Danças e ritmos na educação infantil

Fundamentos da Dança

1 Música na educação infantil:

 

O relacionamento da criança com a música começa muito antes do seu nascimento. O bebê tem como primeiro instrumento sonoro a sua voz. É através dela que ele expressa suas necessidades e emoções. É comum ver o bebê balbuciar, cantarolar, gritar e tentar imitar sons que lhe são familiares. Isso acontece porque está tentando explorar suas capacidades vocais, que, junto dos movimentos corporais, dão condições de se expressar e tentar efetuar a comunicação verbal com os entes mais próximos, ou seja, pai, mãe, avós, irmãos etc. Essa interação colabora para o desenvolvimento afetivo e cognitivo do bebê, também auxilia na elaboração da comunicação sonora.

As crianças fazem movimentos corporais de forma natural, e também de maneira espontânea botam ritmo nas atividades que exercem e lhes dão prazer, em uma junção entre gesto, som e movimento.

De acordo com Brito (2003, p. 145):

É fato indiscutível que o ritmo se aprende por meio do corpo e do movimento. Partir dos movimentos naturais dos bebês e crianças, ampliando suas possibilidades de expressão corporal e movimento, garante a boa educação rítmica e musical, além de equilíbrio, prazer e alegria, pois o ser humano é – também – um ser dançante.

Conforme vai crescendo e aumentando suas capacidades sonoras, a criança usa cada vez mais instrumentos diferenciados, o que lhe dá condições de criar e explorar as características específicas do som, como a altura, o timbre, a intensidade e a duração.

Gainza (1988, p. 109-110) afirma:

[…] por princípio, todo conceito deverá ser precedido e apoiado pela prática e manipulação ativa do som: a exploração do ambiente sonoro, a invenção e construção dos instrumentos, o uso sem preconceitos dos instrumentos tradicionais, a descoberta e a valorização do objeto sonoro.

É essencial que os adultos permitam às crianças contato com esses diferentes elementos, pois, dessa forma, ao mesmo tempo em que desvendam seu potencial sonoro, começam a integrar aos movimentos construídos na interação.

 

A Inserção Da Música Na Educação Infantil:

 

A música é uma arte presente em todas as culturas como linguagem simbólica, com incontáveis representações, que faz com que à criança expresse suas emoções e sentimentos, colaborando para a sua formação integral. Sendo uma forma de comunicação e de expressão, faz-se importante elemento na construção do saber, essencial na Educação Infantil e na formação do professor. Mas o que é música? Esta pergunta tem sido feita ao longo da história e ganhado diversas respostas, dependendo da cultura da sociedade e do contexto em que está inserida.

A concepção de mundo que se tem de uma época aponta o papel que a música exerce, dando valor as suas funções e os usos que se estabelecem entre diferentes grupos. Em contraparte, de acordo com o “Referencial Curricular para a Educação Infantil”, música é: “[…] a linguagem que se traduz em formas sonoras capazes de expressar e comunicar sensações, sentimentos e pensamentos, por meio da organização e relacionamento expressivo entre som e o silêncio. (BRASIL, 1998, p. 45).

A música é a junção entre o som e o silêncio, entre o criar e o sentir, entre os movimentos de vibração e as relações que se constitui entre eles. Pensar na música como elemento que une de maneira complementar o som e o silêncio faz com que a pessoa tenha uma relação intrínseca com a habilidade de perceber o mundo à sua volta, construindo sua própria história de diferentes formas. O homem é um artista que, no seu desenvolvimento de criação, fez combinações de som e silêncio e as transformou em música.

A música é uma arte universal que há milhares de anos os povos usam para se comunicar e que está presente na vida do homem antes mesmo do seu nascimento. Faz-se presente nas situações corriqueiras do dia a dia, fazendo com que bebês e crianças tenham a chance de começar o seu desenvolvimento de iniciação musical. O contato que acontece com os adultos através das canções de ninar, brincadeiras, jogos de mãos, parlendas etc., ajuda na construção de novos conhecimentos e na apropriação de diferentes significados.

