A luta que se trava na mente:

Batalha Espiritual

1 A batalha espiritual:

A Batalha Espiritual no Nível Individual:

Para se perceber, de uma maneira mais objetiva, a luta que se trava na mente, no coração, na consciência, nas emoções, nos desejos, nas volições e no íntimo de cada um, faz-se necessário refletir sobre o texto que se encontra em Mateus 4:3-10, que fala sobre a tentação de Jesus no deserto: E, chegando-se a ele o tentador, disse: Se tu és o Filho de Deus, manda que estas pedras se tornem em pães. Ele, porém, respondendo, disse: Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus. Então o diabo o transportou à cidade santa, e colocou-o sobre o pináculo do templo, E disse-lhe: Se tu és o Filho de Deus, lança-te de aqui abaixo; porque está escrito: Que aos seus anjos dará ordens a teu respeito, E tomar-te-ão nas mãos, Para que nunca tropeces com o teu pé em alguma pedra. Disse-lhe Jesus: Também está escrito: Não tentarás o Senhor teu Deus. Novamente o transportou o diabo a um monte muito alto; e mostrou-lhe todos os reinos do mundo, e a glória deles.
E disse-lhe: Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares. Então disse-lhe Jesus: Vai-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás. Então o diabo o deixou; e, eis que chegaram os anjos, e o serviam. Mateus 4:3-11

As três tentações a que Jesus foi submetido como indivíduo, como pessoa, têm complexidades tremendas. De alguma forma, elas explicitam áreas de susceptibilidade e fragilidade individual que são comuns a todos os seres humanos. Nessas tentações, são encontradas lutas, pressões, induções, questionamentos, perturbações que atingem a cada um de nós, nas circunstancias e situações as mais diversas.

Cada uma das três tentações acima descritas traz em si tal filosofia. O diabo, implicitamente, diz isso para Jesus: “- Não importa como Tu vais chegar lá! O importante é chegar! Não importa se Tu vais comer pão em algum lugar. O que importa é que transformes pedras em pães aqui, para Te alimentares. Tu não queres ser visto como o Salvador? Nada de cruz! Salta do pináculo do templo, para que os anjos venham ao Teu socorro, afim de que, em vindo eles, todos possam ver quem Tu és. Tu, também, não queres os reinos do mundo? Porque conquistá-los pelo sacrifício e pelo amor? Nada disso! Por que Tu não Te curvas diante de mim? Eu dou um jeitinho nisso!...”Essa filosofia nos atinge cotidianamente nas mais variadas áreas da nossa vida, seja a profissional, seja nas nossas opções políticas, seja no modo através do qual vemos o mundo e as pessoas ao nosso redor.

Devemos "No demais, irmãos meus, fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder. Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo. Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais. Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, havendo feito tudo, ficar firmes. Estai, pois, firmes, tendo cingidos os vossos lombos com a verdade, e vestida a couraça da justiça; E calçados os pés na preparação do evangelho da paz; Tomando sobretudo o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do maligno. Tomai também o capacete da salvação, e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus; Orando em todo o tempo com toda a oração e súplica no Espírito, e vigiando nisto com toda a perseverança e súplica por todos os santos, Efésios 6:10-18.

2 A batalha espiritual no nível social:

O segundo nível de batalha espiritual é o que se dá na memória social. Os principados e potestades estão condicionados pelo arcabouço social influenciando a sociedade, ao mesmo tempo em que são limitados por ela, muitas vezes submetendo-se ou ajustando-se às circunstâncias sociais.

Para ilustrar tal afirmação, nada melhor do que a história de Gideão, que pode ser resumida da seguinte maneira: Israel plantava trigo, o qual era roubado pelos midianitas (Juízes 6:3), os quais também invadiam a terra, com seu gado e com toda a sua gente, destruindo-a (Juízes 6:5). Deste modo, ninguém mais aguentava plantar trigo, uma vez que os midianitas sempre o roubavam. O povo começou a clamar angustiado diante de Deus, porque plantava e não comia (Juízes 6:7). Deus suscita livramento por meio de Gideão, o qual é visitado pelo Anjo do Senhor (Juízes 6:11), que lhe diz:“(...) O Senhor é contigo, homem valente. Vai nessa tua força, e livro a Israel das mãos dos midianitas; porventura não te enviei eu?” (Juízes 6:12 e 14)

Gideão, atemorizado, responde-lhe:“(...) Ai, Senhor meu, com que livrarei a Israel? Eis que a minha família é a mais pobre em Manassés, e eu o menor na casa de meu pai.” (Juízes 6:15)

