Alimentação saudável

Noções Básicas em Manipulação de Alimentos

1 O que é uma alimentação saudável?

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Uma alimentação saudável é aquela que fornece os nutrientes que o seu corpo necessita, como carboidratos, lipídeos, proteínas, sais mineiras e vitaminas.

Para ter uma alimentação saudável, não é preciso excluir todos os nutrientes da nossa alimentação o que se deve ter é um certo equilíbrio, devemos estar atentos a cerca da quantidade que ingerimos de cada alimento.

Alimente-se de alimentos variados, pois quanto mais alimentos diferentes você comer maior será a quantidade de nutrientes que você estará oferecendo ao seu corpo.

Para se ter uma alimentação saudável é ,preciso tomar algumas medidas que podem melhorar sua alimentação, tais como evitar comer alimentos industrializados e fast foods e passar a comer alimentos poucos processados, com redução do de consumo de gorduras, sal e açúcar.

Segundo o Ministério da Saúde não basta ter cuidado com a alimentação saudável, além dessas medidas é necessário ter um ambiente e um tempo adequado para se alimentar.

Se atente para os alimentos que pode ser prejudiciais a saúde como os alimentos ultraprocessados como as bolachas recheadas, refrigerantes e salgadinhos que concentram um grande número de sal, açúcar e gorduras e são pobres em vitaminas.

Você estará contribuindo para sua saúde se alimentar de alimentos saudáveis como as verduras, legumes e frutas que são alimentos ricos em vitaminas, fibras e sais minerais, como também leite e derivados que fornecem cálcio e um sal mineral importante para o fortalecimento dos ossos.

 

Benefícios de uma alimentação saudável:

 

. Melhora na imunidade

. Bom humor

. Raciocínio Rápido

. Boa memória

. Capacidade de concentração

. Boa disposição

. Qualidade do sono

. Regulação do intestino

. Manutenção do peso

 

E o que pode acarretar uma alimentação desbalanceada?

 

. Obesidade

. Hipertensão arterial

. Diabetes

. Doenças cardiovasculares

 

Investir em uma boa alimentação, é investir na saúde!

 

2 10 passos para uma alimentação saudável

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Foi elaborado pelo Ministério da Saúde O Guia Alimentar para os cidadãos brasileiros, ele apresenta 10 passos para uma alimentação saudável. Abaixo iremos mostrar quais são esses passos que você poderá estar adquirindo para ter uma vida mais saudável:

 

1. Fazer de alimentos in natura ou minimamente processados a base da alimentação.

Em grande variedade e predominantemente de origem vegetal, alimentos in natura ou minimamente processados são a base ideal para uma alimentação nutricionalmente balanceada, saborosa, culturalmente apropriada e promotora de um sistema alimentar socialmente e ambientalmente sustentável. Variedade significa alimentos de todos os tipos – grãos, raízes, tubérculos, farinhas, legumes, verduras, frutas, castanhas, leite, ovos e carnes – e variedade dentro de cada tipo – feijão, arroz, milho, batata, mandioca, tomate, abóbora, laranja, banana, frango, peixes etc.

 

2. Utilizar óleos, gorduras, sal e açúcar em pequenas quantidades ao temperar e cozinhar alimentos e criar preparações culinárias.

Utilizados com moderação em preparações culinárias com base em alimentos in natura ou minimamente processados, óleos, gorduras, sal e açúcar contribuem para diversificar e tornar mais saborosa a alimentação sem torná-la nutricionalmente desbalanceada.

 

3. Limitar o consumo de alimentos processados.

Os ingredientes e métodos usados na fabricação de alimentos processados – como conservas de legumes, compota de frutas, pães e queijos – alteram de modo desfavorável a composição nutricional dos alimentos dos quais derivam. Em pequenas quantidades, podem ser consumidos como ingredientes de preparações culinárias ou parte de refeições baseadas em alimentos in natura ou minimamente processados.

 

4. Evitar o consumo de alimentos ultraprocessados.

Devido a seus ingredientes, alimentos ultraprocessados – como biscoitos recheados, “salgadinhos de pacote”, refrigerantes e “macarrão instantâneo” – são nutricionalmente desbalanceados. Por conta de sua formulação e apresentação, tendem a ser consumidos em excesso e a substituir alimentos in natura ou minimamente processados. Suas formas de produção, distribuição, comercialização e consumo afetam de modo desfavorável a cultura, a vida social e o meio ambiente.

