ÉTICA NA CAPELANIA

Básico em Capelania

1 Capelania:

É instrumento de princípios que formam e dão sentido à vida normal. É a marca registrada de cada crente, sua comunhão com Deus.

1- Uma pessoa Nascida de Novo: Torna-se necessário que o homem nasça do céu para as coisas do céu. Exemplo: (Jo 3.3) e (Jo 10.10)

2- Sal da Terra: O crente possui a singular responsabilidade de conservar a sua identidade com Deus, comunicar sabor ao ambiente, deliberadamente

3- Luz do Mundo: A luz brilha e se opõe as trevas, ele representa Cristo através das suas atitudes (Mt 5.16).

4- Testemunha de Jesus Cristo: A vida frutífera alcançada através da comunhão com Cristo. Contou aos outros os que fizeram em seu benefício e uma das formas salvitares de manter a benção recebida.

2 Ética cristã:

Ética Pastoral:

É uma responsabilidade de grande valor, que tem implicações no céu, na terra e no inferno. Como cooperador de Deus (I Co 3.9) e embaixador de Cristo (II Co 5.20), é constituído no maior instrumento humano, destinado pela providência divina como senção para mundo. Desenvolvendo uma abordagem pastoral:

O pastor tem por dever espiritual e moral só fazer coisas certas, diante de Deus, da igreja e dos homens. O seu testemunho é fundamental para o êxito da obra que lhe é confiada pelo Senhor. Nos dias atuais, o nome do pastor tem sido grandemente desgastado com escândalos, por falta de zelo ministerial, perdendo a nobre missão de ministro do Evangelho de Cristo. É indispensável adotar princípios éticos, emanados da Palavra de Deus, para que o ministério seja abençoado. Neste estudo, abordaremos a Ética Pastoral, como parte de Ética Cristã, não tendo intenção de esgotar o assunto, que é amplo e complexo.

Conceitos:

Origem da palavra ética: Vem do grego ethos, que significa costume, disposição, hábito. No latim, vê de mos, com o significado de costume, uso, regra. Definição: “A teoria da Natureza do bem e como ele pode ser alcançado”. Mostra o que é bom, mau, certo ou errado; o que deve ou não deve ser feito. Em resumo: “A ética é a conduta ideal do indivíduo”.

Ética Cristã: Podemos dizer que é o conjunto de regras de conduta aceitas pelos cristãos, tendo por fundamento a Palavra de Deus

Ética Pastoral: É a parte da Ética Cristã aplicada à conduta do ministro evangélico. Pode ser entendida, também, como Ética Ministerial.

Abordagens Éticas:

Antinomismo: É a falta de normas. Tudo depende das pessoas, das circunstâncias. É subjetivista: cada um faz o que entende ser o melhor sob um ponto de vista (Jz 17.6; 21.26).

Generalismo: Aceitas normas, mas elas não devem ser universais. Baseia-se no utilitarismo. As normas só têm valor dependendo do resultado de sua aplicação. “Os fins justificam os Meios”.

Situacionismo: É um meio-termo entre antinomismo e o generalismo. O primeiro não tem regra nenhuma; o segundo tem regra para tudo, mas elas não são universais. O situacionismo só tem uma regra: a do amor. Segundo eles, baseiam-se em Cristo, que resumiu a Lei (Normas) numa palavra: amar a Deus e ao próximo (Mt 23.34- 40). Mas admitem certas condutas discutíveis a luz da Bíblia. Ex.: O Adultério para salvar a família da fome.

3 Demonstração da ética cristã:

Há determinadas coisas que não se consegue esconder por muito tempo, a sabedoria, tolice, riqueza, pobreza, beleza e a feiura, na vida espiritual não se conseguem esconder por muito tempo: uma violenta de retidão e uma vida de hipocrisia (Mt 5.14) são impossíveis se esconder por muito tempo as virtudes de uma vida que vive em comunhão com Deus, devem ser mantidas com cooperação com o próximo e com a sociedade de um modo geral. Pecálogo (os dez mandamentos) foi o primeiro ético, dado pelo Senhor com o propósito de regular o comportamento humano no cumprimento de seus deveres para consigo mesmo. As doutrinas do homem e do pecado brotam o que o homem foi, e poderá ser desde sua conscientização, do propósito de Deus para sua vida, com relação aderência voluntária ao pecado, a obra do Espírito Santo no homem, as obras de suas mãos, para viver uma vida proveitosa, devemos fazer a vontade divina

Deveres de conservação própria:

Para cumprir sua missão moral é indispensável ao homem manter-se vivo com todos os poderes desenvolvidos na sua integridade. Desde o momento em que o homem reconhece a sua missão, e que, para cumpri-la, precisa de todos os seus dons naturais, é necessário admitir que seu dever primordial seja conservá-lo.

O indivíduo que não conserva os seus dons naturais está fadado ao fracasso. O resultado será a frustração – oposto de realização.

A morte, a doença e a pobreza são os três principais inimigos do homem. O homem tem a obrigação moral de se defender desses inimigos.

Ele é alma, espírito e corpo. Deve, portanto, preservar aos seus limites, seus deveres, suas obrigações e suas responsabilidades tanto no âmbito espiritual quanto material.

O homem tem o dever de conservação própria – ele acha-se exposto à morte e às forças que querem destruí-lo e impedir que ele cumpra sua missão. É, pois, dever do homem prevenir-se tanto contra tudo aquilo que possa produzir sua morte. Concluímos assim que o homem tem o dever de evitar a morte, assim das suas próprias mãos com de outrem. Tudo isto envolve também o seu espírito.

A auto preservação é uma das leis básicas da natureza. O homem (normal) pode dar um objetivo à sua vida, um alvo, um fim, etc., e isto o impulsiona à autopreservação para cumprir sua missão.

Preservação da Vida física:

O corpo é o lar, a morada do espírito. É o meio através do qual o verdadeiro homem se comunica com o mundo material. Esta definição concorda com a do Apóstolo Paulo, que disse: “Porque sabemos que se a nossa casa terrestre deste tabernáculo se desfizer, temos de Deus um edifício não feito por mãos, eterno nos céus”. (II Co. 5.1). É difícil exagerar a importância do corpo relativamente ao cumprimento da missão do homem aqui na Terra. Assim qualquer coisa que prejudique a saúde do corpo, perturbando o bom funcionamento do organismo, é proibida pela ética cristã. Cumpre resistir a tudo o que tende a enfraquecer e inutilizar o corpo. Como já sabemos, o corpo é absolutamente indispensável ao homem para o cumprimento de sua missão moral. Desprezar o corpo é desprezar um dos elementos essenciais a uma vida bem sucedida. O homem perfeito é aquele cujo corpo é são. Cuja alma é pura. Sem corpo não pode alma cumprir o seu dever e nem tão pouco o pode o corpo sem a alma. A alma e o corpo são mutuamente essenciais para o cumprimento da missão dada por Deus e, por isso mesmo, deve o homem tratar com rigoroso respeito o seu corpo. Quem negligencia o corpo põe em perigo o êxito da sua missão moral que é a coisa mais sagrada, mais importante nesta vida. O homem pode deixar de ser rico, de ter fama, porém não deve deixar de cumprir a sua missão.

Diante das considerações feitas vê-se que pela ética é proibida qualquer mutilação, como costumam fazer os chineses que amarram os pés das meninas, ou certas tribos de índios, que aplicam presas na cabeça da criança recém nascida para dar-lhe a forma que desejam. O homem precisa ter um corpo sadio e bem sucedido, ou em outros termos: o homem deve ser o mais perfeito de todos os seres que habitam na Terra. Não queremos dizer com estas palavras que o homem não possa sofrer a perda de seus membros, caso assim exija a conservação da própria vida, porque às vezes ele tem que se submeter a uma severa cirurgia a fim de poder continuar a cumprir a sua missão. Melhor é continuar a viver com um só braço do que morrer com os dois. A conservação do corpo é importante, mas não é coisa principal para o indivíduo. Naturalmente, a questão ética não é aquilo que os homens estão fazendo, mas, sim, o que devem estar fazendo.

4 Direitos de defesa:

A lei da preservação da vida exige que o indivíduo fuja à morte não só das próprias mãos, mas também das de outrem, e isto, justifica-se em certas ocasiões, os atos mais extremos. A Lei de Defesa Própria dá ao homem o direito de defender-se até onde for necessário. Esta lei é uma das mais fundamentais do nosso ser. É ela uma explicação especial do princípio universal de conservação, convém observar, porém que o homem só pode gozar deste direito enquanto está livre de toda e qualquer culpa. (Rm. 8.1-3).

A Vida física:

A vida física não é mais suprema neste mundo. Não há dúvida que a preservação da vida física do corpo é um dever sagrado do homem. Porém, não é o seu dever supremo. Há outros deveres mais altos, como por exemplo, os deveres em relação ao espírito, à sociedade, à humanidade e bem pode o homem sacrificar o corpo no altar destes interesses mais altos. Os mártires são exemplos disto: eles conseguiram mais pelo sacrifício do corpo do que teriam conseguido pela preservação do mesmo. Antes morrer do que trair a verdade e a justiça, antes morrer do que abandonar os princípios de retidão, negando a fé. Também na defesa dos inocentes e desamparados, nas defesas dos direitos da família e da pátria, se necessário, o homem pode e deve sacrificar a sua própria vida, sem sacrificar os princípios da ética cristã. A vida física na é o tesouro mais importante que o homem possui e nem é sua preservação o dever mais elevado.

A Preservação da vida Espiritual:

Além das forças que procuram tirar a vida do corpo há também aqueles que anseiam em tirar a vida do espírito. A elas o homem está exposto e tem por isso o dever de resistir-lhes o mais possível. O cumprimento da missão do homem depende mais da vida espiritual, ou do espírito, do que da vida física. É por isso que consideramos o dever da preservação da vida espiritual mais imperioso. Nesta vida o espírito está cercado de males que procuram destruí-lo, e por isso mesmo, a resistência é necessária. Quem não luta será vencido e impossibilitado de cumprir a sua missão moral.

Defender-se de Si mesmo:

Este é o primeiro dever do homem. Precisa defender a sua vida espiritual, até de si mesmo. Muitas vezes o próprio homem é o seu mais terrível inimigo, especialmente em se tratando de vida espiritual. O indivíduo tem muito cuidado em satisfazer as necessidades do corpo, embelezando-o quando pode e mantendo-lhe o vigor físico, mas esquece quase por completo as necessidades mais urgentes do espírito. Devemos lembra-nos de que o espírito é o homem.

Não há justificação alguma deste desleixo próprio. Com prejuízo certo de seu bem-estar, a falta geral de cuidado da preservação do espírito é um dos maiores inimigos do processo da humanidade. Só se faz progresso quando progride o espírito.

Defender-se dos Outros:

O homem precisa defender o seu espírito dos outros. Mais imperioso é o dever de combater os inimigos que lhe atacam que o de guerrear os que atacam o corpo. O corpo é a casa em que o espírito habita. As pessoas que não respeitam o nosso bem estar espiritual devem ser repelidas e consideradas até mesmo inimigas, se for necessário. Nosso próximo não tem o direito de enfraquecer o nosso espírito. Se tentar fazê-lo, temos o direito de nos defendemos. Para a conservação do seu espírito o individuo tem pleno direito de lançar mão de todos os recursos ao seu alcance.

Dever de Cuidado Próprio:

Para que o ser humano desfrute de boa saúde, é necessário que ele considere como importantes: a sua alimentação, a sua higiene, os seus exercícios físicos e o seu descanso. É importante lembrar que os mesmos cuidados dispensados ao homem exterior, devem também ser dispensados ao homem interior.

5 Ética na Bíblia:

Os profetas:

A eles coube a responsabilidade de interpretar e popularizar o ensino da lei, eles eram vigilantes e promotores do desenvolvimento espiritual e social da nação, como mensageiros da vontade divina, confirmavam a fé dos humildes e temente a Deus, condenavam a autossuficiências dos arrogantes e elevaram a fidelidade e justiça divinas a cima de todo e qualquer padrão humano. Ex.: Amós suas profecias dos meados do século VIII a.C. Dirige-se aqueles que estão absolvidos nos negócios na especulação e nas permutas de uma economia comercial (Am 8.4-6) e aqueles que eram donos de castelos, casas de férias (Am 3.10,11,15) a cidade crescem e surgiu uma classe ociosa, em contraste com os pobres da terra, eram oprimidos por eles (Am 6.4-68,4-6). Ao invés de rudes altares de terra, esses indivíduos edificaram santuários, com sacerdotes locais e sacrifícios diários.

Os sábios:

O Patriarca Jó foi um homem que sofreu e não se afastou do seu redentor (Jó 19.25) Davi através dos salmos proféticos falou das limitações. Deus e o Senhor do universo e vela por nós (Sl 121).

Salomão através dos provérbios imortais e do seu Eclesiastes aprendemos que a verdadeira sabedoria tem a fonte em Deus e qualquer tipo de vida ou ocupação descentralizada de Deus e pura vaidade.

Paulo escreveu tudo quanto autora foi escrita para o nosso ensino foi escrito a fim de que, pela paciência e pela consolação das Escrituras, tenhamos esperança (Rm 15.4) Tanto o novo testamento quanto antigo testamento fala dos sábios e a atualidade dos profetas, como revelação da vontade de Deus para nossa vida hoje.

As doutrinas do homem e do Pecado:

Tudo que o homem faz, esta inevitavelmente relacionado com o que ele é, o que quer ele ser alguma maneira está relacionado com aquilo que ele foi.

As doutrinas do homem:

A Bíblia apresenta duplo relato da origem do homem, o primeiro no capitulo 1:26/27 e capitulo 2:7, ambos dos livros de gênesis, conclui-se que:

a) A Criação do homem foi precedida por um solene conselho divino; b) A Criação do homem foi um ato imediato de Deus; c) O homem foi criado segundo um tipo divino; d) Os elementos da natureza humana (espírito, alma, e corpo) se desligue; e) O homem foi criado coroado da criação de Deus.

Ele foi criado de elementos diferentes

1. Espírito - O Espírito e o âmago e a fonte da vida humana, ele recebe expressão mediato o corpo, esta na parte interior da natureza do homem, e capaz de renovação e desenvolvimento – e a sede da imagem de Deus no homem. (1 Co 15.49; 2 Co 3.18; Cl 3.10).

2. Alma – e uma entidade espiritual, incorpórea, que pode existir dentro de um corpo ou fora dele, sobrevive a morte porque o espírito dá-lhe essa capacidade, alma e espírito são inseparáveis.

3. Corpo – é o instrumento, o tabernáculo, a oficina do espírito. É age no mundo material. O corpo é o órgão dos sentidos e o laço que une o espírito ao universo material.

Imagem e semelhança de Deus:

O termo “Imagem de Deus” referente ao homem, inclui tanto os dons naturais como qualidades designadas como justiça original. Ele foi formado “Semelhança de Deus”.

 Semelhança natural e moral. Além disto, o homem se assemelha o Deus ainda nos seguintes aspectos:

a) Semelhança triuna (1 Ts 5.23) b) Semelhança que inclui a imagem pessoal, pois também Deus, como o homem, possui personalidade (Ex 3.13,14).

A doutrina do pecado:

O pecado é uma classe específica de mal, tem um caráter absoluto e sempre se relaciona com Deus e sua vontade, inclui tanto a natureza corrompendo herdade de Adão, quanto à corrupção.

A vontade de Deus:

Compreende a capacidade ou atributo divino de, por si mesmo recolher o melhor para os seus e para suas criaturas de um modo geral. Essa vontade é que leva Deus à ação, independentemente de qualquer lei conhecida pelo homem, ou por qualquer tipo de coação. ( Mt 5.45)

- Vontade Permissiva de Deus, é traduzido em ação por circunstâncias, independente de interesse revelador de Deus. (Lc 11.5-8) ex. Jó.

a) A fé de Jó foi fortalecida em Deus; b) Satanás foi confirmado na mentira; c) O testemunho de Deus acerca do seu servo foi confirmado verdadeiro. Jesus e o Reino de Deus.

Para Jesus, o reino de Deus era tão elevado valor que a pessoa que quisesse tomar posse dele deveria estar disposta a abrir mão de tudo para possuí-lo (Mt 13.45,46). A entrada na posse do Reino resulta em vida eterna.

Condições para entrar no Reino;

1) Arrependimento ( Mt 3.2) 2) O Novo Nascimento (Jó 3.3) 3) Justiça superior à dos escribas e fariseus (Mt 5.20)

A família Cristã:

Deus é o elemento central da família Cristã. A autoridade primeira no lar, é de Deus, depois do marido, ele tem o dever de cultivar vida de constante comunhão com Deus, ao marido e pai, Deus designa a dupla responsabilidade de sacerdote e profeta. (ex. Jó)

O mal:

No novo testamento a palavra Mal é Kalia, poneros, significa a qualidade do mal, seu caráter essencial e seus efeitos ou influências danosas. É empregado tanto no sentido físico como no sentido moral.

1. Mal é tudo o que se pões à vontade de Deus

2. Os profetas já consideravam Deus como a causa final do mal. Ele tolera o mal no universo, mal esse que reverte ao homem causando dor, calamidade, etc

3. Deus usa o para castigar perversidades individuais e racionais ( Is 2.17; 45.7; seu 3.6)

4. O mal sofrido pelo Cristão por meio de tribulações e perseguições, é divinamente permitido, visando bênçãos espirituais (Tg 1:2-4; 1 Pe 1.7)

5. O mal será eliminado do universo, e a criação compartilhará do destino glorioso do homem redimido. Tardo o mal físico como o mau moral serão um dia sanados eternamente (Ap 21. 1-8).

Comportamento e caráter:

É o conjunto de ações que observáveis objetivamente que identifica o homem com a vontade de Deus, colocando-o como benção não só no seu reino mas também na sociedade da qual faz parte ( Mt 5.16) o comportamento do cristão deve Ter como objetivo maior a glorificação de Deus através do que é e do que faz. Se o mundo não consegue ver a glória, Deus, veja na vida dos seus filhos.

Caráter:

O comportamento tem a ver com a que fazemos, enquanto o caráter tem a ver com o que somos, ele é o triunfo de nossa determinação sobre nossa inclinação, é o conjunto de qualidades que distinguem uma pessoa, quando um homem possui um comportamento irrepreensível, seu caráter é igualmente irrepreensível (Gl 5.25)

6 Estado de autoridade civil:

O estado é o órgão da comunidade que baixas leis e as impõe com poder supremo, com o propósito de favorecer a vida comum.

As autoridades civis exercem funções, administrativas ou legislativas, como:

- Presidente da república; - Governador; - Prefeitos

A Igreja e o Estado:

A igreja em função do interesse de Deus quanto ao destino eterno do homem, enquanto que o estado em função dos interesses terrestres e transitórios do homem.

O Cristão e a Política Partidária (deveres civis e sociais do cristão)

Diz no artigo 5º, item II, da Constituição Federal do Brasil, 1988, “Ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei”

O Obreiro Homem e Cidadão:

Deveres: 1. Respeitar à Pátria e a autoridade; 2. Pagar tributos e impostos.

O Obreiro Oficiando atos Eclesiásticos:

Solenização de casamento é uma instituição civil bem religiosa e, portanto, sujeito os regulamentos legais.

A cerimônia pode ser realizar tanto no templo quanto em residência particular.

Aceitar ser batizado, é um gesto através do qual o neo-convertido manifesta a sua decisão de abandonar o mundo definitivamente e viver só para Jesus.

Deve ser em obediência a grande comissão, de acordo com a profissão de tua fé no Senhor Jesus Cristo. Pronunciar o nome do candidato a Santa Ceia do Senhor é o mais importante culto da igreja (I Co 11.27,32).

É uma apresentação da criança a Deus, uma ação de graças e fé, uma suplica da benção divina (Mt 19.13-15)

7 Ministrando os enfermos:

Serviço Fúnebre - Princípios de etiqueta e de higiene:

É bom que o obreiro tome consciência de que o Senhor merece o melhor “não é ele um dos seus representantes na terra? O seu mensageiro? Porque então não apresentarse dignamente quanto ao aspecto pessoal”.

Trazer os calçados sempre bem engraxados, ter a roupa limpa, sempre passada, sem falta de botões ou descosturada; Buscar combinar as cores da roupa a ser usada, a começar da gravata;

Cuidado dos dentes.

Cuidado com Linguagem:

Obreiro aprovado (II Tm 2.15) apresentar-se apto diante de Deus, não só espiritual, mas também intelectualmente. Ele deve se esforçar para aprender tudo o que puder, porque a falta de instrução pode ser um tropeço no exercício do ministério, até mesmo dos mais santos homens de Deus.

Uso correto da gramática:

O obreiro aprovado maneja bem a palavra da verdade (Ef 6.17)

Obreiro evite isto:

Palavras ou frases colocadas.

Evitar demasiada afetação da voz.

Evitar o demasiado uso de lenço para enxugar o suor do rosto, ou saliva presa aos lábios.

Evitar enterrar as mãos nos bolsos da calça ou de paletó.

Ética no culto:

Existem várias formas de cultuar ao nosso Deus.

Cultos evangélicos, de doutrina, de ação de graças, de aniversário, inauguração, formatura, voto especial.

Muitos são os motivos pelos qual o crente pode tributar culto de ação de graças a Deus, dia e noite, durante toda sua vida.

Cânticos e Louvor:

O cântico é uma das formas mais belas de expressão e de gratidão e reconhecimento pelos benefícios recebidos do Senhor (Ef 5.18-20).

Louvor – abre os ouvidos, amacia os corações e lubrifica nossa alma.

8 Reverência e ordem no culto:

Devemos Ter ordem e reverência a Deus (Ex 3.5; Js 5.15; Ec 5.1; Sl 93.5).

Como melhorar o culto divino;

Por a igreja em regime de oração;

Levar a igreja a louvor;

Conscientizar da pregação do evangelho;

Ensinar a importância e atualidade dos dons espirituais.