Instalação e Configuração de Sistemas Windows

Montagem, Manutenção e Configuração de Computadores

1 O Sistema Operacional

O que é um sistema operacional

Conforme Andrew S. Tanenbaum (2010), “sem software, um computador é basicamente um inútil amontoado de metal”, nada além de discos, chipsets controladores, placas de memória, processadores de dados e inúmeros dispositivos de entrada e saída acoplados, como interfaces USB, VGA, HDMI Redes Ethernet e Wi-Fi.

Mas, então, quem é o responsável pelas maravilhas que vemos hoje? Quando se trata do acesso aos recursos da máquina, é através do mais básico dos programas, o sistema operacional, que conseguimos acesso ao equipamento. Ele é o programa responsável por gerenciar e permitir o acesso controlado a todos os recursos de maneira rápida e fácil para o usuário.

A história do sistema operacional Windows

Neste tópico, conheceremos um pouco mais da história do sistema operacional mais usado no Brasil, o que nos ajudará a entender um pouco mais sobre sua evolução no decorrer da história e as funcionalidades que foram sendo adicionadas nas suas diversas versões.

Embora a dupla Bill Gates e Paul Allen tenha iniciado seus trabalhos anos antes, o Windows como o conhecemos, com janelas e interface gráfica, só foi lançado no mercado oficialmente em 1985. Nessa época, o Windows trouxe grandes inovações para o mercado de PCs: além da interface gráfica, um conjunto de programas que, embora aprimorados, permanecem até hoje, como o Paint, o Bloco de Notas e a famosa Calculadora do Windows.

Bill Gates, fundador da Microsoft e criador do sistema Windows, foi um dos homens mais ricos do mundo por vários anos.

Até aquele momento, não havia sistemas gráficos para computadores pessoais com tais facilidades integradas, por isso essas inovações mudaram a forma como os computadores eram vistos pela população. Eles deixaram de ser apenas caixas pretas e passaram a ter funções práticas do dia a dia. Veja na Figura 1.2 como era a interface do Windows 1.0.

Após o lançamento, Bill Gates retornou à sua bancada de desenvolvimento, lançando, em 1987, o Windows 2.0. Cinco anos depois, ocorreu o lançamento inicial da famosa versão 3.0 e, na sequência, em 1992, o Windows 3.1 e 3.11, época em que, no Brasil, vivíamos a abertura do mercado nacional às importações implementada pelo presidente Fernando Affonso Collor de Mello, deposto mais tarde em processo de impeachment. Na Figura 1.3, veja como era a área de trabalho do Windows 3.1.

Essas versões já rodavam em computadores com processador modelo 386, nos quais era possível um desempenho bem superior ao das versões iniciais e havia um grande adicional de funções, como gráficos com 16 cores, novas ferramentas de gerenciamento, como o Gerenciador de Programas, o Gerenciador de Arquivos e o Gerenciador de Impressão, ferramentas essas que também permanecem até as versões mais atuais do Windows.

Na sua versão 3.11, foi adicionado o suporte a grupos de trabalho, pois as redes corporativas haviam se tornando um modelo padrão nessa época.

Até esta versão, a codificação do sistema operacional ainda era compilada em 16 bits, embora as plataformas 386 já suportassem processamento em 32 bits. Aproveitando-se da evolução do hardware, a Microsoft lançou, em 1995, o Windows 95, com uma nova interface, que, apesar dos aprimoramentos, é mantida até hoje. Veja na imagem como ficou a área de trabalho do Windows 95.

Paralelamente ao projeto de sistemas pessoais, a Microsoft desenvolveu uma versão de 32 bits do seu sistema operacional, chamada Windows NT 3.0 ou “Windows New Technology 3.0”. Seu lançamento aconteceu em 27 de julho de 1993, e a Microsoft manteve esse nome até o ano 2000, quando, em sua versão 4.0, o Windows NT foi substituído pelo Windows 2000 e, no ano seguinte, pelo Windows XP. Você provavelmente já utilizou algum equipamento com esta versão do Windows instalada. Na imagem a seguir, é possível reconhecer a interface padrão do Windows XP.

O Windows XP teve seu suporte a atualizações e correções de segurança descontinuado em 8 de abril de 2014. Após essa data, o sistema rapidamente se tornou vulnerável e grande parte dos usuários optou por migrar para uma versão mais atualizada do sistema operacional.

A versão mais antiga do sistema operacional suportada pela Microsoft é o Windows Vista, lançado em 2006. Esse sistema operacional não foi bem aceito pelo público em geral, e a maior parte dos grandes clientes optou por permanecer com o Windows XP até que fosse feito o upgrade para a versão 7.0 do sistema. Veja como era a tela do Windows Vista na imagem a seguir.

Embora os nomes comerciais tenham mudado, a partir da versão NT 3.0, todas as subsequentes são conhecidas internamente como NT e seu número de versão. No Quadro 1.1, veja a evolução dos sistemas de acordo com o seu versionamento interno.

Hoje em dia, as versões mais usadas são a 7.0 e a 8.1, embora a Microsoft já esteja distribuindo versões de desenvolvimento do seu chamado Windows 10, com lançamento previsto para o segundo semestre de 2015. O Windows 10 promete trazer a mesma interface para todos os dispositivos, PCs, tablets e telefones (Windows Phones).

Na sequência, falaremos um pouco mais detalhadamente sobre a versão 7.0, usada como base na elaboração deste material didático, por ainda permanecer, em dezembro de 2014, com mais de 50% da base instalada no mundo, seguida pelo Windows 8, com pouco mais de 20%.

Microsoft Windows 7.0

Para iniciarmos nosso estudo, vou considerar que você possui algum conhecimento prévio sobre as interfaces de trabalho do Windows em sua versão 7 ou anteriores, como o Vista ou o XP, ou mesmo qualquer outra versão. A versão 7 será a usada como base na maior parte das práticas deste material.

Lançado em 2009, o Windows 7.0 seguiu a evolução natural do hardware, acompanhando a tendência de computação móvel da época. Nos anos que se seguiram ao seu lançamento, a venda mundial de notebooks, tablets e outros dispositivos móveis superou a venda de PCs.

O Windows 7 possui várias versões classificadas segundo as funcionalidades disponibilizadas. São elas: Starter, Home Basic, Home Premium, Professional, Enterprise e Ultimate, porém a interface e as ferramentas de administração são as mesmas em todas as versões, como você pode verificar na imagem anterior.

Você pode rapidamente identificar a versão instalada na sua máquina Windows, clicando em: Iniciar → Painel de Controle → Sistema e Segurança e depois em Sistema; ou clicando em Iniciar, depois com o botão direito sobre Computador e escolhendo propriedades no menu. São dois caminhos para o mesmo local.

A versão Starter é uma versão descontinuada segundo a própria Microsoft. Seu objetivo era de combater a pirataria com uma versão mais barata do sistema, porém essa estratégia foi descontinuada e, hoje em dia, são raras as instalações de Windows 7 Starter encontradas. Em sua maioria, as revendas e integradoras optaram pelas versões Home Basic e Home Premium, com mais recursos e menos limitações que a primeira. Essas versões são hoje indicadas para uso doméstico, pois possuem recursos de multimídia que podem ser integrados aos novos aparelhos, porém não podem ser integradas a domínios e redes corporativas.

A Professional e a Enterprise são as versões que possuem os requisitos para integrar redes corporativas com aplicação centralizada de políticas e controle único de contas e senhas. Sua ativação e o controle de licenças podem também ser implementados de maneira centralizada, facilitando a manutenção dos sistemas de rede e reduzindo a pirataria.

A versão Ultimate é uma versão que possui todos os aplicativos de multimídia das versões Home mais os recursos avançados de rede das versões Professional e Enterprise, porém sua ativação não pode ser feita via rede local, devendo cada instalação ser registrada individualmente on-line no sistema da Microsoft, o que limitou seu uso.

Em redes corporativas, a versão Professional, por sua robustez e integração, possui ampla maioria da base instalada.

Microsoft Windows 8

Provavelmente você já tem encontrado equipamentos com esta versão do Windows. A versão atualmente comercializada pela Microsoft trouxe significativas mudanças no processo de inicialização, através de um novo modelo de gerenciamento de boot; na interface, através da utilização de blocos de aplicações; e mesmo no modelo de janelas, baseando a troca de aplicações nativas no mesmo modelo usado para dispositivos móveis.

O Windows 8.1 está disponível em quatro versões:

• Windows RT 8.1 – projetada para dispositivos móveis com arquitetura de processadores ARM.

• Windows RT 8.1 – é a versão padrão do sistema operacional, destinada ao usuário doméstico. A sua principal limitação é semelhante à da versão do Windows 7 Home Edition: não suporta controle de usuários nem aplicação de políticas centralizadas.

• Windows RT 8.1 Pro – é a versão destinada a pequenas e médias empresas. Suas funções incluem controle de acesso, facilidades no uso de recursos compartilhados, criptografia de dados e de comunicações e suporte à distribuição de software automatizada quando fazendo parte de um domínio Windows Server.

2 O Sistema Operacional parte 2

• Windows RT 8.1 Enterprise – versão disponível sob um modelo de contrato chamado “Windows Software Assurance”, inclui recursos utilizados por grandes empresas ou desenvolvedores de software, como virtualização, DirectAccess, BranchCache, AppLocker e o suporte à mobilidade com o Windows To Go, uma funcionalidade incrível que merece ser estudada à parte.

Windows Store

Seguindo a tendência mundial de centralização na disponibilização de aplicações, a Microsoft lançou para o Windows 8 a chamada Windows Store, um gerenciador de aplicações que disponibiliza on-line uma série de aplicativos que podem otimizar o uso do seu computador.

Entre os softwares disponibilizados, estão aplicações comerciais, aplicativos para integração, softwares de automação e muitos jogos. A partir da loja, é possível baixar versões livres quando disponibilizados pelo fabricante, avaliar com prazo determinado ou até mesmo comprar aplicativos completos.

Resumo

Nessa primeira aula, você aprendeu sobre a história do sistema operacional Windows e sua evolução no decorrer do tempo. Conheceu também Bill Gates, fundador da Microsoft e um dos homens que mais influenciaram a tecnologia de sistemas operacionais no mundo nos últimos trinta anos.

Conheceu um pouco mais acerca do Windows na versão 7, usado neste curso, e também aprendeu sobre o Windows 8, o sistema mais atual desenvolvido pela Microsoft, que fornece novos recursos e ferramentas até agora inéditas.

Nas próximas aulas, você terá instruções sobre os recursos e as funcionalidades e também será instruído sobre como instalar o sistema operacional Windows em um computador.

3 Instalação do Sistema Operacional

Teste de compatibilidade e verificação dos requisitos mínimos de hardware

Antes de qualquer tentativa de instalação, é necessário que o técnico tenha conhecimento do equipamento no qual irá instalar o sistema. Quantidade de memória, processador, quantidade de disco disponível e modelo da placa de vídeo são informações imprescindíveis, haja vista que, sem os devidos pré-requisitos, nenhum sistema operacional ficará estável.

No Quadro 2.1, vemos um resumo dos pré-requisitos para cada versão do sistema operacional Windows.

Mesmo que você possua experiência com versões anteriores do Windows e que parte deste conteúdo possa parecer básica, recomendamos que você leia esta aula, pois pequenos detalhes podem fazer uma grande diferença no produto final de uma instalação.

Verifique se todo o seu hardware é compatível com o Windows 7 ou versão que pretende instalar. Não raro, são equipamentos que não possuem drivers para versões mais novas do Windows, principalmente se você possui dispositivos importados ou de fabricantes desconhecidos.

Assistente para transferência de arquivos e configurações

Ao migrar ou reinstalar um sistema, os arquivos de usuário são sempre os itens mais importantes e merecem especial atenção. Sempre que possível, faça cópias de backup de todos os documentos e arquivos dos computadores em que for trabalhar e as mantenha guardadas por um tempo determinado, no mínimo até que seu usuário possa garantir que todos os seus dados foram restaurados. Recomendamos que as cópias sejam mantidas por, no mínimo, noventa dias.

Ao migrar ou reinstalar sistemas, o assistente para transferência de arquivos e configurações é de grande valia para o técnico. Ele pode ser acessado a partir do menu Iniciar, clicando em Executar, digitando “migwiz” e clicando na tecla Enter.

Com o assistente, é possível transferir contas de usuário, documentos, músicas, imagens e demais arquivos pessoais e inclusive verificar quais programas estão faltando no computador de destino quando o destino for uma máquina nova. O aplicativo irá solicitar informações sobre o tipo de transferência, se via cabo, rede ou um disco externo; caso esta seja uma reinstalação, opte sempre por “Um disco externo ou unidade flash USB” e tenha à mão um disco com uma quantidade suficiente para armazenar todos os dados do usuário.

Uma vez acionado, o aplicativo irá criar um arquivo de transferência fácil com a extensão (.MIG) contendo os dados dos usuários. Você pode personalizar quais usuários serão migrados e também o que será transferido de cada um, clicando em Personalizar.

O arquivo criado deve ser restaurado com o mesmo aplicativo no computador ou sistema operacional de destino depois de concluída sua instalação, isso deixará intactos os arquivos pessoais do usuário.

Caso você tenha dúvidas sobre os locais em que o usuário grava seus arquivos pessoais, opte por uma cópia completa do disco, o que irá exigir mais espaço, porém garantirá que você não perca nenhum arquivo importante.

Formas de upgrade

Para verificar o upgrade de máquinas antigas para as versões mais novas, é possível acessar a Central de Compatibilidade do Windows 7 a partir do site da Microsoft e fazer um escaneamento do seu hardware, através da ferramenta Windows 7 Upgrade Advisor:

Já se você pretende migrar para as versões 8.1, verifique a Central de Compatibilidade Microsoft em inglês e baixe o assistente de atualização do Windows 8.1.

Ao analisar se o computador possui os requisitos mínimos de hardware para permitir a instalação do novo sistema operacional, fique atento a esta dica:

Porém essa configuração contempla apenas o sistema operacional e, para que sejam executados aplicativos com velocidade adequada, atualmente são usados PCs com processadores de quatro ou oito núcleos e com, no mínimo, 8 GB ou até mesmo 16 GB de memória.

Em caso de atualização, certifique-se da versão do sistema atualmente instalado, versões de 32 bits do Windows Vista e de 32 bits do Windows 7 permitem apenas upgrade para versões de 32 bits do sistema operacional subsequente. Se necessária a troca da versão para 64 bits, deve-se proceder com uma instalação limpa, preferencialmente formatando o disco.

Caso seu PC seja usado para tarefas complexas, tratamento de imagens, vídeo ou arquivos grandes (terabytes de dados), opte sempre por versões 64 bits do sistema operacional, pois permitem tratamento de maiores quantidades de dados e de arquivos, assim como têm suporte a uma maior quantidade de memória e discos.

Nas versões do Windows 7, são apresentadas ao usuário duas formas de instalação, Atualização ou Avançada (personalizada). Nesta última, temos a possibilidade de formatar o disco, garantindo uma instalação limpa ou clean install. Na sequência, detalharemos as tarefas que devem ser desempenhadas antes e os pormenores de cada modo de instalação, seguidos do passo a passo.

Caso você possua um computador com uma versão anterior do Windows, como a Vista ou a XP, existem formas possíveis de upgrade, porém com limitações. A partir do Vista, é possível fazer um upgrade completo “incluindo seus aplicativos”

Já a partir do Windows XP, não é possível migrar aplicações, apenas seus arquivos pessoais, documentos, fotos, vídeos e outros, através do Assistente para transferência de arquivos e configurações.

Para encontrar esse assistente, clique em Iniciar → Todos os programas → Acessórios → Ferramentas do sistema e, por último, em Assistente para transferência de arquivos e configurações. Caso você inicie a instalação do Windows 7 diretamente a partir do Windows XP, o assistente será aberto automaticamente.

Instalação limpa ou clean install

Neste modo, o seu disco será inicializado não mantendo quaisquer aplicações ou documentos anteriores, é sempre o modo recomendado de instalação.

Caso você precise manter os documentos, há duas opções: se você ainda tiver acesso ao Windows antigo, execute o Assistente para transferência de arquivos e configurações e salve os documentos e configurações; caso não possua mais acesso ao Windows, você deve iniciar o computador com um CD ou disco de recuperação, como o “Hiren’s Boot CD” ou pen-drive com sistema e copiar os arquivos antes da instalação, para somente depois proceder com a instalação limpa.

Passo a passo

Para a instalação, é necessário que o usuário possua uma cópia em DVD do Windows original ou, caso esteja instalando em um netbook ou ultrabook que não possua CD-ROM, uma cópia em pen-drive.

Para montar uma cópia instalável em pen-drive, são necessários a imagem iso do sistema operacional e o uso de um aplicativo, como o WinToFlash ou o UNetbootin, disponível em http://unetbootin.sourceforge.net/. Com eles, você pode produzir um pen-drive inicializável, com o qual pode instalar o Windows.

Após o boot, é apresentada a tela de boas-vindas, com as escolhas de Idioma, Formato de data e hora e de Teclado. É importante, nessa etapa, verificar o modelo de teclado que você está utilizando, para evitar problemas nas teclas de acentuação.

Caso você não possua nenhum sistema operacional, será apresentada a tela a seguir.

É necessário aceitar os termos de licença:

Só então é apresentada a tela de escolha para o tipo de instalação, Atualização ou Personalizada (avançada). Neste caso, usaremos a opção avançada, por tratar-se de uma instalação nova.

Após a escolha do tipo de instalação, é apresentada a escolha do disco onde será instalado o sistema. Selecione o disco de destino e clique em Avançar. Nesta etapa, você pode montar partições separadas para o sistema operacional e para documentos ou deixar o próprio Windows gerenciar o espaço; para computadores pessoais, não é necessário separar em partições diferentes o sistema dos arquivos pessoais, mas pode ser uma boa opção caso você possua muitos arquivos ou seu computador seja formatado frequentemente.

4 Instalação Do Sistema Operacional parte 2

Durante a instalação, seu computador será reiniciado automaticamente uma ou mais vezes, até finalizar a instalação de serviços e drivers de dispositivos.

Após a etapa inicial, entramos na segunda fase do setup, a de personalização. Neste ponto, seu sistema já está instalado, mas ainda falta definir os detalhes que o tornarão único, iniciando pelo nome do usuário e do computador.

Opcionalmente, pode-se, na sequência, definir uma senha para o usuário, que será usada para administrar o sistema.

Digite a chave do produto (esta etapa depende da versão utilizada e pode não aparecer em algumas distribuições corporativas).

Em configurações de atualização, opte sempre por “Usar configurações recomendadas”.

O penúltimo passo será a definição do fuso horário e da data/hora do sistema. Preste especial atenção a esta etapa, pois, se seu sistema estiver com divergência na data ou no horário, o Windows Update e a Ativação do Windows podem não funcionar, assim como sites com SSL podem enviar avisos de inconsistência na chave.

Por último, selecione o tipo de rede no qual seu PC está conectado. No caso de computadores pessoais com redes ADSL, opte sempre por redes públicas, isso tornará seu PC mais seguro.

Deste ponto em diante, o sistema está pronto para ser utilizado, provavelmente ainda fará muitas atualizações, mas a base do sistema já está instalada e operacional. Agora, sua tarefa principal será a de localizar todos os dispositivos que não foram automaticamente reconhecidos pelo sistema e instalar seus programas e drivers personalizados.

Resumo

Nesta aula, você aprendeu sobre os requisitos necessários para a instalação de um sistema operacional e descobriu que o hardware mínimo especificado pelos fabricantes não contempla os programas instalados posteriormente.

Navegou pelo passo a passo da instalação de um sistema operacional do início ao fim, constatando que a instalação simples pode ser algo fácil, embora os conhecimentos necessários para sua eficácia e para que a instalação seja eficiente sejam muitos, exigindo experiência no processo.

5 Interpretadores de comandos

CMD

Hoje existem dois interpretadores de comandos disponíveis no Windows, o CMD, um interpretador compatível com todas as versões anteriores, e um novo interpretador, chamado PowerShell, um shell criado especialmente para desempenhar tarefas de administração do sistema que será visto na sequência.

Durante os procedimentos de instalação, restauração e/ou mesmo manutenção, em uma hora ou outra, você fatalmente será forçado a utilizar comandos de texto. Uma herança dos sistemas operacionais baseados apenas em texto, estes comandos ainda são muito úteis, principalmente em servidores e equipamentos conectados em rede.

O prompt de comando pode ser aberto de várias maneiras, mas a mais simples talvez seja pressionando a tecla Windows, digitando “cmd”. O aplicativo cmd.exe pode ser aberto de duas maneiras, como usuário comum, clicando-se sobre o ícone, ou como administrador, clicando-se com o botão direito sobre o aplicativo e escolhendo “Executar como administrador”.

A opção “Executar como administrador” permite ao profissional realizar tarefas que não são possíveis através da interface gráfica. A edição de estruturas internas do sistema e a deleção de arquivos bloqueados pelo Windows são tarefas comumente desempenhadas através de linhas de comando.

Existem vários comandos disponíveis na interface textual para verificar uma lista, você deve digitar o comando help. Para os demais comandos, você deve usar o comando, seguido da expressão “/?”. Por exemplo, “attrib /?” para saber os detalhes de uso do comando attrib.

Também existem modificadores de comando, que podem ser usados para criar diferentes funcionalidades. Por exemplo, o comando dir, usado para listar os arquivos de uma pasta, pode ser usado para, automaticamente, criar um arquivo com essa lista utilizando o modificador “>”.

Exemplo

O comando dir > lista.txt cria um arquivo chamado lista.txt com todos os nomes de arquivos de uma pasta.

Para sair do prompt de comandos, simplesmente digite “exit” e clique sobre a tecla Enter ou feche a janela.

Comandos de manipulação de arquivos e pastas

São, basicamente, 15 os comandos de manipulação de arquivos e pastas no Windows 7, no Quadro 3.1 listamos estes comandos e algumas de suas variações para que você possa visualizar de maneira rápida. Você pode combinar sua atuação em arquivos de lota para efetuar operações em sequência.

Alguns comandos possuem mais de uma possibilidade como o rd e o rmdir, isto foi mantido por questão de compatibilidade com outros sistemas operacionais adicionalmente aos comandos básicos nas últimas versões do Windows, pois foram adicionados comandos entendidos como o robocopy que originalmente era uma ferramenta desenvolvida por terceiros e que foi incorporada ao sistema por ter uma grande adaptabilidade de funções.

Todos os comandos possuem muitos parâmetros opcionais que podem alterar seu funcionamento para visualizar a tela de auxílio sobre seu modo de utilização digite help seguido do nome do comando. Ex.: help copy.

Alguns comandos podem possuir 5 ou mais páginas de ajuda que podem ser acessadas rolando-se a tela para cima utilizando-se da barra lateral do prompt de comandos ou direcionando a saída para um arquivo temporário teste com o aplicativo robocopy digitando no prompt “help robocopy > ajudarobocopy.txt” será criado na pasta corrente um arquivo texto que poderá ser aberto em qualquer editor com o conteúdo da ajuda. Veja na Figura 3.3 um exemplo de ajuda sobre o comando copy

Comandos de linha em geral

Há uma lista grande de comandos e há vários guias de referência rápida disponíveis para uso na internet. Aqui listaremos alguns comandos que podem ser usados e que você com certeza irá utilizar na sua vida profissional.

Para obter mais informações sobre um comando específico, digite “help”, seguido do nome_do_comando em um prompt de comando do Windows. Para acessar uma lista de comandos, digite apenas “help” e pressione Enter.

Em casos específicos como comandos estendidos a ajuda básica não está disponível então é necessário digitar o comando seguido do parâmetro /? Como no caso do ipconfig /? e em outros casos o comando seguido da palavra help e da subcategoria. Ex.: net help accounts

O comando ipconfig pode ser usado para configurar a rede, seus usos mais correntes são:

• Visualizar a configuração dos diversos dispositivos: C:Ipconfig /all

• Liberar todos os endereços de rede dinâmicos: C:Ipconfig /release

• Renovar os endereços a partir de um servidor DHCP: C:Ipconfig /renew

• Limpar o cache de DNS: C:Ipconfig /flushdns

O comando net pode ser usado para muitas tarefas rotineiras como:

• Alterar uma política de tamanho das senhas: C: et accounts /MinPWLEN:8

• Alterar grupos locais: C: et localgroup “Usuários da área de trabalho remota” /add NomedoUsuario

• Compartilhar ou remover o compartilhamento de pastas: C: et share TempComp=C:Temp /remark “Pasta temporária” C: et share TempComp /delete

• Parar ou iniciar um serviço: C: et stop spooler C: et start spooler

• Sincronizar horários: C: et time

• Utilizar discos de rede: C: net use m: computador ecurso /persistent:yes

6 Interpretadores De Comandos parte 2

• Gerenciar usuários no sistema: Ex.: Adicionar usuário aluno com senha 123456789 C:\ net user /add Aluno 123456789

PowerShell

Baseado na estrutura .Net, a Microsoft criou um shell de linha de comando e uma linguagem de scripts que facilitam a administração de sistemas. Os comandos dessa nova linguagem foram apelidados de cmdlets.

Para iniciar, clique em Iniciar, Todos os programas e Windows PowerShell ou execute um prompt de comando como administrador e digite “powershell”.

Algumas vezes, é necessário identificar a versão interna do interpretador. Para isso, você deve abrir uma janela do PowerShell e verificar a variável interna $PSVersionTable. Digite no shell “$PSVersionTable”, sem as aspas, seguido da tecla Enter.

No Windows 8, a versão de uso do PowerShell é a 4.0. Nela, os arquivos de ajuda não estão disponíveis automaticamente e é necessário executar o comando Update-Help a partir da tela do PowerShell para baixar os arquivos e instalar os recursos de ajuda.

Comandos em lote – scripts

Comandos em lote são sequências de tarefas rotineiras ou comandos repetitivos que agrupamos em um arquivo de comandos, com o objetivo de automatizar uma tarefa de maneira rápida sem a necessidade de compiladores ou linguagens de programação complexas.

Para isso, usamos os comandos do próprio sistema operacional ou aplicativos da interface textual gravados em um arquivo texto, digamos que esse é um dos modos mais básicos de programação.

Há vários recursos de programação disponíveis para os arquivos de script, os comandos for, goto e if, permitem a execução de tarefas avançadas, com repetição, saltos para partes especiais dos arquivos e mesmo processamento condicional, ferramentas típicas de um programador.

Resumo

Nessa aula, você leu sobre os interpretadores de comandos do Windows, observando que várias tarefas podem ser desempenhadas a partir dele. As principais são: alteração de funções do Windows, compartilhamento de pastas e impressoras e alteração de atributos em arquivos tarefas.

Programas também podem ser desenvolvidos na forma de scripts, embora esta não seja uma linguagem muito utilizada comercialmente, tendo em vista suas limitações. Para o técnico e para o administrador de sistemas, é uma ferramenta importante e muito útil, vale a pena aprofundar-se neste tema.

7 Sistemas de arquivos e tarefas de gerenciamento

Sistemas de arquivos

O tratamento dado ao armazenamento da informação é crucial em qualquer sistema operacional, e a estrutura do sistema de arquivos é algo fundamental para garantir a segurança e a disponibilidade das informações.

No sistema operacional Microsoft, são basicamente duas as formas de estruturação do sistema de arquivos, FAT e NTFS, subdivididas em duas versões, 16 e 32 bits. Já no caso do NTFS, este permanece na sua versão 3.1, implementada a partir da versão XP do sistema operacional, provando ser um sistema altamente robusto e confiável.

Armazenamento básico e dinâmico

Ao incluir um novo disco no sistema operacional, o profissional irá se deparar com uma questão, usar discos básicos ou dinâmicos, o que isto quer dizer?

Quando se formata um computador a partir do DVD de instalação o Windows automaticamente seleciona o modo de armazenamento básico, ou seja utiliza tabelas de partição compatíveis com sistemas MS-DOS e versões anteriores do Windows até o 95.

Um disco básico é particionado em formato Master Boot Record ou simplesmente MBR contendo partições primárias e partições estendidas. Neste formato o sistema permite a criação de até quatro partições primárias ou três primárias e uma estendida e é possível subdividir a unidade estendida em até 129 unidades lógicas criando assim espaços isolados fisicamente no disco.

Para os discos básicos, é possível ampliar ou reduzir o tamanho das partições de acordo com o espaço em disco mas não é possível utilizar-se de recursos avançados como a distribuição de uma partição para mais de um disco nem os recursos de segurança como o RAID 5.

Veja na Figura 4.2 como identificar através da ferramenta os discos instalados.

Este tipo de formatação usa codificação de 32 bits para armazenamento das informações lógicas, acesso aos blocos de dados LBA e tendo em vista o crescimento da capacidade dos discos esta limitação está em cheque, o formato MBR suporta entradas de até no máximo 2 TB (232 × 512 bytes) muito próximo dos discos atuais.

O formato dinâmico é GUID Partition Table ou GPT usa identificadores únicos globais para identificação dos espaços em disco, é parte do padrão Unified Extensible Firmware Interface (UEFI) proposto como substituto para as versões de BIOS antigas. Seu desenvolvimento iniciou em 1990 através da empresa Intel e em 2010 a GTP tornou-se parte da especificação do novo padrão UEFI. Utiliza endereçamento de 64 bits para os blocos lógicos e permite um endereçamento de 264 setores ou seja para discos com blocos de 512 k é possível endereçar 9.4 ZB (zettabytes) ou 9,444,732,965,739,290,427,392 bytes.

Neste formato, as partições são camadas de volumes e podem ser combinadas entre diferentes discos físicos retirando se também o limite de quatro partições primárias ou três primárias e uma estendida. Também, são habilitados os recursos avançados de segurança como o RAID 5 que trabalha com 3 ou mais discos criando recursos de recuperação de dados mesmo na falha de um dos discos.

É possível converter discos básicos em dinâmicos através do seguinte caminho:

• Abra o Painel de controle.

• Clique em Sistema e segurança, em Ferramentas administrativas e clique em Criar e formatar partições do disco rígido.

• No painel inferior direito, clique com o botão direito do mouse no disco básico que deseja converter e clique em “Converter em disco dinâmico...”.

• Confirme o disco na tela de confirmação e clique em Ok.

• Se desejar verificar os detalhes das partições convertidas clique em Detalhes na próxima tela e clique em Converter.

• Quando houverem partições inicializáveis no disco será mostrada uma tela de confirmação avisando que sistemas antigos não poderão ser mais inicializados a partir deste disco.

O Windows 7 e anteriores não suportam partições dinâmicas no disco de boot em suas versões de 32 bits no entanto discos adicionais podem ser usados neste formato permitindo um uso mais racional do espaço.

Nas versões 64 bits é possível utilizar discos dinâmicos para boot em conjunto com o modo UEFI a partir das versões do Windows Vista.

Na sequência da criação das partições o técnico deve escolher o modo de formatação, para isto leia na sequencia os formatos suportados e as suas indicações.

FAT 16

O FAT 16 é um resquício dos primórdios da computação. Foi mantido para compatibilidade com periféricos mais antigos e equipamentos mais simples, como tocadores de música e dispositivos de memória fixa, porém, nos últimos dias, seu uso tem ficado bem restrito, em função das suas limitações no tamanho e número dos arquivos suportados.

Hoje, esse sistema somente é usado em disquetes antigos e cartões SD ou pen-drives de até 2 GB.

FAT 32

O FAT 32 foi uma evolução natural do FAT 16, trazendo melhorias na estabilidade, mas sua principal vantagem foi a de suportar discos maiores, indo até volumes de 2 terabytes de dados. Infelizmente, tendo em vista sua construção e a compatibilidade com o FAT 16, mesmo em discos tão grandes, o tamanho máximo de cada arquivo não pode ultrapassar os 4 GB.

O FAT 32 é hoje o sistema padrão usado nos pen-drives e cartões SD, porém, sempre que possível, faça a conversão para NTFS, não se esquecendo de verificar a compatibilidade com o NTFS nos dispositivos onde o cartão ou pen-drive será utilizado. Alguns suportam apenas o FAT 32, e os mais antigos, apenas o FAT 16.

NTFS

O NTFS ou New Technology File System possui características que o tornaram um sistema operacional robusto e confiável para todos os tipos de aplicações, desde o desktop, passando pelo pequeno e médio servidor de rede e atingindo os grandes datacenters e storages de dados.

Entre suas características, podemos citar a tolerância a falhas, permitindo que o sistema se autorrecupere de uma falha de energia, por exemplo, com um mínimo de tempo e perda de informações. Destacam-se, também, o controle de acesso baseado em ACLs totalmente integrado ao sistema operacional, que permite ao usuário definir permissões detalhadas nos arquivos e pastas, tanto para usuários locais como para usuários de rede; e, principalmente, o suporte a grandes volumes de dados, chegando hoje aos 256 terabytes por volume e arquivos de, no máximo, 16 terabytes.

Desfragmentação

A desfragmentação é um procedimento que reorganiza os dados de maneira ordenada no disco rígido. Embora possa parecer um procedimento útil nos sistemas atuais, essa tarefa é agendada automaticamente pelo sistema, não requerendo interação do usuário.

Você pode forçar uma desfragmentação quando fizer grandes cópias de dados ou muitas alterações no disco em um curto período de tempo, como uma deleção de dados, seguida de uma restauração de backup, por exemplo.

O desfragmentador pode ser acessado abrindo o Windows Explorer, clicando-se com o botão direito do mouse sobre o disco rígido e escolhendo Propriedades, depois a aba Ferramentas e, em seguida, o botão Desfragmentador. Veja na Figura 4.3 um exemplo.

8 Sistemas De Arquivos E Tarefas De Gerenciamento Parte 2

Ao ativar o desfragmentador, será mostrada uma janela com os discos e, a partir dela, podemos iniciar a desfragmentação. Lembre-se de que este é um processo demorado e pode deixar seu computador lento por várias horas, dependendo do tempo de execução e da quantidade de dados reorganizados.

Verificação de erros

A verificação de erros é uma tarefa comum para dispositivos móveis, principalmente os formatados com sistemas de arquivos FAT 16 ou 32, tendo em vista sua fragilidade. Pode ser acessado a partir da aba de propriedades do disco, no mesmo local que o desfragmentador.
Quando um sistema reconhece um disco com erros, ao colocar um disco USB, por exemplo, o aplicativo de verificação de erros é aberto automaticamente. Nunca pule esta etapa! Você corre o risco de danificar uma parte importante do sistema de arquivos e perder informações.
Na tela do aplicativo, há a opção de verificar setores defeituosos e tentar recuperá-los. Esta é uma tarefa que deve ser usada em último caso. Sempre que você identificar um disco com setores defeituosos, a unidade deve ser condenada e seu uso, descontinuado. Caso seja um disco interno, ele deve ser substituído por um novo no menor tempo possível e cópias de backup devem ser feitas imediatamente após a identificação.

Gerenciamento de usuários e grupos

Chamamos de usuário qualquer pessoa que utilize um computador. Nos sistemas operacionais modernos, podemos criar contas de usuário individuais, que seria o equivalente a fornecer um espaço de trabalho individual para cada pessoa. Ficam nesse espaço pessoal documentos, fotos, vídeos e todas as demais personalizações de área de trabalho e aplicativos.
Quando usamos um computador compartilhado, a criação de contas para cada usuário é praticamente um requisito para que as coisas andem bem no decorrer do tempo. Adicionalmente ao isolamento dos arquivos pessoais, podemos restringir ou liberar direitos no computador para cada conta individualmente.
É importante ressaltar que, quanto mais restrita a conta, mais seguro é o computador e mais difícil será a proliferação de vírus e outros tipos de programas, como trojans e cavalos de troia.
Então, reforce sempre aos seus usuários que, usando uma conta sem direitos de administração, adicionar uma camada a mais de segurança ao seu sistema é fundamental no cenário atual.

Logon e logoff

Nos computadores pessoais, quando você possuir mais de uma conta de usuário cadastrada, automaticamente será mostrada uma lista para que você selecione o seu usuário. Veja na Figura 4.6.
Caso você encontre um computador já em uso, você pode facilmente identificar o usuário atual, clicando no menu iniciar. No alto do menu, irá aparecer em destaque o usuário atual. O logoff pode ser efetuado através do menu iniciar, clicando na seta ao lado da opção Desligar e escolhendo logoff.
Nesse mesmo local, ainda estão disponíveis mais opções, entre elas:
• Trocar usuário − mantém todos os programas e arquivos abertos e inicia uma nova sessão simultânea no mesmo computador.
• Hibernar − coloca o computador em modo de baixo consumo de energia.
• Bloquear − impede que outros usuários acessem sua área de trabalho, devendo ser usado apenas para pequenas ausências.

Os tipos de contas de usuário

O Windows 7 possui três tipos básicos de conta, mais um usuário chamado Administrador ou Administrator nas instalações em inglês. Este usuário padrão é usado para administração do sistema apenas pelo técnico ou pessoas habilitadas e não deve ser manipulado por usuários comuns, dado o seu elevado grau de acesso aos recursos básicos do sistema.
A partir do Windows 8, foi criado um grupo chamado “filho”, que permite o controle de acesso a recursos e a conteúdo classificado e o uso de relatórios de utilização do sistema. Os quatro tipos disponíveis são:

Administração de contas de usuário

Há duas maneiras de se chegar ao aplicativo que gerencia usuários. A partir do menu iniciar, clique em Painel de Controle, Contas de Usuário, novamente em Contas de Usuário e, finalmente, em Gerenciar Contas de Usuário; ou, na caixa de pesquisa do menu Iniciar, digite “usuário” e clique em Contas de Usuário na lista suspensa.
A partir da tela de gerenciamento, você pode criar usuários para o seu sistema, lembrando que todos os usuários que não o Administrador do computador devem possuir contas restritas, preferencialmente com o uso de senhas.
É possível criar novas contas ou alterar o tipo de uma conta, de Administrador para usuário padrão e vice-versa, sem perda de dados e a qualquer momento, mas cuidado! Tenha certeza de possuir no mínimo uma conta sempre habilitada com privilégios de Administrador do sistema.
Para localizar o aplicativo, digite “disco” na caixa de pesquisas do menu iniciar e selecione o aplicativo “Criar um disco de redefinição de senha”. No momento da abertura do aplicativo, é necessário que você tenha em mãos um disco USB que será usado para a geração. Uma vez criado o disco, deve ser guardado a salvo e em local seguro, preferencialmente distante de onde está fisicamente o computador.

Microsoft Management Console (MMC)

O MMC.EXE é uma espécie de contêiner de aplicações de gerenciamento, a Microsoft criou esta ferramenta com o intuito de centralizar todas as interfaces em um único modelo e nomeou este de snap-in, hoje o MMC é a principal ferramenta usada para administrar e configurar sistemas Windows.
A partir do MMC você pode criar ferramentas de gerenciamento personalizado experimente digitar mmc.exe na caixa de pesquisas do Windows 7. Você deverá encontrar o programa a seguir:
Clicando-se em Arquivo e em seguida em Adicionar e remover snap-in você poderá personalizar o aplicativo adicionando suas ferramentas de gerenciamento preferidas.
Após adicionar clique novamente em Arquivo e na sequência em Salvar como, digite um nome para sua interface personalizada, selecione a pasta e pronto, você terá sua ferramenta de gerenciamento personalizada.
É possível desenvolver novos snap-ins para esta ferramenta, mas isto é conteúdo para outra disciplina!

Administração de grupos de usuários

A administração dos grupos de usuários deve ser feita por motivos de segurança, para melhor gerenciar seu computador e permitir o isolamento dos arquivos pessoais.
Clicando-se com o botão direito sobre o ícone meu computador presente na área de trabalho ou no mesmo item na ferramenta Windows Explorer encontramos o menu gerenciamento que nos permite através da ferramenta Microsoft Management Console configurar vários itens do nosso computador inclusive os usuários e grupos locais. Podemos visualizar na Figura 4.13 a ferramenta já aberta.
Dois grupos merecem destaque o grupo usuários do qual deve fazer parte todas as contas que possuem login habilitado e o grupo Administradores da qual apenas a conta de gerenciamento deve fazer parte. Se possível crie sempre contas restritas e mantenha a conta de Administrador apenas para uso no gerenciamento de aplicações e manutenção da máquina.

9 Sistemas De Arquivos E Tarefas De Gerenciamento Parte 3

O grupo Usuários possui apenas os direitos necessários as tarefas rotineiras e típicas de um usuário comum, com restrições a adição de hardware e a instalação e remoção de programas, deveria ser a conta padrão usada por todos os usuários.
A conta de Administrador possui amplos direitos, como adicionar e remover drivers e programas, criar outros usuários alterar permissões em arquivos e pastas e muito mais, por isto deve ser usada com muita cautela.

Instalação de programas

Embora você consiga transferir os arquivos pessoais com uma certa facilidade entre computadores ou sistemas operacionais diferentes, o mesmo já não acontece com os programas, principalmente nas plataformas Windows. Nessa plataforma, todos os programas externos precisam, de algum modo, ser instalados, para somente depois ficarem disponíveis para uso.
Os programas mais comuns são os aplicativos de escritório, como o LibreOffice e o Microsoft Office, os aplicativos para ler e gerar arquivos do tipo pdf, como o Acrobat Reader e o PDF24, os navegadores de internet Firefox e Google Chrome e, como não poderia faltar em hipótese alguma, necessariamente deve ser instalado um software de antivírus. A Microsoft fornece gratuitamente o Windows Defender, mas existem muitos outros no mercado, com mais funções integradas.
O Windows não possui uma ferramenta de instalação de programas esta tarefa é executada e desenvolvida por cada fabricante de software por isto é sempre necessário ler o manual do fabricante e as instruções de instalação de cada programa adicional. São muitas as variações, indo da linha de comando e da cópia de pastas ao simples clique de um ícone para instalação.
O padrão é que exista um arquivo chamado setup.exe ou install.exe na pasta raiz do disco de instalação, mas isto não é uma regra e os programadores podem alterar a qualquer momento a forma de instalação dos seus softwares.
Há uma tendência mundial de adesão ao formato de loja on-line onde os aplicativos são simplesmente selecionados e a instalação é completamente silenciosa. Na Windows Store disponível apenas para Windows 8 e superiores existem milhares de aplicativos disponíveis nesta modalidade.

Desinstalação de programas e recursos

A partir do Painel de Controle, é possível acessar a lista de programas instalados no seu computador, que, no caso de equipamentos de desenvolvimento, como o da Figura 4.14, podem chegar às centenas.
Nem todos os programas oferecem as opções de Alterar ou Reparar, pois dependem de o desenvolvedor habilitar ou não a funcionalidade. Na maior parte das vezes, será necessário possuir os arquivos originais, para proceder com a reparação ou alteração de um software instalado, mas alguns programas permitem o uso dessas opções sem a necessidade dos CDs ou DVDs originais, mantendo uma cópia dos arquivos no disco, como no caso do MS Office 2010, que permite essa opção.
Outro item importante nessa ferramenta é a possibilidade de ativar ou desativar recursos do Windows, entre eles um recurso sempre solicitado pelos usuários, os jogos!
Ela pode ser acessada a partir do Painel de Controle, clicando em Programas e Recursos e posteriormente em ativar recursos do Windows.

Restaurando versões anteriores de programas

Algumas atualizações de programas ocasionalmente podem trazer problemas que antes não aconteciam ou até mesmo remover uma função que você utilizava. Para esses casos, a Microsoft criou um sistema que armazena as versões anteriores dos programas instalados em um local alternativo, isolado do ambiente operacional.
Essas versões anteriores podem ser restauradas caso haja algum problema. Você pode facilmente verificar se há versão anterior do aplicativo disponível clicando no menu Iniciar, selecionando Todos os Programas e, em seguida, com o botão direito, clicando sobre o atalho do seu aplicativo. No menu, caso haja, irá aparecer habilitado o item “Restaurar versões anteriores”.

Resumo

Nessa aula, foram vários os tópicos, mas todos importantes. Você aprendeu a identificar e diferenciar os sistemas de arquivos e descobriu que pode, através do gerenciador de programas, desempenhar várias tarefas, inclusive adicionar recursos de sistema disponíveis já no processo de instalação, mas que não são ativados por padrão. Também, conheceu formas de remoção segura de aplicativos e, em caso de problemas com atualizações, como retroceder para uma versão mais antiga de um aplicativo, tarefa importante na resolução de problemas técnicos.

10 Gerenciamento de Hardware

Conhecendo o gerenciador de dispositivos

O Windows, desde suas primeiras versões, mantém um gerenciador de dispositivos, um aplicativo que reúne, em uma única interface, praticamente todos os dispositivos reconhecidos pelo sistema.

Este aplicativo pode ser acessado clicando-se no menu Iniciar e, em seguida, clicando-se com o botão direito sobre Computador e escolhendo Gerenciar.

Ao abrir o aplicativo de Gerenciamento do computador, várias opções estão disponíveis, entre elas o Gerenciador de dispositivos. É através dessa ferramenta que verificamos se todos os equipamentos que estão conectados ao computador foram reconhecidos e possuem os devidos drivers instalados.

No gerenciador, é possível atualizar drivers de dispositivos, ativar ou desativar, tarefa bastante comum para adaptadores de rede Wi-Fi, desinstalar os drivers de um dispositivo ou, para cada dispositivo individualmente, explorar detalhes de configuração e versões dos drivers e dos IDs de hardware.

Os dispositivos desativados pelo administrador aparecem com uma seta com sentido para baixo, sobre o ícone do mesmo, e os dispositivos que foram reconhecidos, mas que não possuem drivers no sistema ou que não estão funcionando corretamente, aparecem com um ponto de exclamação. Fique atento a estes! Não deve haver nenhum dispositivo neste estado, pois indica que algo não está funcionando no seu sistema.

Quando um dispositivo não está funcionando e não conhecemos seu fabricante, podemos usar sua ID de hardware para realizar uma pesquisa. Os IDs de hardware identificam um dispositivo e seu fabricante individualmente; é esta string que utilizamos para procurar por drivers. Na Figura 5.3 podemos observar uma TAG para um dispositivo reconhecido.

Gerenciamento de impressoras

Impressoras normalmente não são dispositivos de instalação complexa. Ultimamente, grande parte dos fabricantes tem disponibilizado programas e drivers pela internet, o que facilita em muito o trabalho do técnico.

As impressoras antigamente utilizavam-se de portas próprias, mas hoje em dia as conexões USB e a rede Wi-Fi facilitaram em muito a conectividade e instalação e é muito comum encontrar impressoras utilizando essas tecnologias.

Os dispositivos atualmente instalados podem ser acessados através do atalho Dispositivos e Impressoras no menu Iniciar ou através do Gerenciador de impressão (acessível digitando-se “imp” na caixa de pesquisas do menu Iniciar). São ferramentas com interfaces diferentes, porém com funções semelhantes.

Para instalar uma nova impressora, é fundamental que você leia as instruções de instalação de cada modelo. Algumas impressoras só habilitam recursos de rede sem fio depois de instaladas localmente e outras você deve conectar ao computador somente depois de iniciar a instalação dos seus programas de gerenciamento.

• O passo inicial para a instalação de qualquer dispositivo é identificar seu modelo e número de série, obtido a partir do site do fabricante, e copiar para uma pasta temporária em um disco externo seus programas e drivers atualizados.

• A partir deste ponto, fechar todos os outros programas abertos e verificar, na documentação da impressora, o momento de conectá-la ao computador, se antes, durante ou depois de instalados os seus drivers e programas.

• Conectar a impressora à energia, ligá-la, aguardar o auto teste e só então conectá-la ao computador.

• Se tudo correr bem, você deve receber uma mensagem informando que o dispositivo foi instalado corretamente.

A partir desta fase, você já possui impressora instalada no sistema e já pode definir suas preferências de impressão, como tipo de papel, qualidade e, em algumas, inclusive tarefas avançadas, como o gerenciamento de energia.

A impressora, uma vez configurada no sistema operacional, deve estar disponível a partir da caixa de impressão de todos os programas ou através da ferramenta de gerenciamento que veremos a seguir.

Filas de impressão

As filas de impressão foram criadas para evitar que dois documentos fossem impressos simultaneamente, resultando na impressão de páginas ou trechos mesclados, o que seria um erro.

Através da fila de impressão, é possível gerenciar tarefas como pausar uma impressora, pausar ou cancelar a impressão de um documento ou mesmo configurar o Windows para que guarde cópias de todos os documentos impressos. O Windows gerencia a fila de cada impressora, liberando apenas um documento de cada vez para impressão.

Quando acessamos o gerenciador disponível em menu Iniciar → Dispositivos e Impressoras, podemos visualizar todas as impressoras instaladas. Veja na Figura 5.4 um exemplo de computador com vários itens disponíveis.

Veja que esse sistema de imagem possui dispositivos físicos, como a impressora HP Laserjet e a Xerox, e dispositivos virtuais, como o “Enviar para o OneNote 2013” e o “PDF24”, assim como outros dispositivos acoplados à própria impressora xerox, no caso do Xerox PC Fax, todos gerenciados pela mesma ferramenta.

A partir dessa tela, também, é possível gerenciar as filas de impressão e definir qual a impressora padrão para o sistema.

Propriedades e preferências

Quando clicamos sobre uma impressora na interface de gerenciamento (Dispositivos e Impressoras), a ferramenta nos mostra diversas informações sobre o dispositivo:

A partir do menu Impressora, clicando em Propriedades, obtemos acesso aos menus Geral, Compartilhamento, Portas, Avançado, Gerenciamento de Cores Segurança e Configurações do Dispositivo, como pode ser visto na Figura 5.6. É a partir dos menus de compartilhamento e segurança que permitimos que outros computadores acessem esses dispositivos, liberando ou não para outros usuários os direitos de apenas imprimir ou até de configurar o dispositivo.

