Bibliologia 2
Pastor Evangélico
1 APÓCRIFOS, PSEUDOPÍGRAFOS E PERGAMINHOS
12.1 Escritos Apócrifos
Nas Bíblias de edição da Igreja Católica Romana, o total de livros é de 73, porque essa igreja, desde o Concílio de Trento, em 1546, incluiu no cânon do Antigo Testamento 7 livros apócrifos, além de 4 acréscimos ou apêndices a livros canô-nicos, acrescentando, assim, ao todo, 11 escritos apócrifos.
A palavra apócrifo significa literalmente, escondido, oculto, isto em referência a livros que tratavam de coisas secretas, misteriosas, ocultas. No sentido religioso, o termo significa não genuíno, espúrio, desde sua aplicação por Jerônimo. Os apócrifos foram escritos entre Malaquias e Mateus, ou seja, entre o Antigo e o Novo Testa-mento, numa época em que cessara por completo a revelação divina; isto basta para tirar-Ihes qualquer pretensão de canonicidade. O Historiador Flávio Josefo rejeitou-os totalmente. Nunca foram reconhecidos pelos judeus como parte do cânon hebraico. Jamais foram citados por Jesus nem foram reconhecidos pela igreja primitiva.
Jerônimo, Agostinho, Atanásio, Júlio Africano e outros homens de valor dos primitivos cristãos, opuseram-se a eles na qualidade de livros inspirados. Apareceram pela primeira vez na Septuaginta - tradução do Antigo Testamento feita do hebraico para o grego. Quando a Bíblia foi traduzida para o latim, em 170 d.C., seu Antigo Testamento foi traduzido do grego da Septuaginta e não do hebraico.
Quando Jerônimo traduziu a Vulgata, no início do Século V (405 d.C.), incluiu os apócrifos oriundos da Septuaginta, através da Antiga Versão Latina, de 170 d.C., porque isso lhe foi ordenado, mas recomendou que esses livros não poderiam servir como base doutrinária.
12.1.1 Livros Apócrifos do Antigo Testamento
Os 7 livros apócrifos constantes das Bíblias de edição católico-romana são: TOBIAS (Após o livro canônico de Esdras), JUDITE (após o livro de Tobias) SABEDORIA DE SALOMÃO (após o livro canônico de Cantares), ECLESIÁSTICO (após o livro de Sabedoria), BARUQUE (após o livro canônico de Jeremias), 1 MACABEUS, 2 MACABEUS (ambos, após o livro canônico de Malaquias). Os 4 acréscimos ou apêndices são: ESTER (a Ester, 10.4 -16.24), CÂNTICO DOS TRÊS SANTOS FILHOS (a Daniel, 3.24-90), HISTÓRIA DE SUZANA (Daniel, cap.13), BEL E O DRAGÃO (a Daniel, capo 14). Os livros rejeitados são: 3 ESDRAS, 4 ESDRAS, A ORAÇÃO DE MANASSÉS. A Igreja Católica Romana aprovou os apócrifos em 18 de abril de 1546, para combater o movimento da Reforma Protestante, então recente. Nessa época, os protestantes combatiam violentamente as novas doutrinas romanistas: a doutrina do Purgatório, a doutrina da oração pelos mortos, a doutrina da salvação mediante obras etc. A Igreja Católica Romana via nos apócrifos base para essas doutrinas, e, apelou para eles, aprovando-os como canônicos.
12.1.2 Razões da Rejeição dos Livros Apócrifos
A razão porque 66 livros da Bíblia se harmonizam entre si é que a mesma mente divina inspirou a cada escritor. Se, por exemplo, João tivesse escrito algo que não concordasse com as obras de Moisés, seríamos obrigados a rejeitar seu Evangelho, as Epístolas e o livro do Apocalipse. Os primeiros livros constituem o critério para todos os outros chamados inspirados. Se as doutrinas dos livros apócrifos não concordam em cada ocasião com aquilo que Moisés escreveu, não devem achar-se no Cânon da Palavra Inspirada. Os livros apócrifos ensinam doutrinas que são contrárias ao que Moisés e outros profetas escreveram. Por essa razão não foram colocados entre os outros livros do Velho Testamento, nos dias de Esdras. Nem Cristo nem os apóstolos citaram os livros apócrifos. S. Jerônimo os rejeitou da Bíblia Latina, por não estarem escritos em hebraico.
