Radiestesia Prática
Radiestesia
1 Escolha do pêndulo e ajuste do ponto de suspensão:
Os pêndulos para uso geral podem ser de qualquer material: madeira, metal, cristal, pedras variadas ou de plástico. Este último não é muito do gosto dos usuários, que dão preferência a materiais naturais.
A forma do pêndulo não desempenha nenhum papel importante no ato radiestésico. A função da forma é simplesmente agradar ao radiestesista. Quanto mais este gostar do objeto técnico de uso, maior confiança depositará em sua prática.
Os pêndulos de metal são mais pesados que os de outros materiais. Prefira pêndulos com forma pontiaguda, se for trabalhar sobre gráficos. A ponta permite uma leitura mais fácil do ponto indicado.
Apesar das formas "egípcias" de alguns, todos os pêndulos ao lado são para uso geral, não tendo, portanto nenhuma qualidade intrínseca. Suas formas são meramente estéticas.
Agora que você já escolheu seu pêndulo, vamos acertar o ponto de suspensão, o que facilitará a detecção, proporcionando uma resposta mais rápida. Suspenda o pêndulo ao contrário, sobre a mão livre. Enrole lentamente a corrente ou fio de suspensão sobre a palma da mão.
Continue enrolando a corrente ou fio. Os fios de algodão normalmente são encerados, o que os deixa um pouco rígidos e mais difíceis de enrolar; faça o melhor possível.
Agora feche a mão sobre a corrente ou fio. Com o polegar e o indicador bem alinhados, segure a corrente a uns quatro centímetros do topo do pêndulo, mantendo toda a corrente bem guardada no oco da mão.
Vire o pêndulo sobre a palma da mão livre. Tenha especial atenção com a postura do braço. Não o deixe muito levantado, o que cria tensão muscular e impede de sustentar o pêndulo na posição de trabalho por períodos mais longos. O oposto, ou seja, o braço colado ao corpo, tende a impedir o movimento mais rápido e amplo do pêndulo.
Mantenha a ponta do pêndulo um a dois centímetros acima da palma da mão livre. Em determinado momento, ele espontaneamente girará, indicando o ponto de suspensão adequado.
Vá deixando a corrente escorregar lentamente por etapas, ou seja, escorregue-a um pouquinho, espere, se o pêndulo não girar, escorregue-a mais um pouquinho, etc.
Se eventualmente você perder o controle sobre a operação, por a corrente ter escapado dos dedos, por você ter perdido o estado de atenção, etc. recomece a operação na altura da corrente em que aconteceu a falta de controle. Tenha paciência ao executar esta operação. Essa é uma qualidade indispensável ao radiestesista que deseja progredir na arte.
Uma vez atingido o ponto de suspensão, o pêndulo naturalmente girará. Não é necessário fazê-lo rodar, nem com grande amplitude, nem durante um longo período. Basta a indicação positiva do giro.
Repita esta operação tantas vezes até ter a certeza da perfeita aferição do ponto de suspensão. Não faça nós ou marcas para assinalar o dito ponto. A medida que você ganha mais intimidade com a radiestesia, este ponto variará e você fará o devido acerto, inconscientemente.
Para todas as resposta sim, o giro será no sentido horário; para as resposta não o giro será anti-horário e só. A radiestesia usa um código binário; perguntas sim ou não, portanto só devemos aceitar respostas também binárias: sim ou não. Na dúvida, refaça a pergunta ou volte a perguntar mais tarde.
A radiestesia deve ser empregada para avaliar, descobrir, diagnosticar, analisar tudo o que é desconhecido, tudo o que não está explícito, tudo o que está de alguma forma oculto. Ela pode ser utilizada em todas as áreas da atividade humana. Investigaremos melhor a área da atividade por nós dominada.
2 Como desenvolver a habilidade radiestésica:
A habilidade radiestésica se adquire com uma longa prática. Para tanto, é necessário poder aferir os resultados obtidos. Por isso "pendule" sobre objetos possíveis de serem checados, por exemplo, potinhos ou pequenas caixas com açúcar e sal, ou com uma moeda dentro para acertar "cara ou coroa". Nós, no entanto, preferimos o método a seguir: Use um baralho comuns de cartas de jogar; retire as figuras e fique somente com os naipes, que serão agora usados como um código de cores, vermelho e p reto.
Coloque lado a lado dez cartas viradas para baixo. Pegue o pêndulo pelo ponto de suspensão encontrado anteriormente, coloque sobre a primeira carta a um centímetro de altura e formule a seguinte pergunta: Esta carta é vermelha? Se for vermelha gire para a direita, se não for, gire para a esquerda! Aguarde alguns segundos. Se a resposta for positiva, empurre a carta para a frente sem virá-la. Caso seja negativa, deixe-a no lugar e parta para repetir a pergunta sobre a segunda carta.
Esta forma de fazer a pergunta chama-se: fazer a pergunta com convenção mental. Com o tempo, sua mente passará a responder com giro horário a todas as respostas sim, para as perguntas formuladas e com giro anti-horário para as respostas não para as mesmas perguntas.
Continue fazendo o exercício; sempre que perder a concentração refaça a pergunta.
