Manutenção em Celulares
Manutenção de Celulares
1 Instrumentos de Reparo e Manuseio
Veremos neste capitulo instrumentos utilizados no reparo do aparelho celular. Trata-se de uma bancada com aparelhos básicos e simples, pois o objetivo do treinamento é o reparo do aparelho celular acessível aos técnicos em geral.
Osciloscópio Analógico
Tem a função de verificar a forma de onda no estágio em estudos. É necessário conhecer o circuito através do esquema elétrico. Pouco encontrado nas bancadas devido seu alto valor.
Frequencímetro Digital
Sua função é verificar a frequência existente no circuito em estudo. Possibilita medir a frequência que está sendo gerada pelo aparelho celular.
Estação de Solda
A Estação de Solda é utilizada em substituição ao ferro de solda comum, pois tem proteção ESD (anti-estática). Sua temperatura também é ajustável. Utilizada na soldagem de conectores, fios, terminais e componentes que não permitem a utilização da estação de ar quente.
Estação de Ar Quente
Instrumento essencial em qualquer bancada, pois tem a função de soldar e dessoldar o componente de tecnologia SMD e BGA. Executa o trabalho de retrabalho emitindo ar quente através de sua ponteira (com regulagem de ar e temperatura).
Fonte de Tensão (Fonte de Bancada)
A Fonte de Tensão regulada tem a função de fornecer uma tensão que possibilite a alimentação do dispositivo a ser testado. A fonte mais comum utilizada é a de 15v e 2A, suficiente para o trabalho com aparelhos celulares. Alimentando o celular com uma bateria falsa conectada a fonte podemos verificar o consumo do aparelho sem teste e avaliar seu desempenho.
Ferramenta imprescindível na mão do técnico. Tem como objetivo efetuar medição em componentes eletrônicos em geral. Verificar a voltagem da rede elétrica, em fonte de tensão, baterias e tomadas. Possibilita teste de continuidade em conectores, trilhas, fusível etc.
Multímetro Digital
O microscópio é muito útil na bancada, pois estaremos trabalhando com componentes minúsculos e sua visualização se torna mais fácil com este instrumento. O mais utilizado é o que amplia 20x e 40x
Microscópio (Lente de Aumento)
Ferramenta imprescindível na mão do técnico. Tem como objetivo efetuar medição em componentes eletrônicos em geral. Verificar a voltagem da rede elétrica, em fonte de tensão, baterias e tomadas. Possibilita teste de continuidade em conectores, trilhas, fusível etc.
Multímetro Digital
Multímetro Digital
2 Organização do Laboratório
É necessário que o Técnico se acostume desde o inicio a ter a ideia de ser ordeiro, organizado, visando obter uma condição de vida mais aceitável entre os próprios elementos integrantes da classe. Assim sendo, o Laboratório deve ter uma boa aparência e uma boa organização a fim de dar um aspecto agradável aos clientes e aos próprios elementos que trabalham nele.
Tudo no Laboratório tem que ter seu respectivo lugar, desde os aparelhos pertencentes aos clientes e que estiverem sob a responsabilidade do Técnico, até as ferramentas, instrumentos, componentes etc.
Bancada
A bancada é o móvel mais importante do Técnico. Ela deve ser bem reforçada e fixa. Devem ter espaço suficiente para acomodar seus instrumentos, suas ferramentas e os aparelhos para consertos.
É importante a sua estrutura, pois não é necessário uma bancada grande, mas sim uma bancada bem aproveitada. A altura do chão é recomendado 80cm.
A cadeira utilizada é a giratória, com encosto lombar, possibilitando ao Técnico um conforto ao trabalhar.
A dimensão da superfície da bancada é a mínima possível para a acomodação dos equipamentos, variando assim, com a quantidade de equipamentos.
A cor recomendada é a branca devido aos componentes.