 

5. Comer com regularidade e atenção, em ambientes apropriados e, sempre que possível, com companhia.

Procure fazer suas refeições em horários semelhantes todos os dias e evite “beliscar” nos intervalos entre as refeições. Coma sempre devagar e desfrute o que está comendo, sem se envolver em outra atividade. Procure comer em locais limpos, confortáveis e tranquilos e onde não haja estímulos para o consumo de quantidades ilimitadas de alimento. Sempre que possível, coma em companhia, com familiares, amigos ou colegas de trabalho ou escola. A companhia nas refeições favorece o comer com regularidade e atenção, combina com ambientes apropriados e amplia o desfrute da alimentação. Compartilhe também as atividades domésticas que antecedem ou sucedem o consumo das refeições.

 

6. Fazer compras em locais que ofertem variedades de alimentos in natura ou minimamente processados.

Procure fazer compras de alimentos em mercados, feiras livres e feiras de produtores e outros locais que comercializam variedades de alimentos in natura ou minimamente processados. Prefira legumes, verduras e frutas da estação e cultivados localmente. Sempre que possível, adquira alimentos orgânicos e de base agroecológica, de preferência diretamente dos produtores.

 

7. Desenvolver, exercitar e partilhar habilidades culinárias.

Se você tem habilidades culinárias, procure desenvolvê-las e partilhá-las, principalmente com crianças e jovens, sem distinção de gênero. Se você não tem habilidades culinárias – e isso vale para homens e mulheres –, procure adquiri-las. Para isso, converse com as pessoas que sabem cozinhar, peça receitas a familiares, amigos e colegas, leia livros, consulte a internet, eventualmente faça cursos e... comece a cozinhar!

 

8. Planejar o uso do tempo para dar à alimentação o espaço que ela merece.

Planeje as compras de alimentos, organize a despensa doméstica e defina com antecedência o cardápio da semana. Divida com os membros de sua família a responsabilidade por todas as atividades domésticas relacionadas ao preparo de refeições. Faça da preparação de refeições e do ato de comer momentos privilegiados de convivência e prazer. Reavalie como você tem usado o seu tempo e espaço para a alimentação.

 

9. Dar preferência, quando fora de casa, a locais que servem refeições feitas na hora.

No dia a dia, procure locais que servem refeições feitas na hora e a preço justo. Restaurantes de comida a quilo podem ser boas opções, assim como refeitórios que servem comida caseira em escolas ou no local de trabalho. Evite redes de fast-food.

 

10. Ser crítico quanto a informações, orientações e mensagens sobre alimentação veiculadas em propagandas comerciais.

Lembre-se de que a função essencial da publicidade é aumentar a venda de produtos, e não informar ou, menos ainda, educar as pessoas. Avalie com crítica o que você lê, vê e ouve sobre alimentação em propagandas comerciais e estimule outras pessoas, particularmente crianças e jovens, a fazerem o mesmo.

 

3 Tipos de alimentos e seus nutrientes

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Abaixo citarei os tipos de alimentos e seus nutrientes:

 

Cereais, raízes e tubérculos: São ricos em carboidrato complexo, fornecendo energia, e por isso precisamos consumir todos os dias em maior quantidade.

Exemplos: trigo, arroz, milho, centeio, cevada, aveia, pães, massas, batata, cará inhame, mandioca.

 

Frutas, verduras e legumes: São ricos em fibras, vitaminas e minerais. Devem ser consumidos em maior quantidade durante o dia.

Exemplos: maçã, banana, mamão, laranja, cenoura, beterraba, abobrinha, abóbora, pepino, agrião, cebola, acelga, couve, brócolis, aipo.

 

Leguminosas: São ricos em proteínas vegetais, ferro e fibras. Devem ser consumidos em menores quantidades.

Exemplos: feijão, lentilha, ervilha, soja, grão de bico.

 

Alimentos de origem animal: São ricos em cálcio e proteínas, são fundamentais para a manutenção da saúde. Devem ser consumidos em menor quantidade.

Exemplos: carnes (frango, peixe e carnes vermelhas), leite, queijos e iogurte.

 

Alimentos não saudáveis

 

Açúcares: doces, balas, chocolates, sorvetes, refrigerantes, bolachas recheadas, chicletes etc.

Gorduras: frituras, óleos vegetais, margarina, manteiga, fast food, maionese, requeijão etc.

Com excesso de sal: alimentos industrializados, como salgadinhos, molhos e temperos prontos, sopas industrializadas etc.

 

Atenção: Esses alimentos devem ser consumidos em pouca quantidade, pois seu consumo em excesso pode ser prejudicial a saúde.