HOMILÉTICA 1
Seminário Teológico
1 RELAÇÃO ENTRE HOMILÉTICA E A HERMENÊUTICA
2 CONCEITO GERAL DE HOMILÉTICA
Uma grande realidade no ministério cristão é que a pregação da palavra de Deus não é um privilégio somente concedido a pastores com formação acadêmica, mas, de leigos também. Seria fatal para expansão do Evangelho, que precisa atingir até os quatros cantos da terra, se a ajuda da pregação do leigo fosse negligenciada. Porém, sem desdobrar o aspecto da pregação simples, sem preparo acadêmico, afirmamos que, quanto maior for o preparo do obreiro com ou sem curso teológico, melhor condições terá de se r usado pelo Espírito de Deus para entregar a mensagem do reino dos céus, que visa à transformação do coração do pecador, transformando-o em filho de Deus.
O pregador precisa saber de sua importância indiscutível na grande seara; corrigir detalhes da sua apresentação quando está diante do público; dar maior ênfase à oração, a igreja e a Palavra. O pregador também precisa saber que o aspecto intelectual é algo que não deve ser rejeitado, pois muita contribuição poderá ser fornecida pela história, ciência, filosofia, etc. Àquele que foi incumbida à responsabilidade de transmitir o recado divino, este terá que ter consciência da objetividade do sermão, e não se deixar levar por variações de tantas ideias tais, que não deixam o público seguir uma linha de pensamento.
O pregador tem que saber usar corretamente o texto de onde irá extrair a sua mensagem; ter a criatividade para dar um tema interessante ao assunto que irá expor; saber começar com uma boa introdução e terminar bem, com uma conclusão que venha a desafiar o público a tomar uma posição ao final da pregação.
O pregador deve aprender a fazer o esboço de sua mensagem dentro de uma lógica com relação ao tema e o texto, sabendo distinguir o que é um sermão temático, um sermão textual e um sermão expositivo. Aquele que tem a responsabilidade de pregar deve dar o devido valor ao tesouro que são as ilustrações, e o momento certo de usá-las no púlpito.
A homilética, como arte de pregar, não deve ser algo a se aprender somente por pastores, existe uma grande necessidade do leigo ter conhecimento desta arte, já que é possível também àqueles que não tiveram a oportunidade de estudar numa instituição teológica. Todos aqueles que pregam a Palavra de Deus tem condições de melhorar ainda mais suas mensagens.
3 OS PROBLEMAS DA HOMILÉTICA
4 RELAÇÃO DIVINO-HUMANA NA HOMILÉTICA
5 O QUE O PREGADOR DEVE CONSIDERAR SOBRE A MENSAGEM
6 A HISTÓRIA DA PREGAÇÃO
7 ASPECTOS DA PREGAÇÃO DE JESUS
8 DETALHES QUE DEVEM SER CORRIGIDOS QUANDO SE ESTÁ NO PÚLPITO
9 QUANTO AO PREGADOR
a) Consagrado à Oração
b) Consagrado à Igreja
c) Consagrado à Palavra
10 QUANTO AO CONHECIMENTO INTELECTUAL DO PREGADOR
Conhecimento Bíblico
Conhecimento Histórico
Conhecimento Cientifico
Conhecimento Filosófico
Experiências Pessoais
11 OBJETIVIDADE DO SERMÃO
TÍTULO
PROPOSIÇÃO
Sentença de Transição
Sentença de Transição
Sentença de Transição
CONCLUSÃO
12 TÍTULO
CARACTERÍSTICAS DO TÍTULO
TÍTULO: PARA QUE POSSAIS CRER (Jo 11:15)
13 TEXTO
14 INTRODUÇÃO
CARACTERÍSTICAS DA INTRODUÇÃO
2. Deve ser breve.
Exemplos de introdução com ilustrações:
15 PROPOSIÇÃO OU TEMA
16 SENTENÇA INTERROGATIVA E SENTENÇA DE TRANSIÇÃO
17 PROPOSIÇÃO: A Vida Cristã é uma Vida Vitoriosa
LISTA DE PALAVRAS-CHAVES
18 TÓPICOS OU DIVISÕES PRINCIPAIS
CARACTERÍSTICAS DAS DIVISÕES PRINCIPAIS
TÍTULO: O DISCIPULADO E SUAS NECESSIDADES (Cl 1:28)
TÍTULO: VESTIDURAS DIFERENTES (Sf 1:8)
19 QUANTO AS ILUSTRAÇÕES
20 CONCLUSÃO
CARACTERÍSTICAS DA CONCLUSÃO
21 CLASSIFICAÇÃO DOS SERMÕES
Existem quatro tipos básicos de sermões que podem ser classificados em:
O sermão é diferente da homilia ou da preleção exegética.
