um espaço adequado às condições de aprendizagem de forma a evitar comprometimentos. Elege a metodologia e/ou a forma de intervenção com o objetivo de facilitar e/ou desobstruir tal processo.

Os desafios que surgem para o psicopedagogo dentro da instituição escolar relacionam-se de modo significativo. A sua formação pessoal e profissional implicam a configuração de uma identidade própria e singular que seja capaz de reunir qualidades, habilidades e competências de atuação na instituição escolar.

 

A Psicopedagogia é uma área que estuda e lida com o processo de aprendizagem e com os problemas dele decorrentes. Acreditamos que, se existissem nas escolas psicopedagogos trabalhando com essas dificuldades, o número de crianças com problemas seria bem menor.

Ao psicopedagogo cabe avaliar o aluno e identificar os problemas de aprendizagem, buscando conhecê-lo em seus potenciais construtivos e em suas dificuldades, encaminhando-o, por meio de um relatório, quando necessário, para outros profissionais - psicólogo, fonoaudiólogo, neurologista, etc. que realizam diagnóstico especializado e exames complementares com o intuito de favorecer o desenvolvimento da potencialização humana no processo de aquisição do saber.

Além do já mencionado, o psicopedagogo está preparado para auxiliar os educadores realizando atendimentos pedagógicos individualizados, contribuindo para a compreensão de problemas na sala de aula, permitindo ao professor ver alternativas de ação e ver como as demais técnicas podem intervir, bem como participando do diagnóstico dos distúrbios de aprendizagem e do atendimento a um pequeno grupo de alunos.


 

O conhecimento e o aprendizado não são adquiridos somente na escola, mas também são construídos pela criança em contato com o social, dentro da família e no mundo que a cerca. A família é o primeiro vínculo da criança e é responsável por grande parte da sua educação e da sua aprendizagem. O que a família pensa, seus anseios, seus objetivos e expectativas com relação ao desenvolvimento de seu filho também são de grande importância para o psicopedagogo chegar a um diagnóstico.

Considerando o exposto, cabe ao psicopedagogo intervir junto à família das crianças que apresentam dificuldades na aprendizagem, por meio, por exemplo, de uma entrevista e de uma anaminese com essa família para tomar conhecimento de informações sobre a sua vida orgânica, cognitiva, emocional e social.

Essa intervenção tem um maior alcance quando realizada no ambiente em que o aluno desenvolve suas atividades e por meio das pessoas que, cotidianamente, se relacionam com ele, uma vez que os processos de aprendizagem se relacionam diretamente com a socialização e integração dos alunos no contexto sócio - educacional em que estes estão inseridos.

O psicopedagogo tende a prevenir os problemas de aprendizagem, ao invés de remediá-los por meio da busca de diversos serviços escolares dos quais os alunos participam e na medida do possível, do ambiente familiar e social em que eles vivem, auxiliando o aluno a desenvolver o máximo de suas potencialidades.


 

Nessa perspectiva, “o psicopedagogo não é um mero “resolvedor” de problemas, mas um profissional que dentro de seus limites e de sua especificidade, pode ajudar a escola a remover obstáculos que se interpõem entre os sujeitos e o conhecimento e a formar cidadãos por meio da construção de práticas educativas que favoreçam processos de humanização e reapropriação da capacidade de pensamento crítico”. Dessa forma, acredita-se que o trabalho da Psicopedagogia quando encontra consonância e parcerias na escola, pode promover efeitos muito positivos para a minimização das dificuldades que emergem no contexto escolar, apesar de representar um constante desafio, pois requer o envolvimento de toda a equipe, e um desejo permanente de mudanças, para que as transformações, de fato, ocorram.


 

Portanto, o estudo psicopedagógico atinge seus objetivos quando, ampliando a compreensão sobre as características e necessidades de aprendizagem de determinado aluno, abre espaço para que a escola viabilize recursos para atender às necessidades de aprendizagem. Para isso, deve analisar o Projeto Político-Pedagógico, sobretudo quais as suas propostas de ensino e o que é valorizado como aprendizagem. Desta forma, o fazer psicopedagógico se transforma podendo se tornar uma ferramenta poderosa no auxílio de aprendizagem.
 