OBS.: Conforme dito no Capitulo anterior, a bancada deve ser aterrada com manta antiestática e pulseiras para aterramento da placa e do Técnico.
Os componentes e PCI do aparelho celular por serem sensíveis a estática devem ser acondicionados em sacos antiestáticos. Recomenda-se guardá-los em armários de aço aterrados ou em compartimentos com proteção ESD.
Recomenda-se a utilização de um adesivo (lacre) com a identificação da assistência técnica e a data do reparo (mês e ano) com o objetivo de dar garantia dentro do prazo estipulado pela lei do consumidor (90 dias).
Visa também garantir o orçamento dado ao cliente. Caso o mesmo retorne ao laboratório com o lacre rompido, pressupõem que houve manuseio e alteração das características anteriormente analisadas.
3 Defeitos, Causas e Testes
A reparação de um aparelho receptor de telefonia celular, exige do técnico muita habilidade desde o momento de abri-lo, tornando bastante cuidado com os encaixes para não danificar o frágil e pequeno gabinete, até os procedimentos de diagnósticos.
Devido ás dificuldades de se testar os circuitos integrados especiais usados no receptor celular, o técnico deverá fazer o diagnóstico correlacionando o defeito apresentado com os estágios mais prováveis, através de uma análise funcional de cada estágio.
Retrabalho
Para se retrabalhar uma placa o técnico dever ter muita atenção nos seguintes itens:
- Retirar display, Cabo Flat e as partes removíveis do aparelho;
- Retirar as blindagens sempre perpendiculares á placa usando a Estação de Ar Quente para retrabalho;
- Para retirar as blindagens é necessário a alteração da temperatura da Estação de Ar Quente;
- Não esquecer do fluxo e apoio com pinças nos principais componentes.
- Não pular nenhum componente;
- Sempre usar solda de ponta nos conectores.
- Não esquecer que para retrabalho a vazão de ar é menor.
Método da Eliminação
EXEMPLO: Não aciona a campainha
1º - Verificar a programação do aparelho;
2° - Verificação Visual:
- Conectores;
- Trilhas;
- Componentes trincados ou carbonizados;
- Conexões e fios.
3° - Placa Espelho:
- Verificar em qual placa esta o defeito.
- Se estiver na placa lógica:
- Verificação visual
- Retrabalho (ESD ou SMD)
- Substituir o processador da campainha ex.: Z64 (Motorola, LG)
- Substituir o Codec
- Trocar a placa
- Se estiver na placa Mother:
- Verificação Visual
- Retrabalho (ESD ou SMD)
- Substituir Campainha
- Boost
- Trocar a Placa
Solda Fria
Nome dado à situação do aparelho desligando ao mínimo impacto, seja ele ao fechar o flip ou ao simples ato de teclar.
Esse fenômeno geralmente ocorre após o usuário derrubar ou bater o aparelho, pois a “solda fria” ocorre da seguinte maneira:
Os componentes estão fixados na placa através de estanho. A concentração de tensão é dada na pinagem do componente à placa e esta é a área crítica, pois quando o aparelho sofre um impacto, este se transfere para toda a placa, chegando até o componente. Assim, o estanho se parte deixando o componente ora com contato, ora sem contato.
É denominado “solda fria” porque o estanho é um metal fundido ao calor, ou seja, para se soldar um componente é necessário o seu aquecimento.
Como solucionar:
É sabido que o telefone celular contém placas com vários componentes, Sendo assim, fica difícil de saber em qual dos componentes está a “solda fria”. Porém, para evitarmos a perda de tempo utilizaremos as seguintes condições de trabalho.
Se o aparelho não liga:
1. Retrabalhar a parte lógica (SMD).
2. Retrabalhar as conexões (ESD), principalmente entre as placas (conectores entre placas).
3. Em último caso, retrabalhar a (s) placa (s) inteira (s). Em conectores, usar a ponta agulha (ESD) e em componentes usar a Estação de Ar Quente (SMD).
