Desenho Técnico
Desenho Técnico Básico
1 ETIMOLOGIA:
O português desenho é um substantivo deverbal do verbo desenhar, que remonta ao latim designare, “marcar, notar, traçar, desenhar; indicar, designar; dispor, ordenar, regular, imaginar”, étimo do italiano desegnare. O português desenhar (e desenho) é modernamente só “traçar (e traçado) com linhas e afins”. Desenho é qualquer representação gráfica (colorida ou não) de formas. Desenho é a expressão gráfica da forma, não se pode desenhar sem conhecer as formas a serem representadas.
O desenho é a forma de comunicação mais importante, depois da palavra, o desenho serve à propaganda, ao humorismo, à arquitetura, à expressão gráfica da palavra, etc.. É um erro se considerar o desenho como uma cópia de formas, pois ele pode representar a imaginação de uma forma não existente (ficção científica): afinal, pode-se considerar desenho tudo aquilo que a mão humana traduz quando quer exprimir uma idéia mesmo que não o consiga.
Desenho Industrial, tradução da expressão inglesa industrial design: significa tradicionalmente o desenho, o projeto de objetos ou de sistemas de objetos industrializados normalmente fruídos na existência cotidiana, no lar, no trabalho, no lazer: do relógio de pulso, aos talheres, da bicicleta ao automóvel, do trem ao avião, dos eletrodomésticos aos instrumentos de escritório, dos móveis aos barcos, das ferramentas manuais à máquinas operatrizes. Todos esses objetos estão fundamentados num momento projetivo – de desenho criador – e num momento iterativo – de produção em série e mecanizada. Assim, Desenho Técnico Mecânico é o projeto da forma de objetos destinados à fabricação de objetos em série. O Projetista Mecânico (Mechanical Designer) é responsável pela forma dos produtos da sua empresa e sociedade; por isso deve considerar no seu trabalho a complexidade de relações entre produto, máquinas/equipamentos e ambiente, produto e usuário, isto é, fatores tecnológicos, econômicos, sociais e culturais do ambiente.
CONCEITO:
O que é Desenho Técnico?
O desenho técnico, como citado anteriormente, é uma linguagem gráfica utilizada na indústria. Para que esta linguagem seja entendida no mundo inteiro, existe uma série de regras internacionais que compõem as normas gerais de desenho técnico, cuja regulamentação no Brasil é feita pela ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas. É derivado da Geometria descritiva, que é a ciência que tem por objetivo representar no plano (folha de desenho, quadro, etc.) os objetos tridimensionais, permitindo desta forma a resolução de infinitos problemas envolvendo qualquer tipo de poliedro, no plano do papel. O desenho técnico é um desenho operativo, ou seja, após sua confecção segue-se uma operação de fabricação e/ou montagem. Desta forma, para fabricarmos ou montarmos qualquer tipo de equipamento ou construção civil, em todas as áreas da indústria, sempre precisaremos de um desenho técnico.
FINALIDADE:
Ao iniciar o estudo de Desenho Técnico, você está empreendendo uma experiência educacional gratificante que terá real valor em sua futura profissão. Quando você tiver se tornado perito nesse estudo, terá a seu dispor um método de comunicação usado em todas as áreas da indústria técnica, uma linguagem sem igual para a descrição acurada de objetos sólidos. O desenho técnico é um dos mais importantes ramos de estudo em uma escola técnica, porque é à base de todos os projetos e subseqüentes fabricações. Todo estudante técnico deve saber fazer e ler desenhos. O desenho é essencial em todos os tipos de engenharia prática, e deve ser compreendido por aqueles relacionados com, ou interessados na indústria técnica. Todos os projetos e instruções para fabricação são preparados por desenhistas, escritores profissionais da linguagem, mas mesmo alguém que nunca tenha feito projetos deve ser capaz de lê-los e entendê-los, ou será, profissionalmente, um leigo.