Sendo ela uma arte que auxilia para o pensamento criativo, vem conquistando cada vez mais espaço nas pré-escolas, que devem respeitá-la como forma de arte responsável por parte do desenvolvimento da criança (tanto cognitivo, como social, cultural etc.), e não somente como ajuda nas atividades escolares.

A criatividade é inerente ao ser humano, que deve ser instigada por meio de atividades que enriqueça o desenvolvimento nas produções artísticas. Nas escolas, o professor deve ser criativo permitindo aos alunos situações em que possam construir algo novo e vivenciar experiências que ampliem sua visão de mundo, contribuindo, para a construção da sua identidade e autonomia.

O trabalho com a musicalização infantil deixa com que o aluno desenvolva a percepção sensitiva quanto aos padrões sonoros – altura, timbre, intensidade e duração –, além de ajudar o controle rítmico-motor; favorecer o uso da voz falada e cantada; incentivar a criatividade em todas as áreas; desenvolver as percepções auditiva, visual e tátil; e ampliar a concentração, a atenção, o raciocínio, a memória, a associação, a dissociação, a codificação, a decodificação etc.

Uma das formas de achar o papel da música na Educação Infantil é procurar o conjunto de leis e documentos oficiais, na área relacionada a educação, como a Constituição de 1988; o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA, 1990); a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional 9394/96 (LDBEN); o Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil (RCNEI, 1998) além de normatizações, em nível estadual e municipal.

Estes últimos documentos foram feitos como uma maneira de redimensionar as práticas pedagógicas das instituições de Educação Infantil e suas concepções. Dentro dos novos parâmetros a música passa a ter o seu papel fundado e redimensionado, pois, estando presente em todas as culturas e sendo uma maneira de representação humana, pois se faz fundamental e disponível dentro do ambiente escolar.

Segundo o Referencial Curricular para a Educação Infantil:

Um expoente a ser examinado dentro da linguagem musical é a escassez de ações pedagógicas que atendam as reais necessidades do estudante. Apesar de fazer parte do planejamento e ser tida como essencial na cultura da infância, a música tem atendido a propósitos alheios às suas verdadeiras especificações. 

Ela é tratada como algo que já vem pronto, atuando como objeto de reprodução e construção de hábitos na rotina escolar, o que acaba por deixá-la em descompasso junto às demais áreas de conhecimento, quando poderia atender a um propósito interdisciplinar. (BRASIL, 1998, p. 47).

A falta de preparo específico em música atrapalha as ações pedagógicas do professor, fazendo com que muitos continuem a tratá-la apenas como uma atividade rotineira, sem maiores significações. Para que essa visão básica de intencionalidades seja mudada é necessário que haja um esforço pessoal de cada profissional para adquirir conhecimentos e transformá-los em ferramentas que retratem modificações em suas práticas.

Logo, muitos conceitos devem ser redimensionados no trabalho com a linguagem musical, a começar pelos conteúdos a serem descritos no planejamento escolar, que devem ser estipulado de acordo com a faixa etária dos estudantes. Outros elementos necessários para a realização desse trabalho são: organização do tempo, jogos e brincadeiras, organização do espaço, fontes sonoras, registros, além de uma compreensão sobre o fazer musical e a apreciação musical.

Em geral, o que se depara dentro do ambiente escolar são perspectivas pedagógicas que não usufruem das técnicas corretas  para o desenvolvimento dessa prática. Enxergam atuações padronizadas de comportamento, por exemplo, cantar para tomar o lanche, para comemorar datas especiais, para formar a fila etc., não a uma aprendizagem significativa da linguagem musical.  Granes são as possibilidades de se trabalhar com a linguagem musical na Educação Infantil. Promover à criança situações em que ela possa expressar-se e desenvolver sua criatividade é papel da escola e do professor.

 

2 Dança

 

A dança escolar tem como finalidade principal à construção dos indivíduos, proporcionando o conhecimento sobre si, e sobre o outro. Incentiva vivências da corporalidade, estimula a expressividade dos sujeitos, propicia a comunicação não verbal, oportuniza a liberdade de criar, inventar e reinventar, fazendo uso da imaginação e dos diálogos corporais, (Barreto, 2004).

A dança na escola precisa recorrer a algumas práticas corporais. O educador além de expor para os alunos os tipos de dança, ritmos, história da dança, coreografias, entre outros, precisa explorar seus movimentos corporais, não adianta simplesmente demostrar coreografias já feitas, precisa transcender, propiciando movimentos, sentimentos e emoções. A dança apenas acontece quando o corpo realiza movimentos a partir de um determinado ritmo, portanto, o que se espera da dança na escola é que o corpo se movimente no ritmo da música e que exista expressão de sentimentos a partir do movimento corporal.

Para provocar nos alunos o desejo pela dança, é necessário considerar o repertório artístico que eles possuem, e deixar evidente que homem também dança e, claro, chamar toda a turma para participar. Trabalhar com as danças populares sempre dá mais certo, saber o que seus alunos apreciam é essencial para cativá-los.

 

Agora veja os benefícios que a dança pode proporcionar:

 

  • Flexibilidade: Para realizar a dança, é importante muita flexibilidade. Por essa razão, o indivíduo deve realizar uma boa série de alongamentos antes de começar a praticar. No decorrer da dança, é exigido do dançarino que ele busque trabalhar o extremo de cada músculo de seu corpo, em consequência pode acarretar dores musculares, o importante é estar preparado.
  • Força: Quando o indivíduo dança, ele está forçando seu corpo para que resista ao peso corporal. Os saltos de alguns tipos de dança requer o uso de muita força.
  • Resistência: Para quem tem intenção de dedicar a dança, é importante acostumar o seu músculo com a série de exercícios feita durante a coreografia. Com o corpo gradativamente adaptado a prática de dança, você sentirá menos dores e desconforto muscular.
  • Bem-Estar: Com a dança, os indivíduos podem criar uma convivência com outros sujeitos e estabelecer relações. A sensação de bem-estar é obtida com a comunicação e o contato com outros sujeitos que partilham a prática. A dança ajuda a garantir uma vida  feliz e saudável.

 

Ritmo:

 

A palavra ritmo, do grego rhytmos, denomina aquilo que flui, que se move, um movimento regulado (ARTAXO e MONTEIRO, 2000).

O ritmo, faz parte de tudo o que existe no universo, sendo um estímulo que define a vida.

Ele se faz presente na natureza, na vida humana, animal e vegetal, nas funções orgânicas do homem, em suas manifestações corporais, na expressão interior exteriorizada pelo gesto, no movimento, qualquer que seja ele. Possibilita combinações infinitas, possui diferentes durações e ou combinações variadas em diferentes formas de movimento, alternando-se com inúmeras formas de repouso (VERDERI,1998, p.53)

Para dançar ou cantar uma melodia, é preciso compreender as variações do ritmo que podem acontecer. Por exemplo, na música, o ritmo é determinado pela melodia, podendo ser lento, moderado ou acelerado.

Arribas (2002, p.167), disse que possuir e sentir o ritmo é algo natural ao ser humano, já que em seu nascimento a criança vive ritmos naturais que estão na essência de sua vida fisiológica (como a respiração, a batida do coração) e de sua vida psíquica.

O ritmo é uma capacidade indispensável presente em todo ser humano, porém de uma forma diferente, pois cada sujeito tem uma característica de ritmo e uma forma própria de manifestá-lo. Isto foi dito por Arribas (2002, p.168), que assinala que “não existe um ritmo comum a todos”. Por exemplo, ao se observar a marcha ou o bater palmas das crianças nos primeiros anos, percebe-se que existe diferentes ritmos individuais. O ritmo também está presente na maior parte dos jogos infantis, como bater os brinquedos no chão ou entre eles.

Arribas (2002) coloca que a primeira infância é a idade mais apropriada para começar o cultivo do sentido rítmico, pois a espontaneidade e a liberdade de expressão da criança nesta fase permitem condições importantes para trabalhar o ritmo, como por exemplo bater palmas, que é o primeiro movimento espontâneo em que a criança faz desde o primeiro ano de vida.