Gideão enfrenta conflitos interiores, querendo saber se realmente fora ele ou não escolhido para tal missão, pedindo ao Anjo um sinal (Juízes 6:17): “Se hás de livrar a Israel por meu intermédio, como disseste, eis que eu porei uma porção de lã na eira: se o orvalho estiver somente nela, e seca a terra ao redor, então conhecerei que hás de livrar a Israel por meu intermédio, como disseste.” (Juízes 6:36-37)

Gideão recebeu da parte de Deus o sinal pedido:“E assim sucedeu; porque ao outro dia se levantou de madrugada e, apertando a li, do orvalho dela espremeu uma taça cheia de água.” (Juízes 6:38)

Não satisfeito ainda, Gideão pede um outro sinal: “Não se acenda contra mim a tua ira, se ainda falar só esta vez; rogo-te que mais esta vez faça eu a prova com a lã: que só a lã esteja seca, e na terra ao redor haja orvalho.”(Juízes 6:39) Mais uma vez Gideão tem o seu pedido atendido: “E Deus assim o fez naquela noite: pois só a lã estava seca, e sobre a terra ao redor havia orvalho.” (Juízes 6:40) Gideão, então, crê que realmente fora ele designado a cumprir a missão de destruir os midianitas. Gideão convocou a quase todo o Israel para anunciar-lhe o livramento do Senhor (Juízes 6:35). Ajuntaram-se a Gideão 32 mil homens (Juízes 7:3). Mas, o Senhor diz a Gideão: “(...) É demais o povo que está contigo, para eu dar os midianitas em sua mão; a fim de que Israel se não glorie contra mim, dizendo: A minha própria mão me livrou.” (Juízes 7:2)

O Senhor ainda diz a Gideão: “Apregoa, pois, aos ouvidos do povo, dizendo: Quem for tímido e medroso volte, e retire-se da região montanhosa de Gileade.” (Juízes 7:3)

Tendo feito Gideão conforme o Senhor lhe ordenara, 22 mil homens voltaram para suas casas (Juízes 7:3), ficando apenas 10 mil (Juízes 7:3). Disse mais o Senhor a Gideão: “( ...) Ainda há povo demais: faze-os descer às águas, e ali os provarei; aquele de quem eu te disser: Este irá contigo, esse contigo irá; porém todo aquele de quem eu te disser: Este não irá contigo, esse não irá. (...) Todo que lamber as águas com a língua, como faz o cão, esse porás a parte; como também a todo aquele que se abaixar de joelhos a beber.” (Juízes 7:4 e 5)

Quem deve entrar nesta Batalha:

Dos 10 mil homens que foram submetidos a tal teste, apenas 300 beberam água em pé, como gente (Juízes 7:6), acerca dos quais o Senhor falou a Gideão: “Com estes trezentos homens que lamberam as águas eu vos livrarei, e entregarei os midianitas nas tuas mãos.” (Juízes 7:7) Entretanto, o coração de Gideão ainda tinha temores, dúvidas e vacilações quanto ao sucesso de sua missão. O Senhor, porém, fala a Gideão: “Se ainda temes atacar, desce tu e teu moço Pura ao arraial; e ouvirás o que dizem; depois, fortalecidas as tuas mãos, descerás contra o arraial.” (Juízes: 7:10-11)

Atendendo à ordem do Senhor, Gideão, acompanhado do seu moço - Pura -, desce ao arraial, às escondidas. Chegando lá, “na moita”, Gideão ouve dois homens conversarem. Naquele momento, um estava contando ao seu companheiro:“(...) Tive um sonho. Eis que um pão de cevada rodava contra o arraial dos midianitas, e deu de encontro à tenda do comandante, de maneira que esta caiu, e se virou de cima para baixo, e ficou assim estendida.” (Juízes 7:13)

Depois de ter relatado o sonho, o que o ouvia lhe disse: “(...) Não é isto outra coisa, senão a espada de Gideão, filho de Joás, homem israelita. Nas mãos dele entregou Deus os midianitas e todo este arraial.” (Juízes 7:14) Ouvindo tal sonho, e sabendo do seu significado, Gideão volta ao arraial de Israel, e diz aos seus comandados: “(...) Levantai-vos, porque o Senhor entregou o arraial dos midianitas nos vossas mãos.” (Juízes 7:15)

Após ouvir as palavras do Senhor, Gideão cercou o arraial dos midianitas, (...) repartiu os trezentos homens em três companhias, e deu-lhes a cada um nas suas mãos trombetas, e cântaros vazios, com tochas neles. (Juízes 7:16).Depois disso, disse-lhes Gideão: “(...) Olhai para mim, e fazei como eu fizer. Chegando eu às imediações do arraial, como fizer eu, assim fareis. Quando eu tocar a trombeta, e todos os que comigo estiverem, então vós também tocareis a vossa ao redor de todo o arraial, e direis: Pelo Senhor e por Gideão!” (Juízes 7:17-18)

Dispondo, desta forma, os homens para a batalha, Gideão comanda os seus trezentos homens na luta contra os midianitas (Juízes 7:19 -20), os quais ficam apavorados, e que, segundo o relato bíblico, dão “a correr, e a gritar, e a fugir.” (Juízes 7:21). Gideão alcança a vitória com uma minoria que lutou em nome do Senhor.

