Noções Básicas em Atendimento Pré-Hospitalar (APH) e Suporte Básico de Vida (SBV)
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Protocolo para atendimento de emergências em empresas
Noções Básicas em Atendimento Pré-Hospitalar (APH) e Suporte Básico de Vida (SBV)
1 Protocolo para atendimento de emergências em empresas
Introdução
O presente Plano de Ação de Emergência (PAE) apresenta os procedimentos de resposta às situações emergenciais que tenham potencial para causar repercussões tanto internas quanto externas aos limites do Terminal da Adonai Química, localizada na Ilha de Barnabé em Santos - SP, além de definir as atribuições e responsabilidades dos envolvidos, de forma a propiciar as condições necessárias para o pronto atendimento às emergências, por meio do desencadeamento de ações rápidas e seguras.
Da mesma forma, o PAE tem por finalidade promover a integração das ações de resposta às emergências entre as diversas áreas da empresa, e desta com outras instituições, possibilitando assim o desencadeamento de medidas integradas e coordenadas, de modo que os resultados esperados possam ser alcançados, ou seja, minimizar os danos às pessoas e/ou ao patrimônio, bem como em relação aos eventuais impactos ambientais.
O principal objetivo do Plano de Ação de Emergência é orientar, disciplinar e determinar os procedimentos a serem adotados pelos funcionários e colaboradores em geral durante a ocorrência de situações de emergência nas instalações do Terminal.
Para que este objetivo possa ser alcançado, foram estabelecidos os seguintes pressupostos:.
a) Definição das atribuições e responsabilidades;
b) Identificação dos perigos que possam resultar em maiores acidentes (hipóteses acidentais)
c) Preservação do patrimônio da empresa, da continuidade operacional e da integridade física de pessoas;
d) Treinamento de pessoal habilitado para operar os equipamentos necessários ao controle das emergências;
e) Minimização das consequências e impactos associados;
f) Estabelecimento das diretrizes básicas, necessárias para atuações emergenciais;
g) Disponibilização de recursos para o controle das emergências.
Estrutura e características do plano
O Plano de Ação de Emergência da Adonai tem como pressuposto o Estudo de Análise de Riscos Revisão 2 de Agosto de 2015, pois é a partir deste que se extraem os cenários acidentais e as consequências esperadas de cada uma das hipóteses.
Este PAE possui a seguinte estrutura e características:
Nome e função do(s) responsável(eis) técnico(s) pela elaboração e revisão do plano;
• Nome e função do responsável pelo gerenciamento, coordenação e implementação do plano;
• Designação dos integrantes da equipe de emergência, responsáveis pela execução de cada ação e seus respectivos substitutos;
- Estabelecimento dos possíveis cenários de emergências, com base nas análises de riscos;
- Descrição dos recursos necessários para resposta a cada cenário contemplado;
- Descrição dos meios de comunicação;
- Procedimentos de resposta à emergência para cada cenário contemplado;
- Procedimentos para comunicação e acionamento das autoridades públicas e desencadeamento da ajuda mútua, caso exista;
- Procedimentos para orientação de visitantes, quanto aos riscos existentes e como proceder em situações de emergência;
- Cronograma, metodologia e registros de realização de
Cenários acidentais considerados
A Análise Preliminar de Perigos APP apontou os cenários acidentais passíveis de ocorrer nas instalações da Adonai.Com base nesses cenários foram estimadas as possíveis consequências, sendo então realizadas análises qualitativa dos potenciais efeitos danosos decorrentes de liberações de produtos no Terminal.
Abaixo estão apresentados na Tabela os 40 cenários de emergência levantados na APP (Anexo IV do Programa de Gerenciamento de riscos) envolvendo a manipulação dos produtos na instalação.Ressalta-se que os cenários levantados na APP, antes apresentados separadamente por produto, agora agrupados em um único cenário por classificação, a fim de facilitar a análise do mesmo.
Cenários de emergência levantados na APP
O item 6 (ações de resposta à emergência), apresentado mais adiante, mostra todos os 30 procedimentos de resposta emergencial divididos por áreas e classificação: bacias, casas de manobra, cais, plataformas, prédio, geradores e subestação, todos os cenários identificados na tabela que vimos.