Nesta tela, também, é possível imprimir uma página de teste, procedimento muito útil quando estamos instalando um novo dispositivo ou testando o funcionamento de um já configurado.

Compartilhamento e segurança

As impressoras no Windows são vistas como objetos de sistema e assim como pastas e outros recursos podem ser compartilhadas na rede a partir do seu computador ou em muitos casos podem ser compartilhadas a partir de um servidor de redes.

Ao clicar com o botão direito sobre um dispositivo de impressora selecionando a opção Propriedades chegamos à guia Compartilhamento como pode ser visualizado na Figura 5.7, a partir desta guia podemos definir como esta impressora será compartilhada na rede, definindo seu nome visível, se a fila será processada no computador cliente ou no computador em que ela está sendo compartilhada e se será ou não listada em um diretório quando disponível.

Outro item importante refere-se aos drivers adicionais, este é um requisito para instalação automática nos clientes quando estes possuem sistemas operacionais diferentes do computador que está compartilhado a impressora. Ex.: computador compartilhado (Windows 7 64 bits) Cliente (Windows 7 32 bits) neste caso é necessário adicionar os drivers 32 bits ao compartilhamento.

Na guia de segurança, definimos quais usuários podem gerenciar ou imprimir a partir deste compartilhamento, no caso de estações domésticas ou rede sem controle centralizado é necessário criar um usuário em cada máquina com a mesma senha para que a impressão funcione a partir do compartilhamento.

O padrão é que todos possam imprimir a partir de um compartilhamento recomenda-se retirar o grupo todos e permitir a impressão apenas para os usuários selecionados. Como na Figura 5.8.

11 Gerenciamento De Hardware Parte 2

Resumo

Nessa aula, você conheceu o gerenciador de dispositivos, ferramenta utilizada para gerenciar todos os equipamentos conectados ao seu computador, assim como os chipsets e as placas internas.

Através dessa ferramenta, é possível visualizar o funcionamento ou não de um determinado dispositivo e tomar ações de recuperação para que ele seja habilitado corretamente no sistema.
Aprendeu, também, que, através das propriedades de cada dispositivo, é possível configurar opções avançadas de compartilhamento e segurança, que serão muito úteis em instalações com mais de um computador conectado em rede.

12 Desempenho e segurança

Diretivas de segurança

A Microsoft criou uma ferramenta que integra ou reúne as diretivas de segurança em seus sistemas em uma única tela, pode ser acessada através do Painel de Controle → Sistema e Segurança → Ferramentas Administrativas e em seguida Diretiva de Segurança Local.
O gerenciador permite alterar opções administrativas de segurança e funcionamento do Windows como requisitos de tamanho de senha, Firewall e regras, atribuições e direitos de usuários e de auditoria. É a partir desta ferramenta que podemos ativar recursos de monitoramento de acesso a pastas e arquivos ou o rastreamento de deleções em sistemas.
São centenas de opções de configuração, no link a seguir você pode obter maiores informações sobre o Uso das Políticas no Windows: https://technet.microsoft.com/pt-br/library/cc753298.aspx

Auditoria de logs do sistema

Os logs de sistema são um dos pontos mais importantes para a solução de problemas em computadores. Praticamente todos os sistemas operacionais possuem funções embutidas que permitem aos programadores a criação de eventos de sistema que permanecem gravados de maneira organizada por tempo e por ferramenta.
No Windows não é diferente: o visualizador de eventos, acessível digitando-se “eventos” na caixa de pesquisas do menu Iniciar, centraliza todos os eventos gravados no seu computador a partir das funções básicas do sistema. Como você pode visualizar na Figura 6.2, os eventos são divididos por categorias ou, em alguns casos, separados por aplicações ou serviços.
Cada evento possui características únicas que o diferenciam e que nos trazem informações importantes. Os eventos são classificados basicamente em:
• Informações − quando o evento é meramente um sinal informativo, como o início ou a conclusão de uma tarefa agendada no sistema.
• Avisos − como uma tarefa que foi prorrogada para o próximo reinício do sistema.
• Erro − significa que algo não foi iniciado ou concluído com sucesso no sistema. Eventos de erro devem ser investigados sempre, pois indicam uma condição que pode levar à perda de dados ou a um mau funcionamento do sistema.
Cada evento, também, possui características únicas que nos auxiliam na solução dos problemas. Caso o texto não deixe claro o problema, muitas vezes recorremos ao número de ID para identificar possíveis soluções. Os IDs de eventos são amplamente discutidos na internet, e os fabricantes de sistemas possuem grandes bases de dados com soluções possíveis que podem ser pesquisadas.
Mais duas ferramentas são importantes na solução de problemas, o Gerenciador de Tarefas e o Monitor de Recursos. Na sequência, falaremos um pouco mais sobre cada um deles.

Gerenciador de Tarefas

O Gerenciador de Tarefas é sempre a primeira ferramenta que abrimos quando recebemos um computador para trabalho na bancada. Com o tempo e muita experiência de trabalho, identificamos facilmente processos que podem estar consumindo muitos recursos da máquina.
Mas não é só isso. Alto consumo de memória e processador também podem indicar a presença de programas indesejados no seu computador, como vírus e trojans, uma brecha na sua segurança e uma ameaça para suas informações pessoais.
O atalho mais rápido para o Gerenciador de Tarefas é acionado a partir do mouse: clique com o botão direito sobre a barra de atalhos do menu Iniciar e escolha Gerenciador de Tarefas. A tela do gerenciador será mostrada e, na aba Aplicativos, você poderá visualizar todos os programas abertos. Existem ainda as abas de processos, que permitem ao técnico visualizar, além dos programas abertos, seus processos filhos, a guia de Serviços, a de Desempenho, a de Rede e a de Usuários, como você pode observar na Figura 6.4.
A guia de desempenho é a mais usada para o monitoramento geral do sistema. Nela, monitoramos rapidamente o consumo de memória e de processador do nosso sistema e é a partir dela que podemos acessar outra ferramenta muito importante, o Monitor de Recursos.
A partir do Monitor de Recursos, podemos visualizar itens de desempenho detalhadamente, por processo ou por recurso. Dois grandes vilões do desempenho no caso de computadores pessoais são o consumo de memória e o uso do disco. É comum que fabricantes escolham o mínimo de memória suportado pelo sistema operacional e discos mais lentos como forma de baratear o custo de equipamentos.

Resumo

Você aprendeu nessa aula sobre ferramentas que permitem a visualização e o gerenciamento dos logs do sistema e também sobre os programas que nos permitem o monitoramento on-line do Windows.
Por meio das três ferramentas visualizadas aqui, podemos identificar problemas em programas e no próprio sistema operacional, rastrear seus códigos de erro e de eventos e monitorar sua atividade no sistema, como consumo de memória, acessos a disco e a rede, garantindo ao técnico um maior controle sobre as atividades dos seus programas.
Você aprendeu, também, que as ferramentas de monitoramento nos fornecem muitas informações úteis para análises de desempenho, que são a base para a avaliação de upgrades e recomendações de troca de equipamentos e componentes.

13 Referências bibliográficas

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