Inclusão de crianças em educação regular
Noções Básicas Sobre o Autismo
1 Inclusão de crianças em educação regular utilizando comunicação alternativa
Educação pré-escolar regular utilizando comunicação suplementar e alternativa:
O desenvolvimento da linguagem compreende a capacidade de compreender e utilizar formas e estruturas linguísticas, sendo elemento importante no domínio gradativo da criança sobre o mundo. O desenvolvimento linguístico se dá como resultado das interações entre a biologia e as experiências do indivíduo.
Envolve uma ampla gama de processos paralelos e integrados, incluindo análise perceptiva da estimulação sensorial, exploração do ambiente físico e social e a entrada guiada no mundo sócio-cultural por meio de interações com os cuidadores e outras pessoas significativas no ambiente infantil.
A linguagem é um instrumento cultural, evoluindo ao ser utilizado por milhares de gerações. A criança pequena não é capaz de criar linguagem isoladamente, mas a maioria dos seres humanos tem capacidade para desenvolvimento linguístico, desde que sejam criados numa comunidade que utiliza alguma forma de linguagem passível de compreensão e utilização.
Pode-se dizer, no sentido designado por James Gibson, que a linguagem é “propiciada”, ou seja, algumas expressões humanas são percebidas naturalmente como tendo intenção comunicativa . Para a grande maioria das crianças, a fala é o veículo da linguagem.
No entanto, algumas crianças são incapazes de perceber a fala, devido à surdez; outras ouvem, mas não conseguem dar sentido aos sons que ouvem e assim não captam o significado das palavras que lhes são ditas. Ainda outras compreendem a linguagem falada, embora necessitem de meios alternativos para comunicação expressiva.
O apoio fornecido pelos adultos e crianças mais competentes ao processo de desenvolvimento da criança tem sido denominado como amparo. Crianças que desenvolvem a língua falada estão cercadas de uma comunidade de falantes (que às vezes falam mais do que uma língua), e as crianças com surdez profunda tendem a crescer em ambiente de sinalização manual (muito embora o domínio da língua de sinais possa variar bastante).
Para as crianças que estão desenvolvendo meios alternativos de comunicação, a situação é bem distinta. Com exceção das crianças com alterações de linguagem que aprendem a língua de sinais e se desenvolvem no seio da comunidade surda, os sistemas alternativos de comunicação não são formas naturais de comunicação das pessoas de uma comunidade que dependem do uso de tais sistemas.
Para este grupo, o desenvolvimento da linguagem demanda primordialmente um processo de construção e planejamento. Não existe um ambiente linguístico natural de usuários competentes desta modalidade expressiva e para alguns também receptiva de linguagem . Grande parte do input da comunicação alternativa ocorre no contexto da instrução direta e na participação em atividades escolares, que restringe tanto o input quanto a variedade de contextos para a possível apropriação linguística das crianças.
As crianças que estão desenvolvendo comunicação alternativa raramente têm a oportunidade de testemunhar seu modo de linguagem sendo utilizado por pares e adultos mais competente.
Crianças com limitações na fala tendem a ter menos interação social com colegas do que crianças deficientes que apresentam habilidades de linguagem melhor. Estudos de crianças provenientes de contextos linguísticos diversos mostram que compartilhar a língua é importante para o brincar conjunto e para outras formas de interação social. Ambientes pré-escolares inclusivos podem oferecer experiências de comunicação variada para crianças que estejam desenvolvendo comunicação manual e gráfica, principalmente no que diz respeito às trocas comunicativas com outras crianças.
No entanto, para as crianças que estão desenvolvendo modos alternativos de comunicação, os benefícios de fazer parte de um ambiente inclusivo dependeriam de o ambiente linguístico ser suficientemente adaptado às suas habilidades e limitações.
