MOBILIDADE REDUZIDA: DIVERSIDADE, CONVIVÊNCIA E INCLUSÃO
Mobilidade Reduzida
1 MOBILIDADE REDUZIDA: DIVERSIDADE, CONVIVÊNCIA E INCLUSÃO
Reflexão sobre os termos com os quais nos deparamos na tentativa de conceituação da deficiência:
- Deficiência: “Falta, carência; insuficiência”. (Dicionário Aurélio)
- Deficiente: adjetivo relativo á deficiência. Sinônimos: Anormal, Incomum, Diferente, Excepcional
- Igualdade x diferença Perante a lei todos são iguais, possuem os mesmos direitos e deveres.
Questionamentos:
- Se todos são iguais, por quê as PcDs são marginalizadas?
- Quais mecanismos a excluem?
PRECONCEITO
Julgamento pré-formado que leva ao ato de segregar (discriminar),
imprimir uma cicatriz / marca (estigmatizar),
torná-la imutável (esteriótipo)
Preconceito significa pré-julgamento, herdado de concepções sociais que influenciam as atitudes das pessoas refletindo-se em atos discriminatórios.
“Estigmas, preconceitos e discriminações são mecanismos gerados historicamente em cada cultura”
CONCEPÇÃO DE DEFICIÊNCIA
A evolução histórica sobre a concepção de deficiência: É possível identificar FASES de notáveis transformações nas IDÉIAS e ATITUDES referentes a estas condições Até o início do Século XIV o conceito de deficiência: - associado à condições de incapacidade generalizadas - a idéia de dependência e inutilidade - não havia preocupação com a separação de quadros diferenciados - eliminação e o abandono eram atitudes comuns Cristianismo - teorias da causalidade: - passa ser atribuída aos desígnios de entidades sobrenaturais. - são: "eleitos ou anjos de Deus“ ou "possuídos pelo demônio".
Origem a novas atitudes: - ambivalentes de proteção e maus tratos, dependendo da teoria assumida. - cuidado com o bem estar - tanto quanto os açoitamentos e as trepanações cranianas eram atitudes comuns. Por volta do Século XVIII - desenvolvimento da ciência permite questionar dogmas religiosos Com a descoberta de que algumas deficiências eram resultantes de lesões e disfunções do organismo, surge a denominada concepção organicista - que concebe deficiência como sinônimo de doença - passam a ser vistos como clientela e objeto de estudo da medicina
- atitudes: - inicia-se a segregação com o objetivo de oferecer tratamento médico e aliviar a sobrecarga da família e da sociedade. - abrigados em asilos e hospitais, juntamente com prostitutas, loucos, libertinos, delinqüentes e mutilados sob o pretexto de receberem atendimento. - organicismo radical - tais crenças justificavam a segregação social que lhes eram imputadas. - a crença na educabilidade era restrita a alguns pioneiros Neste período é iniciada a tentativa de descrever este fenômeno, de categorizar as deficiências e de diferenciar a deficiência da doença mental.
Revolução industrial: Surgiu a necessidade de mão de obra mais especializada, o que provocou a institucionalização da escolaridade obrigatória nos países ocidentais - esta mudança fez surgir a conscientização de que existia um conjunto de indivíduos, que apesar de não possuírem sinais evidentes de anormalidade, fracassavam na aquisição de habilidades acadêmicas
2 deficiências sócio-educacionais
Atitudes: - a Educação destes indivíduos, começa a se generalizar no final do Século XIX; - objetivo de atender as necessidades especiais desta clientela - passou-se a excluí-los do ensino regular. - exagero - “Classes Especiais” (PcD + Dist Apr + Prob Conduta + Nota) Período foi interrompido pela Segunda Guerra Mundial Veteranos de Guerra Provocou grandes mudanças no clima sócio-cultural no mundo ocidental e fez surgir uma filosofia mais humanista - descobertas científicas começaram a esvaziar a concepção organicista introduziram mudanças nas atitudes das pessoas frente a essa situação. - a deficiência passa a ser concebida como uma condição determinada por variáveis orgânicas e ambientais e o seu portador a ser enxergado como pessoa passível de evolução e participação dentro da sociedade.