Obs.:
- Sempre que precisarmos retrabalhar uma placa, observar as partes plásticas. Aquelas que forem possíveis, devem ser retiradas;
- Nunca retrabalhar com blindagens;
- Nunca retrabalhar áreas desnecessárias;
- Em alguns casos, não bem trabalhados, são necessárias duas ou mais vezes a repetição do processo;
- Utilizar o máximo de atenção. Não pular nenhum componente.
Trilhas Rompidas
Como sabemos, a “solda fria” é o fenômeno que desliga o aparelho em um simples toque ou um simples movimento. As trilhas quando estão rompidas tem as mesmas características. Observar muito bem; se após a ressoldagem (retrabalho) o aparelho continuar desligando, ou em muitas vezes nem ligando, poderá estar ocorrendo “trilhas rompidas”.
DICA:
Quando um aparelho sofrer um forte impacto, além da “solda fria” é o rompimento das trilhas, pois no aparelho existem:
Trilhas superficiais: Depende da posição em que se está olhando o aparelho. Estas são perceptíveis em alguns casos, quando rompidas.
Trilhas intersticiais: São as trilhas no meio da placa, sendo estas trilhas as mais problemáticas. Basta a placa sofrer um pequeno impacto e já é o suficiente para o rompimento da trilha. Difícil identificação.
Trilhas inferiores: São as trilhas opostas as trilhas superficiais.
OBS.: É possível a trilha romper embaixo ou exatamente na pinagem do componente. Observar bem caso haja suspeita; utilizar o microscópio.
Bolhas
São fenômenos de super aquecimento da placa que ocorrendo, muitas vezes rompe trilhas. Geralmente ocorre com facilidade não só pela espessura da placa mas também concentração de trilhas intersticiais e superficiais.
COMO EVITAR:
- Em primeiro lugar, utilizar temperatura sempre baixa; ar também.
- Não concentrar o bico da estação de ar quente em uma região por muito tempo.
- Nunca demasiar a temperatura ou concentrar a operação; usar movimentos circulares.
- Sempre colocar fluxo, pois o fluxo auxilia na fundição do estanho, e no arrefecimento da placa.
- Nunca jogar o álcool após o aquecimento da placa; poderá gerar “bolhas”.
Quando cai fluido ou o aparelho cai na água
O aparelho tem que ser totalmente desmontado. No caso de água do mar o aparelho é condenado.
As placas devem ser observadas com extrema atenção e cuidado. Se nelas houver sinal de carbonização, de imediato se condenará o aparelho.
Observar em segundo lugar a EEprom ESN. Caso se faça necessário sua remoção esta deve esta em ótimo estado, ou pelo menos em condições de remoção.
Na placa temos que retirar tudo o que for de plástico e em seguida marcar os locais em que se concentrou o zinabre, pois nestes locais existe maior probabilidade de apresentar problemas mesmo após a limpeza e ressoldagem.
Retirar todas as blindagens e retrabalhar toda a placa, pelo menos duas vezes. Limpar com cuidado os conectores.
Sempre que houver queda de fluidos, as blindagens devem ser substituídas.
Após retrabalhar, antes de recolocar as novas blindagens é necessário a limpeza com freom e álcool isopropílico.
Geralmente, o aparelho acusa NSVC. Uma terceira ou quarta ressoldagem, provavelmente resolverá.
O aparelho desliga ao entrar sinal
Quando o aparelho é acionado, ele rastreia todo o circuito interno (placa). Caso haja alguma falha o aparelho não liga. Se ao entrar o sinal o aparelho desligar, isso significa que o conjunto de potência esta com problemas.
Geralmente, o PA (Amplificador de potência) principal está em processo de fadiga ou já fadigou. Nesse caso, se não houver solução, deve-se substituir o PA e trocar também todos os componentes do conjunto de potência.
Em casos extremos, trocar os resistores ao redor e por último ficar atento com soldas frias e trilhas rompidas.
No Service - Fora de Serviço - Sem Sinal
A priori observar a programação (banda e técnica) e antena.
Ao abrir o aparelho verificar o borne de conexão da antena e os resistores que ficam nas trilhas da antena.
É importante lembrar que qualquer componente que estiver em “solda fria” , o aparelho acusará NSVC. Portanto, sempre neste caso, é de suma importância a atenção máxima do técnico, sempre tendo ao lado uma “placa espelho” (placa para testes e comparações; que nunca foi mexida).
O retrabalho, após a intensa verificação da placa, é a primeira operação a ser realizada; com muita paciência e cuidado.
Caso não obter a solução com o retrabalho, substituiremos os componentes pela ordem:
- Conjunto de Freqüência (cristal oscilador principal);
- Cristal Oscilador (VCO);
- EEprom (por se tratar da EEprom principal do circuito lógico).
É importante lembrar também que a EEprom de ESN (hexa) é causadora de todos os problemas do aparelho.
Caso estas providências não solucionarem o problema, iremos substituir os resistores ao lado da EEprom e as bobinas ao lado do oscilador VCT-CXO.
OBS.: É válido dizer que apenas um retrabalho, as vezes não surtem efeito. Em alguns casos se fazem necessários dois ou mais retrabalhos.
Não faz e não recebe ligação
Quando se trata deste problema, temos que entender que estamos colocando dois circuitos em evidência: o de potência e o de freqüência, sem esquecer das Eprons que auxiliam estas funções (ESN HEXA).
Já a EEprom de ESN pode estar apagada e nunca apenas com defeito.
Isolando esses casos, tornaremos as seguintes providências: em primeiro lugar, iremos conferir as programações. Observando este item, iniciaremos a substituição do cristal oscilador VCT-CXO. Em seguida, substituiremos o conjunto de potência, começando pelo PA principal.
OBS.:
- Nunca esquecer que após olhar o aparelho no setor de programações, o passo seguinte sempre será um retrabalho.
- Nunca esquecer que sempre, em primeiro lugar, deve ser consultado se a linha não está bloqueada
Não Tecla
Em primeiro lugar deve-se olhar a manta do teclado e os contatos magnéticos.
Nos contatos magnéticos pode haver trilha rompida ou sujeiras. No caso de sujeiras deve-se limpar com algo poroso e macio (lápis borracha).
Deve-se olhar os transistores responsáveis pelos comandos das teclas.
OBS.: Não esquecer de retrabalhar os conectores, pois são os responsáveis por grande parte deste defeito.
Não tem áudio
O primeiro passo será verificar os conectores e as capsulas. Ficar atento pois sempre antes das capsulas existem resistores que geralmente fadigam.
Após trocar as capsulas, substituir o CI Codec
OBS.: Cuidado quando se tratar de cabos flexíveis ou fios para contato, pois estes geralmente são os maiores responsáveis.
Temperaturas aconselhadas de operação
AR:
- 1, 2, 3 = pequenos componentes; pequenas operações
- 4, 5, 6 = componentes médios
- 7, 8 = grandes componentes; grandes operações
TEMPERATURAS:
- 1, 2, 3 = pequenos componentes
- 4, 5, 6 = componentes e Eprons médios
- 7, 8 = blindagens e grandes componentes e Eprons
OBS.: Temperaturas aconselhadas para equipamentos HAKKO 850
4 Retrabalhando o Componente SMD
Os aparelhos celulares utilizam a técnica de monta por superfície ou SMT (Surface Mounting Technology) com emprego de com ponentes ultra-miniaturizados para a montagem em superfície chamados SMD (Surface Mounting Devices).
A ideia básica da tecnologia SMT é usar componentes que tenham seus invólucros reduzidos ao máximo, e até em um formato padronizado que permita seu manuseio por máquinas
O que muda é apenas o formato, a figura representa componentes de dois terminais (diodo, resistor, capacitor, etc.)