3 Psicopedagogo na Escola faz toda Diferença:

Acompanhamento Psicopedagógico atualmente se tornou de suma importância nas escolas, principalmente públicas. É visto que são muitos os problemas de aprendizagem que vem atrapalhando o processo educacional.

Sendo assim, percebe-se a imensa necessidade de ter o(a) Psicopedagogo(a) na instituição escolar, pois o mesmo esta capacitado para lidar com diversas situações, amenizando assim o impacto negativo nos resultados finais de cada aluno.

Acompanhamento Psicopedagógico atualmente se tornou de suma importância nas escolas, principalmente públicas. É visto que são muitos os problemas de aprendizagem que vem atrapalhando o processo educacional.

Sendo assim, percebe-se a imensa necessidade de ter o(a) Psicopedagogo(a) na instituição escolar, pois o mesmo esta capacitado para lidar com diversas situações, amenizando assim o impacto negativo nos resultados finais de cada aluno.

O caos na Educação em nosso país também se tornou uma preocupação social:

Desde os primórdios a escola sempre teve a função social de ensinar, difundir e desenvolver o conhecimento. Sabemos que a educação de qualidade muda a vida de um individuo, mas infelizmente no Brasil, a educação pública de qualidade parece literalmente não existir mais. E se existe é uma exceção raríssima.

Os governantes de maneira geral, são aquelas pessoas em que votamos de quatro em quatro anos. São esses mesmos que delegamos poder de nos representar e são eles que destroem a escola pública.

Eles sabem que ao privar o povo, tirando-lhes o direito de uma educação de qualidade,  os tornam ignorantes e alienados, ficando muito mais fácil de serem manipulados

Desta forma estas pessoas com seus respectivos grupos se perpetuam no poder:

Atualmente as escolas além de não possuírem um ensino condizente com as necessidades mínimas de aprendizado dos alunos, acabam também encontrando discentes dentro das instituições desmotivados, pois já são historicamente desvalorizados, perdendo também o interesse em aprender.

Contudo, é preciso compreender que existem formas de reerguer o sistema educacional do nosso país. Uma das formas é começar a valorizar o trabaho de todos os profissionais da educação e inserir no quadro, Psicopedagogos.

Atuação Preventiva do Psicopedagogo e (ou) Neuropsicopedagogo na Escola:

Sabemos que é complexo o processo que envolve a aprendizagem, revelando-se significante a atuação preventiva do psicopedagogo no contexto escolar, onde muitas informações e vários aspectos têm que ser observados e analisados.

O que diferencia o Psicopedagogo de outros profissionais da educação?

Esse(s) profissional(is) possuem o conhecimento de como o aluno/aprendente constrói o seu saber, compreendendo as diversas dimensões das relações existentes com a escola, educadores e com os conteúdos, relacionando-as aos aspectos cognitivos e afetivos.

Tais profissionais consideram que o desenvolvimento do aprendente deve acontecer de maneira harmoniosa e equilibrada pelas diferentes condições encontradas nos indivíduos como: orgânica, cognitiva, emocional e social.

De acordo com Barbosa “a escola caracteriza-se como um espaço concebido para realização do processo de ensino/aprendizagem do conhecimento historicamente construído; lugar no qual, muitas vezes, os desequilíbrios não são compreendidos”.

O acompanhamento psicopedagógico na escola implica num trabalho de caráter preventivo e de assessoramento no contexto educacional. Ou seja, desde a Creche é necessário o acompanhamento desse profissional, pois já na educação infantil podemos perceber situações que se constantes poderão afetar consideravelmente o processo de aprendizagem das crianças.