O presente texto discute as bases teóricas do desenvolvimento de linguagem em modos alternativos e descreve algumas estratégias que têm sido utilizadas para melhorar o ambiente linguístico, fornecendo amparo para o desenvolvimento de comunicação e linguagem para crianças que utilizam comunicação manual e gráfica no contexto da pré-escola regular.
As estratégias foram inspiradas pelas abordagens teóricas de base-funcional de desenvolvimento linguístico que enfatizam o papel das experiências culturais linguísticas em sentido amplo.
2 Integração, segregação e inclusão:
3 Desenvolvimento da comunicação alternativa:
4 A inclusão e a comunicação alternativa:
5 Competência de adultos:
escolar ou na sala de aula. Mesmo se a criança usuária de sinais manuais for capaz de compreender a linguagem falada, a inclusão não será genuína se as crianças falantes compreenderem apenas alguns poucos sinais e se comunicarem com a criança que sinaliza apenas fazendo perguntas com respostas do tipo sim/não. Isso não configura como apoio para a comunicação expressiva da criança deficiente.
6 Histórias ilustrativas:
7 Cumprimentos:
8 Emprestar e tomar emprestado:
às rotinas comunicativas funcionais e significativas dos acontecimentos infantis, a equipe profissional promoveu o desenvolvimento ao mesmo tempo de habilidades sociais e de conhecimento e comportamento culturalmente apropriado.
9 Manejando a rejeição:
“Aprendizado incidental” . Uma abordagem geral que contribuiu para tornar mais explícita a comunicação espontânea corriqueira, fazendo o ambiente ficar mais inclusivo foi a estratégia de “iluminar” alguns conteúdos.
10 Desenvolvendo extensões para palavras e sinais:
é toda uma gama de possíveis usos da mesma. Quando crianças (e adultos) ouvem uma nova palavra ou vêem um sinal novo, fazem um mapeamento rápido, ou seja, presumem implicitamente algo sobre a intenção e a extensão da palavra ou sinal. O primeiro uso da palavra ou sinal pode ser correta, mas geralmente vai representar uma extensão do uso que difere do uso convencional do adulto. O mapeamento inicial pode ser muito abrangente (superextensão) ou muito restrita (subextensão) comparado ao uso convencional .
veio um pouco de leite porque a embalagem estava quase vazia. Ele mostrou a embalagem a um adulto e sinalizou TCHAU TCHAU. O adulto pegou a embalagem, olhou dentro e disse: É está {vazio VAZIO}. Em outra ocasião, Ole estava com uma carriola com uma roda quebrada.
chegou perto deles.
11 Narração:
12 Discussão:
As discussões sobre a inclusão se preocuparam primordialmente com as bases éticas e ideológicas da inclusão e com as influências do setting educacional sobre o desempenho acadêmico tradicional (. Isso também vale para a inclusão de crianças que estão desenvolvendo meios alternativos de comunicação.
Raramente se discute como a intervenção e as práticas comunicativas no contexto inclusivo de fato influenciam o desenvolvimento da linguagem e a constituição cultural do sujeito em geral. De fato, num estudo recente baseado em dados de intervenção com comunicação alternativa, não houve qualquer menção sobre os possíveis papéis da segregação, inclusão ou setting.
As abordagens de intervenção aqui descritas se inspiraram em teorias do desenvolvimento da linguagem que enfatizam o papel das experiências comunicativas e culturais e assim focalizaram como e quando os sinais manuais e gráficos podem ser utilizados na resolução dos desafios da comunicação infantil do dia-a-dia, inclusive os desafios das interações com colegas.
De acordo com a teoria de TOMASELLO (1999, 2003) baseada na funcionalidade, a competência do ambiente social será muito importante no desenvolvimento linguístico da criança. Os exemplos sugerem que os contextos educacionais inclusivos podem promover o desenvolvimento das crianças que utilizam meios alternativos de comunicação quando todos ou quase todos os adultos e crianças nesses espaços tiverem pelo menos uma competência básica no modo de comunicação alternativa. Também ilustram que as práticas inclusivas podem promover o desenvolvimento de linguagem alternativa em crianças com uma diversidade de habilidades e limitações, sugerindo várias maneiras em que os pares possam interagir com as crianças que desenvolvem modos alternativos de comunicação; indicam razões por que os ambientes inclusivos podem ser benéficos para muitas crianças que estão desenvolvendo comunicação alternativa.
No entanto, há necessidade de mais estudos para mostrar como a inclusão realmente influencia o desenvolvimento de linguagem deste grupo. Não se sabe quase nada sobre como apoiar o desenvolvimento das habilidades de comunicação alternativa em pares falantes e tornar o modo de comunicação alternativa parte do ambiente linguístico geral sem interferir tanto nas atividades rotineiras das crianças ou sem transformar as crianças falantes em pequenos professores.
As interações naturais oferecidas desta maneira não substituem a instrução direta relativa à comunicação alternativa, pois isso sempre será necessário para este grupo de alunos. Apenas reduz-se um pouco o tempo de atendimento individual com um professor. Como as habilidades treinadas em sessões individuais seriam elaboradas e fortalecidas em interações sociais que constituam parte integrada das atividades das crianças no decorrer do dia, os professores perceberam que o treinamento tinha um sentido para ambos, professores e crianças. Também percebeu-se que a maioria dos exemplos aqui apresentados provém de situações simples do dia-a-dia que formam o contexto para amparar o desenvolvimento cognitivo e social na constituição cultural do sujeito.
Estas situações exigem raciocínio social significativo e habilidades cognitivas e comunicativas, como vemos quando Tonje no diálogo (3) ajudou Liv a encontrar alguém que quisesse seu kiwi. Muitos pesquisadores do desenvolvimento assinalaram que as relações horizontais entre pares promovem interações qualitativamente diferentes das relações verticais adulto-criança. O paradigma social e cultural que emerge pelas interações de pares é raramente obtido pela instrução do professor e nas interações adulto-criança.
Uma das principais estratégias utilizadas pelos professores da pré- escola era a de facilitar a aprendizagem incidental ao iluminar as práticas comunicativas de forma a adaptá-las às habilidades e deficiências de cada criança individualmente. Embora algumas crianças possam sentir que a vivência das variedades comunicativas que caracterizam o ambiente inclusivo seja desafiadora, essa variedade também torna possível muitas possibilidades de adaptação individual. No entanto, mesmo quando se aproveita das situações do cotidiano, os profissionais às vezes adotam um estilo de orientação docente em todas as suas interações, criando uma seqüência contínua de atividades pedagógicas que mais contribuem para a segregação do que para a inclusão das crianças que utilizam comunicação alternativa.
Esse estilo também pode virar modelo para as crianças falantes da pré-escola de tal modo que elas assumem papéis pedagógicos nas suas interações e, por exemplo, fiquem elogiando as crianças que utilizam a comunicação alternativa. Além do mais, mesmo quando mencionam colegas falantes como parceiros importantes de comunicação, muitos autores focalizam mais o seu papel potencial como ajudantes e como fontes de pistas, reforço e pressão positiva do que como parceiros comuns de comunicação nos ambientes educacionais inclusivos.
Até certo ponto, tal papel pode ser positivo, no entanto a competência limitada em comunicação alternativa e a imitação do estilo de interação pedagógica do adulto poderá levar os pares a desenvolver interações pobres com as crianças que usam meios alternativos de comunicação. encontraram aumento na freqüência de interação social em crianças falantes e crianças que estavam desenvolvendo meios alternativos de comunicação incluídas na escola regular por 1 a 3 horas por semana após um período de 15 semanas com orientação e instruções breves para as crianças falantes sobre atenção, esperar, e dar pistas ao se comunicar com crianças que usavam comunicação alternativa.
No entanto, também relataram que “observações subjetivas em forma de anedotas no presente estudo sugerem que embora a frequência das interações sociais tenha aumentado, a qualidade de grande parte das mesmas pode ter sido muito pobre e não de natureza recíproca”.
Para evitar que os pares desenvolvam um estilo de comunicação de natureza pedagógica, os professores dos exemplos aqui apresentados procuraram não ser abertamente “pedagógicos” nas suas trocas comunicativas com as crianças que desenvolvem meios alternativos de comunicação, principalmente fora das sessões de instrução direta. Ao invés disso, tentaram guiar as crianças na aprendizagem por meio da participação em rotinas corriqueiras da infância. O foco recaiu sobre o sucesso da comunicação (ser compreendido) ao invés de sucesso instrumental (obter algo). Elogios e outras formas de recompensa externa e reforço artificial eram considerados contraproducentes e foram evitados, privilegiando o sucesso da resolução ativa da própria criança aos desafios de comunicação, que eram o objetivo do sistema de amparo.
Os exemplos aqui apresentados claramente demonstram que ambas crianças falantes e crianças com comunicação alternativa se mostraram capazes de participar de interações comunicativas. Também demonstram que a comunicação não é simplesmente questão de ser capaz de produzir determinados sons ou movimentos ou de indicar uma representação gráfica qualquer, como se vê no ensino nas sessões individuais. A essência do desenvolvimento de linguagem está na comunicação de significados que se desenvolvem nas interações sociais e que se internalizam em práticas comunicativas.
A abordagem “levemente” behaviorista que parece ser a base dos estudos de comunicação alternativa não se coaduna com a discussão do sentido da linguagem que “o estudo da comunicação é muito diferente do estudo do comportamento”; “a comunicação requer um contexto relacional para que seja inteligível”. Como as pessoas do ambiente respondem às tentativas da criança de se comunicar é uma área de pesquisa importante, no entanto o condicionamento não oferece a estrutura apropriada para estudar os diálogos, as negociações de sentido e o desenvolvimento da competência comunicativa. As mudanças na responsividade podem influenciar como as crianças que desenvolvem comunicação alternativa iniciam e respondem à comunicação, mas a freqüência de respostas é um parâmetro limitado na avaliação da competência comunicativa da criança.
O pré-requisito mais importante para a inclusão genuína é a competência partilhada e isso implica a necessidade de apoiar o desenvolvimento das habilidades de comunicação alternativa na equipe da pré-escola, bem como nos pares falantes. encontraram que os diálogos com os pares eram importantes para o desenvolvimento de crianças com impedimentos de fala e linguagem, mas a competência dos pares pode não ser uma questão que aparece nos estudos de inclusão com crianças com deficiências de fala e linguagem que estão desenvolvendo a fala , porque não se dá valor à competência linguística dos pares, a não ser quando uma criança deficiente é proveniente de um ambiente onde fala-se outra língua.
No entanto, a competência para a linguagem falada não é o suficiente quando mais do que uma criança do grupo está desenvolvendo formas de comunicação alternativa.utilizaram auxílios de comunicação com output de fala, argumentando que a fala artificial fornecia um elo com o “mundo auditivo natural” dos participantes .
Entretanto, as implicações desta abordagem eram que a linguagem falada fosse a base para toda a competência partilhada e portanto a responsabilidade para a adaptação ficava a cargo das crianças desenvolvendo comunicação alternativa. O fato de que nem sempre essa postura é apropriada se mostrou neste estudo pelo fato de as crianças que tinham pouca ou nenhuma compreensão da linguagem falada terem desempenho pobre no estudo .
Às vezes nenhuma forma de comunicação falada é acessível para algumas crianças que estão desenvolvendo comunicação alternativa, enquanto as crianças falantes com desenvolvimento típico geralmente se mostram capazes de desenvolver ao menos uma competência básica na modalidade de comunicação alternativa.