2 Cuidados de saúde,segurança e meio ambiente
Durante o atendimento à emergência as normas de Saúde, Segurança e Meio Ambiente devem ser cumpridas. É obrigatório o uso de EPIs pelos empregados da Adonai e das empresas contratadas para o atendimento à emergência.
A obrigatoriedade no uso destes recursos se faz necessário para evitar acidentes pessoais, preservando assim a segurança dos empregados.
Devem ser observados ainda os seguintes itens:
- Certificar-se das perfeitas condições de uso dos EPIs, antes do início das atividades;
- • Não correr para executar as tarefas;
- Verificar as condições do piso antes e após o cumprimento da tarefa;
- Isolar a área;
- Providenciar imediatamente a ficha do produto químico derramado antes de tomar qualquer iniciativa de contê-lo;
- Evitar adentrar espaços confinados se não tiver treinamento e recursos para tal atividade;
- Evitar contato direto com o produto;
- Para atividades que requeiram o uso de embarcações, deve existir um condutor habilitado e os EPIs específicos devem estar disponíveis;
- Eliminar todas as fontes de possíveis ignições;
- Não transmitir informações a pessoas externas.
Cuidados ambientais
Os procedimentos emergenciais, quando ocorridos sobre uma determinada área que conserva suas características naturais, podem causar impactos adicionais àqueles produzidos pelo produto perigoso liberado.É importante, para se evitar impactos adicionais, que alguns cuidados especiais sejam observados nas ações emergenciais desenvolvidas nestas áreas, tais como:
- Evitar o pisoteio de vegetação em áreas alagadiças, áreas de várzeas e em terrenos que apresentem substratos inconsolidados;
- Consultar preventivamente os desenhos do sistema de drenagem do terminal caso ocorram vazamentos de produtos pelas áreas;
- Evitar a diluição dos produtos próximos a corpos d’água e sistemas de drenagem; a disposição temporária de resíduos sólidos deve ocorrer em local adequado sob as mesmas condições acima citadas, de preferência em áreas planas e recobertas por algum material que evite o contato direto com o meio;
- Consultar o Plano de Prevenção e Controle de Vazamentos, Derramamentos, Incêndios, Explosões e Identificação das Fontes de Emissões Fugitivas.
Estrutura organizacional do plano
Caso ocorra alguma emergência os recursos humanos do Plano de Atendimento de Emergência serão compostos por funcionários selecionados pelas aptidões demonstradas para este tipo de atividade e em conjunto com a direção da empresa, sendo formado um Grupo de Emergência, responsável pela eficácia das ações.A seguir você verá um grupo de emergência que é formado pelo seguintes componentes mostrado na tabela a seguir:
Tabela :Responsabilidades no PAE e funções dentro da empresa
O Coordenador Geral de Emergência, apesar de não atuar necessariamente na linha da ocorrência, terá papel importante durante a mesma, pois todas as decisões ou informações centralizam-se nele, o Coordenador Geral da Emergência está designado com o gerenciamento do PAE. A Coordenação Geral de Emergência será sempre de responsabilidade do Gerente Operacional ou Supervisor Operacional, na sua ausência, poderá ocupar a função de coordenador de área ou responsável pelo segurança e meio ambiente.
A)Antes da emergência:
- Propiciar todas as condições para que os funcionários participem dos treinamentos, sugerindo alterações e buscando novas técnicas para o aprimoramento do pessoal;
- Promover os recursos necessários para o funcionamento e manutenção do Plano de Emergência.
B)Durante a emergência:
- Tornar conhecimento do tipo e amplitude da emergência, através do responsável da emergência;
- Apoiar o responsável da emergência no que for necessário;
- Empenhar-se em prover todos os meios necessários para o Controle da Emergência.
- Acionar a área de apoio quando solicitado pelo Responsável da Emergência;
- Decidir a parada das operações e abandono total se for o caso.
C)Depois da emergência:
- Avaliar as condições da Unidade ou área sinistrada e decidir as medidas corretivas para a normalização;
- Solicitar da área envolvida um relatório sobre o acidente.