A nossa finalidade é estudar a linguagem do desenho técnico, de tal maneira que se possa escrevê-la, de uma maneira clara, a alguém que, familiarizado com este assunto, possa lê-la prontamente quando escrita por outro alguém para tanto, é preciso conhecer sua teoria e composição básica e ficar a par das abreviaturas e convenções adotadas. A finalidade principal do Desenho Técnico é a representação precisa, no plano, das formas do mundo material e, portanto, tridimensional, de modo a possibilitar a reconstituição espacial das mesmas.
Essa representação de formas constitui o campo do chamado “desenho projetivo”; o Desenho Técnico também abrange a representação gráfica de cálculos, leis e dados estatísticos, por meio de diagramas, ábacos, e nomogramas, que pertencem ao campo do “desenho não projetivo”. Por serem seus princípios fundamentalmente os mesmos em todo o mundo, alguém treinado nestas práticas em uma nação pode prontamente adaptar-se às de uma outra nação qualquer. Esta linguagem é completamente gráfica e escrita, e é interpretada pela aquisição de um conhecimento visual do objeto representado. O êxito de um aluno nesta matéria será indicado não somente pela sua habilidade na execução, mas também pela sua capacidade de interpretar linhas e símbolos e visualizá-los claramente no espaço.
IMPORTÂNCIA:
O Desenho Técnico constitui-se no único meio conciso, exato e inequívoco para comunicar a forma dos objetos; daí a sua importância na tecnologia, face à notória dificuldade da linguagem escrita ao tentar a descrição da forma, apesar a riqueza de outras informações que essa linguagem possa veicular. Diante da complexidade dos problemas relativos aos projetos de Engenharia e Arquitetura, poderia parecer excessiva a importância atribuída à forma e à sua representação. Ocorre que a forma não é um acessório nos problemas de tecnologia, mas faz parte intrínseca dos mesmos. O Desenho Técnico, ao permitir o tratamento e a elaboração da forma de modo fácil econômico, participa decisivamente das três fases da solução daqueles problemas.
Essas três fases são:
1 º - A busca de conceitos e idéias que pareçam contribuir para a solução.
2 º - O exame e análise crítica desses conceitos, quando alguns são escolhidos e outros rejeitados.
3 º - O desenvolvimento dos conceitos escolhidos, seu aperfeiçoamento final e comunicação.
Portanto, as aplicações do Desenho Técnico não se limitam à fase final de comunicação dos projetos de Engenharia e Arquitetura, mas ainda cumpre destacar sua contribuição fundamental nas fases anteriores, de criação e de análise dos mesmos. Adicionalmente, face à dificuldade em concebermos estruturas, mecanismos e movimentos tridimensionais, o Desenho Técnico permite estudá-los e solucioná-los eficazmente, porque permite a sua representação.
MODALIDADES DE EXECUÇÃO:
É comum associar-se o Desenho Técnico apenas à execução precisa por meio de instrumentos (régua, compasso, esquadros, etc.), mas ele pode, também ser executado à mão livre ou por meio de computadores. Cada uma dessas modalidades difere apenas quanto à maneira de execução, sendo idênticos os seus princípios fundamentais. Enquanto o “desenho instrumental” é utilizado em desenhos finais, de apresentação, de cálculos gráficos, de nomogramas, de diagramas, etc., o “esboço à mão livre” é, por excelência, o desenho do Engenheiro e do Arquiteto, pois possui a rapidez e a agilidade que permitem acompanhar e implementar a evolução do processo mental. A presente apostila tem a finalidade de estudar os elementos básicos do Desenho Técnico Projetivo com enfoque na sua execução à mão livre. Os exercícios propostos visam não apenas treinar o aluno na execução do esboço à mão livre, mas objetivam, primordialmente, desenvolver a sua capacidade de visualização tridimensional e de representação da forma.
COMO É ELABORADO UM DESENHO TÉCNICO:
Às vezes, a elaboração do desenho técnico mecânico envolve o trabalho de vários profissionais. O profissional que planeja a peça é o engenheiro ou o projetista. Primeiro ele imagina como a peça deve ser e depois representa suas idéias por meio de um esboço, isto é, um desenho técnico à mão livre. O esboço serve de base para a elaboração do desenho preliminar. O desenho preliminar corresponde a uma etapa intermediária do processo de elaboração do projeto, que ainda pode sofrer alterações. Depois de aprovado, o desenho que corresponde à solução final do projeto será executado pelo desenhista técnico.