A prevenção deve acontecer desde o início da vida escolar das crianças, pois somente dessa maneira será possível evitar diversos problemas voltados tanto para as questões educacionais quanto sociais e comportamentais. Barbosa ressalta, ainda, que “a Psicopedagogia, como área que estuda o processo ensino/aprendizagem, pode contribuir com a escola na missão de resgate do prazer no ato de aprender e da aprendizagem nas situações prazerosas”.

“Transformar a aprendizagem em prazer não significa realizar uma atividade prazerosa, e sim descobrir o prazer no ato de: construir ou de desconstruir o conhecimento; transformar ou ampliar o que se sabe; relacionar conhecimentos entre si e com vida; ser co-autor ou autor do conhecimento; permitir-se experimentar diante de hipóteses; partir de um contexto para a descontextualização e vice-versa; operar sobre o conhecimento já existente; buscar o saber a partir do não saber; compartilhar suas descobertas; integrar ação, emoção e cognição; usar a reflexão sobre o conhecimento e a realidade; conhecer a história para criar novas possibilidades”.

 

Instituição e Psicopedagogo:

Ao entrar na escola o Psicopedagogo precisa observar as características organizacionais, bem como a abordagem da cultura da escola para que o mesmo possa realizar um diagnóstico. Na escola existem muitas coisas que devem ser levadas em consideração, pois cada detalhe faz a diferença para desenvolver estratégias para melhoria do ambiente. Dessa forma, o psicopedagogo deve sempre questionar:

 

  • Como funciona a gestão escolar;
  • Existe democracia em todos os aspectos;
  • Como são as relações entre todos que compõem a escola;
  • Como é a participação dos pais e da sociedade no processo de ensino e aprendizagem, dentre muitos outros questionamentos.

Quando as coisas na escola fogem totalmente do seu equilíbrio natural é hora de ter um Psicopedagogo. Muitas escolas e secretarias de educação não tem consciência de que estão vivendo um forte desiquilíbrio e um verdadeiro caos. Por vezes os mesmos tem medo de investir na contratação desse profissional, o que é um grande erro.

É uma situação de comodidade que causa inquietação em todos:

Direção não sabe o que fazer para solucionar eventuais problemas causados todos os dias, geralmente pelos mesmos alunos, além de ter que lidar com professores que não conseguem controlar suas próprias salas de aula e não sabem como ensinar os alunos que apresentam dificuldades de aprendizagem. Nesse mesmo contexto, encontramos professores desmotivados sem estimulo algum para prosseguir.

Um novo olhar sobre a escola:

Sabe-se que a maioria das escolas e secretarias de educação em todo Brasil ainda se mantém resistentes a mudança. O desafio do psicopedagogo é mobilizar para que haja esse movimento, para que a mudança consiga ocorrer.

A psicopedagogia institucional está atenta à compreensão dos mecanismos inconscientes de uma organização, identificando sua rigidez, bloqueios e possibilidades de aprender.

“Quando dizemos que a Psicopedagogia se preocupa com o ser completo, que aprende, não podemos esquecer que faz parte da compleitude deste ser a capacidade de aprender em interação com aquilo ou aquele que ensina; e que a ação de ensinar não é sempre exercida pelo professor, assim como a de aprender não é de responsabilidade somente do aluno”.

O trabalho do psicopedagogo na escola é:

  • Trabalhar na prevenção das dificuldades de aprendizagem;
  • Intervir na formação do professor, supervisor ou orientador pedagógico.
  • Realizar uma orientação educacional;
  • Propor a intervenção no currículo, no projeto político pedagógico, na metodologia de ensino do professor, nas formas de aprender do professor;
  • Contribuir para que haja uma boa comunicação entre escola e família;
  • Favorecer um clima de confiança e estabelecer um elo construtivo entre todos;
  • Auxiliar na aprendizagem do aluno;
  • Promover uma mediação que possibilite a realização eficaz da tarefa e muitas outras funções, que variam de acordo a necessidade e realidade de cada escola.