O responsável pela Emergência,além da coordenação do PAE, possui responsabilidades em caso de emergência que estão divididas em três partes, a saber:
A)Antes da emergência:
- Elaborar o procedimento de Emergência para intervenção da Equipe de
- Emergência em áreas de risco;
- Manter atualizada e treinada a Equipe de Emergência;
- Permitir simulados periodicamente.
B)Durante a emergência :
- Analisar o tipo da situação de Emergência, as proporções e enquadrá-las em: LEVE, MÉDIA ou GRAVE;
- Assumir a coordenação da Emergência e determinar o que a equipe fará;
- Avaliar se os recursos ou meio existentes são suficientes para o controle da situação;
- Determinar se tem necessidade de acionar o PIE (Plano Integrado de Emergência);
- Solicitar ajuda da área de apoio (eletricista,mecânico, Portaria);
- Ajudar a restabelecer a Unidade
C)Depois da emergência:
- Depois de avaliar se a situação está realmente sob controle, se não há mais perigo, se já foi realizada inspeção da área, liberar para retorno das operações;
- Avaliar junto à equipe multidisciplinar as tratativas e ajudar no plano de ação pós-emergência.
3 Coordenador de Apoio
O Coordenador de Apoio, além da implantação do PAE, apesar de não atuar necessariamente na linha de frente da ocorrência, terá papel importante durante a mesma, pois:
A)Antes da Emergência:
- Manter o Plano de Emergência sempre atualizado;
- Programar simulados periodicamente;
- Manter disponível uma lista de telefone de ajuda externa
- Manter equipamentos de prova disponíveis
B)Durante a emergência:
- Dar o suporte necessário ao Coordenador e Responsável pela Emergência;
- Preparar as provas (se possível acontecendo o sinistro);
- Apoiar a Equipe de Emergência, quanto os procedimentos do PAE e do SGI;
- Providenciar recursos ou meio existentes para o controle da situação em caso de necessidades extras para o controle da situação.
C)Depois da emergência:
- Organizar os registros da ocorrência;
- Repor os recursos materiais utilizados na ocorrência;
- Avisar o escritório da empresa após a ocorrência com os detalhes para o jurídico e diretoria;
- Preparar relatórios e ofícios aos Órgãos Fiscalizadores;
- Avaliar junto à equipe multidisciplinar as tratativas e ajudar no plano de ação pós-emergência.
O Coordenador de Abandono de Área
Apesar de não atuar necessariamente na linha de frente da ocorrência,o coordenador de abandono de área terá papel importante durante a mesma, pois:
D)Antes da emergência:
- Programar simulados periodicamente pelo ISPS Code;
- Disponibilizar a equipe Patrimonial para Simulados e Treinamentos;
- Manter materiais de prova disponíveis (filmagens);
E)Durante a emergência:
- Dar o suporte necessário ao Coordenador e Responsável pela Emergência;
- Preparar as provas - filmagens (se possível acontecendo o sinistro);
- Apoiar a Equipe de Emergência, quanto à evacuação total das instalações;
- Coordenar o abandono das áreas junto aos responsáveis por cada pavimento;
- Coordenar a equipe de tráfego com o trânsito de veículos e pessoas;
- Coordenar a equipe de Comunicação quanto ao Acionamento dos Planos de Área após solicitação do Responsável pela Emergência;
F)Depois da emergência:
- Organizar e disponibilizar quando solicitado as provas da ocorrência;
- Garantir a reativação do tráfego de pessoas e o fluxo de comunicação;
- Avaliar junto à equipe multidisciplinar as tratativas e ajudar no plano de ação pós-emergência;
Caberá, à Equipe de Comunicação - Recepcionista, as seguintes medidas:
A)Antes da emergência:
- Conhecer o Plano de Emergência da Adonai;
- Manter um Plano para controlar a saída das pessoas do Terminal;
- Participar de Simulados;
B)Durante a emergência:
- Não desligar o alarme de emergência
- Identificar no painel de alarme o local onde foi acionado;
- Entrar em contato com a área onde foi acionado o alarme;
- Aguardar instruções da equipe de emergência;
- Desobstruir a Portaria, para o tráfego interno, controlar o trânsito de pessoas;
- Acionar, quando solicitado pela equipe de emergência (PIE, corpo de bombeiros, ambulância, defesa civil, polícia, outros, etc.);
- Na ausência do Auxiliar de Enfermagem, será responsabilidade da recepcionista chamar a Ambulância quando solicitado pela equipe de emergência;
- Evitar a entrada de pessoas não autorizadas, exceto as que fazem parte da equipe de emergência devidamente identificada (Crachá);
- É expressamente proibido dar qualquer informação para pessoas que não fazem parte da equipe de emergência ou órgãos públicos de emergência (bombeiro, polícia, CETESB, defesa civil, etc.) sobre a ocorrência. Informações somente com o porta voz da emergência, neste caso, o Gerente de Operações;
C)Depois da emergência:
- Reativar e coordenar o tráfego de pessoas e o fluxo de comunicação;
Caberá ao CCOS – Equipe de Comunicação, as seguintes medidas:
B)Durante a emergência:
Fora do horário administrativo:
- Aguardar instruções da equipe de emergência (Brigada);
- Acionar, quando solicitado pela equipe de emergência (PIE, corpo de bombeiros, ambulância, defesa civil, polícia, outros, etc.);
- Na ausência do Auxiliar de Enfermagem e Recepcionista, será responsabilidade do CCOS chamar a Ambulância quando solicitado pela equipe de emergência;
- É expressamente proibido dar qualquer informação para pessoas que não fazem parte da equipe de emergência ou órgãos públicos de emergência (bombeiro, polícia, CETESB, defesa civil, etc.) sobre a ocorrência. Informações somente com o porta voz da emergência, neste caso, o Gerente de Operações;
- Quando se tratar de ocorrência fora do horário administrativo, ficarão responsáveis pelo sistema de telefonia e deverão seguir o procedimento da Recepcionista, ou seja, bloquear todas e quaisquer ligações externas, não dando informações.Limitando-se a seguinte frase: “Sistemas Fora do Ar”, devendo excluir deste bloqueio às comunicações oriundas da equipe de emergência, corpo de bombeiros, polícia e pronto socorro.
Procedimentos normais:
- Aguardar instruções da equipe de emergência (Brigada);
- Acionar as demais áreas de apoio, caso solicitado pela equipe de emergência;
- É expressamente proibido dar qualquer informação para pessoas que não fazem parte da equipe de emergência ou órgãos públicos de emergência (bombeiro, polícia, CETESB, defesa civil, etc.) sobre a ocorrência. Informações sobre a ocorrência somente com o porta voz da emergência, neste caso o Gerente de Operações;
Depois da emergência:
Restabelecer o fluxo normal de Comunicação;
Caberá, à Equipe de Tráfego - Vigilância Patrimonial, as seguintes medidas:
A)Antes da emergência:
Conhecer o Plano de Emergência ;
• Manter um Plano para controlar o trânsito de veículos e pessoas no Terminal;
• Participar de Simulados e Treinamentos
B)Durante a emergência:
Fora do horário administrativo:
- Não desligar o alarme de emergência da Adonai;
- Identificar no painel de alarme o local onde foi acionado;
- Entrar em contato com a área onde foi acionado o alarme;
- Aguardar instruções da equipe de emergência (Brigada);
- Desobstruir a Portaria, para o tráfego interno, controlar o trânsito de pessoas;
Procedimentos normais:
- Aguardar instruções da equipe de emergência (Brigada);
- Isolar as mediações da área sinistrada quando solicitado, utilizando recursos disponíveis (fitas, cones, placas, etc.);
- Não permitir o fluxo de Caminhões de Transporte na área interna da Unidade;
- Controlar, quando solicitado pela equipe de emergência e conduzir internamente os veículos externos que vierem prestar ajuda (PIE, corpo de bombeiros, ambulância, etc.);
- Evitar a entrada de pessoas não autorizadas, exceto as que fazem parte da equipe de emergência devidamente identificada (Crachá);
- É expressamente proibido dar qualquer informação para pessoas que não fazem parte da equipe de emergência ou órgãos públicos de emergência (bombeiro, polícia, CETESB, defesa civil, etc.) sobre a ocorrência. Informações sobre a ocorrência somente com a porta voz da emergência, neste caso o Gerente de Operações;
C)Depois da emergência:
- Reativar e coordenar o tráfego de veículos e pessoas;
- Restabelecer o fluxo normal de Caminhões;
- Auxiliar quando solicitado pela equipe de emergência na retirada dos isolamentos da área sinistrada (cones, fitas, etc.).
Caberá, à Equipe de Tráfego – Check List, as seguintes medidas:
A)Antes da emergência:
- Conhecer o Plano de Emergência;
- Participar de Simulados e Treinamentos;
B)Durante a emergência:
Fora do horário administrativo:
- Aguardar instruções da equipe de emergência (Brigada);
- Desobstruir a entrada dos caminhões, para o tráfego interno, controlando o trânsito de caminhões e pessoas;
Procedimentos normais:
- Aguardar instruções da equipe de emergência (Brigada);
- Isolar as mediações da área sinistrada quando solicitado, utilizando recursos disponíveis, apoiando a vigilância patrimonial (fitas, cones, placas, etc.);
- Não permitir o fluxo de Caminhões de Transporte na área interna e externa da Unidade;
- Controlar e dar apoio, quando solicitado pela equipe de emergência e conduzir internamente os veículos externos que vierem prestar ajuda (PIE, corpo de bombeiros, ambulância, etc.);
- Evitar a entrada de pessoas não autorizadas, exceto as que fazem parte da equipe de emergência devidamente identificada (Crachá);
- É expressamente proibido dar qualquer informação para pessoas que não fazem parte da equipe de emergência ou órgãos públicos de emergência (bombeiro, polícia, CETESB, defesa civil, etc.) sobre a ocorrência. Informações sobre a ocorrência somente com o porta voz da emergência, neste caso o Gerente de Operações;
C)Depois da emergência:
- Reativar e coordenar o tráfego de veículos e pessoas;
- Restabelecer o fluxo normal de Caminhões;
- Auxiliar quando solicitado pela equipe de emergência na retirada dos isolamentos da área sinistrada (cones, fitas, etc.).
Caberá a Equipe de Primeiros Socorros – Auxiliar de Enfermagem:
A)Antes da emergência:
- Providenciar e manter em condições, todos os equipamentos e materiais necessários para situações de Emergência;
- Prever Clínicas e Hospitais que possam receber acidentados, conforme a característica da lesão;
- Conhecer o Plano de Emergência da Unidade;
- Participar de treinamentos e simulados.
B)Durante a emergência:
- Realizar Analise de Cena, visando identificar os perigos do local e o que ocasionou lesões na vítima;
- Solicitar acionamento da equipe de Resgate, caso haja necessidade;
- Sinalizar o Local.
- Utilizar EPIs,
- Realizar os Primeiros Socorros,
- Permanecer com a vítima até a chegada da ambulância/resgate;
- Disponibilizar a FISPQ do produto em caso de exposição para encaminhar junto com a vitima ao pronto socorro;
- Ficar com a vitima no pronto socorro até a chegada dos familiares ou a liberação médica.
C)Depois da emergência:
- Fazer a reposição dos materiais utilizados no atendimento;
- Abrir a CAT conforme o ocorrido e enviar aos departamentos de RH e SGI;
- Preparar relatório do atendimento para análise do acidente.
4 Equipe de Primeiros Socorros - Brigadista de Primeiros Socorros:
A)Antes da emergência :
- Conhecer o Plano de Emergência da Unidade;
- Participar de treinamentos e simulados.
B)Durante a emergência:
- Realizar Analise de Cena, visando identificar os perigos do local e o que ocasionou lesões na vítima;
- Solicitar acionamento da equipe de Resgate, caso haja necessidade;
- Sinalizar o Local;
- Utilizar EPIs,
- Realizar os Primeiros Socorros,
- Retirar a vítima do local da ocorrência, e encaminhar a sala de SESSTP/SMS, caso seja possível;
- Permanecer com a vítima até a chegada da ambulância/resgate;
- Disponibilizar a FISPQ do produto em caso de exposição para encaminhar junto com a vitima ao pronto socorro;
- Ficar com a vitima no pronto socorro até a chegada dos familiares ou a liberação médica.