22 SERMÃO TEMÁTICO
TÍTULO: O JOVEM NOS DIAS DE HOJE (EcI 12:1)
TÍTULO: AS RESPONSABILIDADES DO CRISTÃO (II Tm 3:14 )
TÍTULO: FAZER DISCÍPULOS (Mt 28:19)
TÍTULO: A NOSSA CONSOLAÇÃO TRANSBORDA POR MEIO DE C RISTO (II Co 1:5)
TÍTULO: O VOSSO TEMPO ESTÁ SEMPRE PRESENTE (Jo 7:6)
23 EXEMPLO DE UM ESBOÇO NEGATIVO
TÍTULO: JESUS VIRÁ DO MESMO MODO COMO SUBIU (At 1:1 1)
24 CONSIDERAÇÕES SOBRE O ESBOÇO NEGATIVO:
TÍTULO: JESUS VIRÁ DO MODO COMO SUBIU (At 1:11)
TÍTULO: CORAGEM PARA TESTEMUNHAR (At 23:11)
25 SUBDIVISÕES OU SUBTÓPICOS
I) COM RELAÇÃO AO MUNDO (SUBTÍTULO)
lI) COM RELAÇÃO AO PECADO (SUBTÍTULO)
III) COM RELAÇÃO AO EVANGELHO (SUBTÍTULO)
TÍTULO: ORAI SEM CESSAR (1 Ts 5:1 7)
II) OS MOTIVOS DA ORAÇÃO:
III) AS POSSIBILIDADES DAS ORAÇÕES:
I) EVIDENCIADO NAS PROMESSAS MATERIAIS
lI) EVIDENCIADO NAS PROMESSAS ESPIRITUAIS
26 SERMÃO TEXTUAL
TÍTULO: A CARNE E O ESPÍRITO (Rm 8:13)
TÍTULO: A DETERMINAÇÃO DE ESDRAS (Ed 7:10)
TÍTULO: O QUE SÃO OS CRISTÃOS DIANTE DE DEUS? (1 Pe 2:9)
CARACTERÍSTICAS DO SERMÃO TEXTUAL
VANTAGENS DO SERMÃO TEXTUAL
27 SERMÃO EXPOSITIVO
I) OS MOTIVOS DA ORAÇÃO POR SI PRÓPRIO
II) OS MOTIVOS DA ORAÇÃO PELOS DISCÍPULOS
TÍTULO: O SALMO DOS ATRIBUTOS DE DEUS (SI 139)
28 DIFERENÇA ENTRE SERMÃO EXPOSITIVO E TEXTUAL
29 SERMÃO BIOGRÁFICO
CONSELHOS PRÁTICOS NO PREPARO DA MENSAGEM
30 CARACTERÍSTICAS IMPORTANTES DO SERMÃO
1. DISCUSSÃO
2. ILUSTRAÇÃO
3. APLICAÇÃO
4. APELO
EXEMPLO 1
TÍTULO: NOSSO SENHOR SINGULAR
EXEMPLO 2
TÍTULO: VEJA DEUS OPERAR
EXEMPLO 3
TÍTULO: RESOLVENDO NOSSOS PROBLEMAS
31 CULTO E MÚSICA
32 AS BASES ESPIRITUAIS DO CULTO CRISTÃO
33 NÃO TEM UM LUGAR ADORATIVO
34 NÃO É REFLEXO DO CERIMONIALISMO
Deus é Espírito e quer adoração em Espírito.
35 NÃO VEM DE DEDUÇÕES LÓGICAS
36 TEM QUE SER CRISTOCÊNTRICO
37 TEM QUE SER UNIVERSAL
38 TEM QUE SER TRANSFORMADOR
39 OS ADORADORES SÃO PROCURADOS POR DEUS
40 A BASE BÍBLICA DO CULTO CRISTÃO
41 O VOCABULÁRIO BÍBLICO
1. “Latreía”
2. “Leitourgía”
3. “Proskunein”
4. Outros termos
42 EMBASAMENTO TEOLÓGICO
1. Mediador do Culto
2. Sacerdote
3. Reverência
4. Natureza do Culto
43 OS PRÉ-REQUISITOS DO CULTO
44 A NECESSIDADE E ESSÊNCIA DO CULTO
45 A NECESSIDADE DO CULTO
1. Finalidade do Homem
2. Obediência
3. O Espírito Santo
4. Utilidade
46 A ESSÊNCIA DO CULTO
1. Amor de Todo Coração
2. Amor Integral da Mente
3. Amor que Exige Todo Nosso Esforço
47 OS ELEMENTOS DO CULTO
48 A BÍBLIA SAGRADA