Para estimular o ritmo na criança, pode-se bater palmas, assobiar, estalar os dedos, bater as mãos nas coxas, entre outros. Toda criança é dotada de ritmo que se manifesta antes mesmo do nascimento, cabendo ao professor aperfeiçoá-lo e adaptá-lo, em inúmeras oportunidades (VERDERI, 1998).

A precisão rítmica depende da capacidade motora da criança, ao mesmo tempo em que a favorece. É um processo lento que se deve ir trabalhando progressivamente (ARRIBAS, 2002).

Consta que um indivíduo tem um bom sentido do ritmo quando tem um entendimento de seu corpo, que lhe permite adaptar seus movimentos, com precisão aos estímulos mais variados.

Os gestos e movimentos da criança têm de se ajustar com o tempo e espaço exterior sem perder a naturalidade e harmonia.

Recursos pedagógicos como a música, dança, percussão, jogos e outros precisam ser incentivados e realizados por meio do movimento, num sentido rítmico junto com outras capacidades, para garantir a sua consistência e seus benefícios.

 

3 Ensinando música na educação infantil

Musicalização é um processo de formação do conhecimento musical que tem como finalidade despertar e desenvolver o gosto musical da criança, favorecendo sua capacidade de criação e expressão artística. Na musicalização o lúdico anda junto com a música, apresentando ao estudante a capacidade de desenvolver e aperfeiçoar a percepção auditiva, a organização, a imaginação, a coordenação motora, a memorização, a socialização e a expressividade. Segundo Brito (1998, p. 45):

O termo musicalização infantil adquire uma conotação específica, caracterizando o processo de educação musical por meio de um conjunto de atividades lúdicas, em que as noções básicas de ritmo, melodia, compasso, métrica, som, tonalidade, leitura e escrita musicais são apresentadas à criança por meio de canções, jogos, pequenas danças, exercícios de movimento, relaxamento e prática em pequenos conjuntos instrumentais. Segundo Hentschke (1995, apud JOLY, 2003, p. 117):

Algumas razões são importantes para justificar a inserção da educação musical no currículo escolar. Entre elas, estão proporcionar à criança: o desenvolvimento das suas sensibilidades estéticas e artísticas, o desenvolvimento da imaginação e do potencial criativo, um sentido histórico da nossa herança cultural, meios de transcender o universo musical de seu meio social e cultural, o desenvolvimento cognitivo, afetivo e psicomotor, o desenvolvimento da comunicação não-verbal.

Alguns recursos estão presentes nas ações escolares que se firmam ou se revelam por meio da linguagem musical, tais como os jogos, a dança, a dramatização, o canto, a bandinha rítmica e os brinquedos infantis. Todos eles desenvolvem na criança a expressividade musical, colocando ela em uma organização de espaço e tempo. Entre os jogos e brinquedos que permeiam a cultura da criança estão as parlendas (brincadeiras rítmicas com rimas e sem música), os brincos (movimento corporal com poucos sons), as mnemônicas (brincadeiras usadas para fixar ou ensinar nomes, números etc.), as rodas ou brincadeiras de roda (envolvendo música, dança e poesia), os acalantos ou cantigas de ninar, as adivinhas, o faz-de-conta, os jogos de improvisação, o trava-línguas, dentre outros.

Percebe-se também que esses elementos resgatam o folclore brasileiro, colaborando para o conhecimento, a divulgação, a memória e a preservação da cultura nacional. Segundo Daniel Gohn (2003, p. 41), “Os processos de musicalização nas crianças têm o objetivo de, através de jogos e brincadeiras, desenvolver a sensibilidade e criar as primeiras noções de ritmo.”

Cada atividade, em suas diferentes particularidades, beneficia o desenvolvimento de aprendizagem da criança à medida que disponibiliza a ela a oportunidade de expressar suas emoções e construir significados para cada nova experiência adquirida.