C)Depois da emergência:
- Comunicar o uso dos materiais utilizados no atendimento para a Auxiliar de Enfermagem do trabalho;
- Preparar relatório do atendimento para abertura de CAT e análise do acidente.
Caberá ao Transporte (em caso de necessidade):
A)Antes da emergência :
- Conhecer o Plano de Emergência;
- Participar dos treinamentos e simulados.
B)Durante a emergência:
- Fazer a preparação da vitima junto com a auxiliar de enfermagem/socorrista para transporte da mesma até o Hospital;
- Garantir que todos os equipamentos/materiais estejam disponíveis para levar com a vítima, inclusive partes extras e reservas;
- Levar a FISPQ do produto em caso de exposição.
- Ficar com a vitima no pronto socorro até a chegada dos familiares ou a liberação médica.
C)Depois da emergência:
- Fazer o levantamento e relatório dos materiais utilizados para reposição futura;
- Preparar relatório do atendimento para análise do acidente.
Além destes profissionais, em situações de emergência deverá contar,ainda com as áreas de apoio. São áreas da Unidade que, durante uma Situação de Emergência, poderão auxiliar a Equipe de Emergência, de forma direta ou indireta para o controle e sucesso da intervenção. Destas áreas de apoio, farão parte: a Equipe de Manutenção, a Equipe de Trafego, a Brigada de Apoio (TST e Bombeiro Civil), bem como e a Coordenação de Apoio.
Caberá ao Líder da Brigada:
A)Antes da Emergência:
- Conhecer o Plano de Emergência;
- Participar dos treinamentos e simulados
B)Durante a emergência:
- Comunicar imediatamente a supervisão operacional do ocorrido ou solicitar via HT ao CCOS fazer;
- Solicitar apoio à vigilância patrimonial e check list para isolar as áreas;
- Operacionalizar as medidas de abandono e evacuação do Terminal caso necessário;
- Solicitar via HT apoio ao CCOS para chamar ambulância/resgate caso haja vítima;
Procedimentos normais:
- Liderar as iniciativas de combate ao sinistro, sob supervisão do Responsável pela Emergência;
- Desencadear as ações de combate à emergência para o controle da situação, operacionalizando as atividades de acordo com o cenário acidental apresentado;
- Determinar a preparação de conexões para suprimento de água e outros dispositivos de combate a incêndios;
- Liderar o combate ao fogo;
- Resfriamento de tanques e outros equipamentos;
- Controle de vazamentos;
- Contenção, remoção ou neutralização de produtos;
- Ações de rescaldo e de destinação de resíduos.
A Brigada de Emergência é composta pelos turnos, colaboradores treinados a quem cabe as seguintes atribuições:
Procedimentos normais:
- Combate ao sinistro, com a supervisão do Responsável pela Emergência e sob comando do Líder da Brigada;
- Combate à emergência para o controle da situação, operacionalizando as atividades de acordo com o cenário acidental apresentado;
- Preparação de conexões para suprimento de água e outros dispositivos de combate a incêndios;
- Combate ao fogo;
- Resfriamento de tanques e outros equipamentos;
- Controle de vazamentos;
- Contenção, remoção ou neutralização de produtos;
- Ações de rescaldo e de destinação de resíduos.
O porta voz da Emergência (Órgão de Imprensa: Televisões, Rádio, Jornal) será o Gerente de Operações – Coordenador geral da Emergência. Na ausência do mesmo, será o responsável pela emergência. Só eles poderão falar em nome da empresa. As informações passadas deverão ser resumidas de forma a não comprometer a Empresa com informações antecipadas e sem fundamento técnico.
Com o objetivo de integrar os diversos órgãos oficiais e empresas da região, possibilitando a imediata comunicação e ação conjunta entre as mesmas, em situações de emergência de qualquer natureza, que coloque em risco a vida, o patrimônio público ou privado, ou ao meio ambiente, o Plano Integrado de Emergência (PIE), o Plano de Auxilio Mutuo (PAM) e o Plano de Área (PAPS) visam a rapidez da ajuda mútua.