O psicopedagogo é alguém que convoca todos a refletirem sobre sua atividade, a reconhecerem-se como autores, a desfrutarem o que têm para dar. Alguém que ajuda o sujeito a descobrir que ele pensa, embora permaneça muito sepultado, no fundo de cada aluno e de cada professor. Alguém que permita ao professor ou à professora recordar-se de quando era menino ou menina. Alguém que permita a cada habitante da escola sentir a alegria de aprender para além das exigências de currículos e notas.

Podemos perceber que o psicopedagogo é o profissional que na instituição escolar tem como objetivos levar a todos a sair da acomodação e se questionar sobre seus anseios e expectativas em relação aos seus conceitos, formação, ao trabalho e vida.

O respeito e a individualidade de cada aprendente é fundamental para que haja desenvolvimento e avanços significativos na aprendizagem de cada indivíduo. Quando existe psicopedagogo na escola, percebemos que existem mudanças e avanços. A escola que se preocupa e que tem um verdadeiro compromisso com a aprendizagem e com a educação, tem Psicopedagogo a disposição do processo.

Como gerenciar o Atendimento Psicopedagógico na instituição Escolar:

PsiquEasy é indicado para Psicopedagogos que atendem em clínicas, escolas, empresas, hospitais, ONG’s, espaços que ofereçam o atendimento Psicopedagógico de modo geral.ndicamos PsiquEasy aos profissionais que desejam:

  • Organizar seus atendimentos;
  • Cadastrar seus alunos/aprendentes;
  • Agendar suas sessões, além de possuir vários modelos de testes;
  • Geração automática de documentos que são utilizados no dia a dia de todo profissional da área dentre muitas outras vantagens.

Com PsiquEasy é possível organizar todos  atendimentos tornando todo o processo flexível e dinâmico. Por ser um software em nuvem, é possível ser utilizado em qualquer dispositivo móvel com acesso a internet. Ou seja, liberdade para acessar de qualquer lugar e hora os dados dos seus pacientes/alunos/aprendentes.

O armazenamento na nuvem significa salvar seus dados em um espaço virtual:

Lembrando que este conceito se refere a um modelo em que é possível consultar, arquivar e executar diferentes tarefas pela internet. Isso permite que o usuário tenha acesso a seu conteúdo de qualquer lugar e a qualquer momento. Basta ter conexão com a internet.

Armazenar na nuvem significa especificamente um modo de manter os dados salvos em ambiente virtual, sem depender de máquinas ou equipamentos físicos que possam sofrer vários danos ou percas.

4 Como traçar o Perfil Psicoeducacional?

Traçar o Perfil Psicoeducacional é muito importante para conhecer melhor o paciente/aprendente.

Este instrumento nos auxilia na compreensão e descrição de padrões irregulares de aprendizagem e comportamentos que podem comprometê-lo, fornecendo informações valiosas para elaboração de um planejamento Psicoeducacional individualizado.

O PEP-R (Perfil Psicoeducacional Revisado) é um instrumento de avaliação voltado para crianças, entre 1 e 12 anos, com autismo e transtornos correlatos da comunicação. Este instrumento nos auxilia na compreensão e descrição de padrões irregulares de aprendizado e comportamentos que podem comprometê-lo, fornecendo informações valiosas para elaboração de um planejamento psicoeducacional individualizado.

O PEP foi um instrumento concebido para identificar padrões de aprendizagem irregulares e idiossincráticos, destinando-se a crianças cuja faixa etária varia entre 1 e 12 anos. As dimensões avaliadas são: coordenação motora ampla, coordenação motora fina, coordenação visuo-motora, percepção, imitação, performance cognitiva e cognição verbal (escala de Desenvolvimento), e as áreas de relacionamento e afeto, brincar e interesse por materiais, respostas sensoriais e linguagem (escala de Comportamento).

Para cada área, foi desenvolvida uma escala específica com tarefas a serem realizadas ou comportamentos a serem observados.