- relação entre o que se pensa ser a condição e as atitudes que são assumidas. - A construção do conhecimento sobre a deficiência é um processo social que envolve uma assimilação de crenças, estereótipos, preconceitos e conhecimento científico sobre a condição. Apesar de haver predomínio de uma determinada concepção, num determinado período histórico, concepções ultrapassadas não desaparecem necessariamente, e parecem ser perpetuadas pelas práticas culturais, principalmente nos grupos sociais que não têm acesso freqüente às novas informações científicas. As pessoas normalmente reproduzem um discurso do cotidiano ou senso comum sobre as condições de deficiências. É necessário alterar o discurso do senso comum / informações científicas.
3 DIFERENÇAS INDIVIDUAIS
Em várias áreas profissionais, o uso de classificações por categoria de deficiência se impõe por necessidades as mais diversas - atentar ao fato de que em cada categoria há inúmeras diferenças individuais, na situação familiar, experiências de vida e ajustamento, além do grau e extensão da deficiência propriamente dita. Coloca-se que as diferenças individuais tendem a se acentuar ou não em função das exigências naturais e sociais do meio, do grau de tolerância, compreensão ou aceitação da sociedade para com as diferenças existentes entre seus membros. MAZZOTA (1982) Para mudar-se a visão da sociedade, é necessário que ela se torne pluralista, entendendo a existência, em sua formação: de pessoas diferentes: com capacidades / vontades / aptidões / e oportunidades também diferentes
“NORMALIZAÇÃO”
É o princípio que representa a base filosófico-ideológica da inclusão. • Não se trata de normalizar as pessoas, mas sim o contexto em que se desenvolvem • Não significa tratá-las como pessoa normal • E sim, respeitar as peculiaridades, necessidades, diferenças filosofia mais humanista: “pessoa que embora possua dificuldades, limitações reais” “passível de evolução e participação dentro da sociedade” • Tratá-la normal no entendimento enquanto “pessoa” - essência (respeito, amizade, carinho, atenção, direito, deveres, “cobrança”)
TERMINOLOGIA
"deficiente” "pessoa deficiente” "pessoa portadora de deficiência” "pessoa portadora de necessidades especiais" "pessoas com necessidades educacionais especiais." * o termo utilizado no contexto escolar “pessoa em condição de deficiência” ( UNICAMP )
TERMINOLOGIA
A PESSOA COM NECESSIDADES ESPECIAIS
- condutas típicas de síndromes neurológicas, psiquiátricas ou psicológicas (com manifestações comportamentais que acarretam prejuízos no relacionamento social); - altas habilidades (qualidades de superdotados); - problemas de conduta desajustada ou psicótica; - distúrbios de saúde (obesidade, diabetes, cardiopatias etc.); - terceira idade - gestantes
A PESSOA COM DEFICIÊNCIA
- deficiência INTELECTUAL (mental); deficiência auditiva; deficiência visual; deficiência física; - distúrbios de aprendizagem; - combinações das categorias acima citadas.
• Termo Correto A Ser Utilizado: • PESSOA COM DEFICIÊNCIA (ou PcD)
Sendo: • Intelectual • Visual (cego) • Física (cadeirante) • Auditiva • Deficiências Associadas • Múltiplas Deficiências - Ainda, especificamente: Surdo (não surdo mudo) • Pessoa com mobilidade reduzida: idoso, acidentado, gestante, obeso ( NBR 9050:2004 - entre outros ) - pessoas com crianças de colo
INCLUSÃO
Refere-se basicamente à possibilidade efetiva de participação na construção da vida social e nos bens sociais, culturais, educacionais nela produzidos; É a modificação da sociedade dos indivíduos para acolher as diferenças.