Essa narrativa sobre Gideão apresenta-nos uma luta de potestades. Primeiramente, fazem-se presentes as potestades espirituais, as quais se manifestam mesmo naqueles governos que se dizem ateus, não crendo em Deus nem na existência do diabo. Não é por tal descrença que nem Deus nem o diabo vão estar ausentes. Não há nada, nem instância a mais remota possível que não esteja impregnada de realidades espirituais. Não há nenhum fenômeno humano - seja social, seja político – que não esteja penetrado por aquelas realidades. Os fenômenos sociais são mais do que eles realmente aparentam ser. Mesmo uma guerra entre povos está impregnada de forças espirituais.

Embora sempre invadindo, saqueando, roubando, matando e usurpando, tais atitudes começam a fazer mal aos midianitas, que sabiam no íntimo de seus corações que seria o próprio pão, feito com o trigo roubado por eles, que os destruiria. Tal qual um bumerangue que é arremessado por uma pessoa, mas que volta ao mesmo ponto de onde foi lançado. É algo que vai, mas que volta. O pecado é assim também.

A Bíblia diz que a planície entre a fonte de Harode até o outeiro de Moré (Juízes 7:1) estava cheia de midianitas, amalequitas e de povos do Oriente para saquearem a Israel, mais uma vez: “Os midianitas, os amalequitas e todos os povos do Oriente cobriam o vale como gafanhotos em multidão; e eram os seus camelos em multidão inumerável como a areia que há na praia do mar.” (Juízes 7:12)

Mas, segundo a Palavra de Deus, quando os trezentos homens de Gideão gritam
“Espada pelo Senhor e por Gideão!” (Juízes 7:20b), eles saem “a correr, e a gritar, e a fugir.” (Juízes 7:21).
Foi o Espírito Santo que infundiu medo no coração de toda aquela gente apavorada que corria gritando, desesperadamente. Mas o Espírito do Senhor utilizou um fenômeno psicossocial: uma culpa acumulada durante anos a qual os fragilizou.

O que aprendemos no episódio da luta de Gideão contra os midianitas, que pode nos ajudar a discernir a atuação de principados e potestades na memória social de um povo?

Em primeiro lugar, aprendemos que a culpa social sempre se volta sobre a sociedade responsável por ela. Quem viver ainda verá os sérvios se autodestruindo: ninguém que rouba ou  mata passará impune sem que tais ações se voltem sobre suas próprias cabeças. Ninguém também assola, ninguém mata, ninguém rouba, ninguém adultera, ninguém explora sem que todos esses pecados e suas conseqüências voltem sobre quem os praticou. Podem até demorar, mas sempre voltam.

Em segundo lugar, aprendemos que a culpa social pode transformar-se em inconsciente coletivo. A sociedade que está praticando injustiça, perversão, idolatria, iniquidade vai sendo penetrada em seu inconsciente por tais coisas, redundando em sonho, pesadelo, suor frio à noite, em noite mal dormida, em estresse noturno, que vai minando, fragilizando a mente humana.

Em terceiro lugar, aprendemos que a culpa social pode transformar-se em consciência coletiva. Há uma culpa que se acumulou, indo para o inconsciente, mas que volta numa consciência esmagadoramente poderosa e fragilizante. O sonho do soldado midianita é inconsciente (Juízes 7:13), mas, de repente, transforma-se em consciente, porque ele sonhou, e lembrou-se do que sonhou. Às vezes, o indivíduo acorda mal-humorado, e não sabe o porquê; trata mal a mulher, e também não sabe o porquê; bate nos filhos, e não sabe o porquê; tem vontade de matar o vizinho, e não sabe o porquê. Mas chega uma hora em que todos esses motivos obscuros saem do nível do inconsciente, voltando ao nível da consciência.