Aceite as respostas tal como elas forem dadas. Não refaça a pergunta para ter a certeza da resposta, pois isso inconscientemente é assumir a resposta recebida como errada.
Ao final da operação você terá duas fileiras de cartas. Não esqueça que radiestesia é prática, prática e mais prática, para ensinar o seu corpo a identificar o padrão vibratório ali presente, porém oculto.
Agora vire todas as cartas e verifique o índice de acerto. Quando estiver acertando sete em dez ou seja 70% de resultados positivos, você poderá ingressar no nosso clubinho, pois virou radiestesista, mas, até lá, treine, treine, treine...
Como este exercício é meio enjoado, vá "pendulando" outras coisas pelo caminho, ou melhor, ainda "pendule" tudo o que puder.
3 O Pêndulo Egípcio e seu ponto de suspensão:
Segundo nossa divisão já conhecida, o pêndulo Egípcio, por suas qualidades intrínsecas, pertence à categoria dos pêndulos técnicos.
Um pêndulo Egípcio fabricado com esmero, e cuja forma seja absolutamente igual ao modelo original francês, é um instrumento radiestésico ímpar por suas qualidades vibracionais. Um bom pêndulo Egípcio deve obrigatoriamente responder a duas harmônicas do sujeito investigado. Este instrumento, por trabalhar na faixa vibracional dos 6.500 Angström expandida, é especialmente adequado para qualquer pesquisa em biometria. Possibilita também trabalhar sobre qualquer testemunho, até sobre os mais problemáticos energeticamente, já que sua forma particular o impede de se saturar com qualquer tipo de energia. Por tudo isso, faz o par perfeito com a régua biométrica. Experimente!
Existem produzidos na França dois modelos de pêndulo Egípcio, o da esquerda fabricado em madeira - a leveza do material obriga à adição do lastro de chumbo - e o da direita, modelado em grés, - este atingindo naturalmente o peso do original: 22 gramas.
Assim como nos demais pêndulos, deve ser encontrado seu ponto de suspensão para que, quando usado na forma pergunta/ resposta em giro, sua ação seja a mais breve possível. Então, enrole cuidadosamente o fio de suspensão no oco da mão direita para os destros ou esquerda para os canhoto.
Feche a mão, seguro-o fio entre o polegar e o indicador, com as unhas bem alinhadas, a uns quatro centímetros do topo do pêndulo.
Muito se fantasia sobre o material colocado no interior deste pêndulo, cuja finalidade é de aumentar o peso. Eventualmente o material encontra-se solto e produz um ruído característico, quando sacudido. O fato de estar solto ou preso, colado ou sob pressão com uma pequena quantidade de algodão não afeta o funcionamento do instrumento.
Com o pêndulo suspenso sobre a palma da mão livre, a um ou dois centímetros de altura, deixe escorregar lentamente o fio, até o momento em que o pêndulo espontaneamente entre em giro. Repita cuidadosamente esta operação várias vezes até ter a absoluta certeza do resultado. Anote visualmente a altura de fio assim obtida. Passe a utilizar o pêndulo suspendendo-o por esse ponto exato do fio.
O pêndulo Egípcio se mostra suscetível ao ponto de suspensão, bem mais que os outros pêndulos, para o uso pergunta/resposta em giro. Uma outra qualidade rara deste instrumento é de ser emissor. Ele emite a onda-pensamento do operador, quando girado intencionalmente para a direita sobre o objeto desejado ou sobre o ponto indicado por um ponteiro, seguro pela outra mão.
4 Pêndulo de Cone Virtual - como executar os nós:
Em radiestesia. tudo deve ser mensurado. Não basta a mera constatação de determinado fenômeno. E preciso poder quantificá-lo. Mas não é assim com as demais coisas com que lidamos no dia-a-dia? Imagine não medir a febre, o comprimento de um tecido ou a voltagem da energia elétrica que chega em nossa casa! Seria um caos, compadre! Um verdadeiro caos!
As energias com que lidamos na radiestesia, vulgarmente chamadas de ondas podem ser mensuradas dentro da escala estabelecida por Chaumery/Bélizal e denominada de Espectro de ondas de forma, dividida em doze cores, a saber: do espectro visível: vermelho, laranja, amarelo, verde positivo, azul, índigo e violeta; do espectro invisível: infravermelho, preto, verde negativo, branco e ultravioleta.
Se desejar saber mais sobre o assunto, leia nosso livro Radiestesia Clássica e Cabalística.
Achamos melhor mostrar todas as opções de pêndulos cromáticos para que o leitor possa comparar os instrumentos.
Cada um deles tem características específicas e demandam um manejar especial. O pêndulo de Cone Virtual era tido por seus criadores Chaumery/Bélizal como um excelente "instrumento de laboratório".
Da esquerda para a direita: pêndulo cromático Mindtron de António Rodrigues, pêndulo de Cone Virtual e pêndulo Universal, os dois de Chaumery/Bélizal, e finalmente pêndulo Equatorial Unidade de Jean de La Foye.
O espectro de ondas de forma, tal como se apresenta sobre uma esfera. Sobre a circunferência representando o equador, temos o espectro em fase indiferenciada ou o espectro eletromagnético. Em cada um dos meridianos encontramos o espectro em fase elétrica naquele alinhado na direção Leste-Oeste e o espectro magnético no alinhamento norte-sul.