PRINCÍPIOS DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA (SASSAKI, 1997)
Benefícios da educação inclusiva para todos os estudantes 1. Os estudantes com deficiência: - desenvolvem a apreciação pela diversidade individual; - demonstram crescente responsabilidade e melhorada aprendizagem através do ensino entre os alunos; - podem participar como aprendizes sob condições instrucionais diversificadas (aprendizado cooperativo, etc.) 2. Os estudantes sem deficiência: - tem acesso a uma gama mais ampla de modelos de papel social, atividades de aprendizagem e redes sociais; - desenvolvem, em escala crescente, o conforto, a confiança e a compreensão da diversidade individual deles e de outras pessoas; - demonstram crescente responsabilidade e crescente aprendizagem através do ensino entre os alunos; É POSSÍVEL E DESEJÁVEL (CONHECIMENTO)
- Compreensão do fato de que não é necessário que todos os estudantes tenham as mesmas metas educacionais para aprenderem juntos em classes comuns. - Aprendizado cooperativo - Instrução baseada em projeto / atividade - Educação que reconheça diferentes estilos de aprendizagem - Currículos e métodos que estão adaptados para as necessidades individuais - TUTORIA • É POSSÍVEL E DESEJÁVEL (METODOLÓGICO) • EDUCAÇÃO INCLUSIVA É UMA ATITUDE DE ACEITAÇÃO DAS DIFERENÇAS, NÃO UMA SIMPLES COLOCAÇÃO EM SALA DE AULA. • SUPORTES SUFICIENTES PARA PROFESSORES / ESTUDANTES / EQUIPE DA ESCOLA
Os indivíduos em sociedade criam diferentes problemas com:
- suas políticas discriminatórias e suas atitudes preconceituosas que rejeitam a minoria e todas as formas de diferenças - seus discutíveis padrões de normalidade (acessibilidade atitudinal) - seus ambientes restritivos (acessibilidade física / arquitetônica)
Deficiência INTELECTUAL:
(American Association on Intellectual and Developmental Disabilities (AAIDD) caracteriza-se por: - registrar um funcionamento intelectual geral significativamente abaixo da média (teste Q I ) - oriundo do período de desenvolvimento (0 -18 anos), - concomitante com limitações associadas a duas ou mais áreas da conduta adaptativa ou da capacidade do indivíduo em responder adequadamente às demandas da sociedade, nos seguintes aspectos: comunicação, cuidados pessoais, habilidades sociais, desempenho na família e comunidade, independência na locomoção, saúde e segurança, desempenho escolar, lazer e trabalho uma pessoa para ser denominada com deficiência intelectual precisa necessariamente apresentar todos os elementos desta definição Deficiência auditiva / SURDOS: corresponde à perda parcial ou total da audição. A classificação é feita de acordo com a perda sensorial apresentada (medida em decibéis). (BRASIL, 1994). Deficiência física (motora): é toda e qualquer alteração no corpo humano, resultado de um problema ortopédico, neurológico ou de má formação, levando o indivíduo a uma limitação ou dificuldade no desenvolvimento de alguma tarefa Motora. (COSTA, 1995). Deficiência visual (cegos): refere-se a uma limitação sensorial que pode anular ou reduzir a capacidade de ver, abrangendo vários graus de acuidade visual, permitindo várias classificações da redução da visão
PESSOA COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA (SURDA):
- Fale com o tom normal de voz - só quando lhe for pedido fale mais alto. Gritar não resolve !!!!! - Fale claramente - distinguindo palavra por palavra - mais não exagere. - Fale na velocidade normal - só quando lhe for pedido fale mais devagar. Cuide para que a pessoa enxergue a sua boca. A leitura dos lábios fica impossível se você gesticula, segura algo na frente dos próprios lábios ou fica contra a luz. - Seja expressivo. Como os surdos não podem ouvir as mudanças sutis do tom de sua voz, indicando irreverência ou seriedade (por exemplo), eles “lerão” suas expressões faciais, seus gestos ou os movimentos do seu corpo para entender o que você quer comunicar. - Se você falar a uma pessoa surda, chame a atenção dela, seja sinalizando com a mão ou tocando no seu braço. Enquanto estiverem conversando mantenha contato visual. Se você olhar para outro lado enquanto está conversando, o surdo pode pensar que a conversa terminou. - Se você encontrar dificuldade em entender o que uma pessoa surda está falando, sintase à vontade para pedir que repita o que falou. Se você ainda não entender, peça-lhe que o ajude escrevendo. O que interessa é comunicar-se com a pessoa surda. O método não importa. - Mesmo que o surdo esteja acompanhado de intérprete, fale diretamente a pessoa surda e não ao intérprete. - Ao planejar um encontro, lembre-se que os avisos e/ou sinais visuais são úteis. Se está previsto um filme (se não for legendado), providencie um resumo por escrito do conteúdo do mesmo.
obs: Caso seja possível, podemos utilizar o recurso da “escrita” - pergunte / ofereça esta possibilidade á pessoa - Obs: uso do telefone celular
-Lembre-se... é desejável que aprendamos o “LIBRAS”.
Pedido individual (formulário impresso T&D)
- Organizar um curso na Unidade para servidores e público em geral ?
- Capacitação Servidores (setores “chaves”) ?
PESSOA QUE USA CADEIRA DE RODAS
- Não segure, toque ou movimente a cadeira de rodas (se não for solicitado). É como se ela fizesse parte do corpo da pessoas. Apoiar-se ou encostar-se na cadeira é o mesmo que fazê-lo na pessoa. - Se você desejar, oferece ajuda, mas não insista. Se precisar de ajuda a pessoa aceitará sua oferta e lhe dirá o que fazer. Se você forçar essa ajuda, isso pode causar insegurança. - Não tenha receio de usar palavras como “caminhar” ou “correr”. - Quando você e uma pessoa com deficiência física quiserem sair juntas preste atenção para eventuais barreiras arquitetônicas ao escolherem um restaurante, casa, teatro, etc.
- Se a conversa durar mais que alguns minutos, sente-se ou abaixe-se, se possível, de modo a ficar no mesmo nível do seu olhar. Para uma pessoa sentada não é confortável ficar olhando para cima, durante um período relativamente longo. - Não estacione seu carro em lugares reservados ás pessoas deficientes físicas. Tais lugares são reservados por necessidade e não por conveniência. Obs: o espaço é mais largo que o usual, afim de permitir que a cadeira de rodas fique ao lado do veículo e a pessoa possa sair e sentar-se na cadeira de rodas e vice-versa; além disso o lugar reservado é próximo á entrada de prédios para facilitar o acesso dessa pessoas. - Ao ajudar uma pessoa em cadeira de rodas a descer uma rampa inclinada, ou degraus, é preferível usar a “marcha-a-ré”, para evitar que, pela inclinação, a pessoa perca o equilíbrio e venha cair para frente.
Classificação: Amputação Espinha Bífida Nanismo Distrofia muscular Osteogênese Imperfeita Artrite Poliomielite Lesões Medulares Paralisia Cerebral Acidente Vascular Cerebral (AVC)
Lesão medular
Obs: dúvidas sobre a “capacidade” para / ausência de sexualidade
Usa moletas, bengalas, andadores, etc
- Acompanhe o ritmo de sua marcha
- Tome cuidados necessários para que ela não tropece
- Deixe as muletas sempre ao alcance de suas mãos
PESSOA COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL:
Obs: a identificação de possíveis níveis - complexa - Dê-lhes atenção, sempre procurando conversar. - Seja natural. Evite superproteção. - A pessoa com deficiência intelectual deve fazer sozinho, tudo que puder. Ajude-a somente quando for necessário. - Não tenha receio de orientá-los quando perceber situação duvidosa ou inadequada. - Lembre-se, deficiência metal pode ser conseqüência de uma doença MAS NÃO É DOENÇA. É uma condição de ser. - Evite reforçar atitudes ou falas infantis e elogios desnecessários. - Uma pessoa com deficiência intelectual é primeiro lugar, uma pessoa. Enquanto for criança, trata-a como criança. Quando for adolescente ou adulto trata-a como tal. •Obs: dificuldades e preconceitos sociais encontradas em questões ligadas a sexualidade - mitos - ser demasiadamente sexualizado - infantilizado - ausência de sexualidade
- busca orientações / profissionais questões ligadas a doenças sexualmente transmitidas, gravidez precoce ou indesejada e abusos.
PESSOA COM DEFICIÊNCIA VISUAL:
- Ofereça sua ajuda sempre que um cego parecer necessitado. Mas, não o ajude sem que ele concorde. Sempre pergunte antes de agir. Se você não souber em quê e como ajudar, peça explicações de como fazê-lo. - Para guiar uma pessoa cega ela deve segurar-lhe pelo braço, de preferência no cotovelo ou no ombro. Não a pegue pelo braço. Além de perigoso, isso pode assustá-la. A medida que encontrar degraus e outros obstáculos, vá orientando-a. Em lugares muito estreitos para duas pessoas caminharem lado a lado, ponha seu braço para trás de modo que a pessoa cega possa lhe seguir.
- Ao explicar direções para uma pessoa cega seja o mais claro e específico possível. Não esqueça de indicar os obstáculos que existem no caminho que ela vai seguir. Como algumas pessoas não possuem memória visual não se esqueça de indicar as distâncias em metros (por exemplo: uns 20 metros para frente).
- Mas, se você não sabe corretamente como direcionar uma pessoa cega, diga algo como: - “Eu gostaria de lhe ajudar, mas como devo descrever as coisas?” Ele lhe dirá. -Ao guiar um cego para uma cadeira, guie a sua mão para o encosto da cadeira, e informe se a cadeira tem braço ou não. -(obs: idem pratos, talheres) - Ao chegar... e ao sair de uma sala, informe. É desagradável para qualquer pessoa falar para o vazio. Obs: Contatos mais pessoais / maior contato / tempo - conhecer e chamá-la pelo nome / questões afetivas questões segurança - Pois a pessoa não responderá a pistas verbais como: Ei, você! / Ou, cuidado! -Não evite palavras como "cego", "olhar" ou "ver". Os cegos também as usam. -No restaurante que não tenha cardápio em Braille, é de boa educação que leia o cardápio e os preços. - Ampliado (visão subnormal) obs: rixo, explicar tipos pratos
- Quando você estiver em contato social ou trabalhando com um cego, não pense que a cegueira possa vir a ser problema, e, por isso, nunca os exclua de participar plenamente, nem procure minimizar tal participação. Deixe que ele decida como participar. Proporcione a ele a chance de ter sucesso ou falhar. Tal como outra pessoa.
- Evite distrair / brincar com o cão guia
Visão Subnormal (pessoa com séria dificuldade de visão):
- Proceda com o mesmo respeito, perguntando-lhes se precisa de ajuda, quando notar que está em dificuldade.
EPILEPSIA
Conduta Diante De Uma Crise
- manter-se calmo; a pessoa em crise não corre sérios perigos, embora possa parecer que sim. Não é uma emergência;
- se a crise for percebida a tempo, pedir para a pessoa que se deite e afaste objetos que tenham arestas ou ofereçam algum perigo;
- coloque algo suave sob a cabeça a pessoa;
- vire suavemente a cabeça da pessoa para o lado, demaneira que a saliva escorra e não impeça a respiração;
- após o início da crise, não tente introduzir nenhum objeto na boca da pessoa (principalmente sua mão ! );
- não tente segurá-la;
- afrouxar roupas apertadas na região do pescoço, abdômem e punhos;
- não lhe dê nada para beber;
- retirar óculos, próteses, adornos, etc;
- se a duração da crise for superior a 10 minutos, chamar um médico;
- permanecer ao lado da pessoa até o final da crise;
- evitar aglomeração de curiosos e constrangimento para a pessoa;
- deixar a a pessoa repousar para se recuperar dos movimentos convulsivos; e;
- após a retomada de consciência, explicar a ela o que aconteceu.
4 AS PESSOAS DEFICIENTES E A LEGISLAÇÃO
TRABALHO
Legislação vigente indica e garante acesso das Pc D ao mercado de trabalho.
• lei onde as empresas com mais de 100 funcionários são obrigadas a terem entre 2% e 5 % de seu quadro de funcionários composto Pc D. (o cálculo 2% a 5%, a partir do número total de funcionários)
Considerações:
1) A participação efetiva da Pc D mercado de trabalho, visa deixá-las o menos dependentes possível, não sobrecarregando a sociedade como um todo, pois todos devem, ou melhor, podem atuar de maneira produtiva dentro da sociedade.
TRABALHO
2) Com fins de cumprir a lei, Pc D tem sido contratadas, porém acabam desempenhando sub-funções ou funções a quem de suas reais capacidades;
3) E ainda, tal fato não possibilita que as mesmas vislumbrem ascensão dentro de empresas, e;
4) As pessoas “ditas normais” podem não estar preparadas para receberem em ambiente de trabalho Pc D, o que pode levar a atitudes de indiferença ou preconceito.
OBS: importância do Treinamento - RHs Empresas
BENEFÍCIOS
• lei garante – bolsa família – um salário mínimo vigente – família com P D
• lei garante – benefício – aposentadoria proporcional - individual
Considerações:
1) pessoa perde no momento que passa a trabalhar (esta sendo revista)
2) muitos preferem não tentar o mercado de trabalho / não perder este benefício
ACESSIBILIDADE
• lei garante – acessibilidade – eliminação de barreiras arquitetônicas – locais públicos (prefeituras, hospitais, escolas, bibliotecas, etc)
• Dez 2005 – “desenho / projeto universal” – adequar / construir prevendo
PRESENÇA DE POLÍTICAS (PÚBLICAS)
- DE ATENDIMENTO A SAÚDE
- ALIMENTAÇÃO - SANIAMENTO BÁSICO
- TRANSPORTE PÚBLICO - ACESSIBILIDADE
- EDUCAÇÃO: TREINAMENTO / CAPACITAÇÃO MATERIAIS / EQUIPAMENTOS ESPECIALIZADOS BIBLIOGRAFIAS ESPECÍFICAS ELIMINAÇÃO DE BARREIRAS ARQUITETÔNICAS