As ações musicais mais usuais na Educação Infantil são as cantigas de roda. De acordo com Maffioletti (1994, p. 15):

Cantigas de roda são canções utilizadas em brincadeiras de roda cantada, realizadas como forma de recreação por adultos e crianças. Sua formação clássica consiste em formar uma roda de mãos dadas, com o rosto voltado para o centro, movimentando-se para a direita ou para a esquerda, em andamento eleito pelo grupo.

Segundo estudiosos sobre o assunto, a apreciação de certos gêneros musicais precisa de um maior espaço dentro das instituições de Educação Infantil.

Uma forma de se inserir na sala de aula a música que está presente na cultura popular é fazendo trabalho com às famílias ou moradores da comunidade local onde se encontra a escola, resgatando através de pesquisas, encontros, festas e outras práticas as canções que eram cantadas por eles ou por seus ascendentes e pelas pessoas que fazem parte de suas vidas.

Joly (2003, p. 113), por sua vez, afirma:

A inserção das artes, incluindo a música, no processo de formação do indivíduo, está sendo muito valorizada por algumas sociedades atualmente. Na grande maioria dos países desenvolvidos, como os Estados Unidos, Canadá, Áustria, Alemanha, Holanda, Finlândia, entre outros, há um reconhecimento de que a educação musical, seja ela formal ou informal, ensina às crianças requisitos importantes para a vida adulta.

Nos espaços atribuídos à educação não-formal as crianças têm a oportunidade de envolver-se em atividades em que estão presentes as culturas populares. Nesse sentido, Gohn (2003, p. 27) afirma:

Outras formas de aprendizado musical ocorrem nas manifestações culturais populares, nas quais é comum que crianças sejam inseridas no mundo das práticas adultas, imitando e recriando os movimentos e gestos, seguindo a estrutura grupal e o comportamento dos indivíduos.

Com tantas formas de uso da música no cotidiano escolar, as atividades que hoje são desenvolvidas precisam atender a propósitos mais específicos no que se diz respeito à musicalização infantil. A escola deve estimular a criança a produzir musicalmente, deixando com que ela experimente, componha, interprete, manipule e crie a partir do material sonoro disponível, permitindo um senso crítico que resulte no fazer musical. Mediante a música a criança tem elementos para descobrir e reencontrar seu corpo físico, identificando-se como ser que pode perceber, ouvir, movimentar e interagir, obtendo habilidades e comportamentos criativos e críticos que irão contribuir para o seu desenvolvimento integral.

 

Expressão Corporal:

 

São muitos os benefícios que a expressão corporal proporciona à criança, quando instigado precocemente pelo educador.

O movimento corporal é responsável no ser humano pelo desenvolvimento físico e motor e, pela autonomia na criança. A criança exposta a essas atividades será capaz de crescer mais extrovertida e mais preparada para resoluções de conflitos em seu meio social.

No entanto, é importante que o educador seja consciente sobre os benefícios que a expressão corporal pode trazer para o desenvolvimento da criança e que esteja aberto a oferecer essas atividades dentro do ambiente escolar.

 

Conceitos e procedimentos:

 

  • Percepção dos limites corporais na vivência dos movimentos rítmicos e expressivos.
  • Expressão corporal partindo de possibilidades individual e coletiva (explorando movimentos corporais, mímicas, representações de cenas do cotidiano, danças...).
  • Percepção do ritmo pessoal e grupal (brinquedos cantados é uma ótima opção, danças circulares).
  • Compreensão dos conceitos histórico-sociais das danças.
  • Desenvolvimento da noção espaço/tempo ligada ao estímulo musical.
  • Vivências das danças folclóricas e regionais, compreendendo seus contextos de manifestação (carnaval, escola de samba e seus integrantes, frevo, capoeira, bumba-meu-boi etc.).
  • Reconhecimento e apropriação dos elementos básicos para construção de desenhos coreográficos e coreografias simples.
  • Vivência das manifestações das danças urbanas e entendimento do seu contexto original.
  • Vivência das danças populares regionais, nacionais e internacionais e compreensão do contexto sociocultural onde se desenvolvem.