O desenho técnico definitivo, também chamado de desenho para execução, contém todos os elementos necessários à sua compreensão. O desenho para execução, que tanto pode ser feito na prancheta como no computador, deve atender rigorosamente a todas as normas técnicas que dispõem sobre o assunto. O desenho técnico mecânico chega pronto às mãos do profissional que vai executar a peça. Esse profissional deve ler e interpretar o desenho técnico para que possa executar a peça. Quando o profissional consegue ler e interpretar corretamente o desenho técnico, ele é capaz de imaginar exatamente como será a peça, antes mesmo de executá-la. Para tanto, é necessário conhecer as normas técnicas em que o desenho se baseia e os princípios de representação da geometria descritiva.
2 NORMAS PARA DESENHO TÉCNICO – ABNT/DIN:
ENTIDADES NORMALIZADORAS:
- ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas
- ASME – Sociedade Americana de Engenharia Mecânica (American Society of Mechanical Engeering)
- ASTM - Sociedade Americana para Testes e Materiais (American Society for Testing and Materials)
- BS – Normas Britânicas (British Standards)
- DIN – Instituto Alemão para Normalização (Deutsches Institut für Normung)
- ISO – Organização Internacional para Normalização (International Organization for Standardization)
- JIS – Normas da Indústria Japonesa (Japan Industry Standards)
- SAE – Sociedade de Engenharia Automotiva ( Society of Automotive Engeering)
PRINCIPAIS NORMAS:
- NBR 10067 – princípios gerais de representação em desenho técnico. A NBR 10067 (ABNT, 1995) fixa a forma de representação aplicada em desenho técnico. Normaliza o método de projeção ortográfica, que pode ser no 1º diedro ou no 3º diedro, a denominação das vistas, a escolha das vistas, vistas especiais, cortes e seções, e generalidades.
- NBR 10068 – Folha de desenho Lay-out e dimensões – objetiva padronizar as dimensões das folhas na execução de desenhos técnicos e definir seu lay-out com suas respectivas margens e legenda.
- NBR 10582 – apresentação da folha para desenho técnico – normaliza a distribuição do espaço da folha de desenho, definindo a área para texto, o espaço para desenho , etc..
- NBR 13142 – desenho técnico – dobramento de cópias. Fixa a forma de dobramento de todos os formatos de folhas de desenho para facilitar a fixação em pastas.
- NBR 8402 – execução de caracteres para escrita em desenhos técnicos.
- NBR 8403 – aplicação de linhas em desenhos – tipos de linhas – larguras das linhas
- NBR 8196 – desenho técnico – emprego de escalas
- NBR 12298 – representação de área de corte por meio de hachuras em desenho técnico
- NBR10126 – cotagem em desenho técnico
- NBR 8404 – indicação do estado de superfície em desenhos técnicos
- NBR 6158 – sistema de tolerâncias e ajustes
- NBR 8993 – representação convencional de partes roscadas em desenho técnico
- NBR 6402 – Execução de desenhos técnicos de máquinas e estruturas metálicas
FORMATOS PADRÕES DE FOLHAS:
TAMANHOS DE FOLHAS PADRONIZADAS PELA ISO:
O primeiro tamanho é o formato A0 com dimensões de 841 X 1189 mm, equivalente a 1 m2 de área, sendo que os demais formatos originam-se da bipartição sucessiva deste, conforme figura abaixo.
Quando da necessidade de utilização de formatos fora dos padrões estabelecidos, recomenda-se a escolha destes de tal forma que a largura ou o comprimento corresponda ao múltiplo ou submúltiplo do formato padrão.
QUADROS:
Nas dimensões das folhas deve haver um excesso de papel de 10 mm nos quatro lados e as margens ficam limitadas pelo contorno externo da folha e pelo quadro. O quadro tem a finalidade de limitar o espaço para o desenho conforme figura abaixo.
As margens são limitadas pelo contorno externo da folha e o quadro. O quadro limita o espaço para o desenho (Figura abaixo).
LAYOUT DA FOLHA:
Espaço para desenho:
- Os desenhos são dispostos na ordem horizontal ou vertical.