Raros são os pêndulos nos quais usamos nós indicadores sobre o fio de suspensão, seja pela grande dificuldade em aferi-los, seja por total desnecessidade. No caso do pêndulo de Cone Virtual, cada nó permite realizar uma mensuração com mais eficiência em três padrões energéticos distintos. Para o primeiro nó, biometria; para o segundo nó, as ondas de forma e, finalmente, para o terceiro nó, as ondas-cor. Lembrar que a expressão "ondas" é usada de uma forma coloquial.
Os três componentes do pêndulo cromático de Cone Virtual: o pequeno bastão de pontas aguçadas apresenta uma face aplainada sobre a qual se inscrevem as doze vibrações do espectro de ondas de forma. Sobre o traço limitante de cada cor, um estreito furo permite a inserção de um gancho de apoio para o disco. Nas duas extremidades temos o Verde Negativo, o inferior, indicando correntes de água telúricas nocivas e o Verde Negativo superior, indicando a nocividade de falhas ou cavidades subterrâneas.
Insira o disco no bastão conforme indicado. Coloque o gancho no furo do V+. Quando na vertical, o disco se apoiará sobre ele sintonizando assim o pêndulo com a "onda" Verde Positivo. Esta é a única "cor" utilizada para a aferição do instrumento.
Segure o fio entre o indicador e o polegar, bem na ponta dos dedos, com as unhas bem alinhadas, a uns dois centímetros do topo do instrumento. Mantenha o pêndulo suspenso sobre a palma da mão li vre. Vamos detectar o V+ característico de todo o organismo vivo em boa saúde.
Por ser uma operação muito delicada, recomendamos que seja repetida algumas vezes até se ter a certeza absoluta do resultado alcançado.
Deixe o fio escorregar por etapas, meio centímetro por vez e, demoradamente, verifique se o pêndulo entra em giro, indicando ter alcançado o ponto correto de suspensão.
O primeiro nó possibilita a medição em biometria, ou seja, medir a "onda" emitida por qualquer sistema vivo. Nossos livros Radiestesia Clássica e Cabalística e Os Gráficos em Radiestesia contêm tabelas para instrumentos variados com as indicações precisas sobre tais vibrações. Uma vez que o pêndulo tenha entrado em giro, marque o ponto de suspensão com a unha e meça o comprimento resultante de fio.
Faça uma laçada solta no fio, leve-a até o ponto encontrado anteriormente.
Chaumery/Bélizal tinham em tal estima este instrumento que o patentearam, em 1939.
O método de aferição aqui apresentado é aquele que consta nos manuais originais deste pêndulo, quando de sua comercialização entre os anos de 1960 e 1990 pela livraria Desforges, de Paris, detentora dos direitos de comercialização dos instrumentos de Chaumery/Bélizal.
Aperte ligeiramente o nó no ponto exato anteriormente encontrado. Recomece toda a operação. Caso encontre alguma diferença na altura, deslize o nó para o ponto desejado. Finalmente aperte-o.
Aqui temos o nó para medições em biometria. Este ponto de suspensão é imutável e válido para qualquer usuário.
Vamos agora encontrar o ponto para executar o segundo nó, o de "ondas de forma".
Coloque sobre a mesa uma réplica da grande pirâmide. Esta forma especial tem a particularidade de emitir do ápice para cima em V+. Claro que para que tal aconteça é necessário que um dos lados do sólido esteja alinhado ou, melhor dizendo, de frente para o norte magnético. Por favor, não invente. Para encontrar o norte use uma bússola.
Como no exercício anterior, suspenda o pêndulo a uns dois centímetros do topo do objeto em medição.
Ao atingir o comprimento indicado de fio, o pêndulo de Cone Virtual entrará em giro.
Marque cuidadosamente com um nó o ponto encontrado. Ele permitirá encontrar com precisão qualquer vibração dentro do espectro de "ondas de forma". Todas as formas ao nosso redor emitem. A mesa sobre a qual você está apoiado emite. O cômodo no qual você se encontra neste momento tem uma forma particular, o corredor anexo também, assim como o edifício que o abriga. Todas estas formas têm resultantes energéticas, mais ou menos boas, mais ou menos nocivas. Vamos medi-las!
O terceiro e último nó, o de "ondas-cor", deve ser obtido sobre um pedaço de papel na cor verde, ou qualquer outro material cujo verde seja verde bandeira. Esta é uma cor média e bem indicada para o fim em vista.
Toda a execução do exercício é idêntica aos dois exercícios anteriores.
Este nó permite a detecção das cores visíveis. Sim, as do espectro luminoso. Podemos, portanto, detectar quais cores se encontram em falta ou excesso em determinado ambiente para um melhor equilíbrio cromático, e todas as demais aplicações típicas da cromosofia. Esta técnica pode ser utilizada para a prática cromoterápica, levando em conta as limitações de cor do instrumento.
Não esqueça, em radiestesia tudo se mede (recomendação do professor: não faça de orelhada, "pendule", pelo amor de Deus!)
5 As duas maneiras de utilizar o pêndulo:
Um pêndulo para uso geral pode ser utilizado de duas formas ou técnicas distintas.
A primeira, aquela ensinada no exercício inicial deste caderno: "Ajuste do ponto de suspensão", a ser utilizada em todas as perguntas ou questionamentos típicos de pergunta/resposta em giro, em que se utiliza um determinado ponto de suspensão do pêndulo, para que a resposta seja a mais rápida possível.
A segunda, em que o fio é mais longo, algo entre doze a quinze centímetros do topo do pêndulo, técnica que toma o nome "pêndulo lançado".
Mantenha o testemunho a sua direita de forma que o braço e a mão fiquem em uma posição confortável, permitindo segurar o pêndulo nesta situação por um período longo, sem que se produza fatiga ou tensão muscular. Procure usar um ponteiro para assinalar o que está perguntando, quando se tratar de listas, palavras ou frases bem próximas umas das outras.
Este procedimento enviará para seu inconsciente um questionamento claro e inequívoco.
Suponhamos que você esteja investigando remédios ou quaisquer outras substâncias. Os vidros, por se tratarem de objetos maiores, podem ser indicados com o dedo indicador da mão livre. Em se tratando de um grande número de peças a investigar, faça uma primeira seleção; os vidros resultantes devem ser alinhados e sujeitos a uma segunda seleção, esta final.
Use um comprimento de fio entre doze a quinze centímetros. Lance o pêndulo para a frente enquanto formula a pergunta. Lentamente o instrumento se desviará para o lado esquerdo ou direito. Este desvio ou ângulo é a resposta esperada. Leia no gráfico abaixo o número ou valor indicado.
Suponhamos que você deseja encontrar um vazamento de água sobre a planta de determinado imóvel. Alinhe a planta na mesma orientação cardeal do edifício. Em qualquer local a sua esquerda, lance o pêndulo. Lentamente este irá se estabilizar em determinado ângulo. Marque esta linha encontrada. Repita a operação a partir de um ponto a sua direita. O local do cruzamento das duas linhas indicará o local resultado da pesquisa.
Esta é uma aplicação típica, a medição com a régua biométrica. Este uso será alvo de um capítulo especial.
.O método do "pêndulo lançado" pode ser usado em qualquer pesquisa na qual se faça necessária a indicação de uma direção, um ângulo, sobre gráficos especiais para radiestesia, sobre mapas ou plantas baixas. Também para aqueles que o pêndulo é seu instrumento de eleição, quando diante de pesquisas in loco este método rápido permite, por exemplo, no centro de uma sala indicar imediatamente a direção em que se encontra determinado objeto procurado
6 Valorizando testemunho lexicais:
A boa prática da radiestesia obriga à aplicação de algumas regras básicas, uma das quais, como já dito, é o uso constante de testemunhos. Mas, nem sempre dispomos no momento necessário do testemunho daquilo a ser investigado. Nesse caso, somos obrigados a fabricá-los. A prática mais comum consiste em escrever sobre uma tira de papel a palavra ou palavras representativas do que desejamos investigar. Bom, seria perfeito, não fosse pelo fato que nossos caracteres não emitem energeticamente aquilo que representam, pelo menos de imediato. Isso só irá acontecer e com um quantum energético baixo muitas horas após a escrita.
Os Servranx, radiestesistas belgas, descobriram o método hoje denominado materialização ou valorização de testemunhos lexicais. Vamos lá ver como a coisa se faz.
Supondo que em determinado momento precisaríamos de um testemunho de uma tal de Maria de Lourdes. Escreva em letras de forma o nome da pessoa mais algo que ajude identificá-la, por exemplo sua data de nascimento. Escreva isso com tinta preta, qualquer tinta. O mesmo vale para qualquer outra coisa, pessoas, animais, materiais variados, etc.
Para realizar a operação faz-se necessário o uso de uma forma geométrica: o decágono, polígono regular de doze lados. Coloque o papel com a expressão sobre o decágono, com a parte inferior das letras viradas para o centro. Em algum tempo, o pedaço de papel estará vibrando energeticamente aquilo que lhe foi grafado. Como saber quando o milagre se realizou? "Pendulando", claro. Coloque o pêndulo sobre o testemunho no decágono perguntando o tempo da operação, findo o qual você terá realizado se o testemunho lexical.
Este testemunho pode então ser usado da mesma forma que você usaria uma foto da Maria de Lourdes ou uma pequena mecha de seu cabelo. Execute sua investigação; não precisando mais do testemunho, descarte-o.
Obs.: Use o decágono apenas para valorizar testemunhos lexicais. Não coloque no decágono fotos para valorizar ou quaisquer outros objetos. Também não tente desempregá-los daquilo que você não sabe que possa estar lá. A radiestesia responde de forma fantástica à perfeita seleção mental do operador.
Você precisa do testemunho de um remédio o qual você não dispõe. Da mesma forma que no exemplo anterior, valorize a expressão no decágono. Este testemunho sintético emitirá um padrão energético similar ao original. Podendo, use sempre o original.
O potencial elevado do testemunho lexical se faz presente por aproximadamente 72 horas, após as quais, este declinará até se estabilizar em valor mais baixo. Caso necessário, repita a operação com um novo pedaço de papel. Como se fosse um remédio verdadeiro, este corretor pode ser utilizado para qualquer operação de emissão a distância.
7 Testemunhos e pêndulo testemunho:
Como dito anteriormente, use sempre testemunhos em suas pesquisas. Dificilmente conseguimos manter em mente concomitantemente o testemunho que não possuímos e a pergunta formulada. Aconselhamos a usar testemunhos até mesmo se o objeto da pesquisa estiver próximo. Isto melhorará o foco da atenção, aumentando em consequência, a concentração sobre o tema das perguntas.
Tente usar o testemunho que mais se aproxime daquilo a ser investigado. Exemplo de um testemunho humano em valor decrescente: mecha de cabelo, fotografia, cartão de visita, testemunho lexical (materialização radiestésica).
Tendo à disposição vários testemunhos de um mesmo sujeito; "pendule" para saber aquele que se encontra mais adequado para a investigação. Claro que levando em conta que os naturais sempre apresentaram padrões vibratórios mais completos e complexos que os sintéticos. Como dito anteriormente, a radiestesia aplica-se a todos os campos da atividade humana e cada caso deverá ser avaliado separadamente.
Após usados, guarde os testemunhos em envelopes individuais, para que haja um mínimo de contaminação energética. Manipule com cuidado os testemunhos. Use-os como se tratasse de material de laboratório para análise, o que de certa forma o é.
É bem comum empresas de mineração fazerem uso dos serviços de algum radiestesista. Dado os altos custos envolvidos, elas tentam cobrir todas as possibilidades. Radiestesistas com simpatia por este tipo de pesquisa costumam ter um índice de acerto bastante elevado.
Existem outros métodos para desenvolver pesquisas minerais, mas a função deste livro é iniciar você, amigo radiestesista, num metier no qual a função extra-sensorial do tato e o diálogo com o inconsciente são as ferramentas mais poderosas.
Na foto anterior, pode-se ver que traçamos uma primeira coordenada, lançando o pêndulo a partir da extremidade esquerda da área sob investigação. A mão livre aponta ou segura o testemunho do material a ser encontrado. Colocamos uma régua de plástico sobre a linha virtual traçada pelo pêndulo e o lançamos novamente, agora a partir de algum ponto aleatório, situado na extremidade direita do mapa. Claro que estamos partindo do pressuposto da existência do referido minério na área. Mais uma vez o pêndulo formará um ângulo. O ponto de cruzamento das duas coordenadas será o local central do veio ou por onde deve ser iniciada a exploração.
O material no qual é confeccionado o pêndulo neste caso não desempenha papel importante, nem tampouco sua forma. O modelo da direita é o pêndulo testemunho de Mermet. Na época em que o abade famoso exercia suas habilidades não existiam pêndulos para venda no mercado; os instrumentos eram aproveitados de enfeites em madeira ou executados a pedido. O abade acabou, por força da necessidade, desenvolvendo um pêndulo metálico com cavidade para testemunhos.
A parte superior deste conhecido pêndulo desenrosca-se, permitindo o acesso ao interior.
Um amigo vem até nós. Acaba de comprar uma gleba de terra. No local podem encontrar-se pequenas amostras de determinado minério. O amigo gostaria de saber se no local existe alguma jazida cuja exploração comercial seja compensadora. Você colocará um pequeno pedaço do minério (testemunho do mesmo) dentro de seu pêndulo Mermet e fechará a tampa.
Sobre um mapa da região podemos usar qualquer uma das duas técnicas; pêndulo em giro ou pêndulo lançado. Dê preferência a esta última se a área do mapa for de boa dimensão.
A prática lhe dirá como usar os testemunhos conforme os casos. Vamos fazer um teste para ver como você se dá com um pêndulo testemunho. Você vai procurar uma pessoa da qual tem uma pequena mecha de cabelo. Essa pessoa saiu no final de semana para um lugar, desconhecido. Abra seu pêndulo testemunho, qualquer um serve (o da foto é de plástico). Coloque dentro a pequena mecha de cabelo.
A técnica a ser empregada é a do `pêndulo lançado". Dentro de um pêndulo deste tipo só podem ser colocados testemunhos sólidos. Caso o testemunho fosse líquido, talvez a solução mais prática fosse pedir em uma perfumaria um flaconete de amostra grátis de perfume e usá-lo como pêndulo, colando no topo da tampa um fio grossinho com alguma cola forte, tipo Araldite ou Super Bonder.
Limite a região da pesquisa sobre o mapa usando papel branco. Pergunte se a pessoa se encontra nesse local. No caso de resposta negativa, aumente a área até obter uma resposta positiva. Tente traçar coordenadas com o pêndulo lançado, ou faça a pesquisa usando ponteiro, se tiver algumas opções pré-conhecidas.
8 A régua biométrica:
Como foi dito anteriormente, em radiestesia tudo deve ser obrigatoriamente medido. Só desta maneira podemos concluir que um índice de vitalidade de 70% é bem melhor que um de 60%. Sem medir, apenas saberíamos que este estava alto ou baixo, vago não?
Múltiplas réguas foram construídas ao longo do tempo. Temos modelos de oito metros de comprimento, (haja casa e pernas), até pequenos exemplares de vinte centímetros, passando por todas as conformações, medidores retos, medidores semicirculares, discos de 360 graus, com marcadores pretos, ré equilibradores de prata, etc, etc.
Finalmente o engenheiro francês Antoine Bovis, em parceria com André Simoneton estabeleceu uma régua de trinta centímetros de comprimento, escalonada em Angström , padrão de medida de comprimento de onda, indo de 0 a 10.000 Angström . Bovis percebeu que qualquer organismo em bom estado de equilíbrio emite uma onda de comprimento médio de 6.500 Angström . Bovis não previu patamares acima de 10.000, hoje tão em voga nas mentes fantasistas.
Os dois modelos encontráveis no comércio:
O baseado nas pesquisas do renomado Enel, régua biométrica, cuja ponta negra deve ser orientada para o sul, sobre a qual será depositado o testemunho a medir, e o modelo baseado em Bovis, e alterado pelos Servranx, mais completo, mas também mais poluído.
Na primeira régua para um testemunho desconhecido, o pêndulo foi lançado na altura dos 3.000 Á. Após se inclinar para a direita, este foi trazido até ao ponto em que balançou transversalmente à régua, indicando, afinal, uma vibração de 5.000 Á.
Na segunda régua temos exatamente o oposto. O pêndulo lançado nos 7.000 Â finalmente se equilibrou no patamar de 5.000 Â.
O exemplo da foto indica que o pêndulo lançado num comprimento de onda baixo, por seu desvio para a direita, indica que a medida em Angström é mais alta.
Mais uma vez, o exemplo oposto, o pêndulo lançado num alto patamar inclina-se para a esquerda, indicando um comprimento de onda inferior para este testemunho.
Lentamente fomos corrigindo o último exemplo e progressivamente, à medida que trazíamos o pêndulo mais para a direita, o ângulo por este produzido foi diminuindo, até que finalmente balançou transversalmente à régua de Bovis e pudemos ler o índice de vitalidade em 6.500 Â.
9 Diagnóstico de saúde:
Uma das mais nobres aplicações é, sem dúvida, a do diagnóstico da saúde. A medicina tem como sabemos, uma grande dificuldade em estabelecer um diagnóstico preciso. Por isso se investe tanto em equipamentos e testes variados, os mais sofisticados. Nas mãos de um radiestesista experiente, afeito à área da saúde, a radiestesia mostra toda sua utilidade. No correr dos últimos anos, militando como pesquisadores entusiastas, temos visto inúmeras vezes radiestesistas estabelecerem os mais bem sucedidos diagnósticos, assim com a indicação de fatores predisponentes a determinadas patologias, quiçá a detecção de doença em seu estado puramente energético, que viria a se manifestar alguns meses mais tarde.
Quando observado um cuidadoso método de análise, os resultados sempre serão os mais positivos. Sugerimos para todos os que não tiverem prática ou conhecimentos suficientes a leitura de nossa obra Os Gráficos em Radiestesia, e seguirem as sugestões do caderno de gráficos para a análise na saúde.
Na posse do testemunho, comece por analisar o índice de vitalidade, com auxílio da régua biométrica. Se o problema presente for algo corriqueiro, ou anteriormente conhecido, talvez baste aferir a vitalidade para poder acompanhar a evolução do tratamento.
Anote meticulosamente todos os resultados obtidos, para posterior avaliação.
Caso o quadro seja totalmente desconhecido, sugerimos uma investigação iniciando-se pelos sistemas, formulando a pergunta do seguinte modo: O sistema tal está relacionado com os sintomas apresentados por fulano?. Continue a investigação, passando em seguida para os órgãos e fatores causadores do desequilíbrio. Se for o caso, "pendule" também estados psíquicos.
Continue anotando os resultados. Ao final do exame, o diagnóstico será o produto da avaliação intelectual destes resultados.
Por fim, verifique também as causas "esotéricas" ou "ocultas". Infelizmente elas se encontram presentes muitas vezes, até como resultado do estado de depressão próprio da doença ou do pessimismo inerente ao indivíduo.
10 Tratamento a distância:
Uma das particularidades mais interessantes à disposição dos praticantes de radiestesia é a possibilidade de efetuar algum tipo de emissão a distância. Não se esqueça, estas técnicas não devem substituir os tratamentos ortodoxos aplicados por profissionais gabaritados.
O nome correto para estas práticas é: estabelecer uma influência a distância. Isto nos diz algo sobre o perfil de nossa disciplina. Nós radiestesistas não curamos ninguém, não somos médicos, também não somos magos que, investidos de poderes supranormais, poderiam alterar o curso dos eventos. Nós acreditamos tão-somente no poder transformador de determinados padrões energéticos. Nós modificamos a natureza e com o uso das formas adequadas conseguimos impor os fatores predisponentes para que o padrão próprio da cura se faça presente e o sistema imunológico consiga nos trazer de volta a saúde.
Pesquise qual das técnicas de tratamento ortodoxo seria indicada para o caso em análise.
Caso estas opções se apresentem, "pendule" listas organizadas de remédios fitoterápicos, homeopáticos, etc.
Analise também quais as emissões energéticas a distância seriam aplicáveis no caso
Como sempre, anote cuidadosamente todos os resultados obtidos, qual substância, qual posologia, etc.
Analise cuidadosamente todos os tempos, usando um "relógio radiestésico". Isto é válido tanto para os remédios a serem ingeridos quanto para os a serem enviados por algum dispositivo de "influência a distância.
Sua análise detectou a ação positiva de uma emissão por meio de um gráfico radiestésico. Alinhe sempre na direção do norte todos os gráficos e demais dispositivos até aqueles cuja forma os dispensa deste cuidado. Esta precaução tende a diminuir as influências externas sobre o instrumento. Como consequência, teremos uma emissão mais estável, impondo continuamente o mesmo padrão, independente dos ciclos horários.
Você começou por colocar sobre o gráfico emissor, este cuidadosamente escolhido na radiestesia, o testemunho, no caso uma foto 3x4, sobre a qual um pequeno vidro tipo "dose única", do remédio a ser projetado. Sobre o mesmo conjunto colocamos uma ponta de cristal de quartzo. Os cristais são dotados de qualidades emissoras extraordinárias, se bem que fortemente influenciáveis pelo meio.
No caso da foto, foi usado um SCAP, gráfico dos de maior potencial energético.
O quadrado emissor permite selecionar a onda portadora dentro do espectro de ondas de forma. Ele apresenta a vantagem adicional que sua emissão se faz por escolha em fase magnética. Como se não bastasse, ainda se desliga automaticamente, uma vez atingido o ponto de saturação.
Como nem tudo é perfeito, sua capacidade de emissão a distância é bem limitada. Melhor para os objetivos mais próximos.
Atualmente sofremos a doença "do mais potente", acreditando que quanto mais forte, melhor. E bem fácil constatar por meio da radiestesia o quanto este conceito aplicado às emissões a distância pode estar errado.
Escolhemos, então, um gráfico radiestésico para emissão a distância que brilha por sua suavidade, permitindo, no caso, emissões mais longas.
Este é seguramente o exemplo diametralmente oposto ao anterior. A pilha Radiestésica é dotada de uma potência, que obriga a uma cuidadosa vigilância do progresso do "tratamento". Não esqueça que a onda portadora é o V-.
O mais clássico dos exemplos, a grande pirâmide, uma vez alinhada, produz uma ótima emissão a distância, adicionando às qualidades do corretor suas próprias qualidades intrínsecas, as da reorganização celular.
Um dos mais pitorescos casos é o do Peggotty, seu criador apaixonado por estes estudos, descobriu não ter a menor aptidão para o uso dos tradicionais instrumentos de detecção. Engenheiro aeronáutico, partiu de premissas diferentes das tradicionais, construindo uma série de dispositivos inovadores.
O Peggotty é indicado para todos os casos de problemas ósseos, musculares ou das cartilagens. Uma pequena luz a 45 graus, completa o conjunto.
Os mais afortunados seguramente não abrirão mão das qualidades únicas das Black Box, máquinas radiônicas. A da foto do lado é uma Delawarr de tratamento. Sua eficiência é inquestionável. São bem conhecidos dos estudiosos do assunto os resultados das pesquisas do renomado laboratório inglês ao longo dos trinta anos de existência.
A característica da afixação dos índices numéricos, permitindo uma emissão qualificada, torna este equipamento, e os demais radiônicos, preferenciais, não fosse seu preço.
11 Levantamento energético de um local:
Suponhamos que um familiar seu se queixa de um certo mal-estar em seu apartamento, associado a pequenas doenças constantes. Bom, isto parece, sem dúvida, uma queixa típica de algum tipo de desequilíbrio energético no local. A ciência que estuda o assunto é a geobiologia, mas a radiestesia se insere muito bem no seio desta disciplina, possibilitando as mensurações necessárias para a devida avaliação do local e detectando também quais técnicas podem ser aplicadas, no caso de se tentar promover uma "cura".
As técnicas de diagnóstico são variadas e de certa forma fogem ao escopo deste livro. Vamos, assim, propor um método básico de trabalho válido para qualquer caso.
Nossos instrumentos de medida são os clássicos da radiestesia. Comecemos pelo Dual rod. Segundo a convenção universal, o cruzamento das duas varetas indica o SIM, quer dizer, a resposta positiva a sua pergunta.
O lobo antena Hartmann, dispositivo especializado, sintonizado com uma harmônica da malha geomagnética descoberta pelo médico alemão Ernst Hartmann, é um instrumento um tanto pesado, portanto de difícil utilização para algumas pessoas, que dão então preferência a um similar francês bem mais leve.
Ao se passar sobre uma das faixas da malha Hartmann, vamos obter uma resposta positiva do instrumento, desviado de sua posição inicial, alinhado para a frente do operador, por um impulso promovido pela "mão da reação". Temos visto radiestesistas hábeis, manipuladores dos mais variados instrumentos, obterem os mesmos resultados operando qualquer outro aparelho radiestésico. E uma questão de experimentar vários instrumentos até chegar à conclusão de qual é mais adequado para si mesmo.
A antena Lecher é o mais sofisticado dispositivo radiestésico de detecção. Sua régua graduada permite afixação precisa do índice pesquisado. Na posição de pesquisa, deve ser mantida na inclinação da foto ao lado.
A resposta positiva da antena a projeta na vertical. Este instrumento obriga a um treino intenso, em virtude da dificuldade de manipulação para a maioria dos usuários. Mas, como para todos os instrumentos com escala, o esforço é compensador.
Melhor trabalhar dentro de um espaço desimpedido. A dimensão de 2x2,50 metros da malha geomagnética, a ser eventualmente levantada, dificulta sua detecção dentro do espaço restrito de nossos apartamentos, ainda mais quando se encontram repletos de móveis.
Faça a análise preliminar da poluição aérea e telúrica usando para tal o gráfico para geobiologia, presente em nosso livro Os Gráficos em Radiestesia. Meça também o índice vibracional com o biômetro de Bovis.
Tendo constatado um elevado índice de poluição telúrica, acima de 40 na régua geobiológica e uma baixa vitalidade na régua biométrica, decidimos levantar a malha Hartmann para uma análise mais detalhada do fenômeno presente. Caminhando na direção norte/sul detectamos todas as faixas presentes a cada dois metros de distância. Os pontos inicialmente detectados foram posteriormente substituídos por fitas presas ao piso com pedaços de fita crepe.
Caminhamos agora na direção oposta à anterior, na leste/oeste, detectando as faixas da malha Global, agora a cada 2,50 metros. Cada ponto encontrado é assinalado com um pequeno vidro vazio.
Colando a primeira fita da primeira faixa leste/oeste.
Podemos ver na foto ao lado as duas primeiras faixas norte/sul e o primeiro cruzamento da faixa leste/ oeste, sempre colando as fitas com fita crepe, o que permitirá sua remoção posterior sem danificar o piso local. As fitas de tecido podem ser reaproveitadas para uma próxima mensuração.
Dado o espaço limitado do apartamento, esta será a última faixa detectada na direção leste/oeste.
Detectamos agora o lado oposto da última faixa leste/oeste.
Nesta foto, podemos ver o início da colagem da fita e o último vidrinho ainda em posição assinalando o ponto encontrado.
Concluindo a colagem da fita A máxima "Mais vale prevenir do que remediar" aplica-se plenamente à geobiologia, já que algumas vezes um distúrbio de origem telúrica não responde positivamente a nenhum tipo de correção imposta. Melhor teria sido não construir no local. Ou, após uma análise detalhada preliminar, poderia ter-se optado por uma outra solução ainda na construção.
Ângulo da sala no qual vamos começar o trabalho efetivo de mensuração para avaliação das qualidades bióticas locais.
Neste caso específico, nem o uso de testemunho se faz necessário, visto estarmos precisamente sobre o ponto a ser analisado. A pergunta a ser posta será: Qual o índice vibracional deste ponto da malha?
Como foi várias vezes indicado ao longo deste trabalho, em radiestesia tudo se mede. A concepção primária e maniqueísta de positivo e negativo não se aplica a uma radiestesia que deseja se impor como ciência.
Medimos agora o cruzamento oposto da mesma faixa. A constatação de um padrão vibracional extremamente baixo nos conduz a retomar a pesquisa mais detalhada, agora nesta área específica.
Constatamos a presença de uma faixa adicional a oeste da faixa principal, ao medirmos este ponto com o biômetro. Mais uma vez a taxa é por demais baixa e indicadora de problemas telúricos.
A detecção com o pêndulo de Cone Virtual apresenta-nos V- no topo do pêndulo, deixando claro a existência abaixo de nós de uma falha geológica.
Retomamos mais uma vez o Dual rod com a intenção de afinar a pesquisa. Uma nova faixa se apresenta agora a leste da principal.
Finalmente, nosso amigo morador do apartamento pode entender porque as plantas decorativas colocadas nesse canto com a finalidade de disfarçar a tubulação do ar condicionado teimavam em definhar, não obstante os cuidados constantes
Por se tratar de um apartamento, nossas possibilidades de intervenção são assaz limitadas. Reportamo-nos agora mais uma vez aos gráficos presentes no Os Gráficos em Radiestesia. O gráfico Métodos de harmonização parece nos indicar algo como um gráfico. Não satisfeitos criamos uma lista mais completa com todos os dispositivos de correção típicos das ondas de forma.
Após uma seleção meticulosa, chegamos finalmente à forma Luxor tridimensional, reprodução de um anel egípcio pertencente à família de André de Bélizal. Esta forma foi aprimorada pelo radiestesista P. A. More/ para este tipo de aplicação.
A foto ao lado, tomada com uma lente grande-angular, apresenta as características deformações dessa lente, mas permite ver a área quase total da sala, já com o ré equilibrador posicionado.
Analisando o local com o biômetro de Bovis, constatamos a elevação da taxa vibracional para um patamar mais elevado, comprovando a eficiência do método aplicado. Agora resta-nos rezar para que esta taxa permaneça estável nos próximos dias. Seremos obrigados a refazer a visita mais umas duas vezes para nos certificarmos de ter atingido uma estabilização do fenômeno.
Nosso amigo será obrigado a assinalar o local do dispositivo Luxor para que este possa ser removido, feita a limpeza do local e recolocado de volta. Terá também que se habituar a conviver com o "treco" no chão. Em alguns casos, as correções apresentam-se bem mais difíceis, obrigando a múltiplas intervenções . Infelizmente constatamos que, na maioria das vezes, nossos pequenos gráficos são totalmente inócuos para este tipo de harmonização. Outros métodos se fazem necessários.