A prova de que o sonho do soldado midianita já tinha se tornado numa obsessão, num pesadelo na cabeça de todos eles, é que ao contar o sonho, o que o ouvia interpreta-o de imediato: “(...) Não é isto outra coisa, senão a espada de Gideão, filho de Joás, homem israelita. Nas mãos dele entregou Deus os midianitas e todo este arraial.” (Juízes 7:14)

O sonho do soldado era o mesmo que povoava a mente de todos os soldados midianitas, de modo que, quando um sonhou, o outro teve logo a interpretação:

“- Sonhei com um ‘pão-bumerangue’, que dava sobre a tenda do comandante e a derrubava ao chão.”

“- É Gideão, que vem sobre nós para destruir-nos.”

As potestades espirituais, sejam elas boas, sejam elas más, agem no espaço de fragilidade da sociedade, tornando-a extremamente vulnerável. Quando a sociedade chega a esse ponto, tudo pode acontecer. Se gritarem “(...) Pelo Senhor e por Gideão!” a sociedade cai; mas, se gritarem “Por Chico Xavier!”, ela também cairá. Quando a sociedade chega a esse ponto, é a hora de a Igreja discernir as forças espirituais que estão agindo no ambiente social onde ela está inserida, anunciando o Reino e a Salvação de Deus, em nome de Jesus.

3 Como estar preparado para vencer principados e protestadas:

“Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados, nos quais andastes outrora, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, do espírito que agora atua nos filhos da desobediência, entre os quais também todos nós andamos outrora, segundo as inclinações da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos e éramos por natureza filhos da ira, como também os demais. Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou, e estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo - pela graça sois salvos, -, e juntamente com ele nos ressuscitou e nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus.” (Efésios 2:1-6)

“A mim, o menor de todos os santos, me foi dada esta graça de pregar aos gentios o evangelho das insondáveis riquezas de Cristo, e manifestar qual seja a dispensação do mistério desde os séculos oculto em Deus, que criou todas as coisas, para que, pela igreja, a multiforme sabedoria de Deus se torne conhecida agora dos principados e potestades nos lugares celestiais.” (Efésios 3:8-10)

Até aqui vimos pontos positivos, pontos negativos e perigos do movimento de batalha espiritual. Vimos também quais são os personagens espirituais contra os quais lutamos. Vimos também como tal luta se trava no nível pessoal e social. Vamos tentar esboçar alguma coisa que nos pode ensinar como estar preparados para enfrentar a batalha espiritual. Isto porque a Carta de Paulo aos crentes de Éfeso pode ser lida sob várias perspectivas. Nela há alguns temas em torno dos quais certas verdades gravitam. Um dos temas mais fortes dessa carta é o que se refere às regiões celestes, aos principados e potestades e às relações dessas dimensões espirituais com a vivência e com a prática do povo de Deus no mundo. A prova disso é que nos dois textos da Carta que lemos, Paulo está afirmando as regiões celestiais. Primeiramente, ele fala:

“(...) por causa do grande amor com que nos amou, e estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo – pela graça sois salvos, -, e juntamente com ele nos ressuscitou e nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus.”

Em seguida, ele ainda diz:“(...) pela igreja, a multiforme sabedoria de Deus se torne conhecida agora dos principados e potestades nos lugares celestiais.”

Por último, ele ensina a viver, a se preparar para a existência, e conclui:

“Quanto aos mais, sede fortalecidos no Senhor e na força do seu poder. Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para poderdes ficar firmes contra as ciladas do diabo; porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e, sim, contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes.”

Constata-se, a partir disso, que há uma preocupação de Paulo em ensinar a estarmos preparados para enfrentar os principados e as potestades, que existem com tanta realidade quanto reais são as coisas visíveis que apalpamos e vemos.

4 Como vencer a batalha espiritual?

Todo aquele que crê que Jesus é o Cristo, é nascido de Deus; e todo aquele que ama ao que o gerou também ama ao que dele é nascido.
Nisto conhecemos que amamos os filhos de Deus, quando amamos a Deus e guardamos os seus mandamentos.
Porque este é o amor de Deus: que guardemos os seus mandamentos; e os seus mandamentos não são pesados.
Porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo, a nossa fé.
Quem é que vence o mundo, senão aquele que crê que Jesus é o Filho de Deus? João 5:1-5

Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, havendo feito tudo, ficar firmes.
Estai, pois, firmes, tendo cingidos os vossos lombos com a verdade, e vestida a couraça da justiça;
E calçados os pés na preparação do evangelho da paz;
Tomando sobretudo o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do maligno.
Tomai também o capacete da salvação, e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus;
Orando em todo o tempo com toda a oração e súplica no Espírito, e vigiando nisto com toda a perseverança e súplica por todos os santos.
Efésios 6:13-18