- A vista principal é inserida acima e à esquerda, na área para desenho.
Espaço para texto:
- Todas as informações necessárias ao entendimento do conteúdo do espaço para desenho são colocadas no espaço para texto.
- O espaço para texto é colocado à direita ou na margem inferior do padrão de desenho.
- Quando o espaço para texto é colocado na margem inferior, a altura varia conforme a natureza do serviço.
- A largura do espaço de texto é igual a da legenda ou no mínimo 100 mm.
- O espaço para texto é separado em colunas com larguras apropriadas de forma que possível, leve em consideração o dobramento da cópia do padrão de desenho, conforme padrão A4.
- As seguintes informações devem conter no espaço para texto: explanação (identificação dos símbolos empregados no desenho), instrução (informações necessárias à execução do desenho), referência a outros desenhos ou documentos que se façam necessários, tábua de revisão (histórico da elaboração do desenho com identificação/assinatura do responsável pela revisão, data, etc).
Legendas:
A legenda deve ficar no canto inferior direito nos formatos A0, A1, A2, A3, ou ao longo da largura da folha de desenho no formato A4. As legendas nos desenhos industriais as informações na legenda podem ser diferentes de uma empresa para outra, em função das necessidades de cada uma. Este é o espaço destinado à informações complementares ao desenho como: identificação, número de registro, título, origem, escala, datas, assinaturas de execução, verificação e aprovação, número de peças, quantidades, denominação, material e dimensão em bruto, etc...
Toda folha de desenho deve possuir no canto inferior direito um quadro destinado à legenda. Este quadro deve conter o título do projeto/desenho, nome da empresa, escalas, unidades em que são expressas as informações, número da folha (caso o projeto tenha mais de uma folha), e outras informações necessárias para sua interpretação.
Acima da legenda é construído o quadro de especificações (ou NOTAS), contendo quantidade, denominação do objeto, material, acabamento superficial, entre outros que se julgar necessário. A legenda deve ter 178 mm de comprimento nos formatos A2, A3 e A4, e 175 mm nos formatos A0 e A1.
3 Dobragem de Folhas:
Toda folha com formato acima do A4 possui uma forma recomendada de dobragem. Esta forma visa que o desenho seja armazenado em uma pasta, que possa ser consultada com facilidade sem necessidade de retirá-la da pasta, e que a legenda estaja visível com o desenho dobrado. As ilustrações a seguir mostram a ordem das dobras. Primeiro dobra-se na horizontal (em “sanfona”), depois na vertical (para trás), terminando a dobra com a parte da legenda na frente. A dobra no canto superior esquerdo é para evitar de furar a folha na dobra traseira, possibilitando desdobrar o desenho sem retirar do arquivo.
LETRAS E ALGARISMOS:
A NBR 8402 (ABNT) normaliza as condições para a escrita usada em Desenhos Técnicos e documentos semelhantes. Visa à uniformidade, a legibilidade e a adequação à microfilmagem e a outros processos de reprodução. “A habilidade no traçado das letras só é obtida pela prática contínua e com perseverança. Não é, pois, uma questão de talento artístico ou mesmo de destreza manual”. (SILV A) A maneira de segurar o lápis ou lapiseira é o primeiro requisito para o traçado das letras. A pressão deve ser firme, mas não deve criar sulcos no papel. Segundo Silva (1987) a distância da ponta do lápis até os dedos deve ser 1/3 do comprimento do lápis, aproximadamente.
TIPOS DE LINHAS E SUAS APLICAÇÕES:
A NBR 8403 (ABNT) fixa tipos e o escalonamento de larguras de linhas para uso em desenhos técnicos e documentos semelhantes. A relação entre as larguras de linhas largas e estreita não deve ser inferior a 2. As larguras devem ser escolhidas, conforme o tipo, dimensão, escala e densidade de linhas do desenho, de acordo com o seguinte escalonamento: 0,13; 0,18; 0,25; 0,35; 0,50; 0,70; 1,00; 1,40 e 2,00mm. As larguras de traço 0,13 e 0,18 mm são utilizadas para originais em que a sua reprodução se faz em escala natural.