Desta maneira, facilitar o desenvolvimento de habilidades de comunicação alternativa nos pares falantes será, portanto, uma parte natural das intervenções inclusivas com as crianças que estiverem desenvolvendo sistemas de comunicação manuais e gráficos. No entanto, aprender a utilizar um sistema manual ou gráfico poderá também beneficiar as crianças falantes. Tem sido proposto que as interações envolvendo as diferentes formas de linguagem poderão dar suporte ao desenvolvimento de consciência fonológica e outras formas de consciência linguística, e que essas formas de consciência estão associadas ao sucesso na leitura e escrita.
As intervenções em comunicação alternativa tendem a focalizar as interações positivas e o brincar muitas vezes é visto como força motivadora. Revendo a literatura profissional, percebemos que os desafios da comunicação nas situações corriqueiras de carga emocional negativa enfrentadas diariamente por crianças com deficiência raramente são mencionadas, a não ser quando o foco da intervenção é o comportamento desafiador em si. LIGHT e seus associados até chegou a sugerir que os auxílios de comunicação deveriam despertar interesse e ser divertidos e que as empresas que produzem estes equipamentos deveriam adotar as características de design comuns ao brinquedo quando desenham estes auxílios de comunicação.
Entretanto, embora o brincar e as interações positivas sejam elementos importantes do dia-a-dia, é igualmente importante que as crianças utilizem seus sistemas de expressão comunicativa para se auto-regularem e para regular os outros, resolvendo conflitos. Às vezes, pode faltar às crianças com deficiência experiências com situações ordinárias de rejeição e por isso elas são mal sucedidas ao desenvolver estratégias para lidar com essas e outras situações de natureza emocional. Muitos dos diálogos aqui apresentados apareceram em situações reais ou potenciais de conflitos e foram resolvidas pelas crianças com pouca ou nenhuma ajuda direta por parte dos adultos.
É difícil imaginar situações semelhantes com adultos, devido à grande diferença entre crianças e adultos no que diz respeito à autoridade e poder. A resolução dos conflitos pelos adultos é tipicamente definido pelo controle e anuência, enquanto a resolução de conflitos entre pares pode aumentar a tomada de perspectivas e as capacidades comunicativas. É improvável que a pretensão dos adultos tenha a mesma influência porque o conflito não seria autêntico e possivelmente fosse considerado pela criança como uma situação de brincadeira e divertimento. Se a criança sentisse o conflito como real, talvez não conseguisse compreender por que o adulta estaria se comportando daquela maneira, gerando frustração, insegurança e ansiedade.
O foco do presente artigo é apenas a inclusão no ambiente pré-escolar. Os ambientes de casa incluem muitos parceiros significativos de comunicação, como irmãos e seus amigos, e as crianças passam maior parte de seu tempo acordado em casa do que na pré-escola ou na escola. As estratégias que evoluem a partir das interações com crianças e seus pais, irmãos e outras pessoas significativas podem diferir em modos importantes da “linguagem escolar”. A compreensão plena dos aspectos dos ambientes educacionais segregados e não segregados capazes de influenciar o desenvolvimento das crianças que usam meios alternativos de linguagem também deveriam considerar como essas outras interações estão relacionadas a outras influências ambientais na aquisição de linguagem da criança.
Finalmente, o objetivo do presente trabalho foi discutir com base teórica as razões que justificam a inclusão, trazendo exemplos de práticas inclusivas com crianças que desenvolvem meios de comunicação alternativa em espaços pré-escolares. Reconhece-se que algumas crianças deste grupo se beneficiarão de algumas adaptações típicas de ambientes segregados.
No entanto, não se evidenciou quais crianças terão maior benefício em tais contextos e existe uma necessidade urgente de discutir sobre como as práticas comunicativas em ambientes segregados podem promover a comunicação alternativa e o desenvolvimento da linguagem de maneiras incompatíveis com a inclusão. Até que se apresentem argumentos válidos, deve-se supor que os ambientes segregados não terão uma influência mais positiva sobre o desenvolvimento de linguagem dessas crianças do que os settings inclusivos, e que deve haver, então, outras razões para segregá-las.