Os componentes SMD são dispositivos do mesmo modo que os componentes comuns: resistores, capacitores, diodos, indutores, transistores etc.
Os valores e o tipo são iguais aos componentes comuns. Podemos encontrar resistores com todos os valores comuns em ohm, dos tipos de 1/8W e maiores, e os transistores podem ser de tipos absolutamente comuns como BC548, 2N2222 etc.
Os transistores são fornecidos normalmente em invólucros do tipo SOT23, nas dimensões e formato ilustrado na figura abaixo.
A identificação de terminais para alguns transistores frequentemente usados em aparelhos celulares e equivalentes mesmo aos comuns.
Para os Circuitos Integrados (CI) o número de terminais, as dimensões e o formato variam da mesma forma que nos componentes convencionais.
Os componentes SMD mais sofisticados, tais como os microprocessadores e outras funções complexas podem ter outros tipos de invólucros, como exemplo os BGA’s
Há uma grande dificuldade em identificar o SMD, pois normalmente são fornecidos em fitas para o uso em máquinas, os fabricantes não se preocupam com a identificação no componente em sí.
Isso significa que, obtendo-se um componente deste tipo, deve-se ter muito cuidado em guardá-lo junto com a identificação, pois, caso haja a separação da informação, será impossível saber do que se trata!
Antes de começarmos a retrabalhar os componentes, temos que efetuar a limpeza da PCI. Em todas as limpezas sempre utilizar álcool isopropílico, pois é a solução indicada por ser totalmente isenta de água.
É necessário o uso de um fluxo de solda, líquido ou pastoso, com o objetivo de acelerar a fusão da solda.
O mais utilizado é o fluxo de solda líquido branco. Este fluxo proporciona um trabalho mais limpo. Após o trabalho a PCI fica sem resíduo.
O FLuxo auxilia no equilíbrio da temperatura na PCI. Evite o choque térmico da PCI com o jato de ar quente da estação de ar quente.
Procure utilizar sempre uma pinça (ESD) no manuseio dos componentes. O contato direto com os componentes podem danifica-los.
Utilize sempre a pulseira anti-estática no manuseio de componentes SMD.
Através de movimentos circulares com a ponteira da estação de ar quente, circule o componente até que o mesmo solte por completo da PCI.
Jamais force a sua retirada para que não danifique a PCI com o rompimento da trilha.
A ponteira deve ficar sempre na vertical, assim evita que o ar expulse outros componentes da PCI durante o retrabalho.
Para o retrabalho do componente de grande dimensão é aconselhável a utilização de uma pinça a vácuo, própria para a retirada deste componente.
O uso da pinça comum dificulta a fixação no componente sem danificar seus terminais.
O procedimento correto para a limpeza da PCI é a utilização da malha de dessoldagem. É vedado o uso de um sulgador de solda devido o forte impacto que este provoca na PCI
Para remover o curto-circuito entre os terminais do SMD existente devido ao excesso de solda ou devido o contato de solda entre os terminais, utiliza-se o fluxo em pasta.
O fluxo em pasta além de acelerar a fusão da solda, impede que a mesma se junte entre os terminais provocando curto entre eles.
A remoção do excesso de solda ou mesmo a retirada do curto-circuito entre os terminais é realizado com a estação de solda, após a aplicação do fluxo em pasta.
Para auxiliar na remoção do excesso de solda, utilize a malha de dessoldagem.
Jamais utilize uma ferramenta inadequada para o manuseio do componente. Isto pode vir a danificar o componente, sua trilha e PCI
Tenha sempre muito cuidado para retirar quaisquer componentes da PCI, pois o dano quase sempre é irreparável.
- Mantenha sempre a bancada bem iluminada.
- A utilização de ferramenta adequada e de precisão propicia ao técnico qualidade e rapidez na execução do reparo.