Fundamentos metodológicos de Língua Inglesa
Interpretação de Textos em Inglês
1 Metodologias do Inglês
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O Ensino de Inglês já passou por muitas metodologias das quais são as: tradicional, direta, audiolingual e a sociointeracionista. Ainda hoje mesmo com novas metodologias para o ensino, essas metodologias usadas ainda são encontradas nas salas de aulas.
Abaixo irei descrever sobre cada uma dessas metodologias de ensino e você professor poderá escolher para sua prática qual melhor se adequa ao contexto de sua turma:
• Tradicional
É metodologia mais antiga, usada para ensinar grego e latim. Nela o professor é visto como detentor do conhecimento e o ensino se aplica através da gramática normativa e à tradução literal, acontece por meio da tradução de palavras de um texto ou de todo corpo textual, da memorização das regras gramaticais e do vocabulário aprendido.
• Direta
Nessa metodologia o professor continua sendo visto como detentor do conhecimento mas ao contrário da Tradicional o aprendizado do aluno acontecia através do contato direito com a disciplina e com a exclusão da língua materna como ponto de apoio ou comparação. Esse método usa imagens, gestos e simulações para ajudar o aluno a compreender o que está sendo aprendido.
• Audiolingual
Esta metodologia conhecido também como áudio-oral, surgiu com a necessidade americana de comunicação no período da Segunda Guerra Mundial, quando os soldados que estavam a frente das batalhas tiveram que aprender línguas europeias.
Trazida para a sala de aula, esse método foca na audição e fala, é trabalhado pelo professor o ouvir e falar e somente depois a leitura e escrita.
O professor nessa metodologia continua sendo o centro, e o aluno irá aprender a língua por meio da fala, em um processo mecânico de estímulo e resposta, onde as respostas corretas são reforçadas e as incorretas ignoradas.
A aquisição da língua, acontece por meio da repetição e memorização. São seguidos exemplos e modelos que são repetidos oralmente afim de serem totalmente memorizados pelos alunos.
• Sociointeracionista
É a metodologia mais nova, conhecida também como sociocultural ou comunicativa. É defendida pelos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) para o ensino de língua estrangeira.
Usa da comunicação, da troca de experiência, da relação construída por meio do convívio entre os seres para o ensino da língua trabalhada pelo professor.
Focaliza nas situações reais do uso da segunda língua e parte do princípio da reflexão ao utilizar diferentes gêneros textuais.
2 Competência Comunicativa
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Representação e comunicação
Escolher o registro adequado à situação na qual se processa a comunicação e o vocábulo que melhor reflita a idéia que pretende comunicar.
Utilizar os mecanismos de coerências e coesão na produção oral e/ou escrita.
Utilizar as estratégias verbais e não-verbais para compensar as falhas, favorecer a efetiva comunicação e alcançar o efeito pretendido em situações de produção e leitura.
Conhecer e usar as línguas estrangeiras modernas como instrumento de acesso a informações a outras culturas e grupos sociais.
Investigação e compreensão
Compreender de que forma determinada expressão pode ser interpretada em razão de aspectos sociais e/ou culturais.
Analisar os recursos expressivos da linguagem verbal, relacionando textos/contextos mediante a natureza, função, organização, estrutura, de acordo com as condições de produção/recepção (intenção, época, local, interlocutores participantes da criação e propagação de ideias e escolhas, tecnologias disponíveis).
Contextualização sócio-cultural
Saber distinguir as variantes lingüísticas.
Compreender em que medida os enunciados refletem a forma de ser, pensar, agir e sentir de quem os produz.
3 O ensino de Língua Estrangeira no Brasil
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1500 Com a chegada dos colonizadores, a Língua Portuguesa começou a ser ensinada aos índios, informalmente, pelos jesuítas. Posteriormente, foi considerada a primeira língua estrangeira falada em território brasileiro
1750 Com a expulsão dos jesuítas e a proibição do ensino e do uso do tupi, o português virou língua oficial. Os objetivos eram enfraquecer o poder da Igreja Católica e organizar a escola para servir aos interesses do Estado
1759 O alvará de 28 de julho determinou a instituição de aulas de Gramática Latina e Grego, que continuaram como disciplinas dominantes na formação dos alunos e eram ministradas nos moldes jesuíticos
1808 Durante o período colonial, a língua francesa era ministrada somente nas escolas militares. Com a chegada da família real, esse idioma e o Inglês foram introduzidos oficialmente no currículo
1889 Depois da Proclamação da República, as línguas inglesa e alemã passaram a ser opcionais nos currículos escolares. Somente no fim do século 19 elas se tornaram obrigatórias em algumas séries
1942 Na Reforma Capanema, durante o governo de Getúlio Vargas (1882-1954), Latim, Francês e Inglês eram matérias presentes no antigo Ginásio. Já no Colegial, as duas primeiras continuavam, mas o Espanhol substituiu o Latim
1945 Lançamento do Manual de Espanhol, de Idel Becker (1910-1994), que por muito tempo foi a única referência didática do ensino do idioma. Idel, argentino naturalizado brasileiro, tornou-se um dos pioneiros das pesquisas na área
1961 A Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) retira a obrigatoriedade do ensino de Língua Estrangeira no Colegial e deixa a cargo dos estados a opção pela inclusão nos currículos das últimas quatro séries do Ginásio
1970 Na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, é criado o primeiro programa de pós-graduação em Línguística Aplicada ao Ensino de Línguas no país, tendo como um dos idealizadores Maria Antonieta Alba Celani
1976 Com a Resolução 58/76 do Ministério da Educação, há um resgate parcial do ensino de Língua Estrangeira Moderna nas escolas. É decretada a obrigatoriedade para o Colegial, e não para o Ginásio
1977 O professor José Carlos Paes de Almeida Filho, hoje professor da Universidade de Brasília, é o primeiro brasileiro a defender uma dissertação de mestrado com foco na abordagem comunicativa para o ensino de um idioma
1978 Evento realizado na Universidade Federal de Santa Catarina foi pioneiro no Brasil em combater as ideias estruturalistas do método audiolingual, funcionando como semente do movimento comunicativista
1996 Publicação da Lei de Diretrizes e Bases que tornou o ensino de Línguas obrigatório a partir da 5ª série. No Ensino Médio seriam incluídas uma língua estrangeira moderna, escolhida pela comunidade, e uma segunda opcional
1998 A publicação dos PCNs de 5ª a 8ª séries listou os objetivos da disciplina. Com base no princípio da transversalidade, o documento sugere uma abordagem sociointeracionista para o ensino de Língua Estrangeira
2000 Na edição dos PCNs voltados ao Ensino Médio, a Língua Estrangeira assumiu a função de veículo de acesso ao conhecimento para levar o aluno a comunicar-se de maneira adequada em diferentes situações
2005 A Lei nº 11.161 institui a obrigatoriedade do ensino de Espanhol. Conselhos Estaduais devem elaborar normas para que a medida seja implantada em cinco anos, de acordo com a peculiaridade de cada região
2007 Foram desenvolvidas novas orientações ao Ensino Médio na publicação PCN+, com sugestões de procedimentos pedagógicos adequados às transformações sociais e culturais do mundo contemporâneo