Em muitas situações, ocorrem cruzamentos de linhas visíveis com invisíveis ou com linhas de eixo. Nestas situações, a representação pode ser tornada clara utilizando-se algumas convenções que, embora não normalizadas, podem ser bastante úteis, em particular para a realização e compreensão de esboços. Algumas destas convenções estão normalizadas pela ISO 128-20:1996, mas os programas de CAD normalmente não as utilizam.
ESCALAS:
Deve-se sempre que possível, procurar fazer o desenho nas medidas reais da peça, para transmitir uma idéia melhor de sua grandeza. Para componentes que são demasiadamente pequenos, precisamos fazer ampliações que permitam a representação de todos os detalhes conforme norma. No caso inverso, isto é, para peças de grande tamanho, o desenho deve ter proporções menores, sendo possível assim a sua execução dentro dos formatos padronizados. A Norma NBR 8196 OUT / 1983, define que a designação completa de uma escala deve consistir da palavra "ESCALA", seguida da indicação da relação como segue:
ESCALA é uma relação que se estabelece entre as dimensões de um objeto em verdadeira grandeza e aquelas que ele possui em um desenho.
Observações: independente do uso de escalas reduzidas ou ampliadas, a cotagem sempre é feita com as medidas reais da peça. A escala utilizada sempre deve ser escrita na legenda.
A escala a ser escolhida para um desenho depende da complexidade do objeto a ser representado e da finalidade da representação. Em todos os casos, a escala selecionada deve ser suficientemente grande para permitir uma interpretação fácil e clara da informação representada. A escala e o tamanho do objeto em questão deverão decidir o formato da folha.
A designação completa de uma escala deve consistir na palavra “ESCALA”, seguida da indicação da relação:
a) ESCALA 1:1, para escala natural;
b) ESCALA X:1, para escala de ampliação (X > 1);
c) ESCALA 1:X, para escala de redução (X > 1).
INSTRUMENTOS DE DESENHO:
- Pranchetas (mesas para desenho) – construídas com tampo de madeira macia e revestidas com plástico apropriado, comumente verde, por produzir excelente efeito para o descanso dos olhos.
- Régua paralela – instrumento adaptável à prancheta, funcionando através de um sistema de roldanas.
- Tecnígrafo – instrumento adaptável à prancheta reunindo, num só mecanismo, esquadro, transferidor, régua paralela e escala.
- Régua “T” – utilizada sobre a prancheta para traçado de linhas horizontais ou em ângulo, servindo ainda como base para manuseio dos esquadros.
- Esquadros – utilizados para traçar linhas, normalmente fornecidos em pares (um de 30º/60º e um de 45º).
- Transferidor – instrumento destinado a medir ângulos. Normalmente são fabricados modelos de 180º e 360º.
- Escalímetro – utilizada unicamente para medir, não para traçar.
- Compasso – utilizado para o traçado de circunferências, possuindo vários modelos (cada qual com a sua função), alguns possuindo acessórios como tira-linhas e alongador para círculos maiores.
- Curva francesa – gabarito destinado ao traçado de curvas irregulares.
- Gabaritos – fornecidos em diversos tamanhos e modelos para as mais diversas formas (círculos, elipses, específicos para desenhos de engenharia civil, elétrica, etc.)
- Lápis ou lapiseira – atualmente as mais utilizadas são as lapiseiras com grafite de 0,5mm e 0,7mm de diâmetro.
Observações: Para a disciplina de Desenho Técnico, são necessários os instrumentos destacados em negrito. Ou seja, Esquadros (um de 30º/60º e um de 45º - sem escala e de acrílico transparente – recomenda-se tamanho de 200mm); Transferidor (simples); Escalímetro (régua boa); Compasso (muito bom – evitar os de plástico simples); Duas Lapiseiras – 1ª com grafite 0,7 para o traçado dos contornos da peça e a 2ª com grafite 0,5 para o traçado linhas auxiliares e de cotas; Borracha branca e macia.
Materiais Complementares:
Flanela, escova para limpeza, fita adesiva, borrachas e grafites para a reposição.
Grau de dureza dos grafites: