Manual de Instalação e Kit Solar

Instalação de Painel Solar

1 Advertência e Segurança:

Ler atentamente as indicações de montagem e de entrada em função. Observar se a montagem ocorre em conformidade com as normas técnicas reconhecidas. Observar também as normas para prevenção de acidentes da entidade de segurança contra os acidentes no trabalho. O uso não conforme às normas, bem como a realização de modifi cações não admitidas durante a montagem eximem Extrafl ame S.p.A de toda e qualquer responsabilidade.

Ater-se em particular modo às seguintes normas técnicas:

DIN 4757, 1ª parte: Equipamentos de aquecimento solar com água e água misturada com condutores térmicos; requisitos de segurança para a implementação técnica.

DIN 4757, 2ª parte: Equipamentos de aquecimento solar com condutores térmicos orgânicos; requisitos de segurança para a implementação técnica.

DIN 4757, 3ª parte: Equipamentos de aquecimento solar; coletores solares; termos, requisitos técnicos de segurança; controle da temperatura na divisão.

DIN 4757, 4ª parte: Equipamentos térmicos solares; coletores solares; definição do grau de eficiência, da capacidade térmica e da queda de pressão.

Respeitar ainda as seguintes normas europeias CE:

UNI-EN 12975-1: Equipamentos térmicos solares e seus componentes; coletores, 1ª parte: requisitos gerais.

UNI-EN 12975-2: Equipamentos térmicos solares e seus componentes; coletores, 2ª parte: verificação de controle.

UNI-EN 12976-1: Equipamentos térmicos solares e seus componentes; equipamentos pré-fabricados, 1ª parte: requisitos gerais.

UNI-EN 12976-2: Equipamentos térmicos solares e seus componentes; equipamentos pré-fabricados, 2ª parte: verifi cação de controle.

UNI-EN 12977-1: Equipamentos térmicos solares e seus componentes; equipamentos fabricados especificamente para o cliente, 1ª parte: requisitos gerais.

UNI-EN 12977-2: Equipamentos térmicos solares e seus componentes; equipamentos fabricados especificamente para o cliente, 2ª parte: verificação de controle.

UNI-EN 12977-3: Equipamentos térmicos solares e seus componentes; equipamentos fabricados especificamente para o cliente, 3ª parte: controle de eficiência de depósitos de água quente.

Para a montagem e a atividade do equipamento, é muito importante respeitar as normas e diretivas em vigor no local de instalação.

Precauções gerais:

  • O posto de trabalho deve estar limpo e livre de objetos que possam causar entraves.
  • O posto de trabalho deve estar sempre bem iluminado.
  • Manter as crianças, os animais domésticos e as pessoas não afetas aos trabalhos longe dos instrumentos e dos postos de trabalho.
  • Conservar o fluido termo condutor fora do alcance das crianças.
  • Se mudar de posto de trabalho deve desligar todos os aparelhos eléctricos das tomadas de alimentação ou providenciar que não possam ligar-se acidentalmente.
  • Usar roupas de trabalho adequadas: calçado de proteção, capacete e óculos de proteção.
  • Prever proteções anti-queda segundo as normas.
  • Caso se encontrem presentes cabos eléctricos de alta tensão nas imediações, retirar a alimentação eléctrica durante a realização dos trabalhos e manter as distâncias de segurança segundo as normativas nacionais.
  • Se os coletores solares forem instalados temporariamente sem o fluido térmico transportador de calor devem ser protegidos dos raios solares para evitar o sobreaquecimento dos mesmos.

2 Descrição dos Componentes:

Todos os kit fornecidos por La Nordica & Extrafl ame são constituídos por várias combinações dos componentes abaixo descritos. A configuração dos kit e as suas características são descritas nas publicações comerciais e nas listas de venda.

EXTRAFLAME PS AS1: PAINÉIS solares planos altamente seletivos dim. 1946 x 946 x 105 mm.

BSV 150 ES: ebulidor sanitário com serpentina separada vitrificada de 150 litros, com ânodo de série de magnésio e tester externo (substituível em alternativa com ânodo electrónico opcional, por corrente impressa de titânio).

BSV 300: ebulidor sanitário com dupla serpentina vitrificada de 300 litros, com ânodo de série de magnésio e tester externo (substituível em alternativa com ânodo electrónico opcional, por corrente impressa de titânio), e preparado para resistência eléctrica integrativa.

BSV – ES 300: ebulidor sanitário com serpentina separada vitrificada de 300 litros, com ânodo de série de magnésio e tester externo (substituível em alternativa com ânodo electrónico opcional, por corrente impressa de titânio), e preparado para resistência eléctrica integrativa.

TPS 500: Depósito acumulador de 500 litros sem serpentina sanitária instantânea.

TPS 1000: Depósito acumulador de 1000 litros sem serpentina sanitária instantânea.

SRA 1,5: Serpentina em cobre alhetado de 1,53 m2 para produção de água quente sanitária ou integração ao aquecimento.

SRA 3: Serpentina em cobre alhetado de 3,17 m2 para produção de água quente sanitária ou integração ao aquecimento.

SRA 5: Serpentina em cobre alhetado de 5,26 m2 para produção de água quente sanitária ou integração ao aquecimento. ™ GSC 1: grupo bomba de circulação simples, monotubo, sem desaerador.

GSC 2: grupo bomba de circulação, duplo, bitubo, com desaerador. 

CS 3.1: central electrónica com 3 sondas e uma saída de relé para a bomba solar.

CS 3.2: central electrónica com 3 sondas e 2 saídas de relé para a bomba solar e caldeira auxiliar.

VES 18: Vaso de expansão solar de 18 litros.

VES 35 – 50 – 80: Vaso expansão solar de 35 – 50 – 80 litros.

GAG 20: Depósito de glicol antigelo concentrado, de 20 l / 21 kg, a diluir em função das temperaturas limite de gelo da zona de instalação.

PS AS1

Painéis solares planos altamente seletivos:

 

BSV 150 ES

Ebulidor sanitário com serpentina simples vitrificada de 150l.

 

O ebulidor sanitário de 150 ou 300 litros é fornecido de série dotado de ânodo em magnésio sacrificial com tester de duração. Este em particular é sujeito a desgaste natural e se consoma em um tempo variável em função das características da água. Portanto deve ser controlado periodicamente a fim de proteger adequadamente o ebulidor.

A solução alternativa proposta por Extraflame para ter uma proteção constante no tempo, independente dos controle, e portanto para obter a extensão do período de garantia até 5 anni, é a substituição do ânodo em magnésio pelo ânodo em titânio.

Este acessório electrónico fornece automaticamente correntes impressas de modo a evitar a corrosão dentro do depósito. A substituição do ânodo de série pelo electrónico opcional, ocorre retirando o primeiro da parte superior do ebulidor (depois de ter desligado o fio de conexão do tester que permance no seu lugar), inserindo e ligando o novo acessório conforme as modalidades amplamente descritas nas “Instruções para a montagem e o emprego” anexadas ao particular

 

As fi guras acima indicam a colocação em terra dos ânodos e dos depósitos. O cabo verde-amarelo saindo do depósito é relativo ao tester (TE). O depósito deve ser ligado à massa através de um anel equipotencial aplicado na tubagem.

 

  • Membrana especial resistente até 100 °C
  • Resistente a qualquer mistura contendo etilenoglicol e glicol propilênico.
  • Estrutura completamente soldada
  • Pintura epoxy
  • Instalação rápida

TYFOCOR® L

Líquido antigelo concentrado com inibidores de corrosão: contém glicol de propileno não prejudicial para a saúde.

Deve ser diluído em água para aplicações em equipamentos solares, para a produção de água quente sanitária ou para ou aquecimento de ambientes. A mistura pode ser obtida usando água potável, com 25 a 55% v/v (volume/volume) em função do perigo de gelo para o equipamento.

3 DIMENSIONAMENTO:

O dimensionamento do equipamento solar térmico parte antes de tudo da identificação da finalidade para a qual é destinado: somente produção de água quente sanitária ou produção de água quente sanitária e integração ao aquecimento.

Resulta de fundamental importância a avaliação junto à habitação a fim de individuar a disponibilidade de uma ala orientada em modo oportuno, com superfície e inclinação adequada.

A seguir serão descritas algumas indicações gerais para o correto dimensionamento do equipamento solar térmico. A regra fundamental a respeitar a fim de garantir o bom funcionamento e a adequada relação custo/benefício é o não super dimensionar. Deve sempre subsistir um equilíbrio entre energia produzida pelos coletores e o consumo por parte do utilizador.

 

INCLINAÇÃO DOS COLECTORES:

 

A energia solar captável pelos coletores ao longo de todo o ano varia conforme a inclinação com a qual esses são instalados. O diagrama apresentado na figura abaixo representa a variação de energia mensal que incide sobre cada m² de coletor ao variar o ângulo de inclinação.

Se a finalidade do equipamento solar térmico é somente a produção de água quente sanitária serão privilegiadas as baixas inclinações, enquanto no caso de integração ao aquecimento se deverá optar por inclinações superiores a 45°.

A tabela fornece as indicações gerais para a escolha da inclinação mais apropriada de acordo com a tipologia de aporte.

Produção de Somente Água Quente Sanitária:

 

A base de cálculo para o dimensionamento do equipamento solar somente para a produção de água quente sanitária parte da identificação do consumo total do núcleo familiar em exame.

De acordo com os hábitos o consumo de água quente pode ser baixo, médio ou elevado. A tabela seguinte fornece os valores indicativos de consumo diário por pessoa nos vários níveis de conforto e para os eletrodomésticos dispostos para a utilização direta de água quente.

 

A superfície dos coletores deve ser dimensionada com base na latitude, na inclinação do teto e na orientação da ala. A máxima produção obtém-se com coletor orientado perfeitamente a sul e inclinado de 30° a 45°.

A tabela seguinte fornece uma indicação da superfície de cole

tores necessária com base na latitude.

Para orientações e inclinações diferentes a superfície dos coletores deve ser incrementada com base na seguinte tabela:

 

Uma vez obtida a superfície dos coletores deve ser dimensionado o depósito de acúmulo. Com boa aproximação cada m² de coletor necessita de 70 litros de acúmulo.

A cota de água quente não coberta pelo solar durante os meses de inverno (vide figura abaixo) deve ser satisfeita com uma caldeira integrativa.

Exemplo:

Habitação situada no norte da Itália com 4 pessoas com consumo médio e uma lavagem com lavadora, teto orientado para oeste com inclinação de 30°.

O consumo diário total de água quente resulta igual a 4x50 + 40 = 240 litros.

A superfície dos coletores corretamente orientados resulta equivalente a (240x1,2)/50 = 5,76 m2 . Por causa da orientação para oeste o valor da superfície deve ser incrementado e resulta igual a 5,76x1,15 = 6,62 m².

O volume do acúmulo deve ser igual a 6,62 x 70 = 463 litros.

 

Produção de Água Quente e Integração ao Aquecimento:

 

O dimensionamento do equipamento solar combinado para a produção de água quente sanitária e integração ao aquecimento resulta decisamente mais complexo em relação àquele para a produção somente de água quente e deveria ser sempre auxiliado por um programa de cálculo e simulação dedicado. Um elevado superdimensionamento do equipamento deve ser efetuado somente em caso de forte consumo de água quente no período de verão ou em presença de uma piscina a aquecer e a possibilidade de instalar os coletores com elevada inclinação. Da figura abaixo deduz-se que efetuar uma elevada cobertura da necessidade de aquecimento comporta inevitavelmente um elevado aporte do sistema solar no período de verão. É por este motivo que o equipamento solar é usualmente dimensionado para cobrir no máximo 30% da necessidade de aquecimento.

Uma indicação geral pode ser extraída partindo do consumo de água quente sanitária e calculando a superfície de coletores necessária. Tal valor deve ser então duplicado ou triplicado com base na inclinação com a qual são instalados os coletores. Somente em caso de instalação com inclinação superior a 70° ou de presença de uma piscina permite a instalação de 1,5 – 3 m² de coletor a cada kW exigido pelo edifício para o aquecimento. A tabela sintetiza as indicações para o dimensionamento de um sistema combinado. Deve ser enfatizado o fato de que o cálculo exato da superfície de coletores necessária deve ser efetuado por um técnico especializado na área, apoiado também por um programa de cálculo. Mesmo nesse caso o volume do acúmulo necessário é igual a 70 litros a cada m2 de coletores instalados.

Aquecimento de Piscinas:

 

O aquecimento de piscina por meio de coletores solares térmicos resulta vantajosa, especialmente se aliado ao sistema combinado, pois permite uma eficaz eliminação do calor estival em excesso captado pelos PAINÉIS solares. O dimensionamento de tais sistema, todavia, não é banal por causa dos numerosos fatores que causam dispersões térmicas da piscina. Seja nas piscinas cobertas, seja nas descobertas a causa principal de dispersão do calor é a evaporação, a qual resulta influenciada pela temperatura da água, pela temperatura e humidade do ar e pela velocidade do vento na superfície. Resulta claro, portanto, que para as piscinas descobertas a dispersão de calor é fortemente dependente da zona geográfica em que estão instaladas. Não é também possível garantir uma determinada temperatura da água constante por diversos meses.

A figura abaixo sintetiza os vários percentuais de perdas de calor das piscinas descobertas e cobertas.

 

A utilização de uma cobertura no tanque, quando a piscina não está em uso, reduz notavelmente as dispersões por evaporação.

Em relação ao dimensionamento dos coletores solares, esse pode ser efetuado somente de modo aproximado e com base na superfície do tanque.

A tabela seguinte fornece as indicações para o dimensionamento dos coletores com base na tipologia de piscina, com uma temperatura da água de 26°C.

O cálculo exato, de todo modo, deve ser sempre efetuado por parte de um técnico da área e o aquecimento da piscina, para um sua utilização também nos meses não estivais, deve ser realizado com o auxílio de uma caldeira.

4 Esquemas de Ligação em Série/Paralelo e Baterias:

Os kit solares Extraflame sono constituídos por dois ou mais painéis que devem ser ligados entre eles. As ligações possíveis são três: em série, em paralelo, e mistas em série – paralelo. Quando os coletores são ligados em série, esses são atravessados pelo mesmo fluxo e o volume do equipamento é o mesmo que passa através de cada coletor. A temperatura do fluido termovetor cresce do primeiro ao último coletor e isso significa que os últimos coletores trabalham em temperatura mais elevada e portanto com uma eficiência inferior. Além disso, as perdas de carga de cada coletor somam-se e consequentemente em tal configuração resulta conveniente trabalhar com baixos volumes (low flow).

 

A ligação em paralelo segundo o método de Tichelmann permite obter o mesmo fluxo para cada coletor. A fim de prevenir zonas mortas e garantir um fluxo turbulentos resulta útil regular a volume circulante em cada coletor com um valor superior a 60 l/h. O volume de fluido do equipamento com ligação em paralelo divide-se entre os vários coletores. Se os coletores são n e o volume total é x, em cada coletor há um fluxo de x/n. Diferentemente do que ocorre na ligação em série, o salto térmico entre início e fim é o mesmo para todos os coletores e portanto os coletores trabalham com o mesmo valor de eficiência. A ligação em paralelo, portanto, resulta mais eficiente em relação à em série mas, por outro lado, é aplicável somente em campos formados por um número reduzido de coletores (em torno de 5).

Particular atenção deve ser dada à ligação das tubagens aos painéis, a fim de garantir uma uniforme distribuição do volume (vide figura 4.3). Prestar atenção à direção de montagem do painel que deve ser posto com o lado down side em baixo.

Para um número de painéis superior a 5 é necessário criar mais baterias que devem ser conectadas entre elas.

Em caso de ligação de mais baterias em paralelo segundo o método de Tichelmann, o comprimento total das tubagens de ida e de retorno deve ser o mesmo. Deste modo são garantidas perdas de carga idênticas ao longo de todas as conexões em paralelo (vide figura abaixo).

 

Com tal sistema, porém, é muito difícil obter um fluxo uniforme nos vários painéis e o volume total de fluido no sistema resulta elevado, com consequente aumento das perdas de carga.

É aconselhável, portanto, adotar uma ligação mista série – paralelo de modo a utilizar uma circulação low flow e ao mesmo tempo distribuir uniformemente o volume nos vários painéis.

Os coletores podem ser ligados em série entre eles e as baterias em paralelo como apresentado na figura abaixo.

O sistema mais eficiente prevê a ligação em paralelo dos painéis e as conexão em série das baterias como apresentado na figura abaixo.

 

Em caso de 6 painéis, portanto, deverão ser realizadas 2 baterias de 3 coletores cada uma conectados em paralelo entre eles. As 2 baterias, em vez, serão ligadas em série.

Para 8 painéis deverão ser realizadas 2 baterias de 4 coletores cada uma conectados em paralelo entre eles.

As 2 baterias, em vez, serão ligadas em série.

Em caso de 10 painéis deverão ser realizadas 2 baterias de 5 coletores cada uma conectados em paralelo entre eles. As 2 baterias, em vez, serão ligadas em série.

5 Teto Inclinado:

 

 

Cargas Devidas ao Vento e à Neve:

 

Os efeitos da carga de neve e do vento podem ter influência sobre os sistemas de fixação, causando possíveis problemas mecânicos. Para ter uma indicação da altitude operativa máxima dos coletores em relação à zona de carga de neve e à pendência da cobertura com altura do edifício de até 20 metros pode-se usar como referência a norma DIN 1055.

A fim de evitar danos causados por fortes ventanias os coletores solares devem ser presos sufi cientemente na cobertura. Ficará aos cuidados do instalador realizar um adequado sistema de ancoragem com base na tipologia de teto e na zona climática onde é efetuada a instalação. É responsabilidade da empresa instaladora respeitar a normativa vigente e executar os trabalhos segundo a regra da arte.

Em caso de coberturas com pendências inferiores a 35° particular atenção deve ser posta nas correntes que se formam nas extremidades e nos ângulos. A figura 5.2 fornece uma indicação das zonas laterais do teto com pendência inferior a 35° nas quais não efetuar a instalação dos painéis. O comprimento a representa o lado menor da planta do teto dado pela largura do edifício mais a moldura de beira, enquanto b é o lado longo da planta do teto igual ao comprimento do edifício mais a moldura de beira. R é a largura lateral na qual não devem ser instalados os painéis.

Para edifícios fechados, R deve ser maior ou igual a a/8.

Os painéis também devem ser posicionados a uma distância de ao menos 0,5 m do cume do teto.

Fases da Montagem:

 

1. Retirar algumas telhas e procurar pontos de ancoragem segura sobre as traves de madeira ou sobre a estrutura de cimento eventualmente presente sob as telhas. Usar os parafusos fornecidos ou em alternativa, buchas de fixação, encontráveis para diferentes tipos de materiais (vide figuras 5.4-5.5).

 

ATENÇÃO!!! Prestar muita atenção caso haja bainha isolante. Se estiver furada, podem verificar-se infiltrações de água. Ficará aos cuidados do instalador garantir a perfeita impermeabilidade da cobertura.

2. O sistema de fixação é constituído por uma placa 1, por uma presilha

2, pelo perfil de alumínio inferior 8 e superior 9.

3. Uma vez fixada firmemente ao teto a estrutura, adaptar as telhas ao perfil da presilha. Um eventual ajuste para não criar interferências com as telhas, pode-se obter inserindo espessores ou corrigindo a forma das telhas mesmas com um disco diamantado. Os ajustes feitos deverão ser protegidos com bainhas impermeáveis para evitar infiltrações de água.

4. Apoiar então o painel no perfil inferior (figura 5.7) encaixando a sua borda no perfil de alumínio. As executar esta operação prestar muita atenção ao sentido do painel identificado por uma etiqueta “DOWN SIDE” (fi gura 5.8) que indica a parte que deve ser posta para baixo.

5. Fixar então a parte superior e bloquear lateralmente o painel mediante os clips como na figura (figura 5.9).

6. Em caso de montagem de 2 ou mais coletores postos lado a lado ligá-los entre eles mediante as juntas de união (fornecidas sempre em número de 2 por painel).

As juntas de união sono elásticas e comprimíveis, para absorver eventuais dilatações térmicas que podem provocar deformações em caso de baterias formadas por vários painéis.

 

Prestar muita atenção para não estragar as guarnições no momento de apertar e para não criar torsões no tubo de cobre do coletor: aconselhasse apertar com as mãos a junta e então levemente com as chaves como indicado na figura.

Depois de ter efetuado a lavagem do equipamento fazer defluir algumas gotas de líquido das juntas não ancora perfeitamente apertadas. Aparafusar então energicamente as conexões pondo atenção a manter bloqueada a porca de 30 mm e girar as braçadeira de 22 mm, até uma definitiva retenção do equipamento (figura 5.13). Controlar a seguir, depois de ter posto sob pressão o equipamento, a manutenção no tempo do nível de pressão mensurável pelo manómetro do grupo circulador.

  • Fixar a placa (1) à cobertura de madeira através dos parafusos (3). Para tetos de material diverso, servir-se de sólidas buchas de fixação encontráveis no comércio.
  • Fixar o suporte “Z” à placa (1) através dos parafusos (4).
  • Fixar o perfil de alumínio (8), (9) ao suporte “Z” (2) através dos parafusos (5) e das porcas (6).
  • Posicionar o painel sobre os perfis de alumínio, de modo tal que resulte perfeitamente acoplado à borda do perfil (8).
  • Efetuar a ligação hidráulica entre os coletores através das juntas de união fornecidas.
  • Fixar os clips (6) no perfil de alumínio (9) através dos parafusos (5) e das porcas (6).

6 teto plano:

PREMISSA

Antes de realizar a instalação verificar se as estrutura do teto tem uma capacidade adequada e não possua defeitos. Realizar uma adequada fixação com base na altura do edifício e no vento. Verificar se não há zonas de sombra devidas a obstáculos como árvores, edifícios, etc. O painel será orientado na direção sul.

As indicações relativas à resistência de carga das construções podem ser retiradas da norma DIN 1055. A fixação dos suportes pode ser realizada diretamente sobre a cobertura, mediante os 3 furos presentes em cada perfil base. Nesse caso o instalador deverá realizar uma adequado ancoragem capaz de resistir às cargas devidas à neve e ao vento. Caso sejam feitos furos na cobertura, realizar uma oportuna impermeabilização a fim de evitar infiltrações de água.

 A ancoragem pode ser realizada também sobre traves a duplo T (vide figura abaixo) e também neste caso o instalador deve preparar um tipo de fixação que torne estável a construção sem danificar o teto.

 

Instruções Para a Montagem:

 

1. Posicionar no plano de montagem os perfis base sx (2) e dx (3) à distância indicada nas figuras 6.4 e 6.5 relativas respectivamente ao kit de 1 painel ao kit de 2 painéis. Os perfis não devem ser fixados ao solo, mas apenas apoiados.

2. Fixar as barras inclinadas sx (6) e dx (7) aos respectivos montantes sx (ponto 4) e dx (5), utilizando os parafusos (10) e as porcas (11), como indicado na figura 6.6 e regular a inclinação desejada da estrutura mudando os furos de fixação nos perfis base como indicado nas figuras 6.7, 6.8 e 6.9. A inclinação será definida com base na tipologia de utilização do equipamento solar (vide capítulo “Inclinação dos painéis”). Em caso de inclinação igual a 30° é necessário circundar os dois montantes verticais 5 e 6.

 

3. Fixar as 2 travessas posteriores (8) como indicado na figura abaixo. Para o kit 1 painel usar como referência a figura 6.11, enquanto para o kit 2 painéis usar como referência a figura 6.12.

4. Fixar os perfis em alumínio com fenda (1) como indicado na fi gura abaixo, utilizando os respectivos parafusos (10) e as porcas flangeados (11) fornecidos. O perfil em alumínio relativo ao kit para 1 painel mede 1048 mm, enquanto o relativo a 2 painéis mede 2100 mm.

 

5. Fixar o painel com o auxílio dos 2 clipes (9) e respectivos parafusos (10) e porcas com flanges (11) tanto antes quanto depois (figura abaixo). No kit 2 PAINÉIS são presentes 4 clips (9) com ao respectivos parafusos (10) e porcas flangeados (11) como indicado na figura 6.15. Neste último caso resulta conveniente realizar as junções hidráulicas entre os dois painéis através das juntas compensatórios antes de fixar os clips (9).

 

 

6. Fixar no solo os perfis de base sx (2) e dx (3) e, depois ter regulado e alinhado a estrutura, apertar todos os parafusos e porcas.

 

Composições Múltiplas dos Kit:

 

Caso sejam instalados 3, 5, 6, 8 ou 10 painéis é necessário utilizar mais kit para teto plano lado a lado. Resulta conveniente traçar uma linha de alinhamento frontal no plano de fixação das estruturas, que serão postas lado a lado com base nas distâncias indicadas a seguir.

Quando são postos lado a lado 3 ou mais painéis, é necessário fazer deslizar os perfis de alumínio de modo tal que evite a interferência recíproca (figura abaixo). Eventualmente, se o instalador desejar, os perfis podem ser circundados a fim de anular a interferência.

FIXAÇÃO DOS KIT MÚLTIPLOS

Também neste caso resulta conveniente antes realizar as ligações hidráulicas entre os vários painéis, depois regular e alinhar as várias estruturas e por fim fixar ao solo os perfis de base sx (2) e dx (3) e apertar todos os parafusos e porcas presentes. No fim os painéis deverão estar perfeitamente alinhados entre eles, de modo a não criar sobrecargas nas juntas hidráulicas compensatórias.

FIXAÇÃO DAS BATERIAS

Caso se devam fixar 6, 8 ou 10 painéis, é necessário realizar uma ligação hidráulica mista em série – paralelo (vide capítulo esquema de ligação em série/paralelo e baterias).

6 PAINÉIS: 2 X KIT 1 + 2 X KIT 2

Realizar 2 baterias de três painéis cada uma e ligá-las em série.

 

8 PAINÉIS: 4 X KIT 2

Realizar 2 baterias de quatro painéis cada uma e ligá-las em série.

 

10 PAINÉIS: 2 X KIT 1 + 4 X KIT 2

Realizar 2 baterias de cinco painéis cada uma e ligá-las em série.

 

Inclinação dos Painéis:

 

Com base na latitude e na finalidade do equipamento solar, deve ser regulada a inclinação do painel. Através do kit de fixação para teto plano é possível obter três diferentes inclinações: 34°, 45° e 60°. A tabela seguinte fornece a ângulo de inclinação ideal do painel com base no tipo de emprego.

 

SOMBREAMENTO

A fim de evitar sombreamento recíproco, a distância mínima entre as séries de coletores depende da inclinação dos coletores e das características locais (por exemplo posição mais baixa do sol durante o ano).

A figura abaixo e a tabela respectiva fornecem as indicações da distância mínima das baterias per instalações na Itália. Para latitudes diferentes o projetista deverá efetuar o cálculo correto com base na fórmula abaixo apresentada

DISTÂNCIA DA BORDA DO TETO

Para evitar sobrecargas devidas à turbulência do vento nas proximidades da borda da cobertura, é necessário prever uma distância mínima de 1 metro entre a borda do teto e as sustentações para teto plano como indicado na figura abaixo.

 

7 Montagem Sonda de Temperatura e Ligações Hidráulicas de Adução:

Para as ligações hidráulicas de adução aconselha-se a utilização dos acessórios abaixo indicados (fornecidos sob pedido).

A sonda do coletor é fornecida com a central CS3.1 ou CS3.2 e possui proteção de silicone de cor preta capaz de resistir aos agentes atmosféricos. Deve ser posicionada no interior do poço, na parte alta do primeiro coletor da última bateria (coletores em paralelo, como ilustrado na figura abaixo).

Na parte alta do último coletor da última bateria, aconselha-se a utilização de uma junta com 3 vias para conectar a válvula de esferas para o respiro do implante e a tubagem de descarga. Para uma perfeita eficiência do equipamento solar é necessário enfiar completamente a sonda no cárter até a parada. O cárter deve resultar imerso dentro do painel.

Onde é necessário, proteger o cabo contra eventuais danos (exemplo roedura de roedores).

O cabo da sonda porta tensão de sinal e não deve ser pousado junto com outros cabos de alimentação. Proteger a central solar da descargas atmosféricas vindas através do cabo da sonda, mediante dispositivos.

adequados normalmente fornecidos pelas empresas de instalações eléctricas.

Efetuar uma adequada colocação do terra dos painéis solares.

A ligação hidráulica às tubagens de adução se dá por meio de tubos flexíveis longos para solar (usualmente em aço inox). A ligação direta do coletor de uma tubagem de adução rígida não é consentida. Para a colocação de tubagens de ligação sob o teto, utilizar telhas para a ventilação ou passagens para antenas.

Para a passagem das tubagens de adução sob o teto, contatar, se necessário, uma empresa especializada. Junto com as tubagens fazer passar sob o teto também a sonda de temperatura dentro de uma bainha de proteção.

8 Instalação Hidráulica:

INDICAÇÕES SOBRE A TIPOLOGIA E DIÂMETRO DOS TUBOS

Para um correto funcionamento, as tubagens devem satisfazer os seguintes critérios:

  • Resistência ao calor até 150 °C dentro do circuito do coletor até a temperatura de estagnação em proximidade do coletor
  • Compatibilidade com o fluido termovetor (mistura água e glicol)
  • As características dos materiais e as técnicas de instalação devem garantir a total tolerância da expansão térmica no intervalo de temperatura previsto (cerca de -20 a 150 °C)
  • Estabilidade das conexões em presença de stress térmico e mecânico devido à expansão.
  • Tubagem ideal: cobre brasado forte.
  • Para evitar corrosões galvânicas, não utilizar tubagens de aço zincado

O diâmetro das tubagens deve ser escolhido com base no volume ideal do equipamento de modo a não criar excessivas perdas de carga. A figura 75 fornece uma indicação da perda de carga por metro de tubo para diversos diâmetros de tubagens com uma mistura a 40% de glicol na temperatura de 40 °C. No primeiro diagrama, partindo do volume do equipamento em l/h (vide capítulo “Definição do volume do coletor e do equipamento”), com base no diâmetro do tubo extrai-se a velocidade do fluido. No segundo diagrama com base na velocidade e no diâmetro das tubagens extrai-se a perda de carga unitária em mbar/m. Multiplicando este último valor pelo comprimento total da tubagem chega-se à perda de carga total. Por exemplo, com um volume de 240 l/h e uma tubagem 15 x 1 mm obtém-se uma perda de carga unitária de 4,5 mbar/m.

Além das perdas de carga distribuídas devem ser calculadas também aquelas concentradas devidas às válvulas, às curvas, etc… A tabela abaixo fornece dos valores indicativos para a escolha do diâmetro apropriado das tubagens em relação ao volume.

Em relação aos coletores solares, a figura abaixo fornece a curva das perdas de carga com base no volume do fluido.

A ligação hidráulica entre as tubagens e os PAINÉIS solares deve ser realizado por meio de tubos flexíveis em aço inox. A ligação direta dos painéis com os tubos rígidos não é consentida.

O isolamento da tubagem deve ser adequada e isenta de falhas de modo a garantir um transporte eficiente do calor colhido, do coletor para o depósito. Para uma largura do tubo de até 22 mm e um isolamento com condutividade térmica de 0.035 W/(m K) a espessura mínima do isolante deve ser de 20 mm. Para diâmetros da 22 a 35 mm o valor mínimo de espessura de isolante deve ser de 30 mm.

Para os tubos colocados no interior devem ser respeitadas as seguintes indicações:

  • O isolamento deve resistir a temperaturas elevadas (em proximidade do coletor cerca de 170 °C, longe do coletor ao menos 120 °C
  • Os materiais utilizados devem ter baixa condutividade térmica
  • Utilizar materiais com a célula aberta somente se não há risco de humidade

Para os tubos colocados no exterior devem ser respeitadas as seguintes indicações:

  • O isolamento deve resistir ao impacto ambiental (poluição atmosférica, raios UV) e à ação de animais (bicada de pássaros, roedores, etc.), caso contrário ocorre recorrer a outros revestimentos mais.
  • Para evitar o risco de infiltração de humidade, o isolamento deve ser efetuado com materiais com células fechadas, pois nem um cuidadoso revestimento pode prevenir a infiltração de humidade, a qual por sua vez prejudica gravemente a eficácia do isolamento.
  • No comércio são disponíveis os seguintes revestimentos para os isolantes:
  • Materiais sintéticos (a ser empregados preferivelmente nos tubos colocados dentro)  
  • Aço zincado
  • Alumínio 99,5
  • Alumínio resistente ao salobro
  • Aço inox e liga alumínio-zinco (mercadoria especial)

No comércio existem tubos de cobre ou aço inox simples ou duplos já com isolante, eventual revestimento do isolante e cabo para a sonda de temperatura.

LIGAÇÃO DO GRUPO CIRCULADOR

No que respeita aos grupos circulador monotubo GSC1 e de tubo duplo GSC2, as ligações hidráulicas são as seguintes:

  • Grupo monotubo GSC1: 3/4”
  • Grupo bitubo GSC2: 22 mm

 

O grupo GSC2 já vem equipado com uma ligação para o tubo de descarga com desaerador, e de retorno, enquanto que o grupo GSC1 só apresenta ligações com a tubagem de retorno. Neste último caso, fica a cargo do instalador proceder a uma adequada ligação da tubagem de impulsão e do sistema de desarejamento.

A fixação mural é feita com o conjunto de montagem fornecido. Realizar uma tubagem de ligação entre a válvula de segurança e um depósito vazio apoiado sobre o pavimento, de modo a recuperar eventuais transbordamentos de fluido termo condutor quando a pressão da instalação superar os 6 bar (vide figura 8.9).

Para pormenores técnicos relativos aos dois grupos GSC1 e GSC2, consultar as instruções nas respectivas embalagens.

 

DIMENSIONAMENTO E LIGAÇÃO DO VASO DE EXPANSÃO

O correto dimensionamento do vaso de expansão resulta de importância fundamental para o bom funcionamento do equipamento e para garantir a duração do glicol antigelo.

Os vasos de expansão são fornecidos com uma pré carga de 2,5 bar. Tal valor deve ser definido com base no desnível existente entre o vaso de expansão e o ponto mais alto do circuito solar (ponto superior dos painéis solares). O valor de tal desnível em bar (1 bar é de 10 m de coluna de água) é igual à pressão de pré carga a definir. Até um desnível de 15 m aconselha-se definir um valor de pré carga de 1,5 bar.

A pressão inicial do equipamento frio deve ser maior que 0,5 bar em relação à pressão de pré carga, de modo a manter a membrana do vaso de expansão em tensão. Com um valor de pré carga de 1,5 bar resulta uma pressão inicial com sistema frio de 2 bar. A pressão final do equipamento não deve superar 5,5 bar, pois a válvula de segurança possui uma calibragem de 6 bar.

 

Os kit solares Extraflame são fornecidos com vaso de expansão dimensionado com base no número de PAINÉIS presentes. Nos kit STAR PLUS 2-3 o vaso de expansão de 18 l VES18 deve ser montado na parede por meio de presilha fornecida dentro da embalagem do grupo circulador (vide figura 8.12). O vaso deve ser ligado grupo circulador por meio do tubo em aço inox fornecido.

Na extremidade do tubo flexível inox deve ser inserida a válvula automática de retenção fornecida junto com a presilha de fixação na parede (vide figura 8.14).

A válvula automática de retenção serve para bloquear o defluxo do fluido antigelo se se deve retirar o vaso de expansão para manutenção ou substituição. Em caso de montagem de um vaso de expansão apoiado no solo, esta válvula de retenção deve ser sempre posta na extremidade do tubo flexível (vide figura 87).

ATENÇÃO!!!

Quando se retira o vaso de expansão desaparafusando os anéis de 38 mm da válvula de retenção, a válvula fecha por si mesma automaticamente. Prestar muita atenção nesta fase pois o circuito hidráulico do solar é assim privado da possibilidade de descarregar a pressão no vaso de expansione. Esta manutenção deve ser executada somente por pessoal qualificado e em ausência de insolação, para não provocar perigosos aumentos de pressão no circuito solar.

Os vasos VES35, VES50 e VES80 devem ser posicionados no solo, e são ligados ao grupo circulador. Os modelos VES35 e VES50 possuem engates hidráulicos de ¾’’, enquanto VES80 possui um engate hidráulico de 1’’.

 

Ligação ao Acúmulo:

 

LIGAÇÃO DO EBULIDOR BSV 300, BSV 150 ES

O grupo circulador deve ser ligado à serpentina solar do acúmulo (ebulidor ou depósito). A serpentina solar do ebulidor sanitário possui engates hidráulicos de ¾’’.

A impulsão quente proveniente dos PAINÉIS solares deve ser ligada na parte superior da serpentina solar, enquanto o retorno frio deve ser ligado na parte inferior da serpentina solar como indicado na figura abaixo. Para os detalhes técnicos relativos ao ebulidor BSV 300, BSV 300 ES e BSV 150 ES consultar o capítulo relativo à DESCRIÇÃO componentes.

 

 

Se requisitado, ligar o termo produto de integração à serpentina superior, como indicado na figura 8.16 (somente BSV300), também nesse caso a impulsão quente deve ser ligada na parte superior da serpentina, enquanto o retorno frio na inferior. No esquema foi indicada a válvula de três vias misturadora termostática automática que consente um funcionamento ideal do termoprodoto. Para mais esquemas hidráulicos e informações relativas aos termo produtos consultar o site www.extrafl ame.it/support . Ligar ao ebulidor sanitário o vaso de expansão e a válvula de segurança com calibragem 6 bar.

A fim de prevenir desagradáveis queimaduras devidas à água sanitária muito quente é necessário instalar uma válvula misturadora termostática no circuito sanitário, de modo a obter um fornecimento de temperatura constante graças à mistura da água quente proveniente do ebulidor sanitário com a água fria de rede.

LIGAÇÃO DO DEPÓSITO

A serpentina solar do depósito de 500-1000 litros possui engates hidráulicos de 1”. A impulsão quente dos PAINÉIS solares deve ser ligada na parte superior da serpentina solar como indicado na figura abaixo. Para os detalhes técnicos dos depósitos consultar o capítulo relativo à descrição dos componentes.

 

A figura acima mostra um exemplo de sistema hidráulico composto por kit solar com depósito TPS e caldeira de biomassa Extraflame. O calor fornecido pelos painéis solares ao depósito é integrado pela caldeira de biomassa e pode ser utilizado para satisfazer as zonas de aquecimento.

Ligar o retorno frio do equipamento de aquecimento a alta temperatura acima da serpentina solar como indicado na figura, de modo tal que não aqueça a parte baixa do acúmulo. Somente em caso de retorno frio dos painéis radiantes é possível a ligação na parte baixa do depósito. A mistura da parte baixa do acúmulo com a água quente do equipamento pode prejudicar o aporte solar ao aquecimento na estação fria.

Nos acúmulos TPS 500 e TPS 1000 a água quente sanitária é produzida através da serpentina em cobre alhetado de grande superfície. Isso garante a máxima higienicidade e previne a formação da legionella. Para compensar as dilatações causadas pela excursão térmica da água dentro da serpentina e minimizar os golpes de aríete é necessário instalar um vaso de expansão de volume modesto (4 litros) e uma válvula de segurança com calibragem 6 bar.

A fim de prevenir desagradáveis queimaduras devidas à água sanitária muito quente é necessário instalar uma válvula misturadora termostática no circuito sanitário, de modo a obter um fornecimento de temperatura constante graças à mistura de água quente proveniente do ebulidor sanitário com a água fria de rede. Efetuar um tratamento de adocicamento da água caso a sua dureza seja superior a 25°F.

O excessivo depósito de calcário dentro da serpentina de cobre pode prejudicar o seu funcionamento. Instalar o vaso de expansão na parte baixa do depósito em condições de absorver o aumento de volume de água no acúmulo e a válvula de segurança com calibragem 3 bar na parte mais alta.

ATENÇÃO!!! Verificar o fechamento de todos os acoplamentos e flanges, em particular os postos na parte inferior (acoplamento para a descarga) e superior do depósito. Efetuar uma correta colocação do terra do depósito conforma normativa vigente.

9 Central Eletrônica:

  • Visualizador System Monitoring
  • Até 4 sondas de temperatura Pt1000
  • Balanço de quantidade térmica
  • Controlo das funções
  • Manuseio fácil
  • Invólucro de design excepcional e fácil montagem
  • Opções: contador de horas de atividade solar e função termostato.

Volume de entrega:

1 x Extrafl ame CS

1 x estojo de acessórios

1 x fusível de reposição T4A

2 x parafuso e bucha

4 x descarga de tração e parafusos

Adicional no pacote completo:

1 x sonda FKP6

2 x sonda FRP6

INSTALAÇÃO:

MONTAGEM

ATENÇÃO! antes de abrir o invólucro, sempre certificar-se de que a tensão de rede está completamente desconectada.

A montagem deve ser efetuada exclusivamente em ambientes fechados e secos. Para garantir um funcionamento regular, prestar atenção para que no local de instalação previsto não exista fortes campos eletromagnéticos. O regulador deve poder ser separado da rede eléctrica mediante um dispositivo suplementar (com uma distância mínima de distanciamento de todos os polos de 3 mm), ou mediante um dispositivo de distanciamento conforme às normas vigentes. Em fase de instalação prestar atenção para que o cabo de conexão à rede eléctrica e os cabos das sondas permaneçam separados.

1. Desaparafusar os parafusos philips do protetor e afastar esta última do invólucro extraindo-a para baixo.

2. Marcar o ponto de fixação superior para a suspensão e pré-montar a bucha com o parafuso correspondente incluídos no conjunto.

3. Enganchar o invólucro no ponto de fixação superior e marcar o ponto de fixação inferior (distância entre os furos: 130 mm); inserir a bucha inferior.

4. enganchar o invólucro no alto e fixá-lo com o parafuso inferior.

O aporte de corrente eléctrica ao regulador deve passar por um interruptor externo (última fase de montagem!) e a tensão eléctrica deve ser de 220 ...240 V~ (50 ...60 Hz). Os cabeamentos flexíveis devem ser fixados à tampa do regulador com as devidas presilhas e parafusos para permitir a descarga de tração, ou postos em canaleta na caixa do regulador. O regulador é equipado, conforme a versão, com 1 (CS 3.1) ou 2 relés (CS 3.2), ao (s) qual (is) podem ligar-se utilizadores como bombas, válvulas, etc..:

  • Relais 1

18 = condutor R1

17 = condutor neutro N

13 = grampo terra

  • Relais 2 (somente CS 3.2)

16 = condutor R2

15 = condutor neutro N

14 = grampo terra

  • As sondas temperatura (S1 até S4) devem ser ligadas com polaridade indiferente aos seguintes grampos:

1 / 2 = sonda 1 (p. ex. sonda coletor 1)

3 / 4 = sonda 2 (p. ex. sonda depósito 1)

5 / 6 = sonda 3 (p. ex. sonda TSPO)

7 / 8 = sonda 4 (p. ex. sonda TRL) A ligação à rede ocorre com os seguintes grampos:

19 = condutor neutro N

20 = condutor L

12 = grampo terra 

Designação dos grampos: sistema 1

Sistema solar standard com 1 depósito, 1 bomba e 3 sondas. A sonda S4/TRIT pode ser empregada opcionalmente para efetuar balanços de qualidade térmica.

 

O regulador comanda-se mediante os 3 botões dispostos abaixo do visualizador. A tecla 1 serve para percorrer (para frente) no menu de visualização ou para aumentar valores de setagem.

A tecla 2 corresponde à função contrária.

Para definir valores apertar por 2 segundos a tecla 1. Se no visualizador aparece um valor a definir, é visualizada a escrita SET. Neste caso é possível passar à modalidade de operação, apertando a tecla 3.

Selecionar o canal com as teclas 1 e 2

Apertar brevemente a tecla 3, a escrita SET pisca (modalidade SET )

Definir o valor com as teclas 1 e 2.

Apertar brevemente a tecla 3, a escrita SET aparece de novo (constante), o valor definido foi memorizado.

O visualizador System Monitoring é composto por 3 zonas: o indicador de canais, a lista de símbolos e o indicador de esquemas dos sistemas (esquema ativo dos sistemas).

O indicador de canais se compõe de duas linhas. A linha superior é um campo alfanumérico de 16 segmentos. Aqui são visualizados principalmente nomes de canais / níveis de menu. Na linha inferior (campo de 7 segmentos) são visualizados valores de canais e parâmetros de setagem. As temperaturas e as diferenças de temperatura visualizam-se definindo °C ou K.

Os símbolos suplementares da lista de símbolos indicam o estado atual do sistema.

Códigos cintilação

Códigos de cintilação dos esquemas dos sistemas

  • as bombas piscam durante a fase de inicialização
  • as sondas piscam quando se seleciona o canal de visualização da sonda respectiva
  • as sondas piscam rapidamente em caso de sonda defeituosa
  • o símbolo de queimador pisca quando o aquecimento integrativo está inserido

Códigos cintilação LED

  • Verde constante: nenhuma avaria (tudo funciona corretamente)
  • Vermelho/verde piscando: fase de inicialização do funcionamento manual
  • Vermelho piscando: sonda defeituosa (o símbolo sonda pisca rapidamente)

A quantidade térmica somada pode ser recolocada em zero. Assim que um dos canais de visualização de quantidade térmica é selecionado, aparece no visualizador a escrita SET (constante). Para passar para a modalidade RESET do contador, apertar a tecla SET (3) por 2 segundos. A escrita SET pisca e o valor de quantidade térmica coloca-se de novo em 0. Para fechar a operação RESET, confirmar com a tecla SET (3).

Para interromper a operação RESET, esperar 5 segundos. O regulador passa automaticamente para a modalidade de visualização inicial.

 

10 Colocacão em Atividade:

Lavagem do Circuito Solar:

 

Para a limpeza e o enchimento do equipamento devem ser utilizados os dois registros R1 e R2 presentes nos grupos circuladores GSC1 e GSC2: o primeiro de enchimento e o segundo de descarga. Uma terceira válvula de interceptação VI é usada para desligá-los entre eles. Os registros devem ser posicionados no ponto mais baixo do GRUPO solar (figura 10.1).

 

CONTROLO DA RETENÇÃO

Concluir a fase de enxágue fechando o registro R2 e deixar sair a pressão de dentro do circuito solar até ao menos 4 bar (sempre que este não supere a pressão admissível para os diversos componentes). Fechar o registro R1 e então fechar também o registro de água. Abrir a válvula de interceptação VI, ativar por meio da central electrónica a bomba do circuito solar e aspirar todo o ar do circuito (vide figura 10.3).

 

ESVAZIAMENTO DO CIRCUITO SOLAR

Ligar ambos os registros mediante tubos de borracha com a descarga, abri-los e esvaziar o sistema. A quantidade de água pode ser medida e utilizada para a preparação da mistura de água e glicol. A quantidade real de água contida no sistema é maior, pois fica sempre um pouco de água dentro do coletor.

Caso o circuito do coletor não possa ser completamente esvaziado, é possível “empurrar para fora” a água enquanto se efetua o enchimento (vide parágrafo seguinte).

Pela cor e pela viscosidade do fluido se pode reconhecer quando do registro R2 não sai mais apenas água, mas inicia a sair a mistura de água e glicol. A água que fica dentro do circuito comporta mesmo assim o perigo que o sistema gele, se este não é logo enchido novamente.

DILUIÇÃO DO GLICOL NA CONCENTRAÇÃO DESEJADA

Se se prevê usar o antigelo, a água e o glicol devem ser misturados em um recipiente seguindo os dados indicados pelo produtor e de modo que seja garantida a segurança antigelo até uma temperatura de 10 °C inferior à temperatura mínima média invernal. Tal dado deve ser extraído com base na zona geográfica específica e é a mesma utilizada para o cálculo de projeto do equipamento de aquecimento.

O volume de água contido dentro do equipamento pode ser medido diretamente depois da fase de lavagem e controlo da retenção, ou pode ser calculado. O líquido contido dentro de cada painel é de aproximadamente 1 litro. O líquido contido dentro das tubagens pode ser calculado com base na seguinte tabela, multiplicando os valores pelo comprimento total das tubagens.

Dentro do circuito solar utiliza-se um fluido termovetor que tem a função de transferir o calor absorvido pelo painel solar dentro do acúmulo de água quente sanitária.

Este fluido é constituído por uma mistura de água neutra e de líquido antigelo TYFOCOR® L, capaz de proteger o sistema do gelo invernal.

A água utilizada é a água potável normal ou desmineralizada (MÁX clorurio 100 mg/kg).

A concentração e a densidade correspondente é apresentada na tabela seguinte e os valores de resistência ao gelo são indicados no gráfico (figura 10.4).

 

A concentração mínima para manter a proteção completa contra a corrosão deve ser maior do que 25% enquanto a máxima consentida é de 55%

 

Antes de providenciar o enchimento é necessário verificar a pressão predefinida do vaso de expansão com um manómetro.

O enchimento é executado como aqui a seguir descrito:

  • Ligar mediante tubos de borracha uma bomba de enchimento GP (por exemplo bomba manual ou de trépano) ao recipiente e ao registro R1. Sob encomenda é fornecida ao instalador a bomba correlata de alta prevalência para a carga dos sistemas (acessório – cód. 002160627).
  • Pôr um tubo de borracha do registro R2 ao recipiente.
  • Os registros devem ser abertos e a válvula de interceptação VI deve ser fechada (vide figura 10.2).
  • Abrir todos os registros de interceptação acima das válvulas automáticas de respiro ou todas as válvulas manuais de respiro.
  • Encher o circuito do coletor mediante a bomba com a mistura de água e glicol até que o fluido inicie a sair do registro R2.
  • Fechar o registro R2. A pressão dentro do circuito solar deve subir até a pressão inicial desejada pi (vide capítulo “Ligação do vaso de expansão e regulação da pré carga”). Então fechar o registro R1 e desligar a bomba de carregamento.
  •  Abrir a válvula de interceptação VI.
  • Alimentar o circulador do circuito solar definindo-o em atividade contínua, de modo da retirar o ar do circuito. Abrir manualmente várias vezes a válvula de respiro manual. Fazer sair o ar do circulador abrindo o grande parafuso de latão na frente da bomba. Se não se consegue extrair todo o ar do circuito, ligar e desligar várias vezes o circulador a cada de dez minutos.
  • Depois alguns dias e depois de ter extraído completamente o ar (não se sentem mais rumores dentro do equipamento) fechar as válvulas de interceptação acima das válvulas automáticas de respiro.
  • Verificar mais uma vez a frio (manhã cedo) a pressão inicial dentro do circuito solar e eventualmente acrescentar mais fluido.
  • Efetuar periodicamente e com o sistema frio o desarejamento através do desarejador posto sobre a impulsão do grupo circulador GSC2. A fim de recuperar o líquido e evitar possíveis queimaduras, ligar um pequeno tubo ao desarejador. Após, desaparafusar a borda do desarejador até a expulsão completa do ar, então reaparafusar.
  • Se ainda não se providenciou, aplicar o isolamento ao circuito solar unindo todos os pontos sem deixar fugas ou colando-o.
  •  Verificar periodicamente a pressão do circuito hidráulico. Se descer abaixo do valor inicial de carregamento significa que há perdas, enquanto se for superior a 5 bar significa que o vaso de expansão não trabalha de modo correto.

DEFINIÇÃO DO VOLUME DO COLECTOR E DO EQUIPAMENTO

O volume ideal que deve circular dentro de cada coletor é compreendido entre 60 e 100 l/h. Efetuando a ligação em paralelo dos PAINÉIS resulta um volume total igual ao volume idela multiplicado pelo número de PAINÉIS. Se por exemplo estão instalados 4 PAINÉIS resulta um volume total igual a 240 – 400 l/h ( 4 – 6,7 l/min).

Para definir o volume desejado: 

  • Abrir completamente a válvula de interceptação VI.
  •  Definir o circulador em regime de atividade mais baixo.
  • Através do medidor de volume inserido na base do grupo bombas GSC1 e GSC2 (figura 10.6), verificar se atingiu o valor desejado ou foi ultrapassado. Se este caso verificou-se, pode ser mantido este regime de atividade. Somente se se apresenta um forte superamento (1,7 vezes mais alto), o volume deve ser reduzido por estrangulamento através da válvula VI. Se ao invés não se atinge o valor desejado, então o regime de rotação do circulador deve ser aumentado. Seguem portanto outras verificações e eventualmente aumentos dos níveis de regime.
  • Uma eficaz verificação do volume pode ser efetuado também através do controlo da diferença de temperatura entre impulsão e retorno graças aos dois termómetros presentes no grupo circulador GSC2. Se durante os dias de verão de forte insolação é medida uma diferença de temperatura entre impulsão e retorno compreendido entre 10 e 20 °C, significa que o volume é definido de modo correto. Para diferenças superiores a 20 °C é necessário aumentar o fluxo, enquanto para diferenças inferiores a 10 °C o volume deve ser reduzido.

VERIFICAÇÃO DAS DEFINIÇÕES DA CENTRAL DE REGULAÇÃO

As definições da central de regulação devem ser verificadas seguindo as instruções para o uso. Definir uma temperatura do depósito de acúmulo não muito elevada (< 85 °C), para evitar sobrecargas térmicas e depósitos de calcário.

DEFINIÇÃO DO MISTURADOR DA ÁGUA SANITÁRIA 

A fim de evitar desagradáveis queimaduras é necessário instalar uma válvula misturador no circuito sanitário.

O misturador sanitária deve ser definido na temperatura desejada. 

ENCHIMENTO DO DEPÓSITO BSV 300, BSV 300 ES E BSV 150 ES

O enchimento do depósito deve ser efetuado na seguinte modo:

  • Abrir o registro de interceptação na linha de entrada de água fria e um registro de água quente em casa. Encher o depósito até que do registro não saia água.
  • Se presente, pôr em função manualmente a bomba de recirculação.
  • Verificar visualmente a retenção de todos os tubos e junções.
  • Verificar a correta instalação do vaso de expansão do depósito e da válvula de segurança. Com o ebulidor quente a pressão lado sanitário não deve superar 6 bar, caso contrário significa que há um erro de execução do equipamento ou, por exemplo, que o vaso de expansão não trabalha de modo correto.

11 Manutenção:

12 Manutenção:

Uma correta manutenção do equipamento, executada regularmente por parte do utilizador e periodicamente pelos técnicos supervisores, é a condição essencial para o bom funcionamento e para a duração de todo o sistema.

Controles regulares aos cuidados do utilizador

O cliente deve efectuar regularmente os controles abaixo descritos e avisar os técnicos supervisores em caso de anomalia.

  • Controlar no manómetro do grupo circulador se a pressão com o sistema frio é constantemente igual ao valor definido.
  • Controlar que a diferença de temperatura entre impulsão e retorno, durante os dias de verão com forte insolação, seja compreendida entre 10°C e 20°C.
  • Controlar que a temperatura do coletor, lida no display da central e identificada pela sonda posta no coletor, seja aproximadamente igual à temperatura de impulsão, lida no termómetro vermelho do grupo circulador. Caso contrário significa que não foi efetuado um adequado isolamento das tubagens.
  • Controlar que o circolador entre em função quando há forte radiação solar.
  • Controlar que durante a noite, ou em presença de céu muito nublado, o circulador esteja parado e que seja a impulsão, seja o retorno do equipamento (termómetros vermelho e azul) estejam frios.
  • Controlar que não haja rumores dentro do condutor causados pela presença de bolhas de ar.
  • Se o ebulidor é dotado de ânodo em magnésio, controlar o valor marcado pelo teste apertando o botão integrado: o ponteiro deve posicionar-se dentro do campo verde.

Trabalhos periódicos de manutenção aos cuidados dos técnicos supervisores

  • Limpar os vidros dos coletores se estes estiverem muito sujos.
  • Controlar ao menos 1 vez a cada 2 anos a concentração de antigelo mediante instrumento apropriado (refratómetro).
  • Controlar ao menos 1 vez a cada 2 anos o nível de acidez (PH) da mistura de água e glicol dentro do equipamento: se PH< 6,6 providenciar a substituição do líquido por ser corrosivo.
  • Se o ebulidor é dotado de ânodo em magnésio, providenciar a sua substituição se o teste mostrar o seu desgaste (campo vermelho).
  • Controlar a pressão com o sistema frio, se for inferior ao valor definido integrar o fluido como descrito no capítulo “enchimento do equipamento”.

Tabela avarias/causa:

 

13 Termos de Garantia:

A EXTRAFLAME S.p.A. lembra-lhe que o fabricante é titular dos direitos previstos pelo Decreto-Lei nº 24 de 2 de fevereiro de 2002, e que a seguinte garantia não prejudica tais direitos.

EXTRAFLAME S.p.A. com sede em Montecchio Precalcino (VI), via dell’Artigianato 10, declara as seguintes condições de GARANTIA, relativas aos componentes constituintes dos KIT SOLARES:

ECO STAR

STAR PLUS

STAR COMBI

5 ANOS DE GARANTIA para os seguintes elementos:

  • Coletores solares planos modelo EXTRAFLAME PS AS 1 certificados DIN SOLAR KEYMARK
  • Ebulidor sanitário vitroporcelanado BSV 150 ES com ânodo electrónico de titânio
  • Ebulidor sanitário vitroporcelanado BSV 300 com ânodo electrónico de titânio
  • Ebulidor sanitário vitroporcelanado BSV ES 300 com ânodo electrónico de titânio
  • Acumulador solar TPS 500
  • Acumulador solar TPS 1000

2 ANOS DE GARANTIA para acessórios, componentes eléctricos e electrónicos.

A presente declaração é fornecida em acatamento da necessidade de preencher a asseveração, por parte de um técnico habilitado, que ateste a correspondência da assistência com os requisitos exigidos nos artigos 6, 7, 8 e 9 do Decreto Interministerial de 19/02/2007 para a obtenção das deduções fiscais de 55%.

CONDIÇÕES DE GARANTIA

A garantia é reconhecida válida com a condição que:

1. O kit solar tenha sido instalado, testado e mantido segundo a regra da arte, conformemente às normas em vigor na matéria e às prescrições contidas no manual de instalação, utilização e manutenção relativo ao produto, por pessoal qualificado legalmente habilitado (Lei nº.46 de 5 março 1990);

2. Nos sistemas em que se encontram montados os seguintes componentes:

  • Ebulidor sanitário vitroporcelanado BSV 300
  • Ebulidor sanitário vitroporcelanado BSV 150 ES e BSV 300 ES

esteja obrigatoriamente instalado, para efeitos de validade da garantia, o ânodo electrónico de titânio, para a prevenção contínua da corrosão.

3. O “DOCUMENTO DE GARANTIA” tenha sido preenchido na totalidade e seja conservado juntamente com a o documento fi scal relativo ao produto adquirido.

A garantia não será considerada válida nos seguintes casos:

1. Quando não tiverem sido respeitadas as condições de ativação da garantia.

2. Quando a instalação não tiver sido executada no respeito pelas normas em vigor na matéria e pelas prescrições descritas no manual de utilização e manutenção.

3. Negligência do cliente por falta de manutenção ou manutenção errada.

4. Existência de equipamentos eléctricos e hidráulicos não conformes às normas em vigor.

5. Danos provocados por agentes atmosféricos, químicos, eletroquímicos, uso indevido do produto, modificações ou utilizações forçadas do produto e/ou outras causas que não derivem da fabricação do produto. 6. Danos causados por fenómenos normais de corrosão ou depósitos típicos dos equipamentos hidráulicos.

7. Danos causados ao sistema pela utilização de peças não originais ou derivados de assistências efetuadas por pessoal técnico não qualificado.

8. Uso indevido ou negligente.

9. Todos os danos causados pelo transporte, pelo que recomendamos que verifique atentamente a mercadoria no ato da entrega, devendo avisar de imediato o revendedor de qualquer eventual dano, anotando-o na guia de transporte e na respectiva cópia que fica na posse do transportador.

10. Eventos atmosféricos de intensidade superior ao previsto pelos testes de certificação e que provoque a quebra do vidro do coletor.

11. Desgaste do ânodo de magnésio ou mal funcionamento do ânodo electrónico de titânio.

12. Avaria da central solar causada por sobre tensões.

13. Mau funcionamento das serpentinas SRA 1,5 , SRA 3 , SRA 5 causado pelo depósito de calcário.

A Extraflame S.p.A. não responde por eventuais danos que possam, direta ou indiretamente, ser causados a pessoas, bens ou animais domésticos em consequência da não observação das instruções fornecidas no presente manual e das normas em vigor em matéria de instalação e manutenção dos aparelhos.

Estão excluídos da garantia:

  • O vidro do coletor em consequência de quebras ocorridas após a entrega ou por eventuais agentes atmosféricos acima descritos.
  • As juntas, revestimentos, os pormenores lacados.
  • As obras de alvenaria.
  • As peças do sistema não fornecidas pela EXTRAFLAME S.p.A.
  • Estão excluídos da garantia eventuais assistências para calibragem ou regulações do produto.

FORO

Para qualquer litígio fica desde já eleito como foro competente o da comarca de Vicenza, na Itália.