12.1.2.1 Ensino da Arte Mágica
Tobias 6.5-8. Então, o anjo lhe disse: toma as entranhas deste peixe e guarde para ti seu coração, o fel e seu fígado. Pois são necessários para medicinas úteis [...] Logo, Tobias perguntou ao anjo e lhe disse: Eu te rogo, irmão Azarias, para quais remédios são boas essas coisas, que tu pediste separar do peixe. E o anjo, respondendo, lhe disse: Se puseres um pedacinho do seu coração sobre as brasas, seu fumo há de espantar toda a espécie de demônios, seja de um homem ou de uma mulher, de modo que não possam mais voltar a eles.
12.1.2.2 Dar Esmolas Purifica do Pecado
Tobias 12.8,9. A oração é boa como o jejum e esmolas; é melhor do que guardar tesouros de ouro, pois, esmolas livram da morte, e é o mesmo que espia os pecados e conduz à misericórdia e vida eterna. Se ofertas caridosas pudessem expiar os nossos pecados, não teríamos necessidade do sangue de Jesus Cristo.
12.11.2.3 Pecados Perdoados pela Oração
Eclesiástico 3.4. Quem amar a Deus, receberá perdão de Seus pecados pela oração. Os pecados não se perdoam pela oração. Se fosse assim, não teríamos necessidade de Jesus. Todos os povos pagãos fazem orações, mas os pecados não se perdoam somente pela oração. Pv 28.1; 1Jo 1.9. Só Cristo, nosso Advogado, pode perdoar o pecado.
12.1.2.4 Orações pelos Mortos
2 Macabeus 12.42-46, E, fazendo uma arrecadação, mandou doze mil dracmas de prata a Jerusalém para ser oferecido um sacrifício pelos pecados dos mortos, e fez bem em pensar religiosamente na ressurreição, (pois, se não tivesse esperança que os que haviam sido mortos ressuscitassem novamente, haveria de ser supérfluo e em vão orar pelos mortos). E considerava que, os que haviam adormecido no temor de Deus, alcançaram para si muita graça. A Igreja Católica afirma que estes versículos lhe autorizam a doutrina do purgatório. Orações e missas pelos mortos são aceitas e o devoto católico crê nelas. Excede a imaginação a quantidade de dinheiro que aflui todos os anos aos cofres da igreja pelas missas em favor dos mortos.
12.1.2.5 O Ensino do Purgatório
Sabedoria 3.1-4. Mas, as almas dos justos estão na mão de Deus; e o tormento da morte não as tocará. Aos olhos dos ignorantes pareciam eles morrer e sua partida foi considerada desgraça. E, sua separação de nós, por uma extrema perda. Mas, eles estão em paz. E, embora aos olhos dos homens sofram tormentos, sua esperança está plenamente na imortalidade. A Igreja Católica baseia a sua crença da doutrina do purgatório nestes versículos citados: Embora aos olhos dos homens sofram tormentos, sua esperança está plenamente na imortalidade. Os tormentos nos quais se acham os justos, diz a Igreja, referem-se ao fogo do purgatório, onde os pecados estão sendo expiados. Sua esperança está plenamente na imortalidade, pois a igreja interpreta isso, declarando que após suficiente tempo de sofrimento no meio do fogo, poderão passar para o céu. 1Jo 1.7. Esse ensino aniquila completamente a expiação de Cristo. Se o pecado pudesse ser extinto pelo fogo, não teríamos necessidade do nosso Salvador.
12.1.2.6 O Anjo Relata uma Falsidade
Tobias 5.15-19. O anjo disse-lhe (a Tobias): Guiá-lo-ei para lá (o filho de Tobias) e o farei voltar a ti. E Tobias lhe disse (ao anjo): Eu te rogo, dize-me, de que família ou de que tribo és tu? E Rafael, o anjo, respondeu: [...] Eu sou Azarias, o filho do grande Ananias. Respondeu-lhe Tobias: Tu és de uma grande família. Se um anjo de Deus mentisse acerca de sua identidade, tornar-se-ia culpado de violação do nono mandamento. Lc 1.19. Confrontando esta declaração com o que está registrado no livro de Tobias, compreenderemos logo porque Cristo nunca Se referiu aos livros apócrifos.
12.1.2.7 Uma Mulher Jejuando Toda Sua Vida
Judith 8.5,6. E ela fez para si um aposento separado no andar superior de sua casa no qual vivia com suas servas. Seu vestido era de cabelo de crina e ela jejuava todos os dias de sua vida, com exceção dos sábados, das luas novas e demais festas da casa de Israel. Esta passagem é parecida a outras lendas católicas romanas, com respeito a seus santos canonizados. Uma mulher dificilmente jejuaria toda sua vida, com exceção de um dia da semana e algumas outras ocasiões durante o ano. Cristo jejuou quarenta dias, porém não toda a Sua vida.
A igreja católica apega-se a estes livros não inspirados porque eles sancionam alguns de seus falsos ensinos, como: oração pelos mortos, salvação pelas obras, a doutrina do purgatório, dar esmolas para libertar as pessoas do pecado e da morte.
2 12 - APÓCRIFOS, PSEUDOPÍGRAFOS E PERGAMINHOS
12.1.3 Apócrifos do Novo Testamento
3 12 - APÓCRIFOS, PSEUDOPÍGRAFOS E PERGAMINHOS
12.2 Os Pseudopígrafos
12.3 Os Rolos do Mar Morto
12.3.1 Quem Guardou Estes Manuscritos
12.3.2 Origem da Comunidade Essênica de Khirbet Qumran
4 12 - APÓCRIFOS, PSEUDOPÍGRAFOS E PERGAMINHOS
12.3.3 Valor dos Rolos do Mar Morto
12.3.4 Fragmentos de Papiros em Qumran
12.3.5 Conclusões
5 13 - VERSÕES, TRADUÇÕES E REVISÕES
13.1 Conceituação
13.2 Versões e Traduções mais Antigas
13.2.1 O Pentateuco Samaritano
13.2.2 Os Targuns
13.2.3 O Talmude
13.2.4 O Midrash
13.2.5 Septuaginta (LXX)
13.2.6 A versão de Áqüila
13.2.7 A versão de Teodocião
13.2.8 A versão de Símaco
13.2.9 A Héxapla, de Orígenes
13.2.10 Revisões Depois da Hexapla
6 13- VERSÕES, TRADUÇÕES E REVISÕES
13.2.11 Versões Siríacas
7 14 - VERSÕES LATINAS E INGLESAS
14.1 Versões Latinas
14.1.1 A Vulgata latina
14.1.1.1 Autor da Vulgata
14.1.1.2 A Data e o Lugar da Tradução da Vulgata Latina
14.1.2 Versões, Traduções e Paráfrase em Inglês
14.1.2.1 Desenvolvimento da Língua Inglesa
14.1.2.2 As Traduções Parciais para o Antigo Inglês (450-1100)
14.1.2.3. As reduções parciais para o médio inglês (1100-1400)
14.1.2.4 As Traduções Completas para o Médio Inglês e para o Inglês Moderno em Fase Inicial
8 TRADUÇÕES E VERSÕES CASTELHANAS E PORTUGUESAS
15.1 Traduções Castelhanas
A primeira tradução que se fez em castelhano foi o Novo Testamento surgido em 1543. Foi obra do jovem reformador Francisco de Enzinas. Filho de pais nobres e ricos foi enviado a estudar nos Países Baixos, onde recebeu decisiva influência dos reformadores. Dirigiu-se posteriormente à Alemanha para conhecer Melanchton, em cuja casa se hospedou. Estudando na Universidade de Wittenberg e encorajado por Melanchton dedicou-se à sublime tarefa de traduzir o Novo Testamento do original grego para a sua língua nativa.
A segunda tradução para o espanhol é a conhecida Bíblia de Ferrara que em realidade não contém senão o Antigo Testamento. Esta versão foi obra de certos eruditos judeus, que por questões religiosas foram banidas da Península Ibérica. Radicaram-se na Itália, onde havia maior liberdade em questões religiosas. Reunidos em Ferrara quatro bons conhecedores do hebraico e do espanhol, com manuscritos originais a sua disposição não lhes foi muito difícil concluir a tarefa a que se propuseram.
A primeira tradução completa da Bíblia para a língua castelhana foi obra de Casiodoro de Reina, que nascera ao sul da Espanha em 1520.
Após ter estudado para sacerdote, tornou-se pregador evangélico, razão porque teve de fugir da Espanha. Trabalhou 12 anos nesta tradução, que foi publicada em Basiléia no ano de 1569. Baseou seu trabalho em manuscritos originais, mas teve auxílio de traduções anteriores, como a grande versão de Ferrara (1533).
15.2 Traduções Portuguesas
Neste capítulo apresentaremos um breve histórico da tradução da Bíblia em português, tanto em Portugal quanto no Brasil.
15.2.1 Período das Traduções Parciais
D. Diniz (1279-1325) foi a primeira pessoa a traduzir para a língua portuguesa o texto bíblico. Grande conhecedor do latim clássico, e leitor da Vulgata, D. Diniz resolveu enriquecer o português traduzindo as Sagradas Escrituras para o nosso idioma, tomando como base a Vulgata Latina. Embora lhe faltasse perseverança e só conseguisse traduzir os vinte primeiros capítulos do livro de Gênesis, esse seu esforço o colocou em uma posição historicamente anterior a alguns dos primeiros tradutores da Bíblia para outros idiomas, como João Wycliff, por exemplo, que só em 1380 traduziu as Escrituras para o inglês
Fernão Lopes disse em seu curioso estilo de cronista do século XV, que D. João I (1385-1433), um dos sucessores de D. Diniz no trono português, “fez grandes letrados tirar em linguagem os Evangelhos, os Atos dos Apóstolos e as epístolas de São Paulo, para que aqueles que os ouvissem fossem mais devotos acerca da lei de Deus”. (Crônica de D. João I, 2ª. Parte). Esses “grandes letrados” eram vários padres que também se utilizaram da Vulgata Latina em seu trabalho de tradução.
Enquanto esses padres trabalhavam, D. João I, também conhecedor do latim, traduziu o livro de Salmos, que foi reunido aos livros do Novo Testamento traduzidos pelos padres. Seu sucessor, D. João lI, outro grande apoiador das traduções do texto bíblico, mandou gravar no seu cetro a parte final do versículo 31 de Romanos 8: “Se Deus é por nós, quem será contra nós?”.
Como nessa época a imprensa ainda não havia sido inventada, os livros eram produzidos em forma manuscrita, fazendo-se uso de folhas de pergaminho. Isso tornava sua circulação extremamente reduzida. Por ser um trabalho lento e caro, era necessário que ou a Igreja Romana ou alguém muito rico assumisse os custos do projeto. Ninguém mais indicado para isto do que os nobres e os reis.
Outras figuras da monarquia de Portugal também realizaram traduções parciais da Bíblia. A neta do rei D. João I e filha do Infante D. Pedro, a Infanta D. Filipa, traduziu do francês os Evangelhos. No século XV surgiram publicados em Lisboa o Evangelho de Mateus e porções dos demais Evangelhos, um trabalho realizado pelo frei Bernardo de Alcobaça, que pertenceu à grande escola de tradutores portugueses da Real Abadia de Alcobaça. Ele baseou suas traduções na Vulgata Latina.
A primeira harmonia dos Evangelhos em língua portuguesa, preparada em 1495 pelo cronista Valentim Fernandes, e intitulada De Vita Christi, teve os seus custos de publicação pagos pela rainha Dona Leonora, esposa de D. João II. Cinco anos após o descobrimento do Brasil, D. Lenora mandou também imprimir o livro de Atos dos Apóstolos e as epístolas universais de Tiago, Pedro, João e Judas, que haviam sido traduzidos do latim vários anos antes por frei Bernardo de Brinega
Em 1566 foi publicada em Lisboa uma gramática hebraica para estudantes portugueses. Ela trazia em português, como texto básico, o livro de Obadias.
15.2.1.1 Outras Traduções
Outras traduções em língua portuguesa, realizadas em Portugal, são dignas de menção: Os quatro Evangelhos, traduzidos em elegante português pelo padre jesuíta Luiz Brandão. No início do século XIX, o padre Antônio Ribeiro dos Santos traduziu os Evangelhos de Mateus e Marcos, ainda hoje inéditos.
É fundamental salientar que todas essas obras sofreram, ao longo dos séculos, implacável perseguição da Igreja Romana, e de muitas delas só escaparam um ou dois exemplares, hoje raríssimos. A Igreja Romana também amaldiçoou a todos os que conservassem consigo essas traduções da Bíblia em idioma vulgar (BÍBLIA THOMPSON, 1992, p. 1379).
15.2.2 Tradução de João Ferreira de Almeida
A Edição Comemorativa do Terceiro Centenário da Tradução da Bíblia em língua portuguesa apresentou para João Ferreira de Almeida as seguintes informações: Nascido em Torres de Tavares, Conselho de Mangualde, Portugal, em 1628, faleceu, João Ferreira de Almeida, em 1691”. Temos aqui 63 anos que se dignificaram na vida do consagrado servo de Deus. É consagrado no campo da cultura secular, versado na lingüística, incansável na comparação das línguas que aprendeu e usou, valeu-se de sua língua nativa, a portuguesa, para a expressão geral e ampla de suas obras principais, destacando-se, dentre elas, a tradução que fez da Bíblia, dos originais hebraico e grego para a língua portuguesa.
João Ferreira de Almeida foi quem primeiro traduziu a Bíblia para o nosso vernáculo. Português ele, de três séculos idos, é certo que ainda falando e escrevendo corretamente, com segura inteligência das proposições, das frases e das palavras teve linguagem que hoje seria distante e até, não raro, diferente para as sucessivas edições da Bíblia, segundo ele a traduziu, porque a evolução semântica da linguagem, por vezes, impõe mudanças de palavras para que se não mude o sentido das mensagens.
Há 300 anos (1681) João Ferreira de Almeida traduziu o Novo Testamento, em Amsterdã; e daí avante, sua publicação (Batávia, 1693), novamente em Amsterdã (1712); em Trangambar, 1760; e outra vez em Batávia, 1773.
Incansável no trabalho traduziu também o Antigo Testamento, mas até o versículo 12 do capítulo 48 de Ezequiel.
Em 1656, Almeida foi ordenado pastor da Igreja Reformada, mas sempre desejoso de promover a Reforma em Portugal. De 1656 até 1658 foi missionário no Ceilão, depois na Índia, e foi o primeiro ordenado a pregar em português. De volta a Batávia, pastoreou a comunidade portuguesa ali existente.
Faleceu, dissemos, em 1691, todavia João Ferreira de Almeida até hoje influi com as traduções que deixou da Bíblia. A mais antiga versão usual no Brasil, entre os evangélicos, mereceu da Sociedade Bíblica do Brasil certa atualização na linguagem, pois distam três séculos a tradução do Almeida.
Na seção de Livros Raros da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro, há um exemplar do Novo Testamento impresso em Amsterdã (1712).