Estudo para Piano e Sua Origem

Piano básico

1 Primeiros Passos

Você já deve ter visto que no conjunto de teclas de um piano ou teclado, há teclas pretas e teclas brancas. Nas teclas pretas, há um padrão que se repete sempre entre 2 teclas pretas e 3 teclas pretas:

Daqui a pouco você vai descobrir porque existe esse padrão. Agora, vamos descobrir onde estão as notas musicais nas teclas. Para isso, vamos descobrir primeiro onde fica o Dó.

O Dó será sempre a tecla branca que antecede as 2 pretas. Veja abaixo:

Se mais à frente temos mais 2 teclas pretas, significa que antes dessas 2 pretas, também temos um outro Dó.

E assim se segue em todo o teclado. Teremos então, vários “Dós”.

Agora que sabemos onde fica o Dó, vamos ao restante das notas. Existem 7 notas musicais: Dó, Ré, Mi, Fá, Sol, Lá e Si. Já sabemos onde fica o Dó, agora é só ir avançando nas teclas brancas que encontraremos as demais notas:

Começamos do Dó e avançamos até o Si. Depois do Si, o ciclo de notas recomeça. Por isso, falamos no começo que as notas pretas se repetiam, porque em todo o teclado, há apenas um ciclo de 7 notas que se repete.

Posição dos 5 Dedos

Na posição dos cinco dedos, você irá colocar o Polegar da mão direita no Dó, o Indicador no Ré, o Médio no Mi, o Anelar no Fá e o Mindinho no Sol.

Nessa posição clássica, é possível tocar várias canções conhecidas mundialmente. E é isso que vamos fazer na próxima aula!

2 Tocando Beethoven / Tocando com a Mão Esquerda

Tocando Beethoven

Se você está um pouco confuso com tantas teclas brancas e pretas, não se preocupe, isso mostra que você está no caminho certo e entre dezenas de outras pessoas que estão sentindo exatamente a mesma coisa!

Demora alguns dias para criar uma "memória fotográfica" do grupo de teclas, por isso, não se preocupe que aos poucos vai ficando cada vez mais fácil, pode acreditar!

E na aula de hoje, vamos usar as notinhas que aprendemos ontem para tocar nossa primeira música. E para quebrar qualquer tabu, vamos começar tocando Beethoven logo de cara!

Lembra da Posição dos 5 dedos? Então, através dessa posição vamos tocar um trecho da música “Ode à Alegria” de Beethoven. Vamos lá?

Essa aula é bem prática. É só ir tocando as notas nas sequências demonstradas nas imagens abaixo. Primeiro toca a notinha Mi, depois o Mi de novo, depois o Fá, depois o Sol, depois o Sol de novo, depois o Fá, depois o Mi e assim vai seguindo...

A sequência das notas tocadas é:

Tocando com a Mão Esquerda

Para continuar nesse caminho, que estamos indo muito bem, hoje vamos treinar um pouco a mão esquerda. Ela é tão importante quanto a direita, sabia?

Com o tempo, você vai ver que a mão direita vai tocar de uma forma e a esquerda de outra. Isso vai desenvolver uma parte do cérebro que só nós músicos temos além das outras pessoas. Isso não é legal?

Tanto no piano quanto no teclado, é de extrema importância que se tenha habilidade em ambas as mãos. E nessa aula, vamos primeiro fazer um exercício para soltar os dedos da mão esquerda.

Faremos o seguinte: lembra da posição dos 5 dedos que fizemos com a mão direita? Vamos fazer ela agora com a mão esquerda.

Posicione o Mindinho da mão esquerda no Dó, o Anelar no Ré, o Médio no Mi, o Indicador no Fá e o Polegar no Sol. Depois toque as notas na sequência: Dó – Ré – Mi – Fá – Sol e volte até o Dó: Sol – Fá – Mi – Ré – Dó.

Esse é um exercício que você pode fazer um pouquinho todos os dias para começar a soltar os dedos. Feito isso, vamos aprender a fazer três acordes com a mão esquerda. Mas antes, vamos aprender o que é um Acorde.

Você percebeu que para tocar a música do Beethoven, na aula anterior, você tocava uma nota (uma tecla) de cada vez?

No Acorde, você tocará várias notas (teclas) de uma vez. O Acorde é uma sequência de notas tocadas ao mesmo tempo.

Essa sequência nós vamos aprender mais detalhadamente em uma outra aula, por enquanto, vamos ficar apenas com esse conceito.

Vamos fazer os acordes de Dó Maior, Fá Maior e Sol Maior. Em uma outra aula, aprenderemos também porque os acordes tem esses nomes.

O primeiro acorde será o Dó Maior. Para fazer esse acorde, posicione os dedos nas notas Dó – Mi – Sol, e toque todas as notas juntas.

Depois vamos fazer o acorde de Fá Maior. Para fazer esse acorde, posicione os dedos nas notas Fá – Lá – Dó, e toque todas as notas juntas.

E para terminar, vamos fazer o acorde de Sol Maior. Para fazer esse acorde, posicione os dedos nas notas Sol – Si – Ré, e toque todas as notas juntas.

Agora, toque a sequência dos 3 acordes: Dó Maior, Fá Maior e Sol Maior.

Como você pode perceber, um acorde traz uma sensação de preenchimento e de base. E é exatamente essa a função dos acordes, de criar uma base para que a melodia possa ser tocada com a mão direita.

3 Introdução à Partitura / Tocando com as Duas Mãos

Se você achou legal tocar com uma mão de cada vez, o que acharia se tocasse com as duas juntas?

É exatamente isso que vamos aprender agora!

Eu quero que você tenha a sensação de tocar com a mão direita e a esquerda de uma vez, pois assim, sentirá a música por completo, e perceberá como a união das duas mãos é importante!

Além disso, vou mostrar como a leitura de partitura pode ser simples se aprendida de modo didático, como demonstrado nessa aula.

Treine essa aula, porque na próxima aula você vai precisar dela para tocar de verdade, como um profissional!

Você já viu que você pode escrever tudo que você fala, correto? Usamos certos símbolos, que chamamos de letras, para representar o que falamos.

Na música é exatamente a mesma coisa, vamos usar símbolos (as figuras musicais) para representar o que tocamos.

A escrita de uma música é feita em cima da Pauta, que é formada por 5 linhas e 4 espaços.

Pauta

Cada uma dessas linhas e desses espaços vai representar uma nota musical. Veja:

Assim, se você ver uma figura musical em cima da linha 1 (primeira de baixo) você deve saber que deverá tocar a nota Mi no teclado. Se encontrar uma figura musical em cima do 2º espaço, deverá tocar a nota Lá. E assim por diante.

Para entender um pouco melhor, veja a figura abaixo:

Conforme a partitura, você deverá tocar as notas: Dó – Ré – Mi – Fá – Sol – Fá – Mi – Ré – Dó

É bem simples, mas como na escrita e na leitura convencional, precisa de um pouquinho de prática. Mas acredite, você acostumará muito rápido.

Você lembra dos acordes tocados com a mão esquerda que aprendemos na aula passada? Então, eles também serão representados na Pauta. Eles aparecem como Cifras.

Cifras :são símbolos usados para a leitura dos acordes de uma música. Esses símbolos na verdade são letras do alfabeto. Vamos substituir as notas musicais por letras do alfabeto: Dó = C Ré = D Mi = E Fá = F Sol = G Lá = A Si = B

Dessa forma, ao invés de escrevermos o acorde de Dó Maior como: “Dó Maior”, vamos escrever como: “C”.

As Cifras ficarão acima da pauta.

Com isso, na Pauta encontraremos:

Figuras Musicais: representam as notas musicais tocadas com a mão direita.

Cifras: representa os acordes tocados com a mão esquerda.

Assim, completamos a escritas das duas mãos: As figuras musicais escritas na Pauta vão representar as notas que tocaremos com a mão direita, e as Cifras escritas acima da Pauta, serão os acordes que tocaremos com a mão esquerda.

Quando você tocar a primeira Dó com a mão direita, você tocará o acorde de C (Dó Maior) com a mão esquerda:

Depois disso, você seguirá tocando as notas da pauta com a mão direita, e quando você chegar na nota Sol, você tocará o acorde G (Sol Maior) com a mão esquerda:

E seguirá tocando as notas até chegar à última nota Dó, tocando também o acorde C (Dó Maior) com a mão esquerda para finalizar:

Tocando com as Duas Mãos

Hoje é grande dia para provar a si mesmo e aos outros que você pode sim tocar Teclado e Piano, e ainda deixar todos de boca aberta ao ver que em apenas uma semana você já está tocando dessa forma! 

Agora você já aprendeu a tocar o música do Beethoven com a mão direita, já aprendeu a fazer os acordes com a mão esquerda e já aprendeu o princípio da leitura na partitura, vamos unir todos esses conhecimentos de uma só vez.

Com a mão direita, você tocará a melodia da música Ode à Alegria escrita na pauta através das figuras musicais. Com a mão esquerda, tocará os acordes descritos acima da pauta, e tudo será mostrada através da leitura na partitura.

4 Técnica para as Duas Mãos / Inversão de Acordes

Nessa aula, vamos usar a posição dos 5 dedos nas duas mãos.

Na mão direita, a posição será:

Polegar na nota Dó

Indicador na nota Ré

Médio na nota Mi

Anelar na nota Fá

Mindinho na nota Sol

 

Na mão esquerda, a posição será:

Mindinho na nota Dó

Anelar na nota Ré

Médio na nota Mi

Indicador na nota Fá

Polegar na nota Sol

Com os dedos das duas mãos sobre as respectivas notas, você tocará as notas na sequência:

Dó – Ré – Mi – Fá – Sol – Fá – Mi – Ré – Dó

Lembrando que a sequência deve ser tocada com as duas mãos ao mesmo tempo. Isso aumentará a independência entre ambas.

Depois que você praticar essa sequência, vamos a um outra um pouco mais avançada. Agora, você tocará as notas na sequência:

Dó – Mi – Ré – Fá – Mi – Sol – Mi – Fá – Ré – Mi – Dó

Lembre-se que os resultados só aparecem com a prática!

 

Inversão de Acordes

Tocando "Imagine, dos Beatles"
Como você já sabe, o acorde é uma sequência de notas tocadas ao mesmo tempo. E muitas pessoas acham que a ordem dessa sequência tem que ser sempre a mesma. Porém, veja o seguinte, se: 2 + 4 + 6 = 12, se mudarmos as ordem dos números da soma, teremos o mesmo resultado: 4 + 6 + 2 = 12 ou 6 + 2 + 4 = 12. Isso pode ser aplicado exatamente da mesma forma sobre os acordes. Se o acorde de C (Dó Maior) é formado pelas notas: Dó + Mi + Sol = Acorde C, significa que se mudarmos a ordem das notas, também teremos um C:

Dó + Mi + Sol = Acorde C (Dó Maior)

Mi + Sol + Dó = Acorde C (Dó Maior)

Sol + Dó + Mi = Acorde C (Dó Maior)

E cada uma dessas formações tem um nome específico:

Dó + Mi + Sol = Acorde na Posição Fundamental

Mi + Sol + Dó = Acorde na Primeira Inversão

Sol + Dó + Mi = Acorde na Segunda Inversão

Essas inversões acontecem para que possamos tocar uma harmonia (sequência de acordes) tudo na mesma área do teclado, sem precisar ficar dando muitos saltos.

E para entendermos isso melhor, vamos praticar as inversões em cima de alguns acordes. Os acordes serão feitos na seguinte sequência com as seguintes formações:

C = Mi Sol Dó

G = Ré Sol Si

Am = Dó Mi Lá

F = Dó Fá Lá

C = Dó Mi Sol

G = Si Ré Sol

F = Dó Fá Lá

Como eu disse, o intuito é praticar com as duas mãos, afinal, você não é mais iniciante, então vamos agora à nossa mão esquerda.

Na mão esquerda, você tocará algumas notas na região mais grave. A sequência será: Dó Sol Lá Fá Dó Sol Fá.

Agora você tocará com as duas mãos ao mesmo tempo: os acordes invertidos com a direita e as notas graves com a esquerda.

E então você pergunta: Onde está a música Imagine dos Beatles?

Toque a harmonia e você verá! 

5 Sonoridade Indiana / Tocando Blues

Um fato simples de se perceber é a distinção clara entre os variados ritmos. Por exemplo, qualquer pessoa consegue perceber a diferença entre o forró e o rock ou entre a bossa nova e o reggae. Isso acontece porque cada estilo tem suas maneiras próprias de identidade musical para serem executadas.

Você não pode querer tocar um rock usando os acordes e a linguagem da bossa nova, porque se você usar a linguagem musical da bossa nova no rock, você transformará a música (que era um rock) em uma bossa nova.

Há grupos musicais que mesclam essa linguagem, misturando os ritmos. Isso é possível se você souber o que fazer para caracterizar um rock ou uma bossa nova. Assim, se você pega um pouquinho da linguagem do rock e um pouquinho da bossa nova e junta tudo, você acaba criando um novo ritmo derivado dessa mistura.

Um ritmo famoso que surgiu à partir da mistura de dois ritmos é o Samba-reggae, a mistura da linguagem do samba com o reggae.

E o que eu quero dizer com isso?

Quero dizer que, para que você possa criar um efeito desejado através da música, é preciso que você use os acordes corretos, o ritmo correto, a pegada correta, a escala correta...e por aí vai.

Nessa aula, vamos usar uma escala para demonstrar isso. Nosso objetivo aqui será criar uma sonoridade indiana.

A escala usada será a Escala de Lá Menor Harmônica, formada pelas notas: Lá Si Dó Ré Mi Fá Sol#

Para que possamos aplicar essa escala, vamos criar uma harmonia com 3 acordes. A harmonia será: Am - Dm - E7

Dividiremos o exercício em 3 partes:

Parte 1: Tocar o acorde de Am com a mão esquerda e com a direita.

Parte 2: Tocar o acorde de Dm com a mão esquerda e com a direta.

Parte 3: Tocar o acorde de E7 com a mão esquerda e a Escala de Lá Menor Harmônica com a direita. Fazendo assim a aplicação da escala em cima do acorde de E7.

Tocando Blues

O Blues é realmente um estilo cativante que surgiu há muito tempo, sendo o responsável por uma infinidade de ritmos que surgiram à partir dele.

Imagine você entrando em um bar noturno americano nos anos 50. No palco um piano, um baixista e um cantor, todos com um chapéu redondo na cabeça com ternos listrados. Provavelmente você ouviria esses “coroas” tocando Blues.

Nessa aula, vou apenas introduzir essa sonoridade para que você possa se familiarizar com o estilo. Mas é um tema bem amplo, que se pode praticar anos sem parar, afinal, o Blues é sempre algo novo, porque nele, o mais importante é a improvisação, e a improvisação é sempre uma criação nova a cada novo compasso.

Eu poderia falar muito sobre o Blues aqui, mas vamos voltar ao foco, que é nossa aula. Usaremos 3 acordes na mão direita: G7 C7 D7.

Agora vamos para nossa mão esquerda!

Na mão esquerda, faremos o arpejo do acorde de C6 (Dó Maior com Sexta), F6 (Fá Maior com Sexta) e G6 (Sol Maior com Sexta):

No arpejo de C6, tocaremos a sequência: Dó Mi Sol Lá Sol

No arpejo de F6, tocaremos a sequência: Fá Lá Dó Ré Dó

No arpejo de G6, tocaremos a sequência: Sol Si Ré Mi Ré

Você deve praticar uma mão de cada vez. Primeiro o cérebro precisa gravar uma para depois gravar a outra.

Se você não é acostumado a tocar dessa forma e for querer tocar as duas mãos ao mesmo tempo, talvez possa parecer um bicho de sete cabeças, mas não é. O segredo é a forma como você vai executar os estudos.

O estudo Precisa ser lento e por partes. Quem quer fazer tudo de uma vez, nunca vai conseguir tocar as notas limpas como um profissional.

Depois de praticar as mãos separadamente, junte as duas e tente tocar bem devagar e depois vá aumentado a velocidade.

Você verá como esse exercício criará uma sonoridade bacana, um autêntico do Blues!

6 Arpejos

Para tocarmos um Arpejo, ao invés de tocarmos as notas do acorde todas de uma vez, vamos tocar uma nota de cada vez.

Por exemplo, sabemos que para tocar o acorde de C (Dó Maior), devemos tocar as notas Dó, Mi e Sol ao mesmo tempo.

No arpejo, ao invés de tocarmos as três notas ao mesmo tempo, vamos tocar primeiro o Dó, depois o Mi e depois o Sol.

Nessa aula, tocaremos os arpejos de C (Dó Maior), Dm (Ré Menor) e G (Sol Maior). Esses arpejos serão tocados com a mão direita.

Na mão esquerda, tocaremos também um outra sequência de notas.

Enquanto tocamos o arpejo de C com a direita, vamos tocar as notas Dó, Sol, Dó e Sol com a esquerda.

Enquanto tocamos o arpejo de Dm com a direita, vamos tocar as notas Ré, Lá, Ré e Lá com a esquerda.

Enquanto tocamos o arpejo de G com a direita, vamos tocar as notas Sol, Ré, Sol e Ré com a esquerda.

 

7 Origem do Piano

O piano nasceu na Itália, por volta do século XVIII, fruto do incansável trabalho do italiano Bartolomeo Cristofori.Nascido em 1655, em Pádua na Itália, fabricou por anos os cravos, instrumento muito parecido com o piano.Podemos dizer que o piano seria um cravo evoluído, com mais funções, então sim, a origem do piano é fruto dos trabalhos de Cristofori em cima dos cravos.Em anos de carreira, Bartolomeo se dedicou a ser músico e fabricante de instrumentos musicais.

Por mais que muitos imaginem que exista uma relação com a Renascença Italiana e famosos nomes da época, foi Bartolomeo que sozinho foi atrás para originar o piano.Nascido em Pádua, foi em Florença, cidade também da Itália que ele pode se dedicar a viver para o piano, em função dos trabalhos que realizava a pedido do príncipe Fernando de Médici.

O Projeto da Origem do Piano

Entre seus trabalhos e estudos, para investir no cravo, foram 10 anos, desde o primeiro projeto, até um molde do piano que conhecemos hoje em dia.Foi em 1698 que começou a trabalhar em cima do projeto, após ter o estudo concluído, era a hora de colocar a teoria em prática, após um trabalho de 4 anos, em 1702, Cristofori fez uma amostra de um cravo modificado.

Um trabalho arrojado, complexo, que somava ao cravo funções que antes eram inimagináveis para um instrumento da época.Após os 4 anos de trabalho e a primeira amostra, era hora de aperfeiçoar seu filho, transformar ele realmente em um piano, na época chamado de pianoforte.Entre a transformação de um cravo modificado, para um pianoforte, foram 7 anos, até que em 1709 apresentou o seu primeiro piano, nada que se compare ao pianos de hoje em dia, claro, em função da evolução que o mesmo passou ao longo dos anos.
Por mais que tenha sofrido alterações, que evoluíram o trabalho de Bartolomeo, o piano tradicional segue as mesmas características da época.Lendo a definição do piano de antigamente, podemos visualizar o piano de hoje em dia em nossa frente.
Um instrumento musical de cordas, com peças de madeira, que são ativadas por meio de um teclado que dão movimento as cordas esticadas e presas a estrutura do piano.

Evolução Após a Origem do Piano

Além das evoluções que ocorreram dentro do sistema do cravo, virando pianoforte, outras alterações foram ocorrendo.
Funções e ferramentas internas e externas ao piano foram adicionadas por demais profissionais.
Porém essas funções levaram tempo, mais de 70 anos no caso do acréscimo dos pedais, tanto do de surdina, quanto do pedal direito.Ambos foram invenções do inglês John Brodwood, que após projetos e testes, acrescentou as ferramentas em 1783.Anos mais tardes, já em 1821, foi a vez do francês Sébastien Erhard criar novas funções ao piano, agora mesmas teclas podiam ter seu toque repetido.
A função implantada pelo francês se comparada as demais pode não parecer muito significativa, mas na prática, ela fez toda diferença.