Instalações Elétricas
Formação Básica em Eletricista Predial e Residencial
1 Segurança em instalações Elétricas de BT
O princípio que fundamenta as medidas de proteção contra choques especificadas na NBR 5410:2004 pode ser assim resumido:
1. Partes vivas perigosas não devem ser acessíveis; e
2. Massas ou partes condutivas acessíveis não devem oferecer perigo, seja em condições normais, seja, em particular, em caso de alguma falha que as tornem acidentalmente vivas.
Deste modo, a proteção contra choques elétricos compreende, em caráter geral, dois tipos de proteção:
a) proteção básica
b) proteção supletiva
Notas
1. Os conceitos e princípios da proteção contra choques elétricos aqui adotados são aqueles da IEC 61140.
2. Os conceitos de “proteção básica” e de “proteção supletiva” correspondem, respectivamente, aos conceitos de “proteção contra contatos diretos” e de “proteção contra contatos indiretos” vigentes até a edição anterior desta Norma.
3. Exemplos de proteção básica:
* Isolação básica ou separação básica;
* Uso de barreira ou invólucro;
* Limitação da tensão.
4. Exemplos de proteção supletiva:
* Equipotencialização e seccionamento automático da alimentação;
* Isolação suplementar;
* Separação elétrica.
Proteção contra sobrecorrentes
Esse item é transcrito em sua totalidade da NBR 5410:2004:
Generalidades
Os condutores vivos devem ser protegidos, por um ou mais dispositivos de seccionamento automático contra sobrecargas e contra curtos-circuitos. Excetuam-se os casos em que as sobrecorrentes forem limitadas, e os casos em que for possível ou mesmo recomendável omitir tais proteções.
A proteção contra sobrecargas e a proteção contra curtos-circuitos devem ser coordenadas conforme 5.3.6.
Os dispositivos previstos em 5.3.1.1 destinam-se a interromper sobrecorrentes antes que elas se tornem perigosas, devido aos seus efeitos térmicos e mecânicos, ou resultem em uma elevação de temperatura prejudicial à isolação, às conexões, às terminações e à circunvizinhança dos condutores.
Nota
A proteção dos condutores realizada de acordo com esta seção não garante necessariamente a proteção dos equipamentos ligados a esses condutores.
2 Instalações Elétricas de BT
Efeitos da corrente elétrica sobre o corpo humano
3 Sistemas Elétricos de Potência
Normas
4 Levantamento de Cargas e Divisão de Circuitos
Carga mínima de iluminação
Nota
Carga mínima para pontos de tomadas
Simbologia
Tipo de Fornecimento
5 Quadro de Cargas
6 Ligação de tomadas e comandos de iluminação
Ligação de pontos de tomadas
Comando simples
Comando de duas seções
Comando Three-Way
Comando Four-Way
7 Tecnologia em materiais elétricos
Eletrodutos e materiais acessórios
Rígidos
Flexíveis
Especiais
Acessórios
Caixas estampadas
Caixa octogonal (ponto de luz)
Disjuntores
8 Divisão de circuitos
Quadro de Distribuição de Circuitos (QDC):
Disjuntores:
Condutores:
9 Dimensionamento de condutores
Tipo de isolamento x Temperaturas do condutor
Instalação
Dimensionamento dos condutores
Capacidade de Corrente
Queda de Tensão
Exemplo: CQT para o circuito de iluminação.
10 Determinação da bitola do condutor
Dimensionamento do neutro
Dimensionamento do condutor de proteção (terra)
Nota
Espaço para ampliações em quadros de distribuição
Dimensionamento da proteção dos circuitos (Disjuntores e DRs)
11 Dispositivo diferencial-residual (DR)
Nota
Casos em que o uso de dispositivo diferencial-residual de alta sensibilidade como proteção adicional é obrigatório
12 Dispositivos de Proteção contra Surtos (DPS)
Nota
Dimensionamento de Eletrodutos
A partir dos valores de diâmetro interno (tubos de PVC), é possível montar a tabela:
13 Dimensionamento do Alimentador
Determinação da demanda
Exemplo de cálculo de demanda
Equilíbrio de Fases
Dimensionamento do Alimentador
Diagrama Unifilar
14 Instalações Elétricas em Edificações Coletivas
Definições
Consumidor
Unidade Consumidora
Edificações de Uso Coletivo
Edificações Agrupadas ou Agrupamentos
Limite de Propriedade
Ponto de Entrega
Entrada de serviço
Ramal de ligação
Ramal de Entrada
Padrão de Entrada
Alimentador Principal ou Prumada
Alimentador Secundário
Ramal de Derivação
Ramal Interno
Medição Direta
Medição Indireta
Quadro de Distribuição Geral (QDG)
Caixa de Inspeção
Chave de Aferição
Carga instalada
Demanda
Câmara
Câmara Transformadora
15 Classificação das Edificações
Edificações de Uso Coletivo com Demanda igual ou inferior a 95kVA
Edificações de Uso Coletivo com Demanda entre 95 e 327kVA
Edificações de Uso Coletivo com Demanda entre 327 e 1500kVA
Edificações de Uso Coletivo com Demanda Superior a 1500kVA
Prumada Elétrica
Cálculo da Demanda
16 Tabela 6
17 Tabela 7
18 Fator de Demanda
TABELA 8
Exemplo de cálculo de demanda – Edifício com unidades residenciais e comerciais.
Condomínio:
Iluminação e tomadas (Tabela 8):
Chuveiro elétrico (TUE):
Motores (Tabela 12 da ND-5.2):
Apartamento:
Iluminação e tomadas
Chuveiro elétrico
Ar Condicionado
Loja:
19 Diagrama Unifilar
20 Anexos
TABELA 1 – DIMENSIONAMENTO DA ENTRADA DE SERVIÇO DE EDIFICAÇÕES DE USO COLETIVO ATENDIDAS POR REDES SECUNDÁRIAS TRIFÁSICAS (127/220V) - RAMAL DE LIGAÇÃO AÉREO E PROTEÇÃO COM DISJUNTOR
TABELA 2 – DIMENSIONAMENTO DA ENTRADA DE SERVIÇO DE EDIFICAÇÕES DE USO COLETIVO ATENDIDAS POR REDES SECUNDÁRIAS TRIFÁSICAS (127/220V) - RAMAL DE LIGAÇÃO SUBTERRÂNEO E PROTEÇÃO